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| Vida em Marte? ChatGPT turbinado! E o vazamento da IA 'proibida'... |
| O que você precisa saber na volta do feriadão! |
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Bom dia, Paulo roberto barbosa junior!
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Muitos assuntos para hoje como você percebeu pelo título. Vamos começar com Marte!
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| Encontramos vida em Marte? Ainda não! |
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O rover Curiosity, da NASA, acaba de fazer uma descoberta que pode indicar a existência de vida extraterrestre no passado de Marte. Ao analisar amostras de rocha na cratera Gale, o veículo identificou uma mistura diversificada de moléculas orgânicas, incluindo um composto nitrogenado com estrutura semelhante a precursores de DNA — algo nunca antes detectado no Planeta Vermelho.
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A pesquisa, publicada na revista Nature Communications nesta terça-feira foi liderada por Amy Williams, professora da Universidade da Flórida e integrante das equipes científicas dos rovers Curiosity e Perseverance. O estudo utilizou um experimento químico inédito em outro mundo.
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Três amostras foram coletadas por perfuração e diversas moléculas orgânicas foram encontradas em Marte
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O teste usou uma substância que quebra moléculas orgânicas maiores em pedaços menores, facilitando sua identificação pelos sensores do robô. Como o Curiosity só tinha duas doses do reagente, a escolha do local foi crucial: os cientistas miraram uma área rica em minerais argilosos. Essas argilas são conhecidas por reter e preservar compostos orgânicos melhor do que outros tipos de rocha.
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E aí, qual seu palpite? Descobriremos vida passada em Marte ou não?
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| OpenAI libera ChatGPT Images 2.0 com mais capacidades de raciocínio |
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A OpenAI lançou o ChatGPT Images 2.0, pouco mais de um ano após disponibilizar a geração de imagens diretamente no chatbot. A empresa descreve o novo sistema como uma “mudança de patamar” para modelos de geração de imagens, especialmente na capacidade de seguir instruções detalhadas, renderizar texto denso e posicionar objetos em cenas.
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Pela primeira vez, a OpenAI construiu um modelo de imagem com capacidades de raciocínio, permitindo ao sistema buscar na web e verificar suas próprias saídas. Segundo a empresa, essas funcionalidades resultam em uma ferramenta mais confiável quando precisão, consistência e coesão visual são essenciais.
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E pelos primeiros testes, a tecnologia realmente impressiona. Essa é a visão de Roberto ‘Pena’ Spinelli, físico pela Universidade de São Paulo, com especialidade em Machine Learning pela Universidade de Stanford, e colunista do Olhar Digital News.
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Ontem, conversei com ele ao vivo durante a live. Pena lembrou que, recentemente, a OpenAI anunciou que descontinuaria a plataforma Sora, que gera vídeos. Mas, aparentemente, não desistiu das imagens.
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"Primeiro eu fiquei cético porque a OpenAI tinha descontinuado o Sora. A startup viu que eram muitos gastos e poucos frutos. Mas, com imagem, não. A OpenAI nos mostra que imagem se usa muito e o custo é muito menor que vídeo. Então, ainda entende que existem benefícios. A OpenAI é muito relevante e está tentando se tornar a mais relevante em imagem.
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Eu passei a tarde testando e fiquei impressionado. Eu acho que tem tudo para ser um novo momento de revolução nas IAs. A gente não tem agora apenas uma IA que é capaz de fazer imagens. A gente tem um designer gráfico a serviço das pessoas. A tecnologia faz textos e composições com textos de uma forma muito diferente".
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A geração de texto dentro de imagens sempre foi um gargalo para as IAs. Quem usa, encontra erros de "digitação", de ortografia e fontes distorcidas - principalmente em trabalhos mais complexos. O uso mais garantido é para títulos e textos bem curtinhos. Mas isso parece ter mudado.
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Vale a pena conferir a conversa e as imagens que mostramos para você ter uma ideia do que estamos falando!
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Mas aqui vão alguns exemplos da própria OpenAI:
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| Mythos: Anthropic investiga acesso hacker a IA ‘perigosa demais’ |
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A Anthropic iniciou uma investigação interna para apurar um acesso não autorizado ao Claude Mythos, ferramenta de cibersegurança considerada “perigosa demais” para ser liberada ao público, segundo a Bloomberg.
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O modelo, projetado para identificar falhas em sistemas operacionais e navegadores, teria sido invadido por hackers por meio de um portal de fornecedores externos. A empresa informou que, até o momento, não há evidências de que seus sistemas centrais tenham sido comprometidos.
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O incidente ocorre poucas semanas após o anúncio do Projeto Glasswing, iniciativa que limita o uso do Mythos a um grupo seleto de parceiros de confiança, como Amazon, Apple, Microsoft e Cisco.
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As investigações apontam que um grupo de usuários não autorizados, que se organiza por meio de um canal privado no Discord, conseguiu acessar o Mythos explorando vulnerabilidades num ambiente de fornecedores terceirizados.
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Usando ferramentas de busca digital e "palpites educados" sobre a localização dos servidores, os invasores conseguiram utilizar o modelo. Segundo fontes próximas ao caso, o grupo estaria interessado apenas em testar as capacidades da IA, sem intenções maliciosas imediatas.
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A capacidade do Claude Mythos justifica toda a atenção que vem recebendo: em testes recentes, a Mozilla afirmou que a ferramenta ajudou a identificar e corrigir 271 vulnerabilidades no navegador Firefox.
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Tamanho poder de fogo atraiu a atenção de grandes instituições financeiras, como JP Morgan Chase, Goldman Sachs e Bank of America, além de agências governamentais que buscam a tecnologia para proteger suas infraestruturas contra ataques cibernéticos.
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Apesar do sucesso técnico, a falha de segurança ocorre num momento delicado para a reputação da Anthropic. A empresa foi recentemente classificada como um "risco à cadeia de suprimentos" pelo Departamento de Defesa dos EUA, rótulo que a companhia tenta remover em negociações com o governo (o Olhar Digital te conta e explica toda essa novela).
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Bom retorno de feriado e obrigado pela leitura!
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Editor executivo do Olhar Digital
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Escrava pra mim: bruno....@olhardigital.com.br
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