Biblioteca Digital Mundial

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Eduardo Lobo

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Sep 10, 2010, 9:01:05 PM9/10/10
to rose_ane...@hotmail.com, zeus_...@msn.com, wlader...@hotmail.com, waldemar, Wagner.UNIP, tctu...@inf.ufrgs.br, somos...@hotmail.com, sirlei...@click21.com.br, Sérgio Ferreira, Sara.F, samial...@hotmail.com, rjpe...@hotmail.com, redes-analise-grupo, Prof.Sergio.UNIP, pam...@ig.com.br, Onaide Almeida, Nana UNIP, Mário Bessa, Marcos.Rocha, Marcos.Arruda, m_q...@hotmail.com, lenelda lacerda, klebe...@yahoo.com, JR Andion, Hindenburgo E.G. de Sá
Prezados,

A UNESCO lançou a Biblioteca Digital Mundial - BDM

 

O  acesso é gratuito e os usuários podem ingressar diretamente pela Web, sem necessidade de cadastro ou inscrição prévia.

Tomei a liberdade de enviar-lhes por considerar uma importante informação cultural.

A biblioteca digital está disponível no site www.wdl.org.

 

A biblioteca reune mapas, textos, fotos, gravações e películas de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de diversas bibliotecas do planeta.

Sobre tudo, tem caráter patrimonial.

A BDM não oferece documentos atuais, mas oferece documentos com valor cultural e patrimonial que permitem apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes: árabe, inglês, francês, russo, espanhol e português. Assim, há documentos em mídia em mais de 50 idiomas.

Entre os documentos mais antigos há alguns códigos pré-colombianos, graças a contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o Rei da Espanha em 1562.

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvendando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram escaneados e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS.

A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi projetada para receber um número ilimitado de textos, gravuras, mapas, fotografias e ilustrações.

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar diretamente pela Web, sem necessidade de se registarem. Quando cliquamos sobre o endereço www.wdl.org, temos a sensação de tocar com as mãos a história universal do conhecimento. Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português). Os documentos, por sua vez, foram escaneados na sua língua original. Desse modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas de um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A excelente definição das imagens permite uma leitura minuciosa e de forma comoda.

Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das "Fábulas" de Lafontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C.

Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas: América Latina e o Oriente Médio. Isso deve-se a participação ativa da Biblioteca Nacional do Brasil, da biblioteca Alexandrina do Egipto e da Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.

A estrutura da BDM foi inspirada do projeto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e actualmente contém 11 milhões de documentos.

Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a pesquisadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste esse site vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo áudio-visual. Este projeto tampouco é um simples compêndio de história em mídia: é a possibilidade de  aceder, intimamente e sem limite de tempo, um exemplar sem preço, inabordável, único, que cada um alguma vez sonhou conhecer.


Atenciosamente,


Eduardo Lobo


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