Alessandro,
A questão é que gerar um mapa de vulnerabilidade à erosão não é uma das tarefas mais simples. Envolvem metodologias tanto na parte teórica, ou seja, quais elementos serão considerados e os pesos para cada classe dentro dos elementos que serão levados em conta, quanto na parte prática, digamos, que é justamente onde os sistemas de informações geográficas entram em cena. Você, nesse caso, está transformando tudo para raster e, assim, gerar os cruzamentos. Essa é apenas uma das metodologias, mas existem outras que você pode fazer usando as bases em vetor.
Pelo que percebi da imagem você não colocou pesos diferentes para as diferentes classes de cada tema. O mais indicado é transformar tudo isso em indicadores, seguindo algumas metodologias, como trazidas por Crepani et al (
http://www.dsr.inpe.br/dsr/simeao/Publicacoes/SERGISZEE3.pdf), uma referência no assunto, ou Jurandyr Ross, que tem importantes trabalhos nessa linha. No geral, todas elas são influenciadas pelas teorias geossistêmica e/ou ecodinâmica.
Até,