Losna ou Absinto - Artemisia Absithium
Família: Compostas
Origem: Europa
Cultivo - Solo/Clima: A losna produz melhor em climas temperados, é muito sensível aos invernos rigorosos. Não gosta de geadas e neves. Prefere os solos argilo-arenosos, férteis, profundos e permeáveis. Propaga-se por semente, divisão de touceiras e estacas.
Partes usadas: Folhas e flores.
Uso Medicinal: Asma, coração, taquicardia. Digestiva e vermífuga. Em altas doses é tóxica.
Maceração de folhas.
É aconselhado o chá nos problemas de fígado e intestinos, assim como nos casos de urina solta.
Em diarréias pode-se ferve-la em vinho e beber o chá ou usa-lo em compressas sobre o ventre.
Esse mesmo chá é um excelente colírio.
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Propriedades Energéticas:
Planeta: Marte.
Facilita a adivinhação.
Corta a negatividade, principalmente a raiva.
Magia:
1) Erva considerada Afrodisíaca por ter ação tonica e estimulante se bebida num preparado do óleo essencial de absinto com vermute.
2) Também é muito usada para talismãs de amor.
3) é a erva indicada para trabalhos espirituais que envolvam desobsessão. Para esses fins, deve ser usada seca e triturada com as mãos em defumador.
4) Em uma noite de Lua Crescente, colha algumas folhas desta erva e com elas prepare um banho. Com certeza a sua sensualidade ficará à flor da pele.
No Candomblé:
Emprega-se nos abô e nos banhos de descarrego ou limpeza dos filhos do orixá a que pertence.
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O absinto (Artemísia absinthium) era sagrado para a Grande Mãe, sendo conhecido como "espírito-mãe".
Esta planta já era citada nas sagradas escrituras (Bíblia) e é apresentada como símbolo de prova. E dizem que essa característica foi até citada num provérbio de Salomão que teria declarado: "a infidelidade, ainda que possa ser excitante e doce no seu início, costuma ter um fim amargo como a losna".
* A Losna é muito energética. Além de debelar as toxidades do corpo, também elimina as da alma e da aura. Faz uma limpeza energética profunda e proporciona ao passivo soluções criativas e metas.
A Losna tem um uso energético desde a Antigüidade. Ela era usada para fazer limpezas profundas em ambientes, preparando-o para trabalhos espirituais.
Na Grécia Antiga esta planta era dedicada à Ártemis, deusa da fecundidade e da caça. Daí a origem de seu nome científico.
No século XIX, registraram-se vários casos de intoxicações e até mortes provocadas pelo uso de um licor obtido pela maceração do absinto em álcool. Na maior parte das vezes, o licor de absinto era usado como alucinógeno e não com finalidades medicinais.
Pesquisa Recente:
A mística do Absinto como bebida alucinógena tinha razão de existir, garante cientistas norte-americanos que descobriram no princípio ativo da Artemísia absinto, a alfa-tuyona, um elemento químico altamente tóxico que pode causar convulsões, alucinações e surtos psicóticos.
A tuyona encontrada em garrafas de Absinto chegava, segundo relatos ainda não totalmente esclarecidos, a 250 partes por milhão.
Hoje, no mundo, o limite de tuyona é de 10 ppm (partes por milhão). Essas porcentagens não causam, de acordo com as autoridades da saúde, nenhum mal à pessoa que consome a bebida. Resta agora apenas a alta porcentagem de álcool.
Essa porcentagem foi definida sem querer pelo médico e monarquista francês Pierre Ordinaire que, exilado na Suíça em 1972, utilizou a Artemísia absinto para produzir um remédio para a digestão.
Para potencializar os efeitos da poção, o médico acabou acrescentando 70% de álcool à alquimia. Dos pacientes, que pareciam aos seus contemporâneos muito mais dispostos e alegres, a bebida passou para os bares e garrafas já com a mística da "Fada Verde" devido à cor esverdeada e aos efeitos em quem a bebia.
Enquanto porcentagem alcoólica o Absinto não passa de outra bebida qualquer, segundo a professora e pesquisadora de bebidas alcoólicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Adilma Scamparini.
Para a pesquisadora, tomar um cálice de Absinto ou uma dose de uísque não faz a menor diferença. "A quantidade de álcool ingerido não depende da graduação da bebida, mas da quantidade que a pessoa consome, evidentemente", observa a professora.
De acordo com os dois produtores do absinto nacional, Mario Reuter Camargo, da Uniland Export e Rui Galvanni, da Dubar, a utilização dos corantes hoje serve para atender a normas de padrão de partes de milhão da tuyona mantidos em 10 ppm.
"Antigamente o produto era submetido à destilação depois de permanecer em infusão. O destilado era submetido então a uma nova infusão na presença de plantas bem verdes para a obtenção da cor verde esmeralda, o que potencializava os princípios ativos da tuyona. Hoje, interrompemos o processo para manter os 10 ppm e adicionamos corantes para produzir a cor característica", explica Galvani.
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Artemisia absinthium
Conhecida também como Losna - é o ingrediente principal da legendária bebida Absinto. Foi inventada em 1872 por um médico francês. Criada para efeitos medicinais tornou-se muito popular como bebida recreativa. Era o licor preferido de Van Gogh, Rimbaud, Baudelaire, Toulouse-Lautrec entre outros. Inicialmente chamada de “fada verde” ou “deusa verde” e posteriormente “a praga” ou “a rainha dos venenos”.
O absinto é um estimulante psíquico. O seu efeito é narcótico, levemente anestésico, e proporciona uma sensação de paz e relaxamento. Se misturado com álcool ou tomado em doses elevadas pode causar alucinações e efeitos não muito agradáveis.
Tem fins psicoativos e medicinais, e tem sido usada contra o reumatismo, a gota e o verme solitária (Tapeworm ou Tênia solium), sendo daí que surgiu a denominação inglesa de ”wormwood”. O chá de absinto tem um efeito positivo durante os períodos de pós-gripe e pós-infecciosos e também aumenta o apetite.
Recentemente, sugeriu-se que a tuiona seria ativa sobre os mesmos receptores cerebrais do tetra-hidrocanabinol, o princípio ativo da maconha. No entanto, verificou-se que a ativação dos receptores canabinóides pela tuiona é muito fraca. Na verdade, experimentos publicados neste ano indicam que a tuiona é um modulador do receptor tipo A do ácido gama-aminobutírico.
O absinto é uma planta de sabor amargo e aspecto delgado, com folhas verde-cinza e pequenas flores amarelas. Em 1915 a produção do licor foi proibida, mas voltou a ser recentemente legalizada em todos os países europeus. Seu princípio ativo é a Tuiona que a união européia limita sua quantidade a 10 partes por milhão (PPM).
Em doses elevadas, os chás e outros preparados a partir desta planta podem provocar tremores, convulsões, tonturas e até delírios. No século XIX, registrou-se vários casos de intoxicações e até mortes provocadas pelo uso de um licor obtido pela maceração do absinto em álcool. Na maior parte das vezes, o licor de absinto era usado como alucinógeno e não com finalidades medicinais.
Uma maneira normal de tomar o absinto é em chá. Embebe uma colher de chá num copo de água quente (sem ferver). O chá tem um sabor amargo, mas não pode evitá-lo. Pode misturar-lhe uma folha de hortelã ou anis. Não junte açúcar ao chá. Para preparar o licor junte 40 gramas de absinto a meio litro de uma bebida forte (por exemplo: licor de anis ou Arak) e deixe descansar por aproximadamente cinco dias, e depois de filtrada a mistura, a bebida está pronta. Prova primeiro um pequeno cálice para ter a certeza da dosagem.
O absinto pode ser venenoso em doses altas. O uso intenso e prolongado pode causar habituação, declínio físico e mental e provocar nervosismo, ansiedade e cãibras. Doses altas podem causar dores de cabeça e tonturas. Doses mais altas são psicoativas e têm efeitos paralisantes. A overdose causa diarréia, perda da consciência. Depois de preparares o licor, toma primeiro um pequeno cálice e espera cerca de uma hora pelo efeito. Tenta novamente noutra oportunidade. É melhor dosear a menos e sem efeitos, do que demais se arriscando a envenenamento ou vômitos. Não conduza veículos motorizados sob a influência do absinto.
O absinto é famoso desde tempos muito antigos, pelas suas virtudes medicinais, sendo inclusive citado num papiro egípcio que data de 1.600 a.C.
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