Car@s!
Retransmito matéria publicada no Jornal O Globo desta quinta-feira, dia 23/2. Para nós que trabalhamos com
planejamento municipal e regional, não causa surpresa os dados desta reportagem, mas não deixa de ser alarmante...
Ressalto ainda, a relação existente entre esta matéria do Globo e o alerta do Adv. Nelson Saule,
ao final desta mensagem. Em se tratando de uma realidade das nossas cidades, a incapacidade da
maioria dos nossos municípios, trata-se de uma importante demanda para a Conferência Internacional sobre Sustentabilidade Rio+20.
Abraços!
Ivan Moraes
Gestor Ambiental
Planejamento Regional Participativo
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Cidades não têm preparo para projetos
Grande parte dos municípios brasileiros não tem estrutura para emplacar convênios com a União em áreas como saneamento, transporte e saúde. Cerca de 40% dos projetos apresentados por prefeituras são rejeitados por falta de qualidade.
FONTE: Jornal O Globo de 23/02/2012
Leia mais em:
http://oglobo.globo.com/pais/falta-de-qualificacao-afeta-vida-de-prefeituras-brasileiras-4048170#ixzz1nCI4sHJX
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Olá Colegas
Analisando o documento oficial das Nações Unidas para a Rio+20 existe somente o parágrafo abaixo que versa sobre as cidades.
Na minha opinião é um grande retrocesso sobre o que fomos conquistamos nos anos 90, na construção das agendas globais na comunidade internacional desde a Rio 92 com a agenda 21 depois em Istambul com a Agenda Habitat por exemplo.
E a Agência Habitat o que esta fazendo na construção deste documento, sem contar os nossos governos?
Temos que nos mobilizar para assegurar um tratamento estratégico sobre as cidades na Rio + 20
Nelson Saule Júnior
[Cidades]
72. Comprometemo-nos a promover uma abordagem integrada e holística para o planejamento e
construção de cidades sustentáveis mediante apoio a autoridades locais, redes eficientes de transporte e
comunicação, prédios mais verdes e assentamentos humanos e sistemas de serviços urbanos eficientes,
melhor qualidade do ar e da água, redução dos resíduos, e melhor resposta e preparo a desastres e maior
resiliência climática.
O grande problema é que não se investe em projeto.
Planos e projetos de redução de risco, saneamento básico, requalificação urbana e provisão habitacional são exemplos de investimentos necessários que não são efetuados com a necessária antecedência e, no momento da disponibilização de recursos, não estão disponíveis para contratação.
Predomina a péssima política de só se investir em obras, licitando-as apenas com projetos básicos (não detalhados). Posteriormente, as empreiteiras vencedoras tratam de contratar os projetos em caráter de urgência.
PASCOAL GUGLIELMI
(11)35717311 / (11)81817311
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