algumas poesias recentes

3 views
Skip to first unread message

Rodrigo Szymanski

unread,
Mar 25, 2012, 9:27:32 AM3/25/12
to adriana pj londrina, Ana Elisa Fontanela, padre bazan, aline pj, Aline nandi, andre floripa, Daniel Tomazoni, Joseanair - A Luta é pra vida toda, Adriano De Martini, Abigail Lopes, Amanda Boneti, Aryella Pinheiro da Silva, Welton Vieira de Andrade, PATRICIA AGUIAR, Deborah Acordi, Contabilidade Barzan 48.3447.6618 - Anderson Barzan Goulart, Gisleyne Anacleto, Sindicato Agricultura, Márcio Benevides, Junior Barbosa, pe bento, Beth Panelli, Bianca Ortega, birolo, bel, Devaneide De Brida, Bia de Bona, renan borges gonçalves, pj criciuma, Renato Correia, Joseilton Ramos Cazé, pe carminati, ellen caroline pereira, Elena Casagrande, marcos criciuma, caritas, carrer, Cinara Sacomori, Davi Carrer, Gelinton Batista da Cruz, chico, Francielly Camilo, Sandra Cruz, Priscilla Cantoni, Johana Cabral, Catiuscia Custodio de Souza, Joelma Coutinho, Pastoral da Juventude SC - Uilian, dom pedro, lista nacional da pj, Frei Djalma Moraes, Jordana DE Faveri Monteiro, Alessandra do Nascimento, Simone Pinheiro de Souza, Paulo Sérgio Dozol, Caroline Daros, Djeisa Pasini, escola de liturgia, enio, Solange Freitas Gomes, paula fernanda scarmagnani perraro, Roque Favarin, pri floripa, Francine Hoffmann, Fabiana Gonçalves, Camila Furlan, Thuane Gandolfi, gabriela londrina, glauc...@hotmail.com, hevelin, Henrique Manoel, Henrique Manoel (PeJoteiro), historia unesc, hevyg...@hotmail.com, irma, irja...@yahoo.com.br, Isabela Braga, Isa Verza, Jádna Salvador, João Paulo Poças, ' Juli, joice londrina, jessica schmitz, joana fenali, padre lauri, pj londrina, Larissa Apolinário, Rosana Peruchi Luiz, lian...@hotmail.com, neuza mafra, Marcos Regazzo, Taciene Minotto Zanette, morgana rosso, mari, padre marcionei, Nando Zamban, Nessa Garcia, nayar...@hotmail.com, onecimo, oooooooooooooooooooooooo ooooooooo, Priscila Pizzolo, pe sidnei, preta, Diana Quagliotto, Radamés Hakim, raiane rodrigues, renata flor, regi, thayla_e...@hotmail.com, Franciele Valadão
vc encontra todas aqui....  http://rodrigopjoteiro.blogspot.com.br/
muito obrigado....


lágrima da história

O por do sol pode ate contemporizar 
Porém a confiança sempre permanecera 
De seu espirituoso caráter reencontra 
Nas vagas brisas lembranças da aparência 

Retirado estive a contemplar o empíreo azul 
Nas ementas tão recentes da ternura 
Uma efígie pertencente à reminiscência 
As atitudes emaranhadas no desamparo atual 

No singelo chão elusivo de elites sem estirpes 
Qualquer divisão imaturo de negação a casualidade
Nas margens da essência ausência um ósculo 
Porque estampilha a covardia de criatura alforriado 

Qualquer lágrima da história que sobrevém do sem fim 
Uma sementeira desabrocha nos letargos estéreis da modernidade 
Algum grito que protesta ao Absoluto sua libertação 
Uma lamentação que exclama a verdade nos açoites invisíveis da realidade

Rodrigo Szymanski 22/03/12

O “Nós” permanece abatido

Eu sonho
Tu sonhas
Nós não sonhamos mais...

Que triste conjuntura jaz a nossa 
Qualquer realidade dos não românticos 
Do individualismo egocêntrico astúcia 

O “Eu” e o “Tu” com ilusão 
Mas o “Nós” permanece abatido 
Profanação do porvindouro judicioso 

Idealizar regressa a uma masmorra 
Lugar de origem das vanguardas emancipadas 
Com precária censura espiritual analítica 

Qualquer tempo determinado para presumir 
Os agravos conseqüentes do individual sem escrúpulos 
A extinção expressada ao “Nós” em estrondo fúnebre 

O aniquilamento reservado ao “Todo” 
Agüenta o frígido das fornalhas tropicais 
Ao encontro em adesão de alguns indivíduos 

Um berro de oposição passar a existir do silencia 
Os indiferentes e ofuscados se retornam livres das enlaças invisíveis 
E o reconhecimento do “Outro” se torna afeto e fascínio 
Rodrigo Szymanski 
23/03/12



Encontro com a Graça

Em meio ao reservado de mim a tua paixão 
A compunção sublime da degeneração 
Do mistério carecido de amargura 
A contemplação pacífica dos olhares 

Aos estampilho da arte da dor 
Uma lágrima nostálgica de compaixão 
O abraço amável no silencio da solidão 
A confiança no amor que cura as moléstias 

O abrigar as misérias de nosso ser 
Antecipa a ação do reencontro sagrado 
A liberdade de tomar o livre-arbítrio particular 
Meu encontro com a Graça Divinal

Aceito o Mistério da misericórdia Paternal 
E abraço a história filial de contentamento íntegro 
Praticar a existência como seguimento constante 
De ternura auferida do mistério sublime 

A solidão se recua como decorrido 
Quando descubro o encontro com Bom pastor 
Asilo de todas as amarguras mundanas 
Somente em Ti assento minhas esperanças !

Rodrigo Szymanski 24/03/12

Aquém da covardia

Aperfeiçoou o sentido elementar 
Das esferas exasperadas de expiação 
Um significado antagônico para a diferença 
Em hipotética astúcia de vivacidade 

Serenata de burocracia dos desiguais 
Em sambaquis profanados com despida audácia 
Uma canção de protesto pela imaginação 
Das infâncias atrapalhadas pela tendência 

Um rosário publicado na reminiscência 
Das aves Maria de lamúrias padecidas 
Os sinos que divulgam a redenção maternal 
Dos seios que nutrem as histórias fúnebres sentimentais 

O riso qual se exala nos calvários tráficos
Das drogas vitalícias de existir deslembrados 
Dos homens insensíveis que são senhoris 
Das existências alheias transformadas em artefatos condenados 

A oposição do sorriso em fina flor do desgosto 
Que ficar aquém da covardia de ser elemento temporário 
Modificando a definição de história profanada em argúcia
Dos temores a ousadia de sonhar com a libertação.

Rodrigo Szymanski 24/03/12

Esperança ininterruptamente!

Não achega somente o sorriso 
As memórias estações sem rosas 
Dos padecidos momentos de pranto 
Um grito alojado na garganta seca 
De reclamações por um jardim outra vez flórido 
O diabo das podas precoces 
Que cometem as flores em caules árduos 
Do brotar um ímpeto de extinção 
As choradeiras desabrocham os risos 
Da exultação de existir sem covardia 
E a espera das flores menina 
Exala nossa quimera fragrância 
Dos abraços em companheiros ausentes 
A esperança ininterruptamente!

Rodrigo szymanski 24/03/12

CHAMADO

Uma convocação que germina da profundeza 
O clamor afetuoso que perpetra o íntimo pulsar suave 
Um falar que serena a euforia dos costumes
Um mundo alargado a ser desvendado 

Reservado a mim pulsa tua fala chamando 
Para tudo abandonar sem receio 
Um tesouro garantido como promessa 
De ser somente um caminhante afortunado 

Sem ouro ou “malefícios” matérias como remuneração 
Somente o carinhoso efeito de professar discípulo 
Deixar tudo sem ao menos olhar para trás 
Abdicar as paixões provisórias em permuta ao amor inacabável 

Sua voz vibrou meu íntimo intensamente 
Não tenho noção para seguir distinto caminho 
A não ser o teu intranqüilo caminhar abandono 
E achegar na tranqüilidade de sua habitação 

Sua voz confundiu meu sossegado íntimo 
Não houve como recusar ao chamado 
Acompanhei-te sem coisa nenhuma transportar 
Pois satisfaz somente suas Palavras de existência eterna 

Atualmente sou somente um andante sem bens 
Extasiado pelo seguimento radical 
Bem-aventurado por ter acolhido tua ternura 
E pronto a ser instrumento de vosso amor 

Rodrigo Szymanski 24/03/12

Ato Herético

Sonhar se torna um ato herético. 

Quando o medo prevalece 
Quando o poder prepondera 
Quando o sentido se altera
Quando a dor se tona remédio
Quando os ricos possuem o Reino
Quando os sacramentos deixam de ser sinal
Quando o amor se torna banal 
Quando a opressão silencia
Quando o autoritarismo vira lei
Quando o dialogo é emudecido 
Quando a esperança se torna um martírio.

Rodrigo Szymanski

Canção de amor

Exponha que não me desejas outra vez 
E eu confinar-me-ei acomodado para o mar nômade 
Em ondas gigantes improvisarei meu leito noturno
Em entardecer campestre observarei a Artêmis e suas sinas

Conte que não me esperas como seu apego perpetuado 
E despontarei errante pelos caminhos das garoas de outono 
Sem covardia de regressar quando gritar por mim ausente 
Retornarei ao seu aconchego para aliviar meu espírito 

Pronuncie que não convenho mais para seus planos 
Que abraçarei que me é precisada solidão sem fim ao por do sol 
Admirarei seus rebentos no interminável do desconhecido
E notarei de sua dedicação e afeição quando permanecia infeliz

Regresse a me namorar do mesmo modo sem contrição 
Meu coração por temporada juvenil se distanciou de Ti
Mas imediatamente retorno esforçado a residir em seu Amor 
Não me abandone em padecer por sua ausência ó Mistério-Sublime

Rodrigo szymanski 24/03/12



poeira da esperança

Não sou capaz de parar de historiar 
Bailo como as palmeiras em sopros litorâneos
Sem receio das brisas crepúsculos da enseada 
Estável e maleável na harmonia da estação moderna

Abandono em confiança ao vento novidade
E vejo as multidões remotas que se espalham 
No imaturo dos bosques sem história o sol promulga
A seca sem tardança se desanda febril 

Eu observo longínqua a poeira da esperança, além disso, intensa 
Que promulga o movimento jovem que brota da rebeldia 
A marcha que trás as originais confianças das profecias fidedignas
Achega como a primavera bonança em flores coloridas desabrochadas 

Rodrigo szymanski 24/03/12



Reply all
Reply to author
Forward
0 new messages