Fwd: Brasília ganha dicionário recheado de humor

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Gabriella Moreschi Rojas

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Jun 2, 2011, 4:29:06 PM6/2/11
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---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Gabriella Moreschi Rojas <gabriel...@presidencia.gov.br>
Data: 2 de junho de 2011 16:11
Assunto: ENC: Brasília ganha dicionário recheado de humor
Para: "gabriella...@gmail.com" <gabriella...@gmail.com>


 

 

Gabriella Moreschi Rojas

Subchefia de Assuntos Federativos

Secretaria de Relações Institucionais

Presidência da República

(61) 3411 - 3299/ (61) 8427-3307

 

 

 

De: Laura Janice Xavier Fernandes
Enviada em: quinta-feira, 2 de junho de 2011 15:52
Assunto: Brasília ganha dicionário recheado de humor

 

O jornalista Marcelo Torres trabalha na Presidência da República. Trabalhava comigo.
É da Bahia e apaixonado por Brasília, como eu. Vale muito!!

 

Brasília ganha dicionário recheado de humor

 

Brasília já possui um vocabulário para chamar de seu, ainda que seja um linguajar bastante influenciado pelas pessoas de fora, que representam a metade da população. Em Brasília, edifício é bloco; bicicleta é camelo ou magrela; e ônibus tem ao menos quatro “apelidos” - baú, Davi, caixão e GOL (grande ônibus lotado).

 

Em Brasília, micro-ônibus é zebrinha, radar é pardal, retorno é tesourinha, térreo é pilotis, periquito é maritaca, tiara é diadema e meleca é um pequeno adesivo que se cola no peito. 

 

No próximo dia 15, às 19 horas, será lançado no Carpe Diem (104 Sul), um livro gostoso, divertido e irreverent, que explica esses e outros verbetes. Esse livro é “O bê-á-bá de Brasília: dicionário de coisas e palavras da capital”. 

 

A obra não se limita às gírias, palavras e expressões do cotidiano do Distrito Federal. Ela também aborda, de um jeito informal e irreverente, os mais diferentes aspectos da capital do país. Verbos como “arrudiar” e “abadiar”; apelidos de locais, prédios, monumentos e vias públicas (Cascata, Água Mineral, Prendedor, Bolo de Noiva, Túnel do Tempo, Torres Gêmeas, H, Eixinhos); e siglas, muitas siglas (QI, SQN).

 

O livro também mostra outra característica brasiliense – a mania de abreviar as palavras: véi, cachu, refri, Taguá, Ban-Ban, cerva, Piri, mó, fi e até fi-in são alguns dos termos usados pelos jovens.  Fatos, frases, palavras, gírias, expressões, coisas típicas, curiosidades, bizarrices. São 884 verbetes, num espécie de Brasília de A a Z. “Este livro é uma declaração de humor a Brasília”, diz o autor, o jornalista Marcelo Torres.

 

Marcelo nasceu na pequena cidade de Sátiro Dias-BA, a 210 km de Salvador; com 15 anos de idade foi estudar em Salvador, onde se formou em Jornalismo, pela Universidade Federal da Bahia. Funcionário de carreira do Banco do Brasil, passou em seleção interna em junho de 2002 e veio trabalhar na Diretoria de Marketing e Comunicação, em Brasília, onde foi editor de uma revista interna.

 

O autor já publicou um livro de crônicas – “O Fuxico” -, quando ainda morava em Salvador. Foi uma edição própria, com tiragem de 1.000 exemplares. “Vendi uns 300, o resto foi doado”, brinca. Ele diz que começou a fazer o livro sobre Brasília logo quando chegou aqui. “Com dois dias, já ouvia coisas como tesourinha, pardal, balão, pilotis, camelo e zebrinha. Logo pensei em fazer um livro do tipo ‘Dicionário de Brasiliês’”, revela.

 

“Eu sempre ouvi e anotei palavras e expressões, em mesa de bar, numa corrida de táxi, num ponto de ônibus, no trabalho”, conta. “Nada escapa do meu olhar – outdoor, placas, faixas, gôndolas, catálogo telefônico, anúncio de jornal, tudo”. Ele fala que ouviu os mais diferentes tipos de gente - garçons, skatistas, servidores públicos, políticos, policiais, pichadores, jornalistas, camelôs, músicos. “Eu ouvi até os surfistas do Lago Paranoá”, diz.

 

O autor, porém, ressalva: “Nem tudo no livro é exclusivo de Brasília. Há muitas coisas que são faladas em outras cidades também. Os verbetes do livro são típicos de Brasília, mas não necessariamente originais”, explica. “Uma coisa típica de Brasília é algo característico daqui, como o ‘tipo assim’, mas não só daqui. Já a coisa original – como ‘pardal’ - é aquela que se originou aqui”, conclui.

 

 

Serviço

“O bê-á-bá de Brasília: dicionário de coisas e palavras da capital”

Editora Thesaurus, 96 páginas, R$ 20,00

Dia: 15 de junho (quarta-feira)

Horário: 19 horas

Local: Carpe Diem, 104 Sul

Site: www.thesaurus.com.br

 

Contato com o autor: (61) 9962 6035

marcelo...@gmail.com

 


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