Daniel Henrique Ferreira
unread,Jun 27, 2014, 3:31:50 PM6/27/14Sign in to reply to author
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to revista-p...@googlegroups.com, claudia nardoto nardoto, Eduardo Valadares, Sumika Freitas, sd...@hotmail.com, Revista Pró-Discente
Prezados (as), boa tarde!
Tentando dialogar com as questões da Cláudia. Primeiro agradeço a todos pelo trabalho que vêm realizando, se surgem dúvidas é porque de fato estamos nos esforçando para editar a revista. Adianto que não sei responder tudo e que estamos aprendendo juntos. Na experiência que tive como editor em outro periódico, que tinha um escopo muito grande, não enfrentamos esse problema específico, mas a orientação que era dada a nós editores, que é a mesma que adotamos na Prodiscente, é que somente o comitê científico pode deliberar sobre a competência teórico-metodológica dos trabalhos. O que não é o caso das questões abaixo, mas devemos ter isso bem claro.
Ao analisarmos um dos artigos que nos foi enviado concluímos que o mesmo não atende ao escopo da revista. Nesse caso teremos que emitir algum parecer para quem nos enviou? Ou enviamos para avaliação para que o parecerista faça isso?
Acredito que as comissões formadas por representantes de cada linha de pesquisa, como integrantes do conselho editorial, têm autonomia para rejeitar trabalhos que não se enquadrem nas normas da revista, ou no escopo para publicação, da mesma. Caso isso aconteça, a própria comissão deve contatar os autores para comunica-los que o trabalho precisa ser formatado nas normas ou que foi rejeitado por não se enquadrar no escopo.
No entanto, enviar para o professor avaliador para que esse possa aferir com maior autoridade se o trabalho esta apto ou não a ser publicado, nos traria mais experiência nesses casos, principalmente no caso de trabalhos fora de escopo. Lembrando que antes da edição será necessário uma reunião para selecionarmos os trabalhos aprovados que serão publicados. Desta forma, sugiro que seja adotado o mesmo procedimento em todas as linhas, prezando assim pela isonomia na avaliação dos trabalhos.
Outra questão: a linha de História, sociedade, cultura e políticas educacionais está sem um representante. Temos a Telmy interessada no cargo. A incluiremos ou abriremos para eleição?
Quanto a vacância da linha de pesquisa, o artigo 6º do regulamento prevê que os estudantes da linha deverão se articular para eleição de novo representante. Penso que não é necessário a convocação de uma assembléia geral para eleição. Penso que deve ser feita divulgação entre os estudantes da linha (acho que já foi feita), caso apareçam mais de um interessado, os representantes da linha devem fazer a indicação ao conselho, para aprovação ou não, acredito que esse processo se configura como articulação para eleição, já que somos representantes da linha e já foi feito esforço para que todos estudantes do PPGE participassem. Já foi feita essa articulação para indicação das vagas em vacância na Linha de Cultura, Currículo e Formação de professores. Caso eu esteja equivocado, por favor peço para me corrigirem.
Neste caso específico da Linha de História, Sociedade, Cultura e Políticas Educacionais, como também sou representante, eu voto a indicação da Telmy, caso os demais conselheiros não se opuserem, na próxima reunião incluímos o ponto na pauta e na ata.
Espero ter conseguido ajudar a dirimir as dúvidas. Caso tenha ficado alguma coisa para trás retomamos a conversa. Aguardo demais considerações.
Obrigado.
Abraços.
Daniel Ferreira.