Líder de mercado há mais de 30 anos, A HISTÓRIA DA PSICOLOGIA MODERNA foi elogiado por sua cobertura abrangente e abordagem biográfica. Com foco na psicologia moderna, a cobertura do texto começa no final do século XIX. Os autores personalizam a história da psicologia não apenas usando informações biográficas sobre teóricos influentes, mas também mostrando como eventos importantes na vida desses teóricos afetaram as próprias ideias, abordagens e métodos dos autores. Atualizações substanciais nesta edição incluem discussões sobre psicologia evolutiva, neurociência cognitiva e psicologia positiva. O resultado é um texto que é tão oportuno e relevante hoje como era quando foi introduzido pela primeira vez.
Da perspectiva da epistemologia unitária, conclui-se que, por não alcançar unidade, a psicologia não se constitui como ciência e, consequentemente, que não se pode fazer, quer epistemologia da ciência psicológica, quer história da ciência psicológica. Sob esse ponto de vista, a história da psicologia não pertence ao gênero história da ciência. O que levanta a seguinte questão: se não existe história sancionada da psicologia, a história da psicologia começa aonde? Com os filósofos pré-socráticos (cf. Robinson, 1986; Rosenfeld, 1984)? Com a revolução científica moderna (cf. Boring, 1957 [1929])? Com Descartes (cf. Keller, 1970 [1965])? No século XVIII (cf. Danziger, 1997)? Com Wundt (cf. Danziger, 1990)?
A história da psicologia como história de culturas filosóficas é história de tradições de pensamento filosófico. Quando Wundt critica a psicologia tradicional e lança os fundamentos da psicologia moderna com base na sua concepção de ciência, a crítica é dirigida, entre outros, a Descartes, Leibniz, Hobbes e Locke. As tradições de pensamento filosófico nas quais esses autores podem ser incluídos, ou quando até mesmo são seus fundadores, não são acatadas por Wundt, embora ele esteja de acordo com Leibniz em outros aspectos (cf. Blumenthal, 1980; Danziger, 1980). Segundo Danziger (1979a), a psicologia de Wundt se insere na tradição filosófica alemã, que distingue as ciências da natureza (Naturwissenschaften) das ciências da cultura (Geisteswissenschaften). Wundt não aceita a redução da psicologia à física ou a redução da causalidade psíquica à causalidade física. Sua concepção de psicologia fisiológica e experimental como ciência intermediária entre as ciências da natureza e as ciências da cultura expressa a dualidade entre a cultura e a natureza, bem como a irredutibilidade da primeira à segunda. Uma prova adicional dessa dualidade encontra-se na diferença que o psicólogo alemão faz entre a psicologia cultural (Völkerpsychologie) e a psicologia fisiológica e experimental. A psicologia cultural investiga os processos mais complexos da mente, como linguagem, mito, religião, arte, sociedade, lei, cultura e história (cf. Blumenthal, 1975). E a psicologia fisiológica e experimental investiga os processos mais simples da mente, como sensação, percepção e processos afetivos (cf. Danziger, 1979a, 1980). A psicologia cultural não pode ser reduzida à psicologia fisiológica e experimental, nem processos mentais complexos podem ser reduzidos a processos mentais mais simples.
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