A CORNA
Ivete quase não dormiu quando o marido saiu de casa. Chorou desde as cinco da tarde ao ler o pequeno bilhete: “Desculpe amor, não quero mais lhe enganar, estou apaixonado por outra mulher, a vida não é justa, você merece toda felicidade do mundo, mas o destino me fez encontrar nova vida. Serei sempre seu amigo. Amarante”.
Há mais de dois anos Ivete sabia do namoro do marido com uma colega de jornal, 30 anos mais nova. A situação ficou insuportável, muita pressão da amante, colega jornalista, promovida agora à concubina de cama e mesa. Ivete estava aceitando ser corneada, dizia ser próprio da mulher, conformada, palavras de consolo querendo enganar a si mesma. Nunca imaginou sentir tanta a falta do marido, 29 anos de convivência. (Leia a crônica na íntegra: http://rm-al.com.br/?p=57856)
Começa a balançar a rede da economia da Copa do Mundo da África do Sul, são bandeirinhas espalhadas por todo canto, cornetas, chinelos, camisetas, bonés, chapéus, apitos, foguetes, bandeiras, confete e tantos outros produtos oferecidos aos torcedores fiéis deste evento. Quanto maior o número de vitórias da seleção do país, maiores serão as vendas destes produtos. Nas bandeirolas, nas ruas do Brasil, a pintura verde-amarelo coincidentemente é também a cor dos Sul-africanos. (Leia o artigo completo: http://rm-al.com.br/?p=57851)