Boa tarde observadores paranaenses! Tudo bem?
Sugiro encaminhamento do e-mail/texto abaixo à imprensa local e publicação em seus sites e redes sociais.
Estamos em fase de estudo de viabilidade para a constituição de um Observatório Social Estadual no Paraná. Iniciativa é inédita em nível estadual.
Segue um release e uma imagem. Agradeço se puder divulgar ou transmitir à sua assessoria e colocamo-nos à disposição para mais detalhes.
Foto por OS Medianeira - PR: Eduardo Araújo (à esquerda) coordena o grupo de trabalho nomeado pela gestão 2016/2018 do OSB, presidida por Ney Ribas (à direita).
Paraná poderá ter Observatório Social estadual
A iniciativa contempla, atualmente, mais de 100 municípios brasileiros organizados em rede, e viabilidade de unidade estadual está em estudo
Entre os últimos dias 08 e 10 de agosto Foz do Iguaçu sediou o 4º Encontro dos Observatórios Sociais do Estado do Paraná. O evento foi realizado pelo Observatório Social do Brasil (OSB) e o OS de Foz do Iguaçu, no auditório da Faculdade UniAmérica.
Entre os destaques da programação esteve a apresentação do documento para a criação do OSB-Paraná, elaborado pelo grupo de trabalho (GT) nomeado depois de encontro realizado no mês de abril, em Guarapuava, que prevê o estudo da viabilidade para implantação da filial estadual do OSB. Os objetivos do OSB-Paraná são: apoiar os OS locais, promover a expansão da Rede no Estado, fomentar as parcerias estratégicas e monitorar as contas do governo do Estado.
A iniciativa já conta com apoio de mantenedores do OSB, como a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap) e da Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio).
O trabalho é coordenado por Eduardo Araújo, idealizador da metodologia dos OS, fundador e primeiro presidente do OSB, nomeado pelo ato administrativo nº 04, em conformidade com a plataforma da gestão 2016/2018, que se propõe a estimular e apoiar a instalação de Unidades Administrativas do OSB nos Estados onde houver viabilidade.
Também faz parte da equipe de trabalho o ex-presidente do OSB e entusiasta da constituição da unidade estadual no Paraná, Ater Cristófoli, e os presidentes dos observatórios em Londrina, Guarapuava e Marechal Cândido Rondon, que são: Fábio Cavazotti, Abel Olivo e Marcelo Becker, respectivamente.
Em um primeiro momento os membros ficaram incumbidos de, respeitando as premissas estatutárias, carta de identidade e código de conduta, apresentar o resultado dos trabalhos aos OS Municipais do Estado e aos Conselhos de Administração e Superior do OSB.
Para Eduardo Araújo a criação do grupo de trabalho para esse estudo tem possibilitado o aproveitamento das diferentes competências dos observadores do Paraná. “É um trabalho participativo, democrático e transparente onde o ponto de vista, as expectativas e os sentimentos de todos têm sido respeitados, e tudo isto está culminando em uma visão viável para o papel do Observatório Social do Paraná”.
De acordo com Araújo, embora a “encomenda para o GT” tenha sido elaborar um plano de viabilidade, que inclui equipe técnica e sustentabilidade, os esforços iniciais foram concentrados na definição de um escopo de atuação levando-se em conta os principais objetivos, possíveis práticas e princípios a serem seguidos. “É mais importante, neste momento, o por quê existirmos que os detalhes operacionais, e é exatamente isso que compartilhamos com os 35 observatórios do Estado, submetendo a eles essa visão para que analisassem e deliberassem em conjunto quais seriam os próximos passos”, explicou.
Os encontros Estaduais têm o objetivo de fortalecer a rede em cada estado, alinhando ações e promovendo a troca de experiência entre os observadores. As discussões envolvem o planejamento estratégico, gestão e definição das próximas ações.
“Logo teremos as respostas sobre quando, onde e como será o processo de criação do OSB-PR; o importante é começarmos da forma certa, e isto não quer dizer que precisa ser imediato”, ponderou o coordenador.
A ideia dos Observatórios Sociais de monitorar também as contas públicas estaduais já é antiga no Paraná e encontra eco nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. Por isso o Observatório Social do Brasil desenvolve estudos para dimensionar a equipe técnica e os recursos necessários para fazer frente ao tamanho desse desafio.

Att.
ANDERSON L. NICOFORENKO
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