Acompanhe as manifestações em Belo Horizonte neste sábado
Veja a concentração, o caminho, as reivindicações dos diversos grupos que se concentram na Praça Sete e vão para a Pampulha
Luana Cruz, Emerson Campos, João Henrique do Vale, Maria Pereira, Lucas Rage, Daniel Silveira, Felipe Castanheira, Rafael Passos
Alexandre Carneiro
Marcelo Ernesto
Publicação: 22/06/2013 10:21
Atualização: 22/06/2013 21:38
CONFIRA A GALERIA DE FOTOS DESTE SÁBADO
21H30 - VÍDEO MOSTRA PRAÇA SETE APÓS DISPERSÃO DE VÂNDALOS
Assista:
21H15 - VIADUTO SANTA TEREZA É FECHADO
A
polícia bloqueou o acesso ao Viaduto Santa Tereza, para impedir a
movimentação do grupo de vândalos até o Bairro Floresta. Várias viaturas
estão posicionadas no meio da Av. Assis Chateaubriand e um helicóptero
sobrevoa o local.
21H10 - VÂNDALOS SOBEM A RUA RIO DE JANEIROApós o cerco da Polícia Militar em torno da Praça Sete, o grupo de vândalos segue pela Rua Rio de Janeiro, em direção à Savassi.
20H 54 -RADARES DA AV. AFONSO PENA TAMBÉM SÃO DESTRUÍDOS
Radares
e equipamentos de avanço de semáforos, instalados na Av. Afonso Pena,
nas proximidades da praça Sete, também foram completamente destruídos
por vândalos. A polícia tenta conter a multidão com bombas de efeito
moral.
20H52 - PRAÇA SETE É PALCO DE NOVOS CONFLITOS
A
Praça Sete, no Centro de Belo Horizonte, é palco de novos confrontos
entre vândalos e policiais, Há correria e muita fumaça no local, causada
pelo disparo de bombas de gás lacrimogêneo. A tropa de choque montou
um perímetro de segurança em torno da Praça.
20H50 - MANIFESTANTES CHEGAM AO CENTRO DE BH
O
grupo de vândalos que causou estragos na Av. Antônio Carlos chegou ao
Centro de Belo Horizonte. A Rua dos Caetés tem vários focos de
incêndio.
20H30 - VÂNDALOS ATEIAM FOGO A TRATOR EM FRENTE AO CONJUNTO IAPI
Vândalos
atearam fogo a um trator embaixo do viaduto Angola, na Av. Antônio
Carlos, em frente ao Conjunto IAPI. O caveirão da PM desce a via
removendo barreiras montadas para impedir a movimentação das forças de
segurança. Os obstáculos foram montados com objetos depredados: grades e
placas foram completamente arrancadas ao longo da via.
20H17 - TROPA DE CHOQUE DA PM EMBAIXO DE VIADUTO
20H05 -CONCESSIONÁRIA CHEVROLET NA AV. ANTÔNIO CARLOS TAMBÉM É DESTRUÍDA
A concessionária Grande Minas, da Chevrolet, também foi atacada por vândalos. O imóvel foi invadido e sofreu vários danos.
20H03 - AV. ANTÔNIO CARLOS GANHA ARES DE CAMPO DE CAMPO DE BATALHA
Destruição
e caos tomam conta da Av. Antônio Carlos. Vários focos de incêndio são
registrados na via. Há também muitos escombros, posicionados no
sentido Pampulha-Centro, para dificultar a movimentação de viaturas da
polícia. Placas de sinalização e outros equipamentos públicos foram
destruídos.
20H01 - TODOS OS RADARES DA AV. ANTÔNIO CARLOS SÃO DESTRUÍDOS
Os
radares foram alvos recorrentes de vândalos após o protesto na Av.
Antônio Carlos. Todos os equipamentos instalados na via, nos dois
sentidos, foram derrubados e destruídos.
20HOO - ENTRONCAMENTO DAS AVENIDAS ANTÔNIO CARLOS E AMÉRICO VESPÚCIO É PALCO DE NOVO ENFRENTAMENTO
Manifestantes
e militares voltaram a se enfrentar no entroncamento das Avenidas
Antônio Carlos e Américo Vespúcio. Um grupo atirou pedras
nos militares, que reagiram com bombas de gás lacrimogêneo e balas de
borracha. As viaturas sofrem hostilizações como vaia e até ataques com
pedras.
19H50 – LOJA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO TAMBÉM FOI ALVO DOS VÂNDALOS
19H45 - OUTRA ESTAÇÃO DO BRT É DESTRUÍDA
Um grupo de
vândalos incendiou mais uma estação do BRT na Avenida Antônio Carlos na
noite deste sábado. No local, o fogo consome parte da estrutura e parte
dos materiais usados nas obras. Ainda na região, um outdoor sofreu com a
ação e foi destrúido pelo fogo.
19H40 - MANIFESTANTES INCENDEIAM ESTAÇÃO DO BRT
Manifestantes atearam fogo em uma guarita montada ao lado das obras de uma estação de embarque do BRT na Avenida Antônio Carlos
19H30 - MANIFESTANTE SOCORRIDA
Uma
mulher passou mal durante o protesto e foi socorrida e levada por
manifestantes até o Batalhão do Corpo de Bombeiros na Avenida Antônio
Carlos
.
19H20 - MILITARES DO EXÉRCITO BRASILEIRO PROTEGEM ENTRADA DA UFMG
Um
contingente do exército brasileiro foi deslocado para a Região da
Pampulha. Os militares cercaram parte do Campus da UFMG que ficou
desprotegido após a derrubada da cerca por vândalos.
19H15 - VÂNDALOS VOLTAM A DERRUBAR CERCA DO CAMPUS DA UFMG
Pela
segunda vez, vândalos derrubaram a cerca do campus da UFMG. A proteção
foi arrancada ao longo de grande parte da Av. Antônio Carlos.
19H10 - VÂNDALOS ATACAM BATALHÃO DO CORPO DE BOMBEIROS E ESTAÇÃO DO BRT
Vândalos
atearam fogo a uma estação do BRT na Av. Antônio Carlos e ameaçam
invadir o Terceiro Batalhão do Corpo de Bombeiros, localizado na mesma
via. A Tropa de Choque se dirige para o local para conter a ação
criminosa.
19H05- MANIFESTANTE JOGA PEDRA CONTRA POLICIAIS
18H58 - VÂNDALOS TENTAM INCENDIAR CARRO E POSTO DE COMBUSTÍVEIS
Vândalos
jogaram um coquetel molotov em um carro na Região da Pampulha, mas
felizmente não houve incêndio. O grupo também ameaçou atirar um coquetel
molotov em um posto de combustíveis, mas não chegou a concretizar a
ação.
18H55 - CONCESSIONÁRIAS NA PAMPULHA SÃO ATACADAS POR VÂNDALOS
Além
da Caoa Hyundai, outras concessionárias foram depredadas por vândalos
durante protestos na Pampulha. Embora tenham sofrido menos danos,
Automark Kia e Mila Volkswagen também foram alvo de ataques.
18H50 - POLÍCIA PODERÁ USAR BLINDADOS CONTRA OS MANIFESTANTES
O
Major Gilmar da Polícia Militar disse em um pronunciamento na rádio
BandNews que poderá utilizar blindados contra os manifestantes, caso os
enfrentamentos prossigam, mas ressaltou que a corporação usa apenas
armas não-letais na ação. Ele classificou o grupo que depredou uma
concessionária Hyundai na Av. Antônio Carlos de baderneiros e disse que
saques e ataques confirmam que há dois grupos nas manifestações: um de
pessoas de bem e outro de vândalos.
18H45 - VÂNDALOS DESTROEM CONCESSIONÁRIA HYUNDAI E GARAGEM DA UFMG
A
concessionária atacada por vândalos durante o protesto na Av. Antônio
Carlos é a Caoa, da marca Hyundai. O grupo também atacou uma garagem da
UFMG, destruindo completamente vários veículos da instituição.
18H40 - POLICIAL COM CÃES MONITORA MANIFESTANTES
18h35 - PM USA CAVEIRÃO PARA CONTER MANIFESTANTES
O
Caveirão da Polícia Militar está posicionado na Av. Antônio Carlos. Um
grupo de manifestantes segue em direção à tropa de choque, dando
sinais de que pode ocorrer novo enfrentamento. Segundo o
tenente-coronel Alberto Luiz, chefe da comunicação da Polícia Militar, é
a primeira vez que o veículo é utilizado em missão no estado.
18H25 - CONFRONTO JÁ CONTABILIZA 11 FERIDOS
Os
confrontos já deixaram ao menos cinco policiais e seis manifestantes
feridos. Entre as vítimas civis, estão os dois jovens que caíram do
Viaduto José Alencar.
18H22 - MAIS UM MANIFESTANTE CAI DE VIADUTO Mais
um manifestante caiu do viaduto José Alencar. Ele teria batido a
cabeça no meio-fio e sofrido ferimentos graves. A identidade da vítima
ainda não foi revelada.
18H12 - POLÍCIA PEDE QUE MANIFESTANTES RETORNEM PARA CASA
Diante do clima de guerra que se
instalou na Av. Antônio Carlos, o Coronel Márcio Santana, da Polícia
Militar de Minas Gerais, pediu para que os manifestantes retornem para
casa durante pronunciamento na Rádio Itatiaia. Segundo ele, as tropas
ainda não utilizaram a força máxima para conter os atos de vandalismo
que ocorreram durante o protesto, exatamente para evitar que pessoas de
bem fiquem feridas, mas ressaltou que enfrentamentos mais violentos
podem acontecer. Ele ainda lamentou que uma minoria presente na
manifestação tenha protagonizado ações criminosas.
Leia o texto integral da PM:
"Diante
do clima de instabilidade que se instalou na Avenida Antônio Carlos, o
comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Márcio Santana, pediu, às
18h, por meio de uma emissora de rádio, que os manifestantes retornem
para casa. O oficial disse que as tropas ainda não utilizaram a força
máxima para conter os atos de vandalismo que ocorreram durante o
protesto, “exatamente para evitar que pessoas de bem fiquem feridas”,
mas ressaltou que enfrentamentos mais violentos podem acontecer. Ele
lamentou que uma minoria esteja protagonizado ações criminosas.
No momento que torcedores saíam do Mineirão e para evitar mais
incidentes, o coronel pediu que os pais ligassem para seus filhos e
parentes, que estavam na esquina de avenidas Abraão Caram com Antônio
Carlos, e os chamassem de volta para casa. Assim, segundo o policial
militar, os baderneiros serão identificados com mais facilidade.
A medida é para evitar que vândalos, que depredaram a concessionária
Hyundai e outros estabelecimentos das proximidades, continuassem agindo
criminosamente, atacando policiais militares e se escondendo no meio da
multidão. Ele reforçou que o grupo de delinqüentes é uma grande
minoria.
O comandante-geral
adiantou que a PM precisa separar, visualmente, quem é baderneiro e
quem é do bem. As pessoas que participam do manifesto, pacificamente,
devem retornar pela Avenida Antônio Carlos. A PM vai entender que quem
permanecer na Abraão Caram e partir para o enfrentamento com a PM será
preso e conduzido para a delegacia, onde ficarão à disposição da
Justiça. O Cel Sant`Ana estimou, ainda, que aproximadamente 60 mil
pessoas participam das manifestações na região da Pampulha."
18H10 - POLICIAL MOSTRA FERIMENTO EM CONFRONTO
18H00 - TROPA DE CHOQUE E CAVALARIA DA PM AGEM CONTRA MANIFESTANTES
A
tropa de choque e a cavalaria da polícia militar descem a Av. Antônio
Carlos no sentido Pampulha/Centro para dispersar o protesto na Pampulha.
As forças de segurança atacam os manifestantes, com muitas bombas de
gás lacrimogêneo e balas de borracha.
17H50 - ESQUINA DE ANTÔNIO CARLOS COM SANTA ROSA VIVE CLIMA DE GUERRA
Muita
fumaça e explosões tomam conta da esquina entre as avenidas Antônio
Carlos e Santa Rosa. O clima no local é de guerra. Há relatos de
depredação e inclusive uma concessionária de automóveis teria sido
invadida por alguns manifestantes.
17H42 -ADOLESCENTE DE 16 ANOS CAI DE VIADUTO
O
jovem que caiu do Viaduto José Alencar é Caio Augusto, de 16 anos. Ele
está semiconsciente, sofreu fratura na perna e está com suspeita de
traumatismo craniano.
17H40 - POLICIAIS E MANIFESTANTES SE ENFRENTAM
Um
grupo de manifestantes atira coquetéis molotov nos policiais, que
revidam com gás lacrimogêneo. Um grupo, posicionado em cima do Viaduto
José Alencar, ateou fogo a objetos. Segundo o Tenente-coronel Alberto
Luiz, chefe de comunicação da PM, a polícia ainda não utilizou balas de
borracha.
17H35 - MAIS UM MANIFESTANTES FERIDO
17H28 - MANIFESTANTES RECUAM NA AV. ABRAHÃO CARAM
Após
disparos de bombas de gás lacrimogêneo, grupo que estava posicionado
em frente à barricada da tropa de choque na Av. Abrahão Caram foi
dispersado. Há poucos manifestantes no local. Porém, há muita correria
nas proximidades do Viaduto São Francisco.
17h25 - VÍDEO MOSTRA CONFRONTO ENTRE POLICIAIS E MANIFESTANTES
17H20 - REPÓRTER FOTOGRÁFICO FICA FERIDO
Um
repórter fotográfico ficou ferido na perna durante o enfrentamento
entre manifestantes e policiais. Ele teria sido atingido por estilhaços
de uma bomba.
17H10 - TRÊS MANIFESTANTES FICAM FERIDOS
Entre
os manifestantes, ao menos três pessoas ficaram feridOs. Um deles,
bastante machucado na cabeça, diz ter sido atingido por uma bala de
borracha, mas os policiais afirmam que o ferimento foi causado por uma
pedrada.
17H05 - CONFRONTO ENTRE PM E GRUPO DE MANIFESTANTES
16h55 - QUATRO MILITARES FICAM FERIDOS EM ENFRENTAMENTO
Segundo
o tenente-coronel Alberto Luíz, chefe de comunicação da Polícia Militar
de Minas Gerais, quatro militares estão feridos. Um deles foi
hospitalizado após levar uma pedrada no olho. O tenente-coronel afirmou
que alguns manifestantes estão disparando bombas de fabricação caseira
nos militares, e afirmou que o efeito desse tipo de artefato “é muito
pior que o das balas de borracha”.
16H40 - MILITARES REAGEM COM BOMBAS DE GÁS E SPRAY DE PIMENTA
Os
militares voltaram a atirar bombas nos manifestantes e também
utilizaram spray de pimenta. O maioria dos manifestantes, ao fundo,
entoa o hino nacional e tenta acalmar os ânimos dos dois lados.
16H30 - CLIMA CONTINUA TENSO
Um
pequeno grupo de manifestantes volta a atirar pedras e disparar rojões
contra o cordão de isolamento formado por militares, que se mantêm na
defensiva.
16H25 - ATOS DE VIOLÊNCIA SÃO CONTIDOS
Após
o princípio de enfrentamento, manifestantes e militares cessam ataques.
Muitos manifestantes gritam “sem violência” e tumulto é contido. Mas
clima ainda é tenso.
16H20 - POLÍCIA DISPARA BOMBAS DE EFEITO MORAL
Polícia
reage e já dispara as primeiras bombas de efeito moral contra os
manifestantes. Os militares avançam e um grupo de populares já começa
voltar correndo.
16H15 - CLIMA TENSO
Um
grupo de manifestantes dispara rojões e joga pedras contra a tropa de
choque, posicionada na Av. Abrahão Caram. Os militares ameaçam reagir e
o clima fica tenso.
16H10 - 60 MIL MANIFESTANTES
Segundo a Polícia Militar, o número de manifestante em passeata na capital chega a 60 mil. Os manifestantes estão Pampulha.
16H00 - MANIFESTANTES SEGUEM EM DIREÇÃO AO MINEIRÃO
Em
frente à entrada do Campus da UFMG, na Av. Antônio Carlos, o
manifestantes começam a se dividir. Algumas pessoas seguem para a Av.
Santa Rosa, seguindo o roteiro autorizado pela Polícia Militar, que
prevê a dispersão na Igrejinha da Pampulha, mas um grupo grita que
seguirá até o Mineirão e começa a caminhar em direção à tropa de choque.
Já é possível sentir cheiro de vinagre entre os manifestantes.
15H55 -BOMBEIROS DÃO ÁGUA AOS MANIFESTANTES
Os
Militares do Terceiro Batalhão do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais,
localizado na Av. Antonio Carlos, estão matando a sede manifestantes.
As pessoas se aproximam da grade e entregam garrafinhas aos militares,
que as devolvem cheias de água.
15H40 - FORÇA NACIONALMilitares
estão camuflados dentro da mata da UFMG, ao lado da Avenida Antônio
Carlos, onde a manifestação se encontra neste momento. Um segurança da
UFMG confirmou que o grupo faz parte da Força Nacional de segurança.
Alguns deles estão deitados entre ás árvores. Não é possível saber quantos homens estão escondidos no local.
15h40 - BALA DE CARAMELO
A
manifestação chegou na UFMG. Viaturas da Polícia Militar e da Força
Nacional saem da Rua Marechal Esperidião Rosa para monitorar os
manifestantes, que estão concentrados na Avenida Antônio Carlos. Um
manifestante entregou bala de caramelo aos policiais.
15h20 - ABRAÇO SIMBÓLICOMilitares
do Batalhão de Trânsito que o acompanham o protesto na Avenida Antônio
Carlos desconhecem a informação de que os manifestantes dariam um
abraço simbólico ao redor da Lagoa da Pampulha
15h10 - PONTO DE APOIO Em
meio à marcha, um pequeno comércio itinerante chama a atenção.
Identificada como "Ponto de Apoio" a venda comercializa barras de
cereais, água mineral, refrigerante e cerveja. Ela é comandada por dois
jovens com máscaras prateadas. Sem se identificarem, eles contam que
estiveram no protesto da última terça-feira e que foram agredidos pela
Polícia Militar, durante o conflito na Avenida Antônio Carlos.
Os
dois garantem estar vendendo os produtos a preço de custo para os
manifestantes. Uma placa indica os preços: barra de cereais: R$ 1; água
mineral: R$ 2; refrigerante: R$ 3; e latão de cerveja: R$5.
14h30 – DE MÃOS DADAS
Neste
momento, os manifestantes que puxam a caminhada estão parados, na
altura do Viaduto São Francisco, na Avenida Antônio Carlos. De mãos
dadas, eles aguardam o restantes do movimento que se estende até o
Hospital Belo Horizonte. Segundo a Polícia Militar, mais de 15 mil
pessoas estão participando da caminhada e a cada momento mais pessoas se
junta à multidão.
14h55 – NOVOS GRUPOS CHEGAM
Grupos
de manifestantes descem a Avenida Antônio Carlos, no cruzamento com a
Avenida Américo Vespúcio, sentido Centro, para se juntar à multidão que
marcha em direção ao Mineirão. Diversas pessoas estão em cima dos
viadutos da Av. Antônio Carlos acompanhado a passagem da manifestação.
14h45 - PAUSA PARA ESPERAR
Neste
momento, o grupo que seguia na frente pararam na altura do Viaduto
Moçambique, próximo ao Anel Rodoviário. Todos estão de mãos dadas
aguardando o restantes das pessoas que ficaram para trás. A passeata
está bonita! Várias pessoas dos bairros, ao longo da avenida, vão saindo
de suas casas e se juntando ao movimento. Muitas pessoas também ocupam
as janelas e acenam para os manifestantes com bandeiras e panos
brancos.
14h30 - CENA MARCANTEEm
uma das cenas mais emocionantes da manifestação até o momento, um
homem com equipamento de rapel desceu o Viaduto República do Congo de
ponta cabeça carregando uma bandeira do Brasil.
A descida levou a multidão ao delírio.
A
manifestação deste sábado está pacífica e diversificada, tanto nas
reivindicações quanto no perfil dos manifestantes. São crianças, jovens e
adultos com cartazes por Belo Horizonte, principalmente na Praça Sete.
Acompanhe a mobilização de hoje:
14h20– MULTIDÃO TOMA ANTÔNIO CARLOS
Aproximadamente
15 mil pessoas ocupam desde o começo do Viaduto A, no centro da Cidade
até a altura do Departamento de Investigação da Polícia Civil, na
Lagoinha. O protesto segue sem maiores problemas, embora alguns
manifestantes explodiram bombas dentro do protesto, mas foram
repreendidos pelos demais.
Vários grupos participam da marcha. Em
um megafone, um jovem comunica que este é um ato familiar e pacífico,
enquanto a multidão caminha rapidamente em direção à Região da Pampulha.
14h00– PRINCÍPIO DE CONFUSÃO
Logo
no início da marcha até o Mineirão, um grupo de aproximadamente 90
pessoas tentou seguir a frente da multidão, o que causou bate boca com
as pessoas que seguiam à frente. A situação foi rapidamente controlada e
a manifestação segue unida em direção a Avenida Antônio Carlos,
passando pelo viaduto A. Enquanto caminham os manifestantes chamam as
pessoas que acompanham o movimento pelas janelas para se juntarem à
multidão.
Enquanto o protesto seguia pelo Viaduto A em uma pista
liberada para o ato, parte dos manifestantes saltou a mureta que divide o
viaduto e invadiu a pista contrária, por onde havia fluxo de veículos.
Um dos manifestantes quase foi atropelado, mas a caminhada seguiu sem
incidentes. A PM acompanha a movimentação e fecha o trânsito pelo
trajeto até o Mineirão.
13h45– TAXISTAS PROTESTAM
Escoltados
por viaturas da PM, um grupo de motoristas de táxi lotação ocupa parte
da Afonso Pena com faixas de apoio a redução das tarifas do transporte
público na Capital. Regulamentada pela BH Trans, o preço da passagem
para subir a Afonso Pena também passa por reajustes sempre que as
tarifas dos ônibus passam por aumento.
13h30– COMEÇA A CAMINHADA
Os
manifestantes iniciam a caminhada rumo à Pampulha. Uma multidão deixa a
Praça Sete e marcha em direção à rodoviária. De lá, eles vão pegar o
viaduto que dá acesso à Avenida Antônio Carlos, por onde seguirão em
passeata. Um grupo, que puxa o movimento, abriu faixas grandes para
conter e organizar as pessoas que vão acompanhar a passeata. O
movimento continua pacífico e sem ocorrências de atos violentos. Um
helicóptero da Polícia Militar já está posicionado, acompanhando a
manifestação do alto. Em terra, dezenas de policiais do Batalhão de
Trânsito e Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), também acompanham.
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13h00 – FRASES CRIATIVAS
Dezenas
de manifestantes sentaram na rua para escrever as mensagens de protesto
em cartazes. As mensagens trazem apoio a grupo variados como
professores, gays e pedidos de passe livre para estudantes. O centro de
BH está colorido por bandeiras e cartazes. A cada momento, vai chegando
pessoas de diversos pontos da cidade e juntam à multidão que se
concentra na Praça Sete. O protesto, que segue pacífico, é acompanhado
de perto por policiais militares. Por enquanto, nenhuma ocorrência de
violência foi registrada pela PM.
12h30 – AQUECIMENTO
O
número de manifestantes só aumentam na Praça Sete, no Centro de BH.
Munidos de tambores e baterias, grupos entoam cantos de protesto e fazem
um preaquecimento para a caminhada em direção à Pampulha, às 14h.
12H - TODOS SE JUNTAMO
número de manifestantes cresce rapidamente e a previsão é de início da
caminhada às 14h em direção à Pampulha. São quase 3 mil pessoas entre
estudantes, ambientalistas, movimento Hare Krishna, manifestantes contra
o ato médico, artistas, representantes de movimentos LGBT e outros. Em
clima de paz, muitos acompanham o batuque no quarteirão fechados,
enquanto outros assistem à capoeira.
11H30 - MOVIMENTO CRESCEMais
de 1 mil pessoas já se juntam ao protesto. Os cartazes são
confeccionados no chão da Praça Sete e as vozes se unem de forma
pacífica em um chamado de caminhada até a Pampulha. O trânsito na Região
Central começa a fica caótico com o retorno de carros e ônibus
desviados da Afonso Pena e Amazonas.
11H - DESVIO NO TRÂNSITO
A Polícia
Militar (PM) já montou o desvio no trânsito das avenidas Afonso Pena e
Amazonas porque cerca de 300 pessoas fecharam a Praça Sete. O número de
manifestantes cresce a cada minuto e eles vão caminhar até a Lagoa da
Pampulha. Segundo o comandante do Batalhão de Polícia de Eventos (BPE),
coronel Antônio de Carvalho, um acordo foi fechado com os manifestantes
que seguirão pela Avenida Presidente Antônio Carlos e chegarão até a
Igreja São Francisco, na orla. A expectativa do coronel é de manifesto
ordeiro e tranquilo. O militar está conversando muito com os
manifestantes, priorizando o diálogo com o grupo.
A grande marca
do sábado é a diversidade. Estão presentes os representantes da
Associação Mineira de Defesa Ambiental. Maria Dalce Rita, membro do
grupo, disse que a voz deles na manifestações é pela proteção. “Somos
parte da massa”. Ela relembrou que Minas lidera a lista de estados que
mais desmatam e se mostrou contra o Projeto de Lei 3915, que segundo
Maria Dalce, revoga leis de proteção ao meio ambiente.
10H - CONCENTRAÇÃO
Manifestantes começaram a se juntar no
entorno do pirulito da Praça Sete, no Centro de Belo Horizonte. Um
pequeno grupo de 60 pessoas fechou, por alguns momentos, o trânsito da
Avenida Afonso Pena no sentido rodoviária/Mangabeiras. Outra parte está
concentrada no quarteirão fechado da praça esperando maior número de
pessoas para o protesto. Pelas redes sociais há confirmação de mais de
120 mil manifestantes que devem chegar até o início da tarde de hoje. A
Polícia Militar (PM) já está de prontidão na região para acompanhar as
mobilizações.
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O vendedor Deividson Souza, 25 anos, está
aproveitando a onda de protestos para lucrar. Ele comercializa máscaras e
disse que a demanda aumentou assustadoramente. Antes vendia apenas 10
mercadorias por semana e agora emplaca 30 por dia, casa uma ao valor de
R$ 15. Segundo o vendedor, a máscara branca do filme V de Vingança é a
prefeitura porque ficou conhecida internacionalmente como símbolo do
sarcasmo em protestos. No entanto, ele acredita que muito oportunistas
estão comprado as máscaras para se esconder em atos de vandalismo nas
manifestações.
O Comitê Popular dos Atingidos pela Copa 2014
também está presente neste sábado. Fidélis Alcântara é membro do
movimento e defendeu que as manifestações não são apenas pelo passe
livre, mas sim pelas questões da Copa, das obras que não ficaram
prontas, pela falta de investimento em infraestrutura. Alcântara
comentou a redução de R$ 0,10 foi uma enganação da prefeitura, porque
deveria ter sido imposta a revisão de contratos com as empresas de
ônibus.
Outros que marcaram presença foram os profissionais
da área de saúde que protestam contra o Ato Médico, aprovado pela
presidente Dilma. A psicologa Lourdes Machado, do Conselho Regional de
Medicina, disse que é contra alguns pontos do projeto, principalmente
aqueles que restringem o diagnóstico nosológico e receita apenas aos
médicos. “Se você procurar um nutricionista terá que ir ao médico e
depois procurar o profissional que deseja. Se isso acontecer seremos
apenas técnicos coordenados por médicos”, disse Machado.