| Protocolos Internet (TCP/IP) | |
| Camada | Protocolo |
| 5.Aplicação | HTTP, SMTP, FTP, SSH, RTP, Telnet, SIP, RDP, IRC, SNMP, NNTP, POP3, IMAP, BitTorrent, DNS, Ping ... |
| 4.Transporte | TCP, UDP, SCTP, DCCP ... |
| 3.Rede | IP (IPv4, IPv6) , ARP, RARP, ICMP, IPSec ... |
| 2.Enlace | Ethernet, 802.11 WiFi, IEEE 802.1Q, 802.11g, HDLC, Token ring, FDDI, PPP,Switch ,Frame Relay, |
| 1.Física | Modem, RDIS, RS-232, EIA-422, RS-449, Bluetooth, USB, ... |
As redes sem fio IEEE 802.11, que também são conhecidas como redes Wi-Fi (Wireless Fidelity ⇐ este termo que designa o suposto significado de Wi-Fi entra em contradição com o artigo Wi-Fi) ou wireless, foram uma das grandes novidades tecnológicas dos últimos anos. Atualmente, são o padrão de facto em conectividade sem fio para redes locais. Como prova desse sucesso pode-se citar o crescente número de Hot Spots e o fato de a maioria dos computadores portáteis novos já saírem de fábrica equipados com interfaces IEEE 802.11.
Os Hot Spots, presentes nos centros urbanos e principalmente em locais públicos, tais como Universidades, Aeroportos, Hotéis, Restaurantes etc., estão mudando o perfil de uso da Internet e, inclusive, dos usuários de computadores.
O padrão divide-se em várias partes, que serão apresentadas a seguir.
Índice[esconder] |
Chega a alcançar velocidades de 54 Mbps dentro dos padrões da IEEE e de 72 a 108 Mbps por fabricantes não padronizados. Esta rede opera na frequência de 5 GHz e inicialmente suporta 64 utilizadores por Ponto de Acesso (PA). As suas principais vantagens são a velocidade, a gratuidade da frequência que é usada e a ausência de interferências. A maior desvantagem é a incompatibidade com os padrões no que diz respeito a Access Points 802.11 b e g, quanto a clientes, o padrão 802.11a é compatível tanto com 802.11b e 802.11g na maioria dos casos, já se tornando padrão na fabricação dos equipamentos.
CETIMRSI
Alcança uma velocidade de 11 Mbps padronizada pelo IEEE e uma velocidade de 22 Mbps, oferecida por alguns fabricantes não padronizados. Opera na frequência de 2.4 GHz. Inicialmente suporta 32 utilizadores por ponto de acesso. Um ponto negativo neste padrão é a alta interferência tanto na transmissão como na recepção de sinais, porque funcionam a 2,4 GHz equivalentes aos telefones móveis, fornos micro ondas e dispositivos Bluetooth. O aspecto positivo é o baixo preço dos seus dispositivos, a largura de banda gratuita bem como a disponibilidade gratuita em todo mundo. O 802.11b é amplamente utilizado por provedores de internet sem fio.
Habilita o hardware de 802.11 a operar em vários países aonde ele não pode operar hoje por problemas de compatibilidade, por exemplo, o IEEE 802.11a não opera na Europa.
O 802.11e agrega qualidade de serviço (QoS) às redes IEEE 802.11. Neste mesmo ano - 2005 - foram lançados comercialmente os primeiros pontos de acesso trazendo pré-implementações da especificação IEEE 802.11e. Em suma, 802.11e permite a transmissão de diferentes classes de tráfego, além de trazer o recurso de Transmission Oportunity (TXOP), que permite a transmissão em rajadas, otimizando a utilização da rede.
Recomenda prática de equipamentos de WLAN para os fabricantes de tal forma que os Access Points (APs) possam interoperar. Define o protocolo IAPP (Inter-Access-Point Protocol).
Baseia-se na compatibilidade com os dispositivos 802.11b e oferece uma velocidade de 54 Mbps. Funciona dentro da frequência de 2,4 GHz. Tem os mesmos inconvenientes do padrão 802.11b (incompatibilidades com dispositivos de diferentes fabricantes). As vantagens também são as velocidades. Usa autenticação WEP estática já aceitando outros tipos de autenticação como WPA (Wireless Protect Access) com criptografia dinâmica (método de criptografia TKIP e AES). Torna-se por vezes difícil de configurar, como Home Gateway devido à sua frequência de rádio e outros sinais que podem interferir na transmissão da rede sem fio.
Versão do protocolo 802.11a (Wi-Fi) que vai ao encontro com algumas regulamentações para a utilização de banda de 5 GHz na Europa. O padrão 11h conta com dois mecanismos que optimizam a transmissão via rádio: a tecnologia TPC permite que o rádio ajuste a potência do sinal de acordo com a distância do receptor; e a tecnologia DFS, que permite a escolha automática de canal, minimizando a interferência em outros sistemas operando na mesma banda.
Criado para aperfeiçoar as funções de segurança do protocolo 802.11 seus estudos visam avaliar, principalmente, os seguintes protocolos de segurança:
O grupo de trabalho 802.11i vem trabalhando na integração do AES com a sub camada MAC, uma vez que o padrão até então utilizado pelo WEP e WPA, o RC4, não é robusto o suficiente para garantir a segurança das informações que circulam pelas redes de comunicação sem fio.
O principal benefício do projeto do padrão 802.11i é sua extensibilidade permitida, porque se uma falha é descoberta numa técnica de criptografia usada, o padrão permite facilmente a adição de uma nova técnica sem a substituição do hardware.
Fonte: CHOC, TED et al. Wireless Local Area Network (WLAN) Security – The 802.11i Solution, 2004. Disponível em documento pdf último acesso: Fevereiro/2006.
Diz respeito as bandas que operam as faixas 4.9 GHz e 5 GHz, disponíveis no Japão.
Possibilita um meio de acesso para Access Points (APs) transmitir dados de gerenciamento.
O IEEE 802.11k é o principal padrão da indústria que está agora em desenvolvimento e permitirá transições transparentes do Conjunto Básico de Serviços (BSS) no ambiente WLAN. Esta norma fornece informações para a escolha do melhor ponto de acesso disponível que garanta o QoS necessário.
O IEEE aprovou oficialmente a versão final do padrão para redes sem fio 802.11n. Vários produtos 802.11n foram lançados no mercado antes de o padrão IEEE 802.11n ser oficialmente lançado, e estes foram projetados com base em um rascunho (draft) deste padrão. Há a possibilidade de equipamentos IEEE 802.11n que chegaram ao mercado antes do lançamento do padrão oficial serem incompatíveis com a sua versão final. Basicamente todos os equipamentos projetados com base no rascunho 2.0 serão compatíveis com a versão final do padrão 802.11n. Além disso, os equipamentos 802.11n possivelmente precisarão de um upgrade de firmware para serem 100% compatíveis com o novo padrão. As principais especificações técnicas do padrão 802.11n incluem: - Taxas de transferências disponíveis: de 65 Mbps a 600 Mbps. - Método de transmissão: MIMO-OFDM - Faixa de freqüência: 2,4 GHz e/ou 5 GHz
Utilizado para implementação veicular.
Padroniza o hand-off rápido quando um cliente wireless se reassocia quando estiver se locomovendo de um ponto de acesso para outro na mesma rede.
Padroniza "self-healing/self-configuring" nas Redes Mesh (malha)
Normas que provém métodos de testes e métricas.
Interoperabilidade com outras redes móveis/celular.
Permitir a configuração de dispositivos clientes conectados a redes 802.11. O padrão pode incluir paradigmas de gerência similares aos utilizados em redes celulares.
Não usado devido a confusão com o 802.1x
desliga o sistema
Aumentar a segurança da transmissão dos pacotes de camada física.
Habilitar o equipamento Wi-fi para operar com a frequência entre 3650 a 3700 MHz somente nos Estados Unidos.
…
Processo de padronização precisa ser revisto. Você encontra respostas para as principais dúvidas sobre ele aqui.
Desenvolvido por:
Sete
anos depois de as discussões sobre o tema terem começado e pelo menos
dois após os primeiros equipamentos com uma versão rascunho (ou draft
como o mercado costuma chamar) do protocolo, a entidade responsável
pela padronização, o IEEE, finalmente definiu um padrão final para uma rede sem fio mais rápida, com maior alcance e mais segura.
No mundo ideal, os padrões são definidos antes do lançamento de
produtos. Contudo, neste caso, o processo se moveu tão lentamente no
IEEE que os fabricantes decidiram utilizar um draft e começar a
produzir equipamentos baseados nele. Após alguns entraves, o hardware
se tornou compatível e já se vê há algum tempo redes redes equipadas
com tecnologia 802.11n de vários fornecedores mesmo sem a definição de
um padrão aprovado por todos.
Não da para afirmar que a culpa de todo o atraso seja do IEEE. Mas também não se pode dizer que os fabricantes trabalhando de forma independente tenha sido de alguma forma proveitosa, ao utilizar um padrão ainda em desenvolvimento.
Leia também:
>> Confira o teste comparativo com roteadores 802.11n
Contudo, tal decisão acabou funcionando bem e os usuários de
equipamentos que possuem firmware que utilizam o protocolo no padrão
draft comecem a receber avisos para que façam a atualização para o
protocolo definitivo.
De qualquer forma, o que se espera é que os organismos responsáveis
por definir padrões tecnológicos façam seu trabalho em um prazo
razoável, afinal, aprovar o padrão definitivo depois de os consumidores
terem começado a adotar os equipamentos diminui muito da importância do
processo de padronização.
No caso do 802.11n em particular, o processo foi mal sucedido e o
IEEE deve ou melhorar o procedimento como um todo ou deixar que as
empresas que lideram o segmento definam elas mesmas o que consideram o
melhor padrão. Este não é o procedimento ideal, mas se a entidade
reguladora atravanca a padronização, é o que tende a ocorrer.
Perguntas e respostas
Mas, afinal, o que o novo protocolo
de comunicação para redes sem fio, 802.11n, significa? Em primeiro
lugar, a padronização definitiva do protocolo é de suma importância
para a transmissão wireless.
Como já foi dito, a tecnologia n proporciona redes Wi-Fi mais rápidas, com maior alcance e mais seguras, de tal sorte que se tornam perfeitas para o streaming de conteúdo em alta definição (HD), melhor desempenho de aplicações em redes sem fio (como serviços de VoIP) e também uso mais eficiente da bateria de computadores portáteis, já que chips compatíveis com o novo protocolo consomem menos energia.
Com o auxílio de Kelly Davis-Felner, membro da associaçao Wi-Fi
Alliance (http://www.wi-fi.org/), elaboramos um conjunto de perguntas e
respostas que irão ajudar o consumidor comum a entender o novo
protocolo.
O que há de novo no 802.11n?
Há três melhorias-chave neste
novo padrão. O cerne do protocolo n foi a adição de uma tecnologia que,
na prática, é como se tivéssemos uma autoestrada de rede sem fio,
proporcionando transferências de dados a velocidades mais altas. A
comunicação agora utiliza dois canais simultâneos para melhor
desempenho e confiabilidade da comunicação. Por último e não menos
importante, os pacotes de dados agora são transmitidos com uma
quantidade menor de dados de identificação, permitindo que cada pacote
possa conter mais da informação que precisam carregar.
Quão mais rápido o protocolo 802.11n é comparado aos padrões anteriores?
Teoricamente,
o protocolo 802.11n pode alcançar taxas de transferência de até 600
megabits por segundo (Mbps), contudo, a aliança em torno do Wi-Fi está
trabalhando com produtos de rede que operam a, no máximo, 450 Mbps. O
protocolo wireless mais amplamente utilizado atualmente, o 802.11b/g,
oferece taxas de até 64Mbps, enquanto o padrão mais antigo, 802.11a,
alcança até 11Mbps. Ou seja, o novo protocolo é consideravelmente mais
veloz.
Como saber se um equipamento Wi-Fi já utiliza o protocolo 802.11n?
A
recomendação da Wi-Fi Alliance é de que os consumidores procurem pelo
selo 802.11n, emitido pela entidade, tanto em roteadores quando em
adaptadores de rede. A executiva da aliança estima que entre 10% e 15%
dos equipamentos ainda sem a respectiva certificação, mas que funcionam
no protocolo, porém sem a eficiência máxima que ele pode proporcionar.
Eu já tenho um roteador sem fio com protocolo 802.11n. E agora?
O
equipamento, na realidade, utiliza a versão draft do novo protocolo,
aprovada em 2007. De lá pra cá, as discussões em torno do novo padrão
estiveram focadas em funcionalidades adicionais que iriam tornar o
Wi-Fi mais rápido e confiável.
Eu posso atualizar o firmware da versão draft para o padrão definitivo do 802.11n?
Tudo
vai depender do fabricante do dispositivo, mas tudo indica que eles
irão fornecer alguma forma de atualização para os equipamentos que
foram vendidos e que trazem a versão draft do novo protocolo.
Desenvolvido por:
Com
a popularização das redes sem fio, é muito difícil encontrar um
notebook que não tenha acesso à tecnologia Wi-Fi integrado. E não só
laptops, mas smartphones e outros gadgets estão cada vez mais
integrados a esse recurso. Para aproveitar essa facilidade é
necessário, no mínimo, um access point.
Na maioria dos casos, o roteador Wi-Fi é usado para tal função. Mas antes de adquirir um vale saber um pouco mais sobre a tecnologia wireless e seus padrões. O padrão de rede sem fio leva o nome de 802.11 e possui três categorias já homologadas.
O 802.11a, que chega a uma velocidade de 54 Mbps (megabits por segundo); o 802.11b, que, apesar da seqüência das letras, acabou sendo desenvolvido primeiro, alcança velocidade de 11 Mbps; e, finalmente, o padrão 802.11g, que alcança os 54 Mbps, a mesma velocidade do padrão a, entretanto, com capacidade de alcance bem maior, com teóricos 100 metros em campo aberto. Com a chegada do padrão 802.11g, os anteriores ficaram obsoletos.
Apesar de o formato estar normatizado e bem estável, há uma ressalva
quanto a montar uma rede sem fios dentro de uma empresa com essa
tecnologia: a velocidade.
Para acessar a internet é ótimo, mas para compartilhar arquivos dentro de uma rede é lento demais. O tráfego de muitos computadores ao mesmo tempo acaba sendo inviável. Para se ter uma idéia, uma rede cabeada tem, hoje em dia, no mínimo, 100 Mbps.
Para solucionar a questão e abandonar os fios, a indústria trabalha em um novo patamar para o protocolo Wi-Fi desde 2006, que leva o nome de 802.11n. Nesta versão, a velocidade alcançada é de até 300 Mbps. Apesar de não ter sido homologado ainda, já é possível projetar uma rede wireless com esses roteadores.

Mas há limitações, já que esse valor é teórico e fatores como o
ambiente, ruídos na transmissão e controle de dados consomem banda.
Os fabricantes informam que o número máximo de clientes (PCs ou
notebooks) ‘pendurados’ no roteador é de 16. Esse valor pode ser até
maior, mas dependerá muito do fluxo de dados circulando pela rede.
Segundo Rodrigo Paiva, Gerente Técnico da Unicoba, nada impede que se insira mais roteadores, dividindo os computadores em canais separados, de forma a não ter interferência no sinal de rádio.
Há, no mercado brasileiro, vários roteadores com o padrão n (que
também são compatíveis com a geração anterior). Para quem pensa em
montar sua rede sem fio já com o novo padrão, colocamos à prova seis
deles: N1 Vision, da Belkin; CWR-905, da CNet; DIR-635, da D-Link;
WRT-350N, da Linksys; TL-WR841N, da TP-Link; e TEW-631BRP, da Trendnet.
As empresas 3Com e Netgear foram convidadas, porém, não enviaram seus
produtos para testes.
> Clique aqui para ver a tabela completa com o resultado do teste comparativo
Quando comparados com o padrão g, a diferença é grande. A mesma massa de dados (1 GB) transferida pelo padrão 802.11g levou 487 segundos. Comparando com a tabela de tempos obtidos pelos roteadores padrão n é possível notar que a mesma tarefa pôde ser realizada em 124 segundos.
Confrontados os modelos n entre si, o roteador da CNet surpreendeu
por seu desempenho, que superou em alguns segundos o equipamento da
D-Link, na avaliação de transferência de uma massa de dados de 1 GB.
Porém, somando as características gerais, o roteador da D-Link levou a
melhor, merecendo o título de Best Buy. Ele e o modelo da Linksys
possuem uma porta USB, que permite instalar disco rígido externo e
assim compartilhá-lo na rede.
O maior problema dos modelos da Belkin e da Linksys foi o preço elevado. O roteador da Belkin apresenta um display com cinco linhas, que informa a quantidade de estações conectadas e a velocidade de transferência dos dados.
A presença de antenas removíveis oferece vantagem a alguns equipamentos, pois podem ser substituídas por modelos de maior potência, caso o ambiente sofra reformas. Apenas o roteador da D-Link e o da TP-Link tinham esse tipo de antena. Em uma mudança de ambiente, anteparos podem diminuir a intensidade do sinal e a possibilidade de trocá-las é uma boa opção.
Um dos equipamentos que ficou para trás em desempenho foi o da
TP-Link, por ser o único com apenas duas antenas. Um dos pontos que
fazem o padrão n ser mais veloz é justamente permitir a divisão dos
dados por antenas. Com mais unidades, ele transmite mais dados ao mesmo
tempo.
Esse padrão é chamado de MIMO (múltiplas entradas e múltiplas saídas) e traz uma solução criativa para o problema da reflexão do sinal. Como as antenas transmitem simultaneamente, o caminho do sinal é diferente. Com um algoritmo complexo, o padrão n calcula o tempo da reflexão e assim tira vantagem dos obstáculos que refletem o sinal, tornando o sinal mais forte e mais rápido.
O
modelo que obteve melhor sinal foi o da Linksys. Para nossos testes, um
notebook com adaptador n foi utilizado e levado a uma distância de 35
metros, com o roteador instalado em uma sala que fica no extremo do
andar. Não havia anteparos altos, apenas biombos com as mesas de
trabalho, entretanto, paredes criavam certa barreira para o sinal.
O modelo da Linksys perdeu 38% do sinal; o DIR-635, 40%; o CWR-905,
44%; o N1 Vision, 46%; o TEW-631BRP, 47%; e o TL-WR841N, com apenas
duas antenas, perdeu 52%.
> Clique aqui para ver a tabela completa com o resultado do teste comparativo
Como o padrão 802.11n ainda não está consolidado, a maioria dos
notebooks continua a ser fabricada utilizando chip padrão 802.11g. Quem
desejar utilizar esses portáteis e uma rede n terá de utilizar um
adaptador USB ou PCI card para obter a velocidade ideal. Tais
acessórios custam entre 120 reais e 230 reais.
Pode ser que o custo para instalar em cada máquina uma placa padrão n desestimule alguns usuários a montar uma pequena rede nesse formato. Mas o novo protocolo sem fio mostra que o ganho de desempenho pode valer o investimento.
------------------
TESTE ABAIXO.
http://pcworld.uol.com.br/estaticas/comparativos/roteador_wireless/roteadorN_tab.jpg
(Em anexo no Grupo caso não esteja mais disponível no site).