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Nelma Isaías Tsambe
Licenciatura em Ensino de Biologia
1º Ano
Fundamentos da pedagogia
Educação filosófica, sociológica, psicológica e antropológica.
Trabalho de pesquisa bibliográfica relativo a disciplina de Fundamentos da pedagogia a ser avaliado pelo Dr. Gildo João Manuel.
Universidade pedagógica
Faculdade de Ciências Naturais e Matemática
Maputo, Abril de 2020
Índice
Introdução? objectivos………………………………………………………………………….…1
Educação filosófica…………………………………………………………………………………..2/5
Atitude filosófica ……………………………………………………………………………………..6
Educação sociológica………………………………………………………………………………..7
Educação antropológica/educação antropológica ……………………………………8
Conclusão…………………………………………………………………………………………………9
Referências ………………………………………………………………………………………………10
Introdução
A vida com a interacção com o meio se torna mais complexa, também modificam as estruturas da sociedade, consequentemente, educação filosófica, sociológica, psicológica e antropológica modificam-se para ficar em conformidade com o meio em que estão inseridos. A educação do homem está ligada àquilo que ele vive ou presencia, assim o homem também, é um produto da natureza, pois, na medida em que ele se transforma a natureza também modifica sua forma de ensinar de acordo com mundo que estamos.
A função da educação na sociedade é de garantir a reprodução social e cultural dos valores e conhecimentos necessários à manutenção do estado quotidiano, à conservação da sociedade de acordo com a espectativa predominante.
Educa-se para conservar a ordem social, mas também para transformá-la.
O objectivo de educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram.
A primeira meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer novas coisas, homens que sejam criadores, inventores e descobridores.
A educação é um direito fundamental que ajuda não só no desenvolvimento de um país, mas também de cada indivíduo. Por meio da educação garante-se o desenvolvimento social, económico e cultural.
OBJECTIVOS
Objectivos gerais
Compreender como é a educação filosófica, sociológica, psicológica e antropológica.
Educação filosófica
Muitos criam antipatia em relação á filosofia ás vezes por desconhecerem as possíveis intenções dos sabedores implicados pela disciplina, outros porque a consideram inacessível. Outros por se sentirem atingidos pelos efeitos, muitas vezes devastadores, que ela pode causar em nossas posições políticas, sociais, pessoais ou colectivas. Há aqueles que odeiam a filosofia porque ela pode contribuir para a formação de sujeitos críticos e que resistem em aceitar as coisas simplesmente como elas se apresentam, afinal, geralmente que se põe a pensar de forma crítica pode causar problemas.
Não é à toa que, em qualquer reforma educacional reacionária ,a filosofia tende a ser uma das primeiras vítimas. No entanto, existem aqueles que a amam. Por nela verem uma ferramenta, ou um apoio, afim de enxergarem o mundo sob outras perspectivas, ou tomando-a como uma chave da compreensão do mundo, ou mesmo, aqueles que imaginam como a salvação, atribuem a ela um papel salvacionista contra todos os males da humanidade.
A filosofia não existe desligada da vida, assim a experiência filosófica assemelha-se à experiência humana do viver, do conviver, repleta de amores e ódios, ás vezes de indiferenças, de prazeres e desprazeres, e, no entanto, são estas sensações que contribuem para a nossa constituição como sujeitos, como seres humanos. Dessa forma, a filosofia não deve entendida como um produto ou mercadoria que pode ser comercializada no supermercado, ou que possui valor em si mesma, muito menos como uma questão de moda. O pensamento que filosofia ensaia uma aprendizagemquecime de pensar. E jamais se delega a outros a função de pensar. Pensar é filosofar!
Pressupostos do filosofar
A filosofia, não é um saber à maneira dos conhecimentos técnicos que se pode aprender directamente ou como uma doutrina económica ou formação profissional que se possa aplicar imediatamente e avaliar de acordo com sua utilidade. A filosofia não pode ser encerrada em uma definição acabada, mas é um caminhar e uma decisão que nos dará, pelo menos, a possibilidade de interrogar, questionário, caminhar, e quiçá de entender o sentido, ou os sentidos, do mundo ou dar inteligibilidade a ele.
Filosofar é se pôr a caminho. Não se trata de conseguir uma compreensão acabada. Trata-se de um caminho que nos leve á vizinhança precisamente daquilo que nos é mais próprio e que caiu no esquecimento.
Filosofar é uma actividade de reflexão, um movimento de voltar-se para si mesmo. O acto reflexivo é um movimento pelo qual o pensamento volta-se para si mesmo, é um constante movimento de refazer o caminho.
A filosofia por essência, nunca torna as coisas mais fáceis, definitivas de proviosidade e complexidade. A civilização do descartável não está acostumada a perguntar pela importância das coisas em si mesmas, mas pelo seu grau de utilidade. Isto conclui do preconceito segundo o qual se poderia avaliar a filosofia de acordo com critérios vulgares, como que se decide a utilidade da bicicleta ou eficiência de banhos medicinais.
Segundo Gomes, a filosofia é’’ a tentativa, penso, de enxergar um palmo diante do nariz-o que não é tão fácil, nem tão inútil quanto muitos pensam.
Afinal, o peixe é o que menos sabe da água’’.
Atitude filosófica
Partimos do pressuposto que vivemos momentos de crises, económicas, morais, científicas. No entanto, precisamos compreender esta ‘’caverna’’ chamada mundo, não para acomodarmo-nos, mas para compreender o que vivemos. Resgatar o sentido da admiração e da indagação é essencial para a formação de uma atitude filosófica, segundo Chauí.
A primeira característica da atitude filosófica é negativa, isto é, um dizer não aos preconceitos, aos pré-juízos, assim sendo para Chauí, constituir uma atitude filosófica é ‘’colocar entre parênteses nossas crenças para poder interrogar quais são suas causas e qual é o seu sentido’’. E, assim , resgatar a busca da verdade que sempre esteve presente no ser humano. ``É preciso ouvir a voz do ser, escondida na realidade de cada coisa``.
Atitude pedagógica reflexiva
Inicialmente, para ampliarmos o horizonte da compreensão acerca da educação em uma perspectiva filosófica sugerimos substituir a pergunta convencional pelo objectivo: o que é a educação, o conhecimento, ou vida? Pela pergunta pelo sentido: qual é o sentido da Educação, do conhecimento e da vida?
Nem a educação, o conhecimento ou a vida podem reduzidos a uma, ou outra doutrina ou teoria, nem tampouco a um objecto, como aqueles que fazemos uso cotidianamente sob os quais somos capazes de quantificar, medir e determinar peso e utilidade. A educação, o conhecimento e a vida precisam ser insistentemente pensados e construídos no cotidiano e, para isso, não podemos usar mesmas métricas que usamos para caracterizar os objectos do nosso uso diário, mesmo que isso nos coloque em situação de angústia.
Para Buzzi, no livro introdução ao pensar, uma experiência fundamentada numa perspectiva filosófica pressupõe:
A inquietação: ela acende em nós o desejo de ver e conhecer.
Nada que não nos afete de alguma maneira nos mobiliza para acção. Podemos passar por um mendigo pedindo esmola na rua indiferente à situação, pois o facto não nos diz nada, não nos afeta, não nos inquieta. Assim, da mesma forma podemos avaliar o processo de aprendizagem de um aluno sem levar em conta a vida desse sujeito, ou a maneira como este aluno aprende, ou mesmo a situação existencial deste educando.
A Admiração: paixão fundamental do educador
Os gregos utilizavam a palavra ‘Thaumázein’ pra traduzir esta posição em relação ao mundo, aos outros e a si mesmo. Um misto de espanto e maravilhamento.
O espanto inicia, carrega e sustenta o processo educativo. A admiração nos deixa constantemente surpresos. A admiração e o espanto têm força para produzir em nós um estramhamento e uma disposição afectiva que nos encaminha á reflexão, o que nos leva a perguntar, querer saber. Uma tensão naturalmente humana que nos leva á busca pela verdade. A atitude filosófica surge do sentimento de surpresa, de estupefação e de sust diante do que está diante de nós.
A Angústia
A actividade pedagógica reflexiva é a experiência que fazemos da nossa fraqueza.
Aprender a angustiar-se é um risco que todos devemos correr. Não falamos aqui de uma angústia patológica, doentia, mas da angústia existencial e filosófica que nos alerta para nossa incompletude e nossa ignorância e aponta para nossas limitações. Nela nós dispomos ás possibilidades, nos abrimos á realidade. Colocámo-nos dispostos no longo e difícil caminho da aprendizagem do mundo, dos homens e de nós mesmos, mesmo que isso nos custe tempo, esforço, energias. É preferível a angústia da busca, à falsa paz da acomodação.
A coragem
Só a coragem nos liberta, diz sim á vida humana. Abre-nos para a tentativa o esforço e o trabalho e liberta-nos para criação de modo certo de viver.
Só a coragem tem o poder de nos libertar da consciência medrosa. Abre-nos para tentativa, o esforço. Não necessariamente está ligada a vitória ao éxito, mas liberta-nos para a geração de modo certo de viver. Sócrates foi declarado pelo oráculos de Delfos o mais sábio dos homens. Para o oráculo, tal qualificação não advinha do fato de que ele já tinha a sabedoria, mas no sentido de que reconhecer honestamente a própria ignorância ( a expressão ‘’só sei que nada sei’’ ficou famosa nos escritos de Sócrates) é estar assim, numa condição de humildade e coragem para buscá-la.
Redescobertas
Permite ao educando e educador tomarem conhecimento de algo que já existe e com ele criar algo novo. Refazer o caminho do descobridor. Contanto real com o estudado. Método da pergunta, da dúvida metódica que desencadeia uma busca pelo saber. Aristóteles na Grécia antiga já apregoava aos seus discípulos: uma vida sem reflexão, sem busca não é digna de ser vivida.
Invenção
Aplicação do conhecimento em outras situações; Menor índice de repetivo.Ex: Eu serei bom
Eu serei bom
Eu serei bom
Eu serei bom
Eu serei bom
Eu serei bom
Visão de conjunto
Interacção da Escola com o Mundo. Interesse pelo contexto-atuação construtiva. Interdisciplinaridade; Compreensão do próprio indivíduo; Superação de segreção, do preconceito e do dogmatismo; compreensão e tolerância; uma prática pedagógica e uma escola situada, contextualizada.
Espontaneidade
Comportamento humano dinâmico. Oportunidades para o exercício da liberdade. Não cair em um espontaneísmo (sem limites). Oposição aos padrões vigentes (imposições alineadas).
Liberdade
Análise pessoal e crítica. Liberdade se aprende praticando. Diálogo (dialético – permite os antagonismos, discussões de ideias e posicionamentos que enriquecem).
Participação
Participação não exclusão. Aprender a participar. Ouvir, discutir. Formação do cidadão consciente, não submisso.
A educação exige conversão, mudança de atitudes, respeito pelo saber e pela pessoa humana. Um sistema autoritário não aceita a prática dialógica, pois pode questionar suas bases, leva à mudanças no modelo de relações sociais. De nada adiantam belos discursos, cheios de propósitos e palavras libertadoras se a prática é dominadora. A mudança da sociedade é gestada na escola.
Educação, escola e sociedade
O processo educativo constrói, ao mesmo tempo, o ser humano como humano e a realidade na qual ele se objectiva como tal.
Vemos a família como principal instituição social responsável pelo processo de formação humana para convivência em muitas sociedades, em especial, como instituição responsável pela formação para o trabalho. Além da família de origem, muitos jovens aprendizes eram encaminhados a outras famílias para a aprendizagem dos ofícios.
A educação é uma exigência humana, individual e colectiva. A escola foi uma instituição social escolhida pela humanidade para cumprir esta tarefa. Os estudos sobre o papel da escola, na sociedade moderna, apontam para o fato de que não existe uma função única, consensual, universal da escola. Isso significa dizer que a escola não é uma instituição social neutra mas sim uma instituição educativa a serviço de todos, igualmente.
A forma como se realiza o processo de formação humana na sociedade moderna, portanto, a educação no interior da instituição social chamada escola, diz respeito aos valores, ideologias e intenções dos diferentes grupos sociais que disputam seu lugar na herarquia social.
É necessário compreender que a escola não tem apenas papel de formação dos sujeitos sociais, uma formação descomprometida com as formas organizativas da sociedade, mas um papel comprometido com a dinâmica social dominante ou popular.
O desafio é de construir uma escola que esteja, não a serviço dos grupos dominantes da sociedade no que diz respeito à preservação dos privilégios, mas compreendida com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, esse é o ponto de partida da educação transformadora.
É importante que o educador compreenda a complexibilidade da realidade social na qual ele atua. Não basta conhecer a realidade, é preciso pensar sobre ela, tendo as diferentes teorias educacionais como referência.
Educação psicológica
A educação psicológica é tão importante quanto aprender a ler e a escrever. Não é pelo aprendizado de livros, mesmo os de psicologia, que uma pessoa vai poder conhecer mas desenvolvendo o olhar correcto, aprendendo a reflectir sobre si próprio enquanto vive. A educação psicológica ensina a linguagem do mundo interior, ajuda uma pessoa a entrar em contacto com o universo da subjectividade e a educa a caminhar ao lado de si própria, superando a baixa auto-estima, as vergonhas, as dúvidas .
A educação psicológica permite o aprendizado da coragem e da auto-afirmação, desenvolve a inteligência cognitiva e emocional junto à habilidade de entender os outros. Melhora a sensibilidade, dispara a sede pela vida e a força de vontade, além de promover uma atitude amorosa para consigo, outros e o mundo.
Os livros oferecem orientações e visões amplas do assunto, mas permanecem genéricos diante da realidade única e inimitável de cada indivíduo. Conhecer-se não é categorizar-se dentro de um determinado código de interpretação (cuidado psicólogos). Ao contrário do que se pensa, esse modo de proceder consigo mesmo nos esclerotiza, nos castra, nos faz mais burros e problemáticos do que já somos. No lugar de abrir caminhos pra a compreensão dos acontecimentos internos, os fecha pregando etiquetas e explicações prontas que serve para tapar os olhos e achar que resolvemos o problema.
O único modo para se conhecer sem se congelarem estereótipos é aprendendo a reflexão crítica sobre si próprio através do exercício da presença consciente. Essa é uma prática que só ocorre no diálogo com uma pessoa que já funciona, assim, ou seja, ‘’psicoterapeuta’’ treinado nessa modalidade de relação (consigo ou com outro). Não um psicólogo cujo conhecimento é sobretudo académico, mas um terapeuta, a pessoa que sabe pôr suas ‘’mãos na massa’’, aquela que caminhou sobre suas próprias pernas através de um longo aprendizado mental e emocional, sobretudo pessoal, tendo alcançado a posição que ocupa, inteira de corpo, alma, mente.
Um psicólogo não tem experimentado uma grande variedade da vida interior, que não cumpriu a jornada interna não é melhor para conselhos do que qualquer outra pessoa de bom senso e com um mínimo de sabedoria. Ambos tem o conhecimento sobre outros, um possui preconceitos colectivos vindos da mentalidade comum, o outro tem conhecimento científico , baseados em estatísticas e analise de laboratório.
O psicoterapeuta é aquele que esta em contacto com a alma humana- através da conexão viva com a própria e pode por isso compreender as dos outros e ajuda-los a se compreenderem porque ele vive em constante e consciente contacto com ela.
Educação antropológica
A antropologia tem um papel sem igual no processo de mudança paradigmática, ganhando importância para os fundamentos da educação, ampliando o campo a ser investigado, notadamente no diálogo entre cultura e educação.
Sendo que as diferenças culturais manifestam-se diariamente dentro da escola. Sendo a cultura que faz uma das maiores ligações entre a educação e a antropologia, fazendo as reacções ou entendimentos advindos do seu contexto não serão semelhantes para diferentes sujeitos.
A atitude antropológica
A atitude antropológica é a razão pela qual faz estudos no âmbito das Ciências Sociais, se tomarmos como uma referência importante para o seu início.
Antropologia elegeu a cultura humana e seus múltiplos desdobramentos como seu objecto de estudo principal, o que ainda é uma marca característica geralmente associada a disciplina, o que ainda é historicamente posterior à Sociologia.
A antropologia cultural estuda a diversidade humana, tanto dos grupos contemporâneos como extintos. Diverge da antropologia social na medida em que o conceito de sociedade é mais abrangente que o de cultura.
O seu propósito maior é o estudo do homem e suas diferentes formas culturais, religiões, suas vestimentas, seu modo de agir, e outros.
A antropologia e a educação tem uma boa relação, pois de acordo com a antropologia podem ser desenvolvidas técnicas que possam melhorar as formas de ensinamentos nas escolas, com bases em pesquisas, favorecendo os alunos.
Conclusão
Durante as pesquisas conclui que a educação filosófica ela satisfaz algumas perguntas e suas espectativas, há aqueles que odeiam a filosofia porque ela pode contribuir para a formação de sujeitos críticos e que resistem em aceitar as coisas simplesmente como elas apresentam, a filosofia tende a ser uma das primeiras vítimas. O processo educativo é um processo de formação humana, também que a educação é uma exigência humana, individual e colectiva. A escola não tem apenas o papel de formação dos sujeitos sociais.
Educação psicológica é muito importante quanto para aprender a ler e escrever, que na escola aprendemos a ler e escrever. A educação psicológica ensina a linguagem do mundo inteiro.
A antropologia da educação tem um sem igual no processo de mudança paradigma, sendo que as diferenças culturais manifesta-se dia-a-dia dentro na escola.
Referências bibliográficas
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ADORNO, T. W. Educação e Emancipação. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
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ALVES, G. I. A produção da escola pública contemporânea. São Paulo: Autores Associados, 2001.
ANDERSON, P. O fim da história. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1992.
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ARANHA, M . L. A. História da Educação 2.e.d. São Paulo:Moderna, 2000