Bom dia! Vida em Marte? ChatGPT turbinado! E a IA 'proibida'

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Apr 22, 2026, 7:21:04 AMApr 22
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  quarta-feira, 22/04/2026  
 
 
 
 
Vida em Marte? ChatGPT turbinado! E o vazamento da IA 'proibida'...
Vida em Marte? ChatGPT turbinado! E o vazamento da IA 'proibida'...
O que você precisa saber na volta do feriadão!

Bom dia, Paulo roberto barbosa junior!

Muitos assuntos para hoje como você percebeu pelo título. Vamos começar com Marte!

Encontramos vida em Marte? Ainda não!

O rover Curiosity, da NASA, acaba de fazer uma descoberta que pode indicar a existência de vida extraterrestre no passado de Marte. Ao analisar amostras de rocha na cratera Gale, o veículo identificou uma mistura diversificada de moléculas orgânicas, incluindo um composto nitrogenado com estrutura semelhante a precursores de DNA — algo nunca antes detectado no Planeta Vermelho.

A pesquisa, publicada na revista Nature Communications nesta terça-feira foi liderada por Amy Williams, professora da Universidade da Flórida e integrante das equipes científicas dos rovers Curiosity e Perseverance. O estudo utilizou um experimento químico inédito em outro mundo.

Três amostras foram coletadas por perfuração e diversas moléculas orgânicas foram encontradas em Marte

O teste usou uma substância que quebra moléculas orgânicas maiores em pedaços menores, facilitando sua identificação pelos sensores do robô. Como o Curiosity só tinha duas doses do reagente, a escolha do local foi crucial: os cientistas miraram uma área rica em minerais argilosos. Essas argilas são conhecidas por reter e preservar compostos orgânicos melhor do que outros tipos de rocha.

E aí, qual seu palpite? Descobriremos vida passada em Marte ou não?

OpenAI libera ChatGPT Images 2.0 com mais capacidades de raciocínio

A OpenAI lançou o ChatGPT Images 2.0, pouco mais de um ano após disponibilizar a geração de imagens diretamente no chatbot. A empresa descreve o novo sistema como uma “mudança de patamar” para modelos de geração de imagens, especialmente na capacidade de seguir instruções detalhadas, renderizar texto denso e posicionar objetos em cenas.

Pela primeira vez, a OpenAI construiu um modelo de imagem com capacidades de raciocínio, permitindo ao sistema buscar na web e verificar suas próprias saídas. Segundo a empresa, essas funcionalidades resultam em uma ferramenta mais confiável quando precisão, consistência e coesão visual são essenciais.

E pelos primeiros testes, a tecnologia realmente impressiona. Essa é a visão de Roberto ‘Pena’ Spinelli, físico pela Universidade de São Paulo, com especialidade em Machine Learning pela Universidade de Stanford, e colunista do Olhar Digital News.

Ontem, conversei com ele ao vivo durante a live. Pena lembrou que, recentemente, a OpenAI anunciou que descontinuaria a plataforma Sora, que gera vídeos. Mas, aparentemente, não desistiu das imagens.

"Primeiro eu fiquei cético porque a OpenAI tinha descontinuado o Sora. A startup viu que eram muitos gastos e poucos frutos. Mas, com imagem, não. A OpenAI nos mostra que imagem se usa muito e o custo é muito menor que vídeo. Então, ainda entende que existem benefícios. A OpenAI é muito relevante e está tentando se tornar a mais relevante em imagem.

Eu passei a tarde testando e fiquei impressionado. Eu acho que tem tudo para ser um novo momento de revolução nas IAs. A gente não tem agora apenas uma IA que é capaz de fazer imagens. A gente tem um designer gráfico a serviço das pessoas. A tecnologia faz textos e composições com textos de uma forma muito diferente".

A geração de texto dentro de imagens sempre foi um gargalo para as IAs. Quem usa, encontra erros de "digitação", de ortografia e fontes distorcidas - principalmente em trabalhos mais complexos. O uso mais garantido é para títulos e textos bem curtinhos. Mas isso parece ter mudado.

Vale a pena conferir a conversa e as imagens que mostramos para você ter uma ideia do que estamos falando!

Mas aqui vão alguns exemplos da própria OpenAI:

Mythos: Anthropic investiga acesso hacker a IA ‘perigosa demais’

A Anthropic iniciou uma investigação interna para apurar um acesso não autorizado ao Claude Mythos, ferramenta de cibersegurança considerada “perigosa demais” para ser liberada ao público, segundo a Bloomberg

O modelo, projetado para identificar falhas em sistemas operacionais e navegadores, teria sido invadido por hackers por meio de um portal de fornecedores externos. A empresa informou que, até o momento, não há evidências de que seus sistemas centrais tenham sido comprometidos.

O incidente ocorre poucas semanas após o anúncio do Projeto Glasswing, iniciativa que limita o uso do Mythos a um grupo seleto de parceiros de confiança, como Amazon, Apple, Microsoft e Cisco.

As investigações apontam que um grupo de usuários não autorizados, que se organiza por meio de um canal privado no Discord, conseguiu acessar o Mythos explorando vulnerabilidades num ambiente de fornecedores terceirizados. 

Usando ferramentas de busca digital e "palpites educados" sobre a localização dos servidores, os invasores conseguiram utilizar o modelo. Segundo fontes próximas ao caso, o grupo estaria interessado apenas em testar as capacidades da IA, sem intenções maliciosas imediatas.

A capacidade do Claude Mythos justifica toda a atenção que vem recebendo: em testes recentes, a Mozilla afirmou que a ferramenta ajudou a identificar e corrigir 271 vulnerabilidades no navegador Firefox

Tamanho poder de fogo atraiu a atenção de grandes instituições financeiras, como JP Morgan Chase, Goldman Sachs e Bank of America, além de agências governamentais que buscam a tecnologia para proteger suas infraestruturas contra ataques cibernéticos.

Apesar do sucesso técnico, a falha de segurança ocorre num momento delicado para a reputação da Anthropic. A empresa foi recentemente classificada como um "risco à cadeia de suprimentos" pelo Departamento de Defesa dos EUA, rótulo que a companhia tenta remover em negociações com o governo (o Olhar Digital te conta e explica toda essa novela).

Bom retorno de feriado e obrigado pela leitura!

Editor executivo do Olhar Digital

Escrava pra mim: bruno....@olhardigital.com.br

 
 
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