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Grupo Python-Brasil
http://www.python.org.br/wiki/AntesDePerguntar
<*> Para visitar o site do grupo na web, acesse:
http://groups.google.com/group/python-brasil
<*> Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
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Há algumas nuances para analisar um profissional. Tempo na profissão,
experiências e capacidade técnica são apenas algumas delas, mas isso é
muito subjetivo.
Vou citar alguns exemplos para deixar as coisas mais claras.
1) Um cara estudou Python sozinho, sabe tudo da linguagem de cor e
salteado, mas nunca fez nenhum trabalho para ninguém. Só projetos
pessoais que não foram usados.
2) Outro cara tem muito tempo de experiência. Já trabalhou integrando
sistemas, projetou e implementou rotinas de missão crítica, mas não
sabe muito de Python.
3) Outra pessoa já foi gerente, já tentou ter o próprio negócio e sabe
lidar bem com pessoas, agregando e motivando os colegas. Conhece bem a
linguagem de programação, mas é cru no framework.
4) Um outro é mediano em lógica de programação e não tem muita
experiência em diferentes sistemas. Mas sabe extrair informação dos
clientes, conseguindo esclarecer regras de negócio complicadas e fala
bem a linguagem do pessoal de TI e dos clientes, além de despertar a
confiança das pessoas.
E aí? Dessa lista acima, quem você classificaria como júnior, pleno ou sênior?
Claro, depende do perfil de profissional que você precisa.
Portanto, eu não atrelaria tempo de trabalho à classificação.
Vou citar o meu caso. Desenvolvo software há 24 anos. Se me
contratarem para programar em Lisp (e somente programar, sem abrir a
boca), pode me pagar como estagiário que estará bem justo. Mas, se
além de programar eu puder dar pitaco no projeto de sistema, se eu
puder entrevistar usuários, aí a coisa muda de figura, mesmo eu sendo
(ainda) um zero à esquerda em Lisp.
Só pra constar: um caso parecidíssimo com esse aconteceu comigo, mas
não com Lisp. Eu coordenei uma equipe que faria o desenvolvimento em
Power Builder e em Sybase, dentro das instalações do cliente. Eu não
conhecia nada de nenhuma das duas tecnologias. Não fui pago como
júnior e em pouco tempo estava eu lá, desenvolvendo junto com a turma.
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Vinicius Assef
2012/2/15 Filipe Cifali <cifali...@gmail.com>:
Sim, é bem específico isso, o que pretendia relacionar seria
Tempo e experiência no cargo.
Um programador PHP com 10 anos nas costas e 2 meses de python pode ser mais valioso que outro com 2 anos de python.
Porque?
Por causa da experiência, a linguagem muda e o desenvolvedor consegue se adaptar a ela, já a experiência ganha ao longo dos anos, práticas, só se ganham com o tempo.
Para algumas empresas é só um modo de justificar diferenças salariais.
Mas acho que o conceito é:
Junior: Estou aprendendo, cheio de força de vontade e disposto a ralar mais e ganhar menos até aprender.
Pleno: Já sei fazer o trabalho, sou fluente na tecnologia mas ainda não tomo decisões criticas
Senior: Sou foda, programo de olho fechado, dou as dicas para os juniores e tomo as decisoes criticas, além de programar entendo do negócio.
mas de qq forma este tema é abatrato demais e hj em dia serve só para definir salário.
(Ou ele pode ser pior que um programador com 1 mês de Python e que nunca programou na vida...Os péssimos hábitos de programação também. )- Discordo completamente, ate por que um programador que tem 10 anos de experiencia sabe muito bem o que sao boas praticas de programacao.. :)
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O que define exatamente um programador/engenheiro de software pleno por exemplo?
Que técnicas ele leva em conta ao tocar um projeto, SOLID e TDD são um exemplo.
Acho que só tempo de programação não é único item que define o tipo na minha opinião...Conheço carinha que tem 8 anos de programação, só conhece PHP e passou os 8 anos fazendo blog boa parte procedural e acha que orientação à objetos é só colocar funções dentro de classe. Na minha opinião esse profissional não é sênior (apesar que na carteira dele está), pois as técnicas de desenvolvimento evoluiram e ele desenvolve como os desenvolvedores faziam nos anos 80... Apesar que ele deve ter boa experiência em lidar com cliente pode ser levado em conta.Acho que tem que ser avaliado os níveis de como o cara concebe a arquitetura de software, se ele utiliza boas práticas de programação (vulgo engenharia de software), de como ele realiza a entrega.Que técnicas ele leva em conta ao tocar um projeto, SOLID e TDD são um exemplo.Talvez uma fórmula do tipo:(tipos de projetos que trabalhou + técnicas + tecnologia que conhece) + experiência² / experiênciaa divisão pela experiência pudesse chegar mostrar se o profissional está estagnado ou está sempre buscando se atualizar...Me perdoem se estou viajando muito, passei a noite em claro e to trabalhando a base de café forte :)
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simples, basta perguntar quais os livros que ele já leu.
Numa entrevista para uma empresa grande para trabalhar com python o
entrevistador me pergunta se eu entendo de integração continua, e
quando eu respondi que sim ele me pede para listar todos os softwares
de integração continua que eu conheço. É um telefonema e eu tenho a
wikipedia, será q ele ficou brabo porque eu listei 50 em ordem
alfabetica? Isso depois de eu ter falado da gangue dos quatro e ele
não saber do que eu estou falando, ai eu falo design patterns e ele
continua não sabendo do que eu estou falando.
Sério, experiencia não quer dizer qualidade e muito menos quantas
ferramentas tu conhece. Mas não conhecer nem de nome o design patterns
me deixa triste (donald knuth e the art of computer programming então,
muito triste (xkcd então, bem depressivo)).
:)
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Leonardo Santagada
Como assim !!??
Tem gente que não conhece o xkcd !!!?? :-O
;)
Abs
Junior: Estou aprendendo, cheio de força de vontade e disposto a ralar mais e ganhar menos até aprender.Pleno: Já sei fazer o trabalho, sou fluente na tecnologia mas ainda não tomo decisões criticas
Senior: Sou foda, programo de olho fechado, dou as dicas para os juniores e tomo as decisoes criticas, além de programar entendo do negócio.