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Enviadas: Terça-feira, 22 de Junho de 2010 15:46:44
Assunto: AUTO-COMBUSTÃO É EXPLICÁVEL PELA CIÊNCIA. Nem sempre onde há fumaça e fogo o autor é o capeta. Ele está muito ocupado com mentiras, injurias, calúnias, blasfemar pois ele veio para isto...Um incêndio que afeta a casa do jovem casal não afetando o
AUTO-COMBUSTÃO É EXPLICÁVEL PELA CIÊNCIA. Nem sempre
onde há fumaça e
fogo o autor é o capeta. Ele está muito ocupado com mentiras,
injurias, calúnias, blasfemar pois ele veio para isto...Um incêndio
que afeta a casa do jovem casal não afetando o casamento, então, não é
obra de potencia dos males... Mas, mera, ação quimica e física
explicável. O lamentável é que a ciência (tão orgulhosa de suas
explicações), e os cientistas tão arrogantes em suas afirmações não
seja possível em evitá-las. E, assim, o é quando das revoluções
climáticas na Terra, da para prever horas antes, mas, não dá para
evitar todos seus males.
Para Santiago - os incêndios seriam espontânea ou ação diabólica?
Os estranhos fenômenos de autocombustão, que estão ocorrendo numa
pequena cidade italiana, levantam de novo o problema da presença de
demônios no mundo moderno
Santiago Fernández
Caronia é uma poética e histórica
cidadezinha no topo de uma colina
da Sicília, na orla do Mediterrâneo. Na parte baixa, possui alguns
bairros de pescadores a alguns quilômetros de praias, separadas da
cidade pelos trilhos dos trens que procedem do norte até Palermo. Num
desses bairros, denominado Canneto, começaram a ocorrer fatos muito
estranhos. O primeiro deu-se em 15 de janeiro último. "Os fios
elétricos carbonizavam-se -narrou Antonio Pezzino, 43 anos, corretor
de seguros-, a antena de TV e o próprio televisor superaqueceram, saía
fumaça. Cortinas, colchões e divãs pegaram fogo. Achamos que tudo
vinha da rede elétrica. Foi refeita uma nova rede e não mudou nada".
(1) O fenômeno alastrou-se. "As casas parecem forno de microondas -
explicava Salvatore Imbordino, dono de um hotel. Os objetos metálicos
superaquecem sem motivo até ficarem em brasa, e desencadeiam
incêndios. O último foi a cama de uma senhora. Pegou fogo a partir
da
rede metálica em que se apoiava o colchão".(2) A abrasada residência
dos recém-casados Lúcia Pezzino e Paulo Pezzuto foi devorada pelas
chamas. O apartamento era novo e eletricamente isolado. O casal tinha
reunido nele móveis e eletrodomésticos recém-comprados.
O bairro é abandonado, e a autocombustão continua
Os técnicos da empresa elétrica nacional ENEL foram acionados.
Trocaram contadores e linhas. Entretanto, os estranhos fenômenos
prosseguiram: contadores, geladeiras, televisores, aspiradores de pó,
lava-roupas e telefones entravam em combustão. Julgou-se que a
passagem do trem gerasse um campo magnético intenso. Foi interrompida
a circulação, mas de nada adiantou. Polícia, bombeiros e a Proteção
Civil (órgão especial para catástrofes) foram acionados. O prefeito,
Pedro Spinatto, 38 anos, mandou interromper o fornecimento de
eletricidade do bairro. Porém, os fenômenos
continuavam a reproduzir-
se. Antonino, 18 anos, estudante no 4ºano do Instituto Eletrotécnico
de Messina, neto de Filippo Cassella, 84 anos, viu arder a casa do seu
avô, embora ela estivesse desligada da rede elétrica. Quando as
manilhas da rua ficaram em brasa, o prefeito fez cortar a água do
bairro e deu ordem aos moradores para abandoná-lo! Ao todo, 39
famílias deixaram uma área de 350 por 70 metros.
Cientistas, técnicos e policiais nada descobrem
Carabinieri (policiais militares) e bombeiros custodiavam o bairro,
enquanto um batalhão de mais de 100 cientistas, incluindo peritos das
empresas telefônica, elétrica, dos trens, vulcanologistas e
professores universitários em eletrostática e química, vindos de toda
Itália, vasculhavam a área com toda sorte de modernos instrumentos. As
labaredas espontâneas, porém, não cessavam. O engenheiro Gianfranco
Allegra, do Centro Eletrônico
Experimental Italiano, de Milão, viu
entrar em autocombustão um fio elétrico inteiramente desligado, posto
no chão.(3) A seguir uma cadeira incendiou-se numa das casas
abandonadas e sem força elétrica.(4) Um morador voltou para pegar
objetos da sua residência e teve a calça e as meias queimadas - sem
perceber qualquer ação externa.(5) O engenheiro Tullio Mantella,
principal responsável pelo inquérito técnico, pensa que a causa é
física, mas declarou: "O que está se verificando nessa área é um
fenômeno inexplicável. [...] Posso dizer com certeza que não se tem
precedentes do gênero, nem sequer no plano nacional".(6) Por sua vez,
a Junta Regional da Sicília pediu ao governo nacional que a cidade
fosse declarada em estado de calamidade natural, e a Comissão de Meio
Ambiente da Câmara de Deputados marcou uma reunião especial para
analisar o caso.(7)
Para exorcista: sinais de arte
diabólica
O Padre Gabriele Amorth, exorcista da diocese de Roma e presidente
honorário da Associação Internacional dos Exorcistas, em entrevista à
imprensa, disse jamais ter visto tal fenômeno nessas proporções. E
explicou: "Já vi coisas do gênero nas casas infestadas pelo demônio,
que manifesta às vezes a sua presença exatamente através de
instrumentos ligados à corrente elétrica. Muitas vezes vi incendiarem-
se televisores, lava-pratos, lava-roupas e até telefones da casa,
enfim tudo o que está ligado à eletricidade". Segundo ele, talvez
alguém na cidade brinque com magia, "seja ela negra ou branca, que é a
porta de entrada preferida por Satanás". Ou talvez "se realizem
sessões espíritas, ou ainda é possível que alguém se dedique ao
satanismo. A partir disso, o passo à vinda do maligno é brevíssimo. O
ocultismo [...] está num auge, de modo particular na nossa época. Este
é
um mundo que abandonou Deus". O Padre Amorth nunca viu uma
cidadezinha inteira possessa. Contudo, lembrou do afresco de Giotto
que apresenta a cena de "São Francisco que reza e um frade que abençoa
[a cidade de] Arezzo praticando um exorcismo, enquanto os demônios
fogem da cidade que tinham possuído". Para ele, os sacerdotes deveriam
abençoar as casas, e se os inexplicáveis incêndios se repetirem,
deveriam chamar um exorcista.(8)
Polêmica sobre a presença de Satanás
As declarações do Padre Amorth ecoaram até Londres e no Brasil.(9)
Entretanto, o prefeito de Canneto comentou a propósito: "Nós não
acreditamos no diabo".(10) Nesse sentido, o Padre Antonio Cipriano,
pároco da igreja da Anunciação, de Caronia, fez uma afirmação
temerária: "É uma hipótese absurda. Não é o caso de Canneto, onde vive
gente trabalhadora. O Padre Amorth faz um trabalho difícil e o diabo é
inteligente.
Mas nós o somos mais".(11) Após um mês de aparente
retorno à normalidade, em 16 de março repetiram-se os misteriosos
incêndios nas casas. Em cada uma delas tinham sido instalados
sofisticados sensores. Os telefones celulares tocam inexplicavelmente,
as baterias descarregam e emitem estranhos sinais. Ante dezenas de
testemunhas, inclusive carabinieri, as fechaduras automáticas de uma
dezena de automóveis dispararam inexplicavelmente. Os equipamentos
atingidos foram logo isolados e postos sob observação. Logo após,
iniciaram-se incêndios dentro dos carros. O Fiat Fiorino do aposentado
Basilio Siracusano foi completamente destruído pelas chamas, e um Fiat
Punto, de uma empresa de segurança, também ficou paralisado sem
explicação, tendo sido isolado. Os bombeiros descobriram arbustos
queimados, mas sem indícios de fogo. Eles realizam novas medições com
equipamentos modernos. A Marinha de guerra
interessou-se pelo caso. O
governador de Messina, Stefano Scammaca, acorreu ao local para
tranqüilizar a população já à beira do desespero. Porém, reconheceu:
"A respeito dos mistérios de Caronia, não formamos nenhum juízo"("La
Sicilia", 17-3-04; 18-3-04, 20-3-04.).?
Fontes: Catolicismo, Eco de Mediugórie
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