MOÇADA BACANA:
ACESSEM E INTERAJAM COM MEUS NOVOS ARTIGOS NO CARAMURÊ!
BEIJÃOZÃO!
ZELÃO.
OUTUBRO
USADORES DA CIDADE TODA, UNÍ-VOS!
(...) Se considerarmos Cidade como teia tecida pelas opções políticas dos cidadãos, onde explodem suas ações cotidianas em constantes tensões, tanto no campo tangível (aquilo que se materializa) quanto no campo não tangível (os significados que são forjados no jogo social), podemos refletir sobre as multiformas de intervenção, as polilógicas de ocupação, a multiplicidade desenhada cotidianamente por seus usadores. Apropriei-me desse conceito por considerá-lo potente para tratar da complexidade da relação cidadão/cidade (...)usador é um termo cunhado por Henry Lefèbvré para designar os indivíduos que se apropriam do espaço urbano (...)
REEDIÇÕES DOS TEXTOS DO BLOG
SETEMBRO
REEDIÇÃO DO MANIFESTO AOS CÃES!
(...)
Trafegando pela soterópolis, através das calçadas, praças e praias cagadas e
ocupadas pelos cães, no fluxo da descivilização de seus donos, relanço aqui um
manifesto/protesto para discutir essa acefalia social: (...) A todos os cães e
outros animais esclarecidos da sociedade brasileira:
Já que seus donos (...)
resistem em reconhecer que nem todos os cidadãos têm cães e que não são
obrigados a conviver com vocês, ainda, que isso não signifique desgostar de cães
e de animais, em geral (...)
AGOSTO
REFÉNS DE NOSSO BUNDAMOLISMO
(...) A partir de agora, eu e minha companheira somos parte das estatísticas sobre violência nesse país latino americano, emergente, festivo, que vive da auto-imagem decrépita de se achar cordial e de uma identidade de povo do futuro, forjada talvez, como auto defesa para as mazelas da pobreza e da miséria que “até há pouco” nos caracterizava.
Vivemos o drama de termos sido assaltados coletivamente, numa farmácia, em pleno cair da tarde, nublado e abafado pelo mormaço da soterópolis (...)
JULHO
FOTOCHAPAÇÃO: DITADURA DO PRESENTE FORJANDO AS IMAGENS DOS CANDIDATOS
(...) Mesmo fora do clima eleitoral e eleitoreiro que nos interpela bienalmente quero aqui provocar a teia imagética onde flui a propaganda política. Nessas ocasiões a paisagem da urbis é tomada pela fotochapação saneadora das imagens dos candidatos e provocadora de nosso mal estar eleitoral. Refletir sobre esse tema fora do contexto em que ele ocorre pode ser interessante (...)
ACESSE http://www.caramure.com.br/ PARA LER OS ARTIGOS NA INTEGRA.
CARAMURÊ – O PORTAL DO CONHECIMENTO
REFLEXÕES SOBRE ARTES, HISTÓRIA, COTIDIANO, CIDADE, COMPORTAMENTO E SEUS SIGNIFICADOS CULTURAIS, ENTRE OUTRAS COISAS BACANAS.
BEIJÃOZÃO!
ZELÃO
--
Robério Pereira Barreto
Mestre em Educação Contemporaneidade - UNEB
Doutorando em Educação FACED/UFBA
74 81061330
71 92980383
www.poetadasolidao.blogspot.com
http://lattes.cnpq.br/1366165411362175
-----Mensagem Original-----
From: Rob�rio Barreto
Sent: Wednesday, October 26, 2011 4:23 PM
To: projetodete...@googlegroups.com
Subject: Re: NOVOS TEXTOS DE ZEL�O NO CARAMUR� - PROF GER
Zel�o Muito bom
obrigado
Em 25 de outubro de 2011 21:38, zel�o <zelosme...@uol.com.br> escreveu:
> MO�ADA BACANA:
>
>
>
> ACESSEM E INTERAJAM COM MEUS NOVOS ARTIGOS NO CARAMUR�!
>
> BEIJ�OZ�O!
>
> ZEL�O.
>
>
>
> OUTUBRO
>
> USADORES DA CIDADE TODA, UN�-VOS!
>
> (...) Se considerarmos Cidade como teia tecida pelas op��es pol�ticas dos
> cidad�os, onde explodem suas a��es cotidianas em constantes tens�es, tanto
> no campo tang�vel (aquilo que se materializa) quanto no campo n�o tang�vel
> (os significados que s�o forjados no jogo social), podemos refletir sobre
> as
> multiformas de interven��o, as polil�gicas de ocupa��o, a multiplicidade
> desenhada cotidianamente por seus usadores. Apropriei-me desse conceito
> por
> consider�-lo potente para tratar da complexidade da rela��o cidad�o/cidade
> (...)usador � um termo cunhado por Henry Lef�bvr� para designar os
> indiv�duos que se apropriam do espa�o urbano (...)
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> REEDI��ES DOS TEXTOS DO BLOG
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> SETEMBRO
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> REEDI��O DO MANIFESTO AOS C�ES!
>
> (...) Trafegando pela soter�polis, atrav�s das cal�adas, pra�as e praias
> cagadas e ocupadas pelos c�es, no fluxo da desciviliza��o de seus donos,
> relan�o aqui um manifesto/protesto para discutir essa acefalia social:
> (...)
> A todos os c�es e outros animais esclarecidos da sociedade brasileira:
> J� que seus donos (...) resistem em reconhecer que nem todos os cidad�os
> t�m
> c�es e que n�o s�o obrigados a conviver com voc�s, ainda, que isso n�o
> signifique desgostar de c�es e de animais, em geral (...)
>
> AGOSTO
>
> REF�NS DE NOSSO BUNDAMOLISMO
>
> (...) A partir de agora, eu e minha companheira somos parte das
> estat�sticas
> sobre viol�ncia nesse pa�s latino americano, emergente, festivo, que vive
> da
> auto-imagem decr�pita de se achar cordial e de uma identidade de povo do
> futuro, forjada talvez, como auto defesa para as mazelas da pobreza e da
> mis�ria que �at� h� pouco� nos caracterizava.
>
> Vivemos o drama de termos sido assaltados coletivamente, numa farm�cia, em
> pleno cair da tarde, nublado e abafado pelo morma�o da soter�polis (...)
>
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> JULHO
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> FOTOCHAPA��O: DITADURA DO PRESENTE FORJANDO AS IMAGENS DOS CANDIDATOS
>
> (...) Mesmo fora do clima eleitoral e eleitoreiro que nos interpela
> bienalmente quero aqui provocar a teia imag�tica onde flui a propaganda
> pol�tica. Nessas ocasi�es a paisagem da urbis � tomada pela fotochapa��o
> saneadora das imagens dos candidatos e provocadora de nosso mal estar
> eleitoral. Refletir sobre esse tema fora do contexto em que ele ocorre
> pode
> ser interessante (...)
>
>
>
> ACESSE http://www.caramure.com.br/ PARA LER OS ARTIGOS NA INTEGRA.
>
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> SIGNIFICADOS CULTURAIS, ENTRE OUTRAS COISAS BACANAS.
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Rob�rio Pereira Barreto
Mestre em Educa��o Contemporaneidade - UNEB
Doutorando em Educa��o FACED/UFBA