Consideremos que, na sociedade brasileira da belle époque, a mestiçagem era vista como um sinal de decadência, mirava-se então o espelho do branco europeu, pois o que se queria ver era a imagem do embranquecimento do brasileiro. De onde, possivelmente, a motivação dos escritores do tempo para abraçar a condição literária de grego. Supondo-se assim, contornavam a alegada decadência da mestiçagem.