A infância e a juventude têm sido pensadas e vividas sob o signo da menoridade. Quando fogem ao controle social são inclusive pensadas como uma doença que precisa ser curada. Este artigo traça uma breve genealogia do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), colocando em relevo os avanços que ele promoveu em relação às anteriores legislações acerca da infância no Brasil, os Códigos de Menores. Analisa a emergência do ECA no contexto da Nova República e do processo de redemocratização do país por meio do operador conceitual governamentalidade democrática, mostrando que se tratava de subjetivar crianças e jovens como cidadãos de direitos, sob uma lógica de proteção integral. Tratava-se de uma forma democrática de governo, mas ainda assim um governo da infância e da juventude, mantendo-as sob a tutela dos adultos. Apesar dos avanços, chama a atenção para os limites dessa legislação, visto que crianças e jovens continuam morrendo em massa ou sendo encarcerados, apesar da política de proteção integral. Ao questionar a respeito das possíveis linhas de fuga ao governo da infância, outro pensamento político que a tome fora da condição de menoridade, o texto explora a filosofia de Charles Fourier, que concebe uma relação completamente distinta entre crianças, jovens e adultos, sem qualquer tutela. Nas palavras de René Schérer, uma infância maior, emancipada, signo de uma grande saúde.
E ora Crepet dice: Le parole di Michela Murgia sono laiche, rivoluzionarie. Così rappresenta e fa parlare i morituri, a cui non si dà una voce. Abbiamo raccontato storie strane e assurde ai nostri bambini sulla morte dei nonni, così il momento della fine per cultura, per tradizione, deve restare velato. Lei ha tolto il velo al patibolo. E lo ha fatto parlando di se stessa e per farlo ci vuole coraggio. Qualche cretino magari dirà che è esibizionismo, ma sono molto lontano da questi cori miserabili. Le vorrei dire grazie. Per le parole e il coraggio, conclude.
O empresário e ex-deputado Tony Garcia, que vem fazendo graves acusações contra antigos integrantes da operação Lava Jato, reagiu nesta segunda-feira (19) à "fuga" do ex-deputado e ex-procurador Deltan Dallagnol, que embarcou para os Estados Unidos logo após ser cassado e em meio à tramitação de inquéritos na Justiça dos quais é alvo.
Pontecorvo aveva un';altra risposta: «;Sono stato un cretino»;. È; quel che disse dopo la caduta del comunismo, un';era geologica troppo tardi, «;parlando con un giornalista inglese»;, a beneficio del quale «;giudicò; con franchezza e senza mezzi termini le sue convinzioni del passato»;. Disse anche di più;: «;Per molti anni ho creduto che il comunismo fosse una scienza; mi accorgo ora che non è; una scienza, ma una religione»;.
A organizzare la fuga fu quasi certamente Emilio Sereni, cugino dello scienziato e pezzo grosso del partito comunista italiano. Pontekorvo credeva nei Processi di Mosca, nel «;diamat»; o materialismo dialettico, credeva persino nel complotto dei medici ebrei (col quale Stalin si gingillò; prima di crepare come un cane dietro una porta chiusa che nessuno osò; aprire finché; non fu troppo tardi). «;Cretino»;, Pontekorvo si beveva tutto, ogni sciocchezza, ogni superstizione, a dimostrazione che i comunisti d';antan, grandi scienziati compresi, erano l';esatto corrispettivo dei pentastelluti di oggi, che credono nei complotti, nei microchip della Cia per il controllo mentale, nelle scie chimiche, nella decrescita, nell';esistenza delle sirene.