robinson ayres pimenta ayres pimenta
unread,May 22, 2012, 9:22:16 AM5/22/12Sign in to reply to author
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Não deixem de ver o filme. Uma preciosidade.
Abraços
Robinson Ayres
---------- Mensagem encaminhada ----------
De:
<rob...@uai.com.br>Data: 20 de maio de 2012 11:01
Assunto: FWD: O avesso do avesso - Nelson Motta - Maranhão 66 Vejam is so.
Para: Leandro Pimenta <
pime...@yahoo.com.br>,
rob...@gmail.com
Leandro, vê se copia este filme para mim.... Se conseguir
será ótimo..... Compare o sarney de ontem com o sarney de
hoje, a manutenção de uma certa identidade visual é a
manifestação mais superficial de uma coerência história com
a manutenção da miséria e de tudo que ela acarreta. Doi ver
o Lula indo ao hospital e com olhar lânguido, cheio de amor
para dar, agarra as duas mãos do filho da puta, deitado no
leito, e diz com aquela sua voz rouca: COMPANHEIRO SARNEY,
DESEJO MELHORAS, VOSSA EXCELÊNCIA FAZ MUITA FALTA PARA ESTE
NOSSO PAIS, ETC. ETC. E TAL..... Dá vontade de vomitar....
enquanto isso, nós aqui na praça dando milho aos pombos..
Abraços
Robinson Ayres
****************************************
O grande portal dos mineiros
http://www.uai.com.br****** Forwarded Message Follows *******
---------- Mensagem encaminhada ----------
From: "Jomausa" <
jom...@gmail.com>
To: "Jomausa" <
jom...@gmail.com>
Cc:
Date: Sun, 20 May 2012 01:06:00 -0300
Subject: O avesso do avesso - Nelson Motta - Maranhão 66 Vejam isso.
Maranhão 66
O avesso do avesso - Nelson Motta
Está bombando no YouTube e provocando acessos de gargalhadas e deboches um filme de sete minutos em preto e branco com o prosaico título Maranhão 66.
Aparentemente é um documentário sobre a posse de José Sarney no governo do Estado, feito por encomenda do eleito. Mas é assinado por Glauber Rocha.
Com 35 anos, cabelos e bigode pretos, Sarney discursa para o povo na praça, num estilo de oratória que evoca Odorico Paraguaçu, mas sem humor, à sério, que
o faz ainda mais caricato e engraçado. Sobre seu palavrório demagógico, Glauber insere imagens da realidade miserável do Maranhão, cadeias cheias de presos,
doentes morrendo em hospitais imundos, mendigos maltrapilhos pelas ruas, crianças esquálidas e famintas, enquanto Sarney fala do potencial do babaçu.
Só alguém muito ingênuo, ou mal-intencionado, poderia imaginar que Glauber Rocha fizesse um filme chapa branca. Em 1964, com 25 anos, ele tinha se
consagrado internacionalmente com Deus e o diabo na terra do sol e vivia um momento de grande prestígio, alta criatividade e absoluto domínio da técnica e da
narrativa cinematográfica. E odiava a ditadura que Sarney apoiava.
O filme dentro do filme é imaginar o susto de Sarney quando o viu. Em vez de filmar uma celebração vitoriosa, Glauber usou e abusou da vaidade e do patrocínio
de Sarney para fazer um devastador documentário sobre um arquetípico político brasileiro.
Glauber dizia que o artista também tem de ser um profeta; mas a sua obrigação é de profetizar, não de que as suas profecias se realizem. O discurso de Sarney
e as imagens de Maranhão 66 são os mesmos do Maranhão 2012, num filme trágico, cômico, e, 46 anos depois, profético.
Para assistir o filme (antes que seja tarde), acesse:
http://www.youtube.com/watch?v=t0JJPFruhAA