#20-2014-PEM-IELB[ora�aodasemana]SemanaSanta-P�scoa-17-20abril

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IELB - PEM - Adilson D. Schunke

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Apr 16, 2014, 5:50:47 PM4/16/14
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#20-2014-PEM-IELB[oraçaodasemana]SemanaSanta-Páscoa-17-20abril

 

Porto Alegre, RS – 16 abril 2014

Contato: p...@ielb.org.br

 

oraçaodasemana - link (PDF E WORD)

https://db.tt/JdWAagnX

 

 

CARTAZ 2014 neste link:  https://db.tt/lVwrTPf6

 

 

 

 

*************************************

“Orai sem cessar!”

Inclua também! Amanhã pode ser você!

 

*** Vamos incluir todas as cidades da copa (nosso Brasil).... muitas manifestações estão sendo orquestradas o que poderá trazer grandes transtornos para a população naqueles dias!  

 

» Falecimentos nesta semana: 

 

- Sr. Hermes Wagner, (15/04), em Rio Bananal (ES). Irmão dos pastores Vilmar e Irmo Wagner.  vrwa...@ig.com.br  -  irmo....@ulbra.br

 

- Marcélia Zimmer, 14/04 (segunda),Vila Pavão, ES,  esposa do pastor Emérito Ernani Zimmer, tia do gerente da Editora Concórdia, Nilson Krieck  erna...@zipmail.com.br 

 

 - Sra. Ida Milbratz Geicke, (11/04), em Vitória (ES). Mãe do pastor Lindomar Geicke , de São Mateus (ES). pastor...@gmail.com

 

- Sra. Elzira Ernestina Vrielink, (14/04) , em Barão (RS). Avó do pastor Martinho Rennecke - mren...@hotmail.com

 

» Carlos Eduardo : filho do pastor Valdir Lopes Júnior, recém-nascido (2ª Feira, 14), permanece na UTI neonatal de Caxias, a esposa (Cristiane) teve alta ontem Hosp. De Canela. Problemas decorrentes de toxoplasmose. Informou pastor Airton Schunke, Conselheiro do Hortênsias. Valdir é pastor em Canela - pastorv...@yahoo.com.br

 

» Pastor Damir Louret : Cfe contato com Nelsi, esposa de Volmir, o colega Damir continua no hospital, mas já começa a se alimentar (era sua dificuldade maior) – fez exames ontem, para avaliar  lesões do avc, ainda não tem equilíbrio, precisa de ajuda. Damir é pastor juntamente com o Márcio Gowert em Espigão do Oeste, RO. Mais info com Volmir Forster (Conselheiro) - pvolmir...@gmail.com

 

» Pastor Ivo Krieser : “Ivo luta contra um câncer há mais de 10 anos. Precisa de nossas orações para que Deus lhe dê forças neste momento difícil.” Egon Martim Seibert.       

PS: O número do celular do Ivo é 84549024 se quiser falar com ele. esei...@terra.com.br  

» Carlos Eduardo Nerling : Filho de Edson e Vania, fez transplante autólogo de medula (dezembro/13)  e tratamento de quimio, em exame apareceram algunsrios outros focos que precisam ser combatidos agora. Precisamos incluir esta família em nossas orações. Edson é pastor em Toropi, RS (Emanuel).. edsona...@yahoo.com.br 

 

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Vania Kopper Nerling

Queridos amigos, hoje chorei e ri ao mesmo tempo de alívio, de alegria e de certeza que Deus em momento algum nos desamparou. Os exames de rotina do Carlos como sempre estavam ótimos, e as notícias dos médicos também maravilhosas. Eles estavam em dúvida se na última cintilografia as imagens que apareciam eram novas metástases ou algum resquício que ficou. Bem, graças a Deus não é metástase nova e esses resquícios podem ser algumas raízes que sobraram.

 

» Projeto Samaritano - 19 de abril – Dia do Índio : “Caríssimo irmão e colega, Adilson! Gostaríamos muito que constasse da página do PEM algumas informações para compartilhar com a igreja sobre o trabalho indígena. Considerando que 19 de abril é o dia do índio. E pedir a oração da igreja para este projeto tão importante e abençoado para o povo indígena do Mato Grosso do Sul.  No mais, aquele abraço, PRatund” – ratund...@gmail.com -  Informações com mais detalhes abaixo:

 

» Ari  Pfluck : “O Pastor Ari Pfluck recebeu alta depois de mais de mês internado. Agradecemos pelas manifestações de apoio e orações.” P. Donato - Donato é pastor na Comunidade Evangélica Luterana São Marcos, Alvorada - dpf...@uol.com.br

 

» Henrique Vorpagel : foi líder leigo (Vale do Itajaí), sogro de Charles Steyer.  Ex Pastor (Blumenau, SC). Em casa, mas ainda sob muitos cuidados. ctst...@furb.br

 

» Rolf Alfarth : amigo do seu Henrique e meu pessoal. (Henrique e Rolf, dois líderes) precisam de orações. São membros da congregação do pastor Bredow, Blumenau, grande colaborador do “oraçaodasemana”.

 

» Luís Cláudio Viana da Silva : – O pedido do pastor Filipe é para que a igreja continue orando por ele e sua família. Filipe Schneider é pastor em Goiânia - filipes...@gmail.com  - "Da cruz" – Goiânia.

 

  A G E N D A    E   D I VU L G A Ç Ã O

 

AGENDA/PEM

 

-24/abril – Disciplina de Administração Eclesiástica da IELB (DE – Pastor Arnildo e PEM, Adilson)  

 

Seminário de Liderança

- 12 de abril - Ponta Grossa, PR - Cel da Paz, Vila Izabel - 14hs - 19hs (adilson/rubens)

Com este Seminário, Conseguimos atingir todos os Distritos o que foi programado em 2010. A caminhada foi longa, mas muito gratificante. Em cada Seminário estive com um integrante da Diretoria nacional. Conheci a IELB e os seus rostos diferentes, de sula a norte, de leste a oeste. Mais de 5 mil participações, em sessenta distritos.

Conhecemos Ângelo Moura e seus pais, um jovem muito envolvido na sua congregação. Tem o sincero desejo de se tornar pastor. Enviou-nos um e-mail com a sua avaliação. Sei que sua avaliação foi muito generosa, mas é mais o menos isso que pudemos presenciar nestes Seminários de Liderança. Valeu a motivação que pudemos levar onde estivemos. Nossa gratidão a Deus por nos ter proporcionado esses momentos.

“Olá Pastores Rubens e Adilson!  Primeiramente parabéns pelo trabalho! Foi muito gostoso ouvir vocês falarem da nossa querida IELB, dos procedimentos, de como funciona, dos distritos, de como devemos trabalhar para o crescimento da igreja, etc.

Questões:

A)  Como foi o Seminário de Liderança em seu Distrito R: (muito produtivo).

B)  Como você considera a relevância dos assuntos apresentados:

R: (muito importante para o crescimento da igreja, a questão dos estudos bíblicos é missão pura).

C) Como você considera a apresentação: R: (Bem elaborada e gostosa de ser ouvida).

D) Farão alguma diferença para o sua Congregação e/ou Distrito:

como? (Sim, muito, porque nos dá novas direções, nos capacita, nos motiva, nos leva a viver a igreja e levar o amor de Cristo para as pessoas).

E) É um caminho adequado para a IELB a realização de Seminários de Liderança? (Adequadíssimo, imagina quantas pessoas puderam ouvir mais sobre a igreja, de como se procedem assuntos: Estudos Bíblicos, Frequência nos cultos, comunicação, que resume tudo na missão que devemos fazer.

F) sugestão especial - Que vocês nunca parem de fazer estas palestras, nota 10.

Um forte abraço.

Ângelo Marcos de Moura - Distrito Campos Gerais - Ponta Grossa, Paraná –

Congregação Paz - de Vila Izabel.”

 

 

OO

 

6º ENCONTRO DE AMIGOS - SINGULARES DA IELB

DIAS 26 E 27 DE ABRIL /2014

Na Escola Bom Pastor, Linha Brasil - NOVA PETRÓPOLIS-RS

OBJETIVOS

Mais Informações:

Edelgard Zimmermann – (ede...@hotmail.com)  (54) 8146-0747  /  (54) 3281-3859

Milena Rieger – ( mi.r...@gmail.com) (51)  9336-0024  /  (51) 3035-2861 – só a noite

Solicite Ficha de inscrição –

Favor Divulgar para os singulares de sua Congregação

 

OO

 

*** MARQUE TAMBÉM UM GOLASSO COM A HORA LUTERANA!

 

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OO

Nossa Editora! Passe lá! Ainda tem Cadernos de Estudos “Igreja em Grupos”

 

 

              P R O J E T O      S A M A R I T A N O

 

Paróquia “Voz da Cruz” – Aquidauana - Mato Grosso do Sul           

Pastor: Rev. Paulino Ratund  - email: ratund...@gmail.com

 

INTRODUÇÃO:

O Projeto tomou o nome de Samaritano inspirado em três momentos na trajetória de Jesus, nosso Senhor, na terra.

1º. O encontro de Jesus com a mulher Samaritana oferecendo-lhe a água da

 vida.  Este é o aspecto espiritual do projeto. Levar a Palavra de Deus a  todos. Cristo para os índios também!

2º. A Parábola do Bom Samaritano contada por Jesus. O amor ao próximo                      necessitado na sua saúde física. E, por fim, o 3º ponto que é a parábola da cura dos dez leprosos. Dos dez curados o único que retornou para agradecer era um samaritano. No Projeto, este retorno se caracteriza com os indígenas que formam grupos, congregações onde se reúnem para agradecer e conhecer melhor a Deus que salva e que cura, que guia e ampara – um Deus Salvador, presente igualmente nas aldeias. Nas congregações, o Projeto Samaritano tem os três pilares que fomentam                      todo o nosso trabalho: Atendimento espiritual, físico e educacional. Onde a vida comunitária acontece!

DEFINIÇÃO:

O Projeto Samaritano é um trabalho social-evangelístico da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, congregação “Voz da Cruz” de Aquidauana, realizado entre os povos indígenas da Tribo Terena na região Pantaneira, à oeste do Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil.

PRINCIPAL OBJETIVO:

 O Projeto tem o objetivo de levar a Palavra de Deus à realidade indígena, mostrando a importância de Deus na família. E, igualmente, atende à dura realidade do contexto indígena no que se refere à saúde, alimentação, roupas e educação.

 

NOSSOS PROJETOS:

 

1º. Social: Temos parceria com a Congregação “Trinnity”, Útica, Michigan, USA que apóia e ampara o ministério indígena. Mantém um pastor de tempo integral com todas as despesas supridas. A cada ano, forma-se um grupo de médicos, dentistas, oculistas, enfermeiras e agentes de saúde americanos que se juntam a um grupo brasileiro, todos voluntários, para juntos formarem a “Missão Médica”. Os brasileiros, também profissionais da área da saúde e tradutores que se empenham em facilitar e prover condições para a realização de uma verdadeira demonstração de amor cristão.

Se junta também a este grupo o apoio das prefeituras, empresários e amigos que ajudam na manutenção dos voluntários nestes dias. Os profissionais são devidamente credenciados pela FUNAI (Fundação Nacional do Índio), SESAI, CRM e CRO (Conselho Regional de Medicina e Conselho Regional de Odontologia). Na última edição da Missão Médica tornou nossa parceria a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. Foi uma experiência maravilhosa! Normalmente atendemos durante dez dias e, a cada ano, atendemos uma reserva indígena diferente. De modo que, o Projeto Samaritano oferece Assistência social e espiritual.

Ao projeto social ainda destacamos a participação de congregações e outros voluntários que                    enviam roupas usadas, calçados etc...

 

2º. INSTITUTO BÍBLICO:

Entre os indígenas que queiram incorporar-se ao Projeto Samaritano, oferecemos um curso de preparação de missionários para atuarem nas muitas portas que se abrem como oportunidades de amparar o nosso próximo. A duração deste curso é de três anos e meio – com teoria e prática.

 

CONTEXTO:

É um contexto absolutamente pobre e necessitado. Muitas vezes à beira da miséria humana em todos os aspectos. Na história os indígenas foram tratados como deuses, depois como bichos e agora, graças a Deus, estão resgatando a dignidade, e são tratados como humanos. Há muito que progredirmos neste campo ainda, pois, são relegados ao esquecimento, isolamento (o não acesso livre na sociedade) e sofrem um preconceito vergonhoso. É uma verdadeira desventura nascer dentro de uma aldeia indígena. As crianças sofrem muito e morrem precocemente. Muitos idosos vivem no abandono. As famílias lutam e brigam, muitas vezes, por alimento. Mas, em meio a esta situação social complicada, há felicidade, amor, abraços – uma comunhão alegre pelo Projeto Samaritano. Lutamos juntos, na esperança vindoura de dias melhores e uma justiça social mais comprometida da sociedade que circunda a miséria dos povos.

 

JUSTIFICATIVA:

Por que o Projeto Samaritano Indígena? Unicamente porque são nossos vizinhos. Não poderíamos passar de lado; não poderíamos deixar de oferecer a “Água da Vida” e não poderíamos evitar a convivência com eles, pois “Deus tem muito povo ali”. Exercer a misericórdia no  legítimo sentido – cuidar  daqueles que não conseguem cuidar de si mesmos.

 

CONCLUSÃO:

Juntamos o nosso esforço com os esforços de muitos, através de parcerias para amenizar a dificuldade, a dor de muitos, fomentando a esperança maravilhosa que Deus oferece a todos os povos através da mensagem do Evangelho. Crianças sorrindo, velhos sendo reconhecidos e famílias com mais dignidade, pois, somos todos filhos de um só Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador.

OO

 

PENSAMENTO da semana – 

 

“Quem não pregar a ressurreição, não é apóstolo, pois ela

constitui o centro da nossa fé.”

 (Lutero – Castelo Forte 1983 - CIL)

 

AS FACES DE JESUS

“Jesus feliz por morrer e ressuscitar por ti e  por mim!” (minha interpretação)

OO

 

- PELO FACEBOOK  &  BLOGS –

 

 

 

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Vania Kopper Nerling

Meus queridos amigos! O Carlos está super bem. Seguirá o protocolo inicial, ou seja, tomará o remédio via oral e fará radioterapia no abdome, inclusive amanhã teremos uma consulta no setor de radiologia. As metástases que tanto nos preocuparam é, segundo o médico especialista de São Paulo, mais provável cicatrizes ou calos como chamam. Com a graça de Deus o Carlos irá se curar, pois essa é a etapa final do tratamento. Grande abraço a todos e obrigada pelas orações e intercessões.

OO

 

 

Mensagens em pomerano - Edgar Buss Leitzke compartilhou:

mp3 06.04.2013 - Lc 23.43 - Caminha para a morte.mp3

mp3 13.04.2014 - Jo 12.15 - O Rei da Paz.mp3

mp3 20.04.2014 - Lc 24.6 - Ele ressuscitou!.mp3

mp3 27.04.2014 - Lc 24.31 - Jesus ao nosso lado.mp3

OO

 

MENSAGEM DE ESPERANÇA - HORA LUTERANA

 

 

Venham e Comam - Época de Quaresma

Posted: 15 Apr 2014 07:30 PM PDT

“Os pobres comerão da carne dos sacrifícios e ficarão satisfeitos; aqueles que adoram o Senhor o louvarão. Que sejam sempre prósperos e felizes!” (Sl 22.26)

Na época do Antigo Testamento, sempre que o povo de Deus estava em perigo, eles oravam pedindo ajuda. Quando o Senhor os livrava, eles ofereciam um sacrifício chamado de “oferta de paz”. Em todos os outros sacrifícios, o animal todo era queimado sobre o altar. Mas, este sacrifício era único porque uma porção do sacrifício era dada ao adorador para que a comesse. Este alimento era o sinal e a promessa de Deus de que ele tinha perdoado o pecador e agora havia plena comunhão.

Amanhã à noite os cristãos se reúnem para celebrar como Deus nos livrou da aflição do pecado, da morte, do inferno e de Satanás, ao sacrificar seu Filho Jesus Cristo, o grande Cordeiro Pascal. E, como a antiga oferta de paz, Deus nos dá um pouco desse precioso sacrifício por nós para comermos e bebermos, em sua presença. Ele compartilha o próprio corpo e sangue de Jesus Cristo, dado e derramado para a nossa salvação.

Quando comemos e bebemos desta Ceia especial, somos perdoados de todos os nossos pecados, libertados da morte e do inferno, e unidos em comunhão com Deus, nosso Pai, e com Jesus Cristo, nosso Rei vitorioso. Nós também estamos unidos com todos os filhos de Deus no céu e na terra: a grande assembleia na qual Jesus, nosso Senhor, proclama a bondade e o amor do Pai.

Mesmo quando estamos em meio aos problemas nesta vida, Cristo nos convida a entrar em sua presença e buscar a sua ajuda e libertação, e comer o próprio sacrifício que conquistou a misericórdia e o perdão de Deus.

Oração: Senhor Jesus Cristo, sejam quais forem as aflições que eu enfrente, tu estás comigo. Fortalece-me na companhia de meus irmãos e irmãs para que possamos honrá-lo por sua grande salvação. Amém.

Leia em sua Bíblia Êxodo 24.1-11

 

Participe do Programa “O Caminho”, quartas-feiras, às 19h.  Hora Luterana.

Acesse:   www.livestream.com/caminho

 

OO

 

http://www.lutero.com.br/novo/img/lutero/martinho.jpg

Mensagens do Castelo Forte de 1983

- Presente o ano todo - CIL -

 

 

Como Lutero pregou?

 

I Coríntios 1.4-9

Ressurreição - O centro da nossa fé

“Se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis em vossos pecados”. (1 Coríntios 15.17)

Se quisermos pregar o evangelho, haveremos que falar imediatamente da ressurreição de Cristo. Quem não pregar a ressurreição, não é apóstolo, pois ela constitui o centro da nossa fé. E os melhores e mais nobres livros são aqueles que mais falam da ressurreição. Esse artigo de fá contem o maior poder. Pois, se não fosse a ressurreição, não teríamos nem consolo nem esperança, e todas as outras coisas que Cristo fez e sofreu de nada valeriam. Por isso, deve-se ensinar isto: veja, Cristo morreu por você, tomou sobre si pecado, morte e inferno... Nada, porém, pôde esmagá-lo, pois ele era forte demais. Ele ressuscitou debaixo de tudo isso e a tudo superou e dominou. E isso ele fez para que você estivesse livre e fosse senhor sobre todas essas coisas. Se você crê nisso, você o terá.

 

   

  O R A Ç Ã O    DA    I G R E J A    

 

Quinta-Feira Santa -  Sexta-Feira Santa - e Páscoa

 

 

Quinta-feira Santa - 17 de abril de 2014

Oração da igreja

*Tradução e adaptação de LettUsPray/LCMS: Heldo Egon Bredow – Blumenau, SC - PEM - abril/2014

Convite

Queremos orar por todo o povo de Deus em Cristo e por todas as pessoas conforme as suas necessidades.

Oração

Senhor, nós te invocamos nestas súplicas pedindo que aceites tudo o que temos prometido junto com os nossos antepassados, os quais, pela tua graça, permaneceram fiéis em suas promessas e se alegraram em tua misericórdia, que andaram em obediência a ti e manifestaram em suas vidas e com os seus lábios o que eles receberam de tua bondosa mão. Queremos imitar o seu exemplo.

Ó Cordeiro inocente, que pelos pecados foste morto, ao contemplarmos os teus dias de sofrimento junto aos teus amados discípulos, quando instituíste o sagrado sacramento do altar na presença deles, para que tenhamos o proveito sagrado ao meditarmos sobre tua santa cruz, que sejamos fortalecidos e amparados por meio da Santa Comunhão com o teu corpo e sangue ao participarmos da santa ceia.

Oramos por fiéis pregadores, obreiros, professores e missionários que anunciem este Evangelho com zelo e ousadia, Evangelho este que é loucura para os que se perdem, mas para nós, que estamos sendo salvos, poder de Deus. Abençoa os esforços de todos os que pregam e testemunham a tua salvação, para que o teu propósito de ofertar gratuitamente a redenção eterna ao mundo pecador seja alcançado.

Amado Deus e Pai, também nesta nossa oração de véspera da Paixão de Jesus nós rogamos a tua proteção e cuidado sobre aqueles que servem o teu povo politicamente e governam e servem, na área civil e militar, para assistirem e servirem com nobreza e sabedoria, para que tenhamos paz entre nós e dentro de nossas fronteiras.

Concede a nós aqui presentes e a toda a igreja convicção profunda e firme a respeito do legado de nossa salvação em Jesus Cristo, o Cordeiro morto e ressuscitado, a fim de ousadamente anunciarmos e passarmos adiante o puro Evangelho deste Salvador querido.

Oramos arrependidos, mas crendo na absolvição, no perdão de nossos pecados por causa do sangue do Cordeiro, Jesus Cristo. Assim, purificados nos queremos achegar de tua mesa sacramental, a santa ceia, na qual tu nos queres confirmar que Jesus pagou a nossa dívida dos pecados, por isso podemos nos achegar confiadamente a ti. Nesta mesa, faze-nos dedicarmo-nos com tudo o que somos como o nosso sacrifício de ação de graças e louvor a ti pelo bem eterno que Jesus nos oferece.

E assim como o nosso Senhor prometeu ouvir e atender as orações do seu povo, nós oramos em nome de Jesus e por causa do seu santo e inocente padecimento e morte e ressurreição, certos de que todas as coisas nos serão concedidas por amor a ele e em tua sabedoria e misericórdia em Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

 

Sexta-Feira Santa - 18 de abril de 2014

 

Oração da igreja

*Tradução e adaptação de LettUsPray/LCMS: Heldo Egon Bredow – Blumenau, SC - PEM - abril/2014

Convite

Por termos um grande Sumo Sacerdote, o Filho de Deus, tenhamos confiança e acheguemo-nos do trono divino em seu nome e oremos por nós e por todas as pessoas conforme as suas necessidades.

Oração

Abre os nossos corações, ó Senhor, para que a palavra da cruz que ouvimos e ainda ouviremos nesta Semana Santa faça a sua morada em nossos corações e a conservemos fielmente até o retorno de Cristo, quando ele completará todas as coisas.

Concede, nós te pedimos, Senhor, todos os dons e bênçãos do Espírito Santo, para podermos servir a Jesus de todo o coração com palavras e atos de amor, a ele que nos salvou da morte com a sua cruz. Ensina-nos na obediência, ó Cristo, para podermos confessar corretamente o evangelho e vivermos em harmonia de fé e vida como tua igreja. Abençoa a todos os ministros de tua igreja em seu ensino e pregação em teu nome.

Abençoa as nações com paz, soberano Senhor, e com liberdade, de tal modo que o teu povo possa reunir-se para adorar-te sem temor, e sem restrições proclamar a tua verdade a todos os povos.

Leva a bom termo tudo o que iniciaste em nosso batismo. Torna-nos alegres nas adversidades, fiéis nas perseguições e resistentes às tentações nesta vida mortal. Protege-nos de todos os inimigos da fé em Cristo, que são também inimigos do teu reino, para que a causa do evangelho e sua voz salvadora não seja calado, mas continue com sua marcha no mundo para chamar o mundo a ti, de volta do pecado para a luz de Jesus.

Dá-nos paciência, querido Pai, assim como tens paciência com nossa vida cheia de falhas. Olha com amor para os que sofrem de alguma forma (especialmente ________).

Abençoa o trabalho de nossas mãos, de forma especial aquelas mãos artísticas que anunciam o teu evangelho através de suas obras de arte: música, hinos, pinturas, artes plásticas, obras artesanais. Faze-nos amarmos tudo o que é justo, digno, louvável, belo e santo.

Ouve-nos, te rogamos, amado Pai, para podermos ter a confiança de nos aproximarmos de teu trono da graça, a fim de recebermos a misericórdia que tu prometeste e acharmos graça suficiente em todas as nossas necessidades. Leva-nos, principalmente, a reconhecermos a nossa vida cheia de pecados, com os quais pregamos Jesus na cruz, a fim de podermos ter certeza que tudo foi concluído no processo da nossa salvação que tu, Deus amado, instalaste por meio da cruz.

Ouve-nos, em nome do Cordeiro de Deus, que suportou a amarga e cruel cruz por nós e por todo o mundo. Em seu nome suplicamos, bondoso Deus, pois em nome do Salvador oramos. Amém.

 

Páscoa – A Ressurreição do Nosso Senhor - 20 de abril de 2014

 

Oração da igreja

*Tradução e adaptação de LettUsPray/LCMS: Adilson Derly Schünke – Porto Alegre, RS - PEM - abril/2014

Convite

Por termos um grande Sumo Sacerdote, o Filho de Deus, tenhamos confiança e acheguemo-nos do trono divino em seu nome e oremos por nós e por todas as pessoas conforme as suas necessidades.

Oração

Ressuscitado e Senhor eterno, nós estamos diante de teu Pai neste dia regozijando-nos em tua ressurreição e orando em confiança por misericórdia por nós e por todas as pessoas que se encontram em necessidade. (Lembrando especialmente:.........)

 

Breve silêncio

Bendito Senhor Deus, ressuscitaste a Jesus Cristo da morte para manifestar o cumprimento de sua promessa e para assegurar-nos de que os nossos pecados são perdoados e a vida eterna foi preparada para nós e todos os crentes. Mantenha-nos nesta santa alegria, que em todos os dias de nossas provações e dificuldades, possamos lembrar a sua vitória e ser consolados em todas as nossas necessidades.

Bendito Senhor, que nos deste a esperança e nos colocaste na paz de Cristo, nosso Salvador. Dá também a tua Igreja a ousadia de falar sem medo a mensagem da cruz e do túmulo vazio. Concede pastores fiéis para servir em teu nome, e motivar muitas vocação para o trabalho da igreja, tanto aqui como em todo o mundo.

Bendito Senhor, que estabeleces as nações e manténs todos os responsáveis ​​que governam em cada lugar. Abençoa aqueles que nos conduzem neste país e todos os que fazem e administram as nossas leis. Dá aos líderes das nações a integridade para sempre buscar as causas da paz, da justiça e liberdade para todos.

Bendito Senhor, que deste a promessa de liberdade para todos os que vivem no cativeiro do pecado e da morte. Dá a todos os presos e suas famílias o conforto de tua presença, e traze a todos ao arrependimento e à fé. Abençoa aqueles que servem no Exército de nossa nação, como polícias, agentes penitenciários, bombeiros e nas emergências médicas.

Bendito Senhor, ressuscitaste a Cristo como Senhor da vida e da morte. Esteja com o doente em sua doença, dá alívio a todos que sofrem, conforto aos enlutados e permita morrer em paz os que estão no leito da morte. [especialmente consola aqueles de quem chamaste entes queridos na semana que passou: ______________ ], para que onde quer que as pessoas choram, também saibam que a tua misericórdia e graça é suficiente para a necessidade de cada um.

Bendito Senhor, também nos deste o Santíssimo Sacramento como a lembrança de nosso Senhor em seu sofrimento e morte, e como antecipação da sua festa que virá. Concede-nos fielmente comer e beber seu corpo e sangue, para que possamos receber a partir desta Santa Comunhão todos os dons e bênçãos que Ele nos quer dar, especialmente a nossa unidade de fé e de vida como povo de Deus neste lugar.

Bendito Senhor, que derramaste sobre nós a esperança que ultrapassa a nossa imaginação na promessa da nossa própria triunfante ressurreição com Cristo para a vida eterna. Aceita nossos hinos de louvor neste dia, em gratidão, e ajuda-nos por teu Espírito Santo, para vivemos de modo digno da graça de vida que tão ricamente nos concedes aqui.

Bendito Senhor, Tu nos trouxe a este novo dia de esperança e de alegria pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. Dificulta o trabalho de todos os inimigos de teu Evangelho para que esta mensagem de Páscoa possa ser proclamada a todas as pessoas em todos os lugares, e trazer muitos a fé através da pregação de tua Palavra.

Bendito Senhor, que nos convidas a vir a ti em confiança de que irás ouvir e responder às orações de teu povo que ora pelos méritos e mediação de Jesus Cristo, nosso Senhor. Concede-nos todas as coisas necessárias e afasta de nós todas as coisas prejudiciais para nós e para nossa salvação; por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém!

 

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TEXTOS -  AUX. HOMILETICOS E MENSAGENS 1º e 2º após epifania:

 

 

*Preciso Falar-Portas Abertas 2014 – disponível em um volume – Concórdia Editora.

 

ENFOQUE -  Período da QUARESMA

           

            Encerrado o primeiro ciclo do ano litúrgico (o ciclo do Natal, que, historicamente, é o mais recente, na medida em que a festa da Páscoa é muito mais antiga), tem início um segundo: o ciclo da Páscoa. [Note que os dois ciclos têm uma estrutura semelhante: períodos de preparação (Advento e Quaresma, marcados pela cor roxa ou azul), a celebração propriamente dita (Natal e Páscoa, caracterizados pela cor branca), e os desdobramentos da festa (Epifania e o período após Pentecostes, dois períodos em que utilizamos a cor verde). Sob esta perspectiva, a estrutura do ano litúrgico, com as suas cores, é relativamente simples.]

            A Quaresma é, como se sabe, um período de quarenta dias, sem contar os domingos (os domingos são sempre celebração da Páscoa!). Por isso, dizemos: domingos na Quaresma. São cinco domingos, mais o domingo de Ramos ou da Paixão. Como seria de esperar, a temática desses domingos gira em torno da obra de Cristo. No terceiro domingo na Quaresma aparece, como leitura do Evangelho, o texto de João 4, em que Jesus conversa com a mulher samaritana a respeito da água viva. Pode-se dizer que a obra de Cristo que seria realizada na cruz tem em vista esse dom da água viva, que é a temática deste ano. A epístola desse mesmo domingo, o terceiro na Quaresma, nos assegura que “Deus derramou o seu amor no nosso coração, por meio do Espírito Santo, que ele nos deu” (Rm 5.5). Receber a água da vida é receber o dom do amor de Deus.

 (Vilson Scholz – Temática 2014)

 

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AUXÍLIOS HOMILÉTICOS E MENSAGEM

 

Auxílios – Preciso Falar/Portas Abertas 2014 – Arquivos do PEM

 

Quinta-feira Santa – Sexta-Feira Santa - Páscoa

 

 

Quinta-feira Santa – 17/04/2014

Salmo 116.12-19:  Como agradecer a Deus pela salvação e por todas as outras bênçãos?  Cumprir o que prometi; te servir como os antepassados; dar uma oferta de gratidão e orar junto com os irmãos no Templo.

Êxodo 12.1-14: A festa da Páscoa do Antigo Testamento prefigurava o sacrifício do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.  Portanto, era a festa da salvação no sangue do “Cordeiro de Deus”, festa da graça e compaixão, além da recordação e do testemunho dos feitos de Deus.

1 Coríntios 11.17-32:  A Santa Ceia não pode ser confundida com janta ou lanche, mas é: 1º O corpo e sangue de Jesus, mediante a Palavra (pão + palavra = pão e corpo; vinho + palavra = vinho e sangue), onde recebemos de Cristo os méritos alcançados por ele na cruz – perdão, vida e salvação.  2º É para a memória da obra de Cristo; 3º É para testemunho – “anunciar a obra do Senhor até que ele venha”.

João 13.1-17,34: Cristo mostrou o seu amor pela humanidade em toda a sua trajetória, bem como, de uma maneira específica, no episódio do lava-pés, aqui apresentado.  Ele veio para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.  (Mt 20.25-28)

Texto do sermão: 1 Coríntios 11.17-32

vv. 17-22: Em Corinto, havia divisões e distorções sobre aquilo que é sagrado.  As divisões em parte eram boas, pois permitiam que se mostrasse quem e o que realmente estava certo.  A distorção e confusão com o sagrado dizia respeito à Santa Ceia, pois a confundiam com janta, lanche ou coisa parecida.  Alguns comiam de se empanturrar e bebiam até ficar bêbados e achavam que isso era Ceia do Senhor, além de todas as brigas – por isso as suas reuniões faziam mais mal do que bem.

vv. 23-26: O apóstolo Paulo reafirma o que é a Santa Ceia: 1º O corpo e sangue de Jesus, mediante a Palavra (A - pão + palavra = pão e corpo; B - vinho + palavra = vinho e sangue A + B = 4 elementos), onde recebemos de Cristo os méritos alcançados por ele na cruz – perdão, vida e salvação.  Enfim, onde recebemos o ânimo e as forças que precisamos para seguir nossa vida com Deus neste mundo e na eternidade.  2º É para a memória da obra de Cristo – momento em que refletimos sobre os feitos de Jesus em favor de toda a humanidade; 3º É para testemunho – “anunciar a obra do Senhor até que ele venha”.  (Por isso os cristãos luteranos participam da Ceia apenas na Igreja Luterana.)

vv. 27-32: Receber a ceia sem saber que se trata do corpo e sangue do Senhor ofende a honra do Senhor e traz juízo – doenças, fraquezas e até a morte, como no caso de Corinto.  Por isso, a Igreja Luterana tem o sistema de comunhão fechada para a Santa Ceia – por amor ao próximo.  Portanto, antes da Ceia, precisamos nos auto-examinar: 1º Estou arrependido dos meus pecados?  2º Quero corrigir a minha vida pelo auxílio do Espírito Santo?  3º Creio que Jesus está ali, junto com o pão e o vinho, mediante a Palavra, trazendo aquilo que ele alcançou para nós na cruz?  Se a resposta é sim às três perguntas: Bem-vindo à ceia do Senhor.  Cabe ainda a considerar do texto que a disciplina de Deus visa a nossa salvação, mas se nos examinamos evitamos que seja necessária a interferência de Deus.

Comentários homiléticos:

Temos uma bela oportunidade para retomar o assunto Santa Ceia, o qual é tão mal-entendido por muitos, em uma sociedade onde mais vale o unionismo do que o que diz a Palavra de Deus.  Onde também se distorce e se brinca com o que é sagrado.  Onde também, infelizmente, até mesmo por parte de alguns pastores da IELB, se substituem os elementos – pão e vinho – se confundindo a Teologia luterana com conceitos calvinistas... nem que seja com a prática.

Esboço:

Texto: 1 Coríntios 11.23-26

Tema: Santa Ceia

Introdução: Falar sobre a prática da Congregação / Definir sacramentos / Conceitos existentes.

A Santa Ceia é:

I.   O corpo e sangue de Jesus;

II.  Para memória;

III.  Para testemunho.

Conclusão: Falar sobre a importância deste sacramento em cada culto. / Práticas que precisariam ser adotadas.  Santa Ceia é a festa da graça de Deus..., mediante o corpo e o sangue de Jesus.

Sugestão: Muitas congregações já buscaram celebrar a ceia pascal nos moldes do Antigo Testamento e se alguém também o gostaria de fazer, favor entrar em contato com o professor Clóvis Prunzel do Seminário Concórdia.  No entanto, lembramos que são necessários muito empenho, trabalho e antecedência para fazê-lo.

Mário Hartmann

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Sexta-Feira Santa18/04/2014

Leituras: Sl 22, Is 52.13-53.12, Hb 4.14-16; 5.7-9, Jo 18.1-19.42 ou Jo 19.17-30

Texto-base: Is 52.13-53.12

Arthur Dille Benevenuti

Ilustração: No hebraico, a palavra utilizada para se referir a um servo significa também “escravo”. No entanto, a condição social de escravo retira completamente o direito de alguém de perdoar ou deixar de perdoar alguém. Porque, então, Isaías afirma que o Servo do Senhor perdoará os nossos pecados?

Sl 22 – Jesus usou as primeiras palavras deste Salmo para expressar sua angustia na cruz. O desespero diante do silêncio de Deus se alterna com a esperança que brota da recordação de como Deus lidou com ele no passado. Leupold afirma que este Salmo nos convida a olhar para a humanidade de Cristo.

Hb 4.14-16; 5.7-9 – Este texto ordena que nos acheguemos a Deus confiando não em nossos méritos, mas no sumo sacerdote Cristo[1], que ofereceu a sí mesmo em sacrifício e recomenda que permaneçamos firmes na fé, porque Jesus, como nosso Sumo-Sacerdote, compreende e perdoa nossas fraquezas e pecados.

Jo 18.1-19.42 ou Jo 19.17-30 – A trienal nos propõe duas opções de leitura: a) toda a narrativa da paixão de Cristo segundo João, desde a prisão de Jesus; b) Apenas o relato da crucificação ambos até sua morte.

Is 52. 13-53.12 - Este é o famoso cântico do Servo Sofredor, que seria um representante e substituto para perdão dos pecados de Israel e de todas as nações.

v13. Este Rei será glorioso, mas apenas depois da sua morte. O que este servo fará? Fará prosperar. יַשְׂכִּיל significa agir de maneira sábia, ser capaz de lidar com uma questão de forma pura. Aqui nesta vida terrena Cristo seria servo e depois de sua morte, seria Senhor. Paul Raabe diz que Isaias profetiza que a sua missão será cumprida e que Ele será exaltado.

v14. שָׁמַם descreve a postura de alguém que causa ânsia de vômito, ou qualquer outro tipo de repulsa, por causa da sua aparência.

v1. Crer que este Cristo, tão desprezado e morto entre ladrões é o Salvador — é algo humanamente impossível de se acreditar. Não poderia haver tipo mais humilhante de morte, por isto crer que este sofredor é o Messias só pode ser obra do Espírito Santo.

v2: Não era como os reis e imperadores, imponentes e que chamavam atenção pela pompa e produção.

v3. חֲדַל: rejeitado, desprezado, deixado sozinho, também significa “alguém de quem todos se afastam.” Assim, fica claro que não se trata de um sofrimento qualquer. Lutero diz que estas palavras não falam sobre um tipo de sofrimento simples e espiritual. O Profeta está apontando para um sofrimento físico, aberto e extremamente vergonhoso.

v4: As palavras, NOSSOS, NÓS, POR NÓS, deveriam ser escritas em letras de ouro, para Lutero. Ele diz que aquele que não crê nestas palavras não é cristão. Aos olhos do mundo Cristo não sofreu por nós, mas mereceu este sofrimento. A lei diz que cada um deve morrer por causa de seus próprios pecados e demonstra a dificuldade de crer que aquele sofrimento era por nós. O que aconteceu de verdade? O que ele estava fazendo era substitutivo, vicário.

v6: Isaias se confessa em lugar de Israel e em lugar de todas as nações.

v7: Ele foi oferecido porque quis. Foi vontade dEle, não foi acidente. “Como aquele que pretendia salvar os outros não conseguiu salvar a si mesmo?” O texto responde: Porque ele quis.

Levado ao matadouro. Um cordeiro permanece em silêncio quando está sendo morto. Assim Cristo, mantendo silêncio, sempre oferece simpatia para com os nossos males.

v8: Não deveríamos simplesmente passar por cima do sofrimento de Cristo, mas devemos sempre olhar para a razão deste sofrimento, que foi pagar o preço pelos nossos pecados. (Lutero)

v9: Dolo algum se achou em sua boca. O Cristo inocente seria julgado pelos judeus como o maior dos culpados, sua vida e ensino eram irreparáveis, não tinham uma palavra para dizer contra Ele. Mesmo assim, apesar de inocente, o Senhor quis, desejou, que ele assumisse a nossa culpa e se tornasse o maior criminoso entre todos os homens. Ele é a exceção: Apenas Ele é santo e justo. Por esta razão a morte não pode detê-lo. (Lutero)

 

Comentários Homiléticos:

Enquanto considerarmos filmes como o do Mel Guibson fortes, não entendemos o quanto este capítulo é forte e o quanto foi forte o amor de Deus por nós, ao sacrificar Jesus.

Até que ponto Deus tem vontade de Salvar o Ser humano? Isaías responde esta pergunta construindo a história do perdão dos pecados sobre o sistema sacrificial do Antigo Testamento – o Plano de salvação de Deus.

Este texto fala sobre o “resgate” e faz, como nunca, um contraste entre o Estado de exaltação e o estado de humilhação de Cristo.

Resgate traz riscos. O que estamos dispostos a arriscar para salvar aquela vida que está cativa faz toda a diferença. A necessidade de resgate nunca irá terminar, enquanto Cristo não retornar.

Porque será que este Servo estava sofrendo? Por culpa dEle ou por culpa de alguém outro? Isaías responde; foi por nós!

Lutero, em Um Sermão sobre a Contemplação do Sofrimento de Cristo, depois de citar Is 53 pergunta: “o que será dos pecadores, se até o dileto Filho é ferido assim?”

“Tiras o teu pecado de cima de ti e o atiras para cima de Cristo crendo firmemente que suas chagas e sofrimentos são teus pecados e que ele os carrega e paga por eles”

Um rei, nenhum aplauso, apenas rejeição. O Novo Testamento ecoa Isaias, vendo em Jesus o cumprimento pleno destas palavras.

 

ESBOÇO 1

O Servo do Senhor perdoará os nossos pecados. (v11)

1. Porque Ele não cometeu pecado (v9)

A. Mesmo assim foi sepultado entre criminosos. (v9)

B. A inocência e a justiça de Cristo, o servo do Senhor, que foi condenado injustamente.

2. Porque este era o plano de Deus pala a salvação da humanidade. (v 10)

A. Os critérios para que a justiça de Deus seja satisfeita.

- É preciso um sacrifício perfeito.

B. Este plano de salvação foi cumprido pelo Seu Servo, que ofereceu o sacrifício perfeito (v 10 e 12)

3. Porque Ele sofreu o castigo que nós merecemos (v 11)

A. Pecaminosidade do ser humano e sua necessidade de perdão.

B. A obra vicária de Cristo

3. Conclusão.

Esta promessa que Deus fez por meio de Isaías a respeito do sofrimento do nosso Salvador se cumpriu em Jesus: Naquela sexta feira ele sofreu para perdoar nossos pecados, mesmo sem ter cometido pecado algum e assim, ele cumpriu o plano de salvação de Deus para nos resgatar do poder do pecado, da morte e do Diabo.

 

ESBOÇO 2

O Servo do Senhor suportou o nosso sofrimento (v 4)

1. Sendo rejeitado e desprezado por todos. (v 3)

A. Como é ruim ser rejeitado.

B. Nós somos quem merecíamos a rejeição e desprezo de Deus por causa de nossos pecados.

2. Como um cordeiro que vai ser morto. (v7)

A. Significado do sacrifício de um cordeiro no AT

- Sacrifício substitutivo

B. O texto como profecia do sacrifício de Cristo (v 10)

3. Através de sua prisão, condenação e morte. (v 8)

A. Assim o Servo do Senhor deu sua própria vida para a nossa salvação (v 12)

4. Conclusão.

Neste dia Deus nos convida a olhar para Cristo, que suportou o nosso sofrimento, foi preso, condenado e morto e assim sofreu a rejeição que nós deveríamos sofrer. Que possamos olhar para este sacrifício com tristeza pelos nossos pecados e com gratidão a Deus, porque, através deste sofrimento nossos pecados são perdoados e Deus nos garantiu a vida eterna.

 

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DOMINGO DA RESSURREIÇÃO - PÁSCOA – 20/04/2014 - (PFalar 2005 – Horst Musskopf)

 

Deus dá vida – Renascemos com Cristo para a nova vida

(Romanos 6.4-14)

Se morremos a morte de Cristo, no Batismo, então morremos para o pecado.  A NTLH traduz o versículo 4 com estas palavras: “Assim, quando fomos batizados, fomos sepultados com ele por termos morrido junto com ele.  E isso para que, assim como Cristo foi ressuscitado pelo poder glorioso do Pai, assim também nós vivamos uma vida nova.”

Estamos acostumados a dar bastante ênfase à ressurreição de Cristo como garantia da nossa ressurreição no último dia.  E isto é verdadeiro e de grande consolo para todos os pecadores penitentes, e não pode ser renegado a um segundo plano.  No entanto, a temática desse período de Páscoa, bem como as leituras bíblicas, nos fornecem ótima oportunidade para, também, reforçarmos a nova vida dos filhos de Deus.  Assim como Deus ressuscitou Jesus, assim ele também cria em nós uma nova vida e a capacidade de viver uma nova vida.  Novamente as leituras bíblicas nos ajudam nesse propósito: Bendito seja Deus que nos regenerou para uma viva esperança (1 Pe 1.3), nos separou para uma nova vida (1 Pe 1.16), vida de serviço ao semelhante (1 Pe 2.18), uma vida exemplar no lar e na sociedade, uma vida de testemunho, “estando sempre prontos a responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós”.  (1 Pe 3.15) Enfim, “Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santos, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.”  (1 Pe 2.4-5). Sugestões: Enfatizar a nova vida que temos em Cristo e como ela se reflete no lar, na Igreja e na sociedade, a partir das leituras da epístola para esse período.  Com certeza, é uma ênfase muito necessária em nossa IELB.  O livro O Amor em Ação, de Dalle E. Griffin (Concórdia Editora) fornece muitos subsídios a esse respeito, a partir de uma série de estudos sobre a primeira epístola de Paulo aos Coríntios.  

Textos

Atos 10.34-43: Deus trata a todos igualmente com o seu amor, Deus olha a fé, o temor alicerçado na confiança desse amor.  Deus aceitará qualquer pessoa de qualquer raça que o reverencia e que vive com retidão.  Deus não tem favoritos, ele é imparcial nos seus juízos.  (Rm 2.11; Ef 6.9; Cl 3.25; 1 Pe 1.17; Dt 10.17)  Deus escolhe salvar aqueles que temem e fazem o que é justo (Mq 6.8).  Não há possibilidade de salvação fora da expiação operada por Jesus Cristo.  Pela morte e ressurreição de Jesus, o Evangelho é oferecido a todas as pessoas que se dispõem a aceitá-lo e reconhecem sua dependência dele.  O Evangelho da paz (36) anunciado (Sl 107.20; Is 52.7) é a salvação que Cristo dá (Lc 1.79; 2.14; Rm 5.1; Ef 2.17; 6.15), libertando as pessoas do domínio do diabo, do mundo e da própria carne pela remissão dos pecados daqueles que crêem em Jesus.  O justo Juiz julgará vivos e mortos (2 Tm 4.1; 1 Pe 4.5) segundo a obra salvadora do seu Filho Jesus, o Salvador.  (Jo 12.47)

Colossenses 3.1-4: Esse texto expressa, talvez, de maneira mais forte, a idéia de que estamos no mundo, mas dele não somos.  Colocar nossos interesses nas coisas que são do céu é um desafio humanamente impossível, mas plenamente realizável por termos sido ressuscitados com Cristo.  A iniciativa de Deus em nos resgatar e nos dar o status de co-herdeiros é transformadora.  Deus faz tudo pelo ser humano mas não o manipula; exorta-o, dizendo: “Tendo em vista que vocês ressuscitaram com Cristo.  Ponham o seu interesse nas coisas que são do céu. ... Pensem nas coisas lá do alto.”  A nossa vida escondida, oculta juntamente com Cristo sugere três pensamentos: Segredo, onde a vida do cristão é nutrida por fontes secretas (Segredo que em Cristo acabou, Cl 1.26-27); Segurança, “com Cristo em Deus” marca uma dupla proteção (Cl 2.12); Identidade, o crente é identificado com o Senhor ressurreto.  (Fp 2.2-5)

O texto do sermão: Atos 10.34-43

Comentários homiléticos:

34-35: “Acepção de pessoas” – Deus não tem favoritos, ele é imparcial e age com imparcialidade.  (1 Pe 1.17; Dt 10.17; Rm 2.11; Ef 6.9; Tg 2.1-13) Esta qualidade é inerente ao amor de Deus que ama igualmente todas as raças e povos.  Aquele que teme o Senhor, isto é, confia no seu amor e pratica a justiça, não a justiça humana mas a justiça de Deus, que é o perdão, fará o que é direito.  Ele dá vida e vitória (Sl 118.15-18) pelo seu eterno amor.

36-38: “O evangelho da paz” – Esta é a boa noticia da salvação em Cristo Jesus.  A paz foi proclamada, evangelizada através de Jesus, o Príncipe da Paz.  (Is 9.6) Deus cumpre sua promessa para trazer paz ao seu povo.  (Sl 107.20; Is 52.7)  Consumava-se e completava-se a salvação que passaria a ser de todos através dos meios da graça.  O perdão vivido, pregado, anunciado e proclamado por Jesus era conhecido de todos através da palavra divulgada.  “Fazendo o bem”: Jesus era visto como o ajudador do povo, uma qualidade que os soberanos da época se auto-atribuíam.  Jesus livrava as pessoas do poder do mal, das garras do Diabo com suas curas, dando-lhes a paz. 

39-41: “Testemunhas” – Os discípulos vivenciaram os fatos com Jesus e, por isso, são testemunhas oculares, mas não só isso, são principalmente testemunhas do Senhor ressurreto, autorizadas e legitimadas como suas testemunhas entre as nações, proclamando Cristo.  O caminho da testemunha é o caminho da rejeição, do sofrimento, da morte, que é o caso dos mártires.  O caminho da testemunha não é o caminho de alguém que dá testemunho até o ponto da morte, mas sim, pela plena proclamação da mensagem de Cristo (Jesus como Cristo; a graça de Deus; a propagação do Evangelho de Cristo).  Os apóstolos, os discípulos, foram comissionados por Jesus com a proclamação da mensagem do reino.  (A 1.8,22)

42-43: “Proclamar ao povo” a mensagem de salvação que se concretizou na ressurreição de Cristo.  A ressurreição é o selo definitivo de que a salvação está completa.  A salvação precisa ser proclamada para que produza seus efeitos, salvar “todo aquele que crê recebe remissão dos pecados”:  Uma promessa consoladora, oportuna e propícia que está na proclamação da salvação.

Esboço:

Tema: A ressurreição de Jesus é a nossa garantia.

1.  Deus não têm favoritos – Ele quer salvar todos (2 Pe 3.9)

2.  O Evangelho da Paz nos consola, anima e motiva para colocar nosso interesse nas coisas que são do céu, pensar nas coisas lá do alto. (Cl 3.1-4)

3.  Somos testemunhas que vivem e proclamam a salvação – cremos na salvação porque a morte e ressurreição de Jesus nos convencem disso.  (Jo 20.1-18)

Horst Siegfried Musskopf

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Domingo de Páscoa – Ressurreição do Senhor

At 10.34-43: O Senhor da Igreja moveu seu servo a pregar aos gentios. Pedro é ensinado a superar sua exclusividade judaica (10.9-29) e levar o evangelho ao centurião romano Cornélio, evitando a divisão entre o novo povo de Deus e os cristãos de Jerusalém.

Cl 3.1-4: A realidade da vida cristã é vista somente em Cristo. Nada é mais real do que os cristãos, que morreram com Cristo e ressurgiram com ele, compartilhando a glória da sua vida em Deus. Mas até o Senhor da vida manifestar-se, essa glória ainda será oculta. É uma realidade a ser manifesta na vida cristã. O cristão, como nova criatura, vê sua vida em Cristo e não é militante apenas do “antigo” e do terrestre.

Esboço

Introdução: Quando você pensa num caixão, o que vem em mente? Que evidências temos? Quando pensamos em tais questões, o que vem à mente é o fim e morte! Daí se conclui: A única certeza que temos é a morte!

I. Nós gostamos de evidências.

A) Maria teve a evidência da tumba vazia, mas, confusa, deduziu o que tinha acontecido.

B) Pedro e João tiveram a mesma evidência, mas a emoção de João não o permitiu ver mais que um túmulo vazio.

C) Nós também temos dificuldades em entender a ressurreição para nossas vidas.

– Porque nossa visão, sentimentos e vida nos cegam.

– Porque nossa esperança muitas vezes se resumem a esta vida (1 Co 15.19).

D) Temos todas as evidências necessárias no túmulo vazio de que o fim não é morte.

– Do salmista que fala que o “santo de Deus não veria corrupção” (Sl 16.10).

De Isaías que fala que “ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos, verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si” (Is 53.10-11).

De Cristo que nos declara que “seria entregue e ressuscitaria ao terceiro dia” (Mt 20.18-19).

O testemunho dos anjos junto ao sepulcro.

- Dos relatos sobre as aparições de Jesus após a ressurreição por 40 dias (Jo 20. 11-31; Lc 24. 13-35; 1 Co 15. 1-21).

II. A única certeza é a morte? Não!

A) Porque Jesus nos declara: “Porque eu vivo, vós também vivereis” (Jo 14.19). “Quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (Jo 11.25).

B) Porque “Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos” (1 Co 15.20-21).

Por isso nossa esperança não se resume apenas às coisas deste mundo (Cl 3.1).

– A realidade de nossa vida é vista em Cristo e morta para o pecado (Cl 3.2, 3; Rm 6. 2-4).

A vida e obra de Cristo estão em nós e quando ele se manifestar seremos manifestados em glória (Cl 3.4).

Na tumba vazia encontramos as bênçãos da Ressurreição de Jesus: A vitória sobre a morte, o pecado e Satanás.

III. Jesus venceu a morte, o pecado e o Diabo com sua morte e ressurreição e nos concedeu esta vitória.

A) Agora a ressurreição de Jesus Cristo é o fundamento e a evidência de nossa fé!

– Porque Deus aceitou o sacrifício de Cristo como suficiente para nos salvar e nos conceder a vida eterna (Rm 4. 25; Fl 2.5-11).

– Porque a ressurreição de Cristo é a garantia de nossa ressurreição (1 Co 15.20-23).

B) Agora vivemos a alegria da Páscoa.

– Jesus ressuscitou e foi coroado de honra e glória (Mt 28.7; Hb 2.7; Sl 8.5-6).

– Jesus trouxe à luz a imortalidade pelo Evangelho (2 Tm 2.10).

Conclusão: Como ficou a imagem do caixão em sua mente? A única certeza que temos é a morte? Não! Pense agora no sepulcro vazio. O que está vendo? Temos coisas melhores para nos agarrar? A vida! A vida que Jesus trouxe com a ressurreição dele! Vê um final feliz com Jesus lá nos céus com todos os santos que já deixaram deste mundo crendo no Senhor da vida? Eu vejo! Eu sei que viverei!

José Aragão da Silva

 

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Mensagens – Preciso Falar/Portas Abertas 2014 e Arquivos do PEM

 

Quinta-feira Santa – Sexta-feira Santa  -  Páscoa

 

 

Quinta-Feira Santa – 17/04/2014 – (PA-2011)

Textos do Dia: Sl 116.12-19; Êx 24.3-11; Hb 9.11-22; Mt 26.17-30

Texto Base: Ex 24.3-11

 

Autor: Milton Lehmann

 

– Nós obedeceremos a Deus, o Senhor, e faremos tudo o que ele mandar.  (Ex 24.7)

Queridos irmãos! A Quinta-Feira Santa é um dia memorável para nós cristãos! Foi o dia em que o nosso Senhor Jesus, antes da sua morte na cruz, instituiu a Santa Ceia. Este presente sagrado foi dado para adultos para o fortalecimento na fé e no amor a Deus e ao próximo.

Moisés apresenta ao povo os Dez Mandamentos, e o povo após ouvir cada um deles, proclama:  – Nós faremos tudo o que o Senhor ordenou.

A seguir Moises, com alguns líderes, prepararam um sacrifício ao Senhor. Toda uma cerimônia foi preparada, animais são sacrificados, o sangue destes animais são derramados sobre o altar e aspergido, respingado sobre o povo. O perdão de Deus é configurado neste sangue de animais, num processo pedagógico para ensinar ao povo que haveria um Cordeiro Inocente que viria morrer por todo pecador e Jesus veio, morreu e derramou o seu sangue para perdoar os pecados de todos e nos dar a Salvação.

A Santa Ceia é um fortificante para a nossa fé. Junto com a Palavra de Deus e o Batismo, a Santa Ceia é uma raiz, que com o auxilio e obra do Espírito Santo, traz para dentro de cada filho de Deus, adulto, o fortalecimento da fé, para que este produza frutos maravilhosos, como a oração e o amor a Deus e ao nosso próximo, nas suas mais variadas manifestações.

Muitos cristãos, ao se ausentarem dos cultos, acabam ficando longe da Santa Ceia, e temos por causa disso uma grande preocupação, pois, nem sempre estas pessoas se alimentam espiritualmente da leitura bíblica.

Peço agora, os irmãos, para imaginarem se cavássemos embaixo de uma árvore frutífera, encontrando três raízes, pegássemos um serrote e cortássemos duas raízes. Esta árvore poderia não morrer, mas os frutos iriam diminuir radicalmente. Assim é a vida do cristão. Somos batizados quando pequenos e este Batismo maravilhoso continua a ser uma raiz que nos fornece a fé por toda a nossa vida, mas Jesus nos deu a Santa Ceia e a sua Palavra, para que nós com uma fé fortalecida produzíssemos muitos e belos frutos. Muitas pessoas na igreja produzem apenas “galhos”, problemas e não frutos. Pense nisso.

Como podemos juntos afirmar hoje como o povo nos tempos de Moisés: – Nós obedeceremos a Deus, o Senhor, e faremos tudo o que ele mandar. Acredito sinceramente que todos nós, cristãos, membros em nossas igrejas podemos produzir todos os frutos que o Senhor espera de nós. Devemos relembrar cada um dos mandamentos, os seus significados e podemos pecar menos, resistir as tentações e nos transformarmos realmente em luz que ilumina e em sal que tempera e preserva as pessoas ao nosso lado para o nosso Salvador Jesus.

Nós obedeceremos a Deus, o Senhor.  Isto é obedecer a sua vontade os seus mandamentos, a sua Palavra.

E faremos tudo o que ele mandar. Aqui temos um desejo de pessoas adultas, equilibradas, consagradas, preparadas, fortalecidas na fé, pessoas conscientes da sua realidade, dos perigos, tentações, cientes de que todos os mandamentos devem ser observados. Mas, quando não conseguimos e nos desviamos do alvo de Deus, e pecamos, então Jesus entra com o seu perdão.

A proposta da IELB para os próximos anos é “A igreja comunica a vida”. Neste ano de 2011 estamos vivendo um destaque especial deste lema que é “Acolhendo e integrando”- “O Bom Pastor dá a vida pelas ovelhas.” (Jo 10.11).

Se nós membros consagrados assumimos as responsabilidades da igreja então em primeiro lugar vamos verificar - quem somos e quantos somos. Verificar como anda a frequência aos cultos e a Santa Ceia destes nossos irmãos. Visitar e buscar aqueles que estão ausentes. Intermediar possíveis soluções de problemas, junto com o pastor ou a membros. Preparar com seriedade uma acolhida para que eles se sintam amados por todos para que todos possam sentir amados por Deus.

A verdade é que ninguém pode esperar frutos de uma árvore sem vigor, sem vida. Também não se podem esperar frutos da fé das pessoas, se elas estão ausentes da igreja. E nós sabemos que os únicos meios da graça, da fé, são a Palavra de Deus, o Batismo e a Santa Ceia.

Hoje é um dia da traição de Jesus e este nosso Salvador nos oferece o perdão, vida e salvação, através deste Sacramento do Altar. Devemos nos esforçar ao máximo para que todos conheçam a Palavra de Deus e possam participar da Santa Ceia.

Precisamos observar que a Ceia do Senhor, deve manter-se fiel ao que a Bíblia nos ensina e relata. Devemos oferecê-la com vinho e pão sem fermento (hóstia). Devemos crer nas palavras “Dado e derramado em favor de vós para a remissão dos pecados”. Devemos participar em paz com todos. Conscientemente preparados avaliando a nossa vida, com verdadeiro arrependimento dos nossos erros e reconhecendo que somente em Jesus tenho a Salvação.

Vejo uma criança que ganhando do seu pai, sem esperar, sem ser uma data especial,  uma linda bicicleta como ela tanto sonhava! O que faz esta criança? Ela “voa” no pescoço do seu pai para lhe agradecer. Por que ela faz isso? Para ganhar a bicicleta? Não, ela o faz porque já ganhou o seu melhor presente.

Com este sentimento, porque já ganhamos a Salvação é que temos que ir ao pescoço do Pai do Céu. Sabe como? Amando a igreja, participando dos cultos, da Santa Ceia, dos departamentos, dos grupos do PEM, ofertando com alegria, visitando os doentes, os idosos, os ausentes, os enlutados, os que estão sozinhos, convidando mais pessoas para participar, orando pelo pastor e por todos os membros.

Assim e somente assim podemos encarar as palavras – Nós obedeceremos a Deus, o Senhor, e faremos tudo o que ele mandar.

Queridos amigos e irmãos. Você é importante para o Senhor. Foi por você e por mim que Jesus morreu e ressuscitou. Deu-nos o maior presente: o perdão e a salvação. Agora o Salvador conta com você para um trabalho de evangelizar.

Então: “Mãos ao trabalho todos,  sem nunca esmorecer. Tendo Jesus ao lado fácil é vencer”. Que Deus nos abençoe. Amém.

 

OO

 

Sermão para o dia 18 abril de 2014

Quinta Feira Santa / Sexta Feira Santa

TEXTO: João 19.17-30

TEMA: Está Consumado!

Colaboração de: Ilmo Riewe - Arapoti

 

            Assim termina o relato da criação em Gênesis: “E viu Deus que, tudo o que havia feito era muito bom.” O Criador, o Pai, dá números finais à sua obra com um conceito de nota 10. “MUITO BOM.” Havia beleza e funcionalidade ímpar no que fora criado. Reinavam a harmonia e sincronias perfeitas.

O evangelho de hoje traz o grande final da obra do Filho de Deus, Jesus Cristo. Não a criação, mas a redenção. E nas entrelinhas o que se lê é: Nota 10. Está consumado. Consuma-se não um ato bonito e agradável aos olhos. O que termina é o pagamento legal e perfeito de quem não merecia ser perdoado. Lê-se em alguns recibos encontrados na época: Está Consumado.

A obra da redenção está concluída, terminada, encerrada. Nada a acrescentar. Há qualidade e efetividade no que foi realizado. Deus aceitou o sacrifício de Cristo.

O Filho que participou e assistiu o MUITO BOM do Pai, tem de reparar a Criação. O Filho tem de redimir o que era muito bom. Paulo escreve a seguinte nota sobre a criação: “O universo todo geme e sofre como uma mulher em dores de parto. Nós também gememos até sermos adotados por Deus como filhos.” (Rm 8.22,24)

E não só o universo, mas o próprio Filho geme, sofre, grita, tem sede, é cuspido. A crueldade do pecado se estampa e se faz sentir na forma como o ser humano se comporta com o Filho de Deus. Crucifica-o.

O Filho Jesus tem a missão de começar e terminar a reconstituição da relação dos homens com Deus. E esta história se escreve a partir da doação do filho Único de Deus. O que antes Deus fez falando, agora ele faz atuando física e espiritualmente em favor dos homens, em Cristo.

 

Se o universo, antes da criação, era sem forma e vazio, igualmente quando Jesus atuou, o mundo estava deformado e aleijado. Deus abre caminho para uma nova vida no universo e para todos os homens. Uma reconstituição louca, estranha, mas bíblica, amparada pelo Pai e efetiva na atuação e entrega de Jesus. Sua culminância é na cruz.

Está Consumado! A palavra ESTÁ põe números finais à obra. Não há mais o que fazer. A ira de Deus estava diminuída. O diabo derrotado. A morte vencida. O “Está Consumado” assim como o “MUITO BOM” põe diante do mundo uma nova realidade. Não de morte, não de tristeza, não de derrota, não de depressão, MAS de vitória.

A cortina rasgada no templo de cima abaixo, mostra que os céus respondem na obra do Filho. E a grande surpresa fica por conta daqueles que acham que tudo está perdido. Todos vão embora, alguns se trancam, outros vão embalsamar, outros se matam.

Está Consumado. Esta palavra anuncia uma nova realidade. Alguém vai bater no nosso ombro. Alguém vai dizer: Não chore. Diga aos demais: Ele ressuscitou. Amém. A sexta feira santa nos diz: Há uma Páscoa te esperando. Há um anjo sentado na tumba vazia e diz: Ele não está aqui.

Estes são feitos de Deus. Não podem ser de humanos. São para humanos. Terminaram a criação e a redenção. Somente não terminou a santificação. O Espírito por enquanto não deu ordem para finalizar a missão. Continua sendo tarefa nossa munir-nos de Palavra e Sacramento para falar do ressurreto.

Desta vez, Deus se vale dos homens para finalizar a obra, em parte. A criação e a redenção são os “feitos” terminados, acabados e falam e funcionam por si só. Agora, quem fala, somos nós. Agora quem é capacitado e requisitado somos nós.

Está Consumado. Eu termino esta mensagem citando uma palavra de Paulo. (Cl 1.21-23). Amém.

OO

 

Sexta-feira Santa – 18/04/2014 (PA-14)

Leituras: Sl 22 ou Sl 31; Is 52.13–53.12; Hb 4.14-16; 5.7-9;  Jo 18.1-19.42 ou Jo 19.17-30

Texto base: Jo 19.17-30

Tema: Jesus conclui a obra redentora

Werner Norberto Sonntag

     O término de uma tarefa importante ou a conclusão de um projeto de grande repercussão representa uma vitória. A satisfação que sentimos é proporcional aos benefícios que a obra vai trazer. Enquanto se podem sentir os resultados da obra realizada, continuamos comemorando e lembrando a realização.

     Hoje estamos concentrados nos acontecimentos que se passaram há mais de dois mil anos em Jerusalém.  Lembramos os momentos finais da realização de um projeto, de um trabalho. O plano deste trabalho foi feito muito antes, na eternidade. A execução foi realizada por aproximadamente 33 anos. O executor, no último ato, pode exclamar: Está Consumado. Foi um brado de vitória. Foi a declaração que o projeto foi concluído com perfeição sem falha alguma.

     O trabalho não foi fácil. Já no seu planejamento as dificuldades e o sofrimento de seu executor estavam previstos. Foi Deus que concebeu o plano e mandou que seu Filho o executasse.  Muito antes de começar executá-lo o profeta Isaias havia anunciado tanto a dificuldade como o sucesso: “Ele verá o fruto do seu penoso trabalho”. (Is 53.11).

     O plano de Deus para a salvação da humanidade era composto de muitos encargos, muitas tarefas, desde a concepção em Maria, o nascimento na estrebaria em Belém, e sua vida humilde e pobre de quem não tem onde reclinar a sua cabeça. Agora lembramos a última etapa. Jesus havia cumprido a Lei, havia pregado o Evangelho, anunciado o amor de Deus, ajudado pessoas em necessidades, mostrando concretamente seu amor pelas pessoas. Faltava o sofrimento, o castigo e a morte como paga pelos nossos pecados. O sofrimento estava em curso nas últimas horas. Deus abandona quem carrega os pecados, porque o pecado afasta o homem de Deus. A agonia do “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste” foi sentida intensamente.

     Quando acompanhamos os últimos passos deste projeto de Deus em nosso benefício presenciamos situações patéticas, cenas completamente ilógicas para nossa mente humana. A vitória final é conquistada com a morte. A morte é o fim. Aqueles a quem Deus quer beneficiar com o trabalho da obra redentora, realizada por seu Filho Jesus Cristo, são os que o fazem sofrer e acabam por matá-lo.  Os que o julgam, Pilatos e Herodes, não encontram nenhum motivo para condená-lo à morte. Pilatos declara: “Eu não acho nele crime algum” (Jo 18.38), mesmo assim, em seguida, entrega Jesus para ser crucificado.

     Lembramos e refletimos sobre todos estes acontecimentos que causaram tanto sofrimento a Jesus, que lá estava por uma única razão: seu amor pela humanidade. Aqueles que gritavam “crucifica-o”, os que o prenderam, os que o açoitaram, que colocaram uma coroa de espinhos em sua cabeça e o pregaram na cruz, todos eles fazem parte do mundo que Deus amou. O que deveria ser a festa de vitória se transforma em tragédia e luto em nossas mentes e corações. O espírito que reina na sexta-feira santa, mesmo em nossas igrejas é de tristeza e de dor. Até a costumeira ornamentação alegre dos templos desaparece e as cores fúnebres tomam seu lugar. Parece até que estamos no velório de Jesus.

     Aquelas cenas chocantes, porém, não devem provocar a piedade por Jesus em nós. Dois outros sentimentos devem ser a tônica desta contemplação: a revolta, acompanhada pela tristeza e a gratidão.

     A revolta não deve ser apenas contra os personagens da história que nos é relatada. Não é contra o Sinédrio, Herodes, Pilatos, o povo que gritava “fora com este” e “crucifica-o” que nos revoltamos e ficamos tristes, mas com o pecado. A revolta é contra nós mesmos.  Foram os nossos pecados que causaram tudo isto. Os personagens citados foram apenas os nossos representantes. Na verdade, eu e você estivemos lá.  Cantamos num hino: “Eu, eu e meu pecado/ havemos motivado/ a tua grande dor.” (HL 94), e em outros: “Ah! de tão cruel paixão,/ meu Senhor amado,/ eu, com minha transgressão,/ sou o mais culpado!” (HL85) Por isso, as lembranças da Paixão de Cristo nos conduzem a um profundo arrependimento. A tristeza e o luto não são por Jesus, mas por nós mesmos.

     Talvez não avaliamos a gravidade do pecado e as suas consequências. Deus odeia o pecado.  O pecado provoca a ira de Deus. Deus não quer o pecador perto de si. Adão e Eva foram expulsos do Paraíso por causa do pecado. São tão grandes as consequências do pecado que Deus abandonou o seu Filho que carregava os pecados do mundo. São tão graves as consequências do pecado que Deus não se compadeceu diante dos enormes sofrimentos que Jesus passou. Deus não livrou Jesus da necessidade do sofrimento e da morte, mesmo depois de Jesus ter orado intensamente no Getsêmani: ”Pai, se possível, passa de mim este cálice”. Deus quer todas as pessoas do mundo consigo no céu, mas sem pecado. Por isso seu plano teria que ser este que Jesus executou, para garantir o perdão dos pecados, a nossa purificação.

     Por isso nossos corações se enchem de alegria e gratidão por Jesus ter suportado todo aquele sofrimento.  Somos gratos porque Jesus completou a obra da salvação. Somos gratos por Jesus poder exclamar “Está consumado!” Isto é uma declaração de que seu amor pela humanidade venceu. Seu amor se tornou uma realidade de benefícios para nós. Este seu amor se aperfeiçoou na obediência. Não podemos desvincular o seu amor da cruz. Este seu amor não pode estar desatrelado dos pecadores.

     O Está consumado” só tem sentido quando o vinculamos com o que aconteceu no terceiro dia após, ou seja, o túmulo vazio. Por mais ilógico que pareça para nosso raciocínio, a morte trouxe vida. Por causa da morte de Jesus nossa morte não é o fim, nem representa o sofrimento eterno. Da mesma maneira como Jesus ressuscitou depois de passar pela morte, nossa morte é apenas uma passagem para a eternidade de vida. Sua morte garantiu também a nossa ressurreição.

     Lembramos a Paixão de Cristo hoje de forma especial.  Diariamente, porém, precisamos lembrar e estar agradecido por este seu sacrifício. Sem a morte na cruz não teríamos nenhuma esperança e a morte terrena, que é certa para todos nós, seria um terror. Por isso a cruz é um símbolo de nossa fé. Ela está aí na igreja, nos lares todo o tempo.

     Constatamos antes que os personagens presentes e atuantes na paixão e morte de Jesus foram nossos representantes. Mas nós também queremos estar representados por outro personagem, a saber, por aquele malfeitor à direita de Jesus. Queremos orar com ele: “Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu Reino”. Àqueles que arrependidos e com fé oram assim ele garante que estarão com Ele no paraíso. Amém.

OO

Sexta-Feira Santa  18/04/2014 (PA-2011)

Leituras bíblicas: Sl 31; Is 52.13-52.12; Hb 4.14-5.9 e Jo 19.17-30.

Texto-base: Jo 19.8-9

Tema: O silêncio de Cristo Jesus.

Autor: Mateus Francisco Beskow

 

Do Evangelho de João 19, destaco o v. 8-9: Quando Pilatos ouviu isso, ficou com mais medo ainda. 9 Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus: – De onde você é? Mas Jesus não respondeu nada.

Tema: O silêncio de Cristo Jesus.

Que o Espírito Santo nos ilumine neste momento. Amém.

Se a gente observar os acontecimento que envolveram, a morte de Jesus na cruz, um fato nos chama a atenção, que é a atitude de silêncio que Jesus teve, após a sua prisão na quinta feira à noite, até a sua morte no dia seguinte.

E isso, me ajuda a entender, aquilo que o meu pai me ensinou e que marcou profundamente a sua infância.

É que quando ele era criança, ou seja, a mais de 70 anos atrás, eles não podiam brincar, muito menos falar, na sexta-feira Santa.

A sexta-feira Santa era um dia de silêncio.

A explicação para esta atitude, ou costume, não tem um fundamento específico na Bíblia, ou seja, não há um mandamento na Palavra de Deus a este respeito.

Contudo, o que a gente percebe, lendo os quatro evangelhos, é que aquele que é reconhecido como sendo o verbo de Deus, ou seja, aquele que nos fala, nos explica todas as coisas de Deus através da Palavra. Na Sexta-feira Santa, silenciou.

Aquele que ajuntou milhares e milhares de pessoas para ouvir os seus sermões, e ilustrava as suas mensagens, com parábolas, histórias e ilustrações, para que todas as pessoas pudessem entender a sua mensagem, agora estranhamente se cala.

Jesus que no domingo passado, ao entrar triunfalmente em Jerusalém, no domingo de ramos, ele canta, juntamente com os seus discípulos, louvando a Deus, agora passados seis dias, esta em silêncio.

Jesus se limita a pequenas frases, ou simplesmente guarda silêncio.

Contudo o capítulo 19 de João nos mostra porque Jesus ficou em silencio, pois se ele tivesse argumentado com Pilatos, a respeito da sua inocência, ele seria solto!

Jesus está em silêncio, pois apesar de ser inocente, ele não quer ser solto, o que Ele quer, é cumprir aquilo que estava escrito a seu respeito.

Conforme Isaias 53.6-8: 6 Todos nós éramos como ovelhas que se haviam perdido; cada um de nós seguia o seu próprio caminho. Mas o SENHOR castigou o seu servo; fez com que ele sofresse o castigo que nós merecíamos. 7 “Ele foi maltratado, mas aguentou tudo humildemente e não disse uma só palavra. Ficou calado como um cordeiro que vai ser morto, como uma ovelha quando cortam a sua lã. 8 Foi preso, condenado e levado para ser morto, e ninguém se importou com o que ia acontecer com ele. Ele foi expulso do mundo dos vivos, foi morto por causa dos pecados do nosso povo."

No texto da epístola de hoje, Hb 5.8-9, encontramos o seguinte comentário a respeito da crucificação de Jesus: Embora fosse o Filho de Deus, ele aprendeu, por meio dos seus sofrimentos, a ser obedientes. 9 E, depois de aperfeiçoado, tornou-se a fonte da salvação eterna para todos os que lhe obedecem.

Este texto, a primeira vista, é bastante curioso e parece até ser contraditório, pois afinal como Deus necessita aprender algo, afinal ele é Deus, e Deus tudo sabe, contudo, a Bíblia não se contradiz.

A explicação esta aqui na sexta-feira Santa, pois a melhor forma de se aprender algo, é ficar em silêncio, somente ouvindo e meditando naquilo que nos é dito.

E Jesus mesmo sendo Deus, por amor a nós seres humanos, ele ficou em silêncio, ficou ouvido calado, pois quem cala consente, em tudo aquilo que era lhe dito.

E o que Deus precisava aprender? A resposta é o pecado.

Deus não peca, ele não errar e nem é injusto, devido a sua essência ser amor, justiça e santidade.

Jesus que é Deus teve que aprender o nosso pecado, em silencio, por amor a toda a humanidade, é assim que ele é condenado a morrer na cruz.

Apreender, em outras palavras significa segurar, ter dentro de si, possuir, e Jesus em silêncio, naquela sexta-feira Santa faz exatamente isso.

Naquele momento, em que as pessoas gritaram: –Morra! Morra! –crucifica-o; Jesus em silêncio, consente com isso, ele toma sobre si o julgo de ser um pecador, sem ao menos ter cometido um único pecado sequer.

Jesus naquele momento poderia argumentar, ele poderia ali até virar o jogo, e condenar os seus acusadores, pois o governador estava do seu lado, ele sabia que por inveja havia entregado Jesus.

O povo que é massa de manobra poderia também facilmente ser convencido por Jesus, bastava uma palavra.

Contudo Jesus se cala, Jesus aprende a ser um pecador, para ao morrer na cruz pagar o nosso pecado.

É assim que Deus em silencio apreendeu o nosso pecado e o pagou perfeitamente ao morrer na cruz por amor a nós.

É assim que agora em silêncio todos nós agora ao ouvir esta história, aprendemos o grande amor que Deus tem por todos nós através de Cristo Jesus.

Pois ele pagou perfeitamente na cruz com o seu sofrimento e morte, em silencio, sem discurso algum, somente carregando o nossos pecados e por eles derramando o seu santo, precioso e inocente sangue.

Amém.

OO

A comemoração da Páscoa é a Vida

Domingo de Páscoa – 20/04/2014

Sl 16; At 10.34–43 ou Jr 31.1–6; Cl 3.1–4; Mt 28.1- 0

Tema: A comemoração da Páscoa é a Vida.

Edson Ronaldo Tressmann - cristo_p...@hotmail.com

 

   Domingo de páscoa é dia de falar sobre ressurreição, a nossa ressurreição. O texto da carta escrita aos Colossenses 3. 1 – 4, o apóstolo Paulo anuncia: “Vocês foram ressuscitados”.

    A certeza da ressurreição é um conforto para muitas famílias que perderam um ente querido. A certeza da ressurreição é um consolo para milhares de pessoas que vivem ocupadas em não morrer, e para àquelas que estão apavoradas com a ideia da morte.

    Ao mesmo tempo em que Paulo anuncia: “Vocês foram ressuscitados” transmite que “porque vocês já morreram...” (v.3).

         Como é possível Ressuscitar e Morrer? Paulo na sua carta aos Colossenses nos conduz a uma reflexão sobre o Batismo. 

     O sacramento do batismo é o meio pelo qual Deus vem ao nosso encontro e nos dá o maior e melhor dom, o Espírito Santo, a fé. Infelizmente, esse sacramento por leviandade, irreflexão está se tornando um mero costume, apenas um ritual a ser cumprido, uma tradição familiar. Há os que vivem como se o batismo fosse apenas um evento do passado, sem conexão alguma com nosso viver diário.

    Você sabe o dia em que foi batizado? Mas sabe por que foi batizado? No meu terceiro dia de vida meus pais me levaram as presas à igreja para que eu fosse batizado. Foi um batismo de emergência. Imaginavam que eu não iria viver. A verdade é que naquele mesmo dia acabei morrendo e ressuscitando, conforme anuncia o apóstolo Paulo: “quando vocês foram batizados, foram sepultados com Cristo; e no batismo foram ressuscitados com ele por meio da fé que vocês têm no grande poder de Deus, o mesmo Deus que ressuscitou Cristo” (Cl 2.12).

Paulo diz: “Cristo é a nossa vida”. Essa expressão foi proclamada logo após a explicação sobre a missão de Jesus Cristo e o que Jesus significava para a vida das pessoas.

Jesus dá novo sentido à vida. Com Jesus aprendemos o propósito da vida e do viver. Em Jesus podemos ter certeza da ressurreição. Conhecendo nossa morte e ressurreição a nossa vida passa a ser conduzida pelas coisas de Deus e não pelas coisas desse mundo. Não é o sucesso, a riqueza, o bem estar que dá sentido à vida.

Morremos com Cristo no batismo e no batismo ressuscitamos como novas criaturas. Nascidos em pecado sabemos que estamos sujeitos à morte. Como batizados não vivemos com medo da morte física, mas vivemos sabendo que ressuscitamos e ressuscitaremos. Disse Jesus: “Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão” (Jo 10.28).

Caso você não se lembre do dia em que foi batizado, o importante é que você lembre e saiba que é um batizado. Que já morreu e ressuscitou.

Pelo batismo morremos para a vida falsa e nascemos para a vida verdadeira. “Cristo é a verdadeira vida”.

“Vocês foram ressuscitados...” – Paulo constata um fato. Paulo fala de algo concluído. Não é o registro de um desejo. A ressurreição é um capítulo encerrado.

    Ao lembrar que sou batizado e ressuscitado, passo a viver uma vida de pessoa morta para o pecado e renascida para Deus. Como morto e ressuscitado posso ouvir o convite: “buscai as coisas do alto, ...pensai nas coisas do alto,...”

    Mesmo que eu já tenha morrido no dia do batismo, Paulo faz um pedido: “Façam morrer...” ou “matem os desejos deste mundo...”.

    Isso quer dizer que se eu já ressuscitei com Cristo no batismo tenho uma nova vida. Mas, mesmo recebendo essa nova vida, ainda estou vivendo nesse mundo e na carne. Sendo assim, continuo pecador. Sou nova criatura pelo batismo e velha criatura por causa da natureza pecaminosa que há em mim.

     No dia mais importante da minha vida, dia do batismo, eu morri e ressuscitei. Nesse dia passei a ter uma nova identidade. Nova identidade essa que o diabo busca manchar com seus ataques através da prostituição (adultério), impureza (moral, ou vida desregrada), paixão lasciva (sensualidade), desejo maligno, avareza, idolatria (quando as pessoas veem os bens materiais como um fim em si mesmos e os colocam em lugar de Deus).

    Hoje é domingo de páscoa. Pela graça de Deus, nós, os mortos e ressuscitados podemos meditar que Cristo é a nossa vida. Comemoramos a Vida. A igreja cristã é composta pelos mortos e ressuscitados. Por isso, “matem os desejos deste mundo...”, “buscai as coisas da vida...” e “olhai para as coisas da vida...”.

“buscai as coisas lá do alto” (v.1) e “pensais nas coisas lá do alto” (v.2) parece ser um conselho sobre evitar algum pecado e tentação carnal. No entanto, buscar as coisas lá do alto é rejeitar tudo àquilo que foi exposto no capítulo 2 da carta aos Colossenses. Precisamos rejeitar as falsas explicações, os argumentos sem valor, os ensinamentos de criaturas humanas. É preciso rejeitar as leis sobre o que comer e beber, dias santos, sábados, a falsa humildade, adoração de anjos, peregrinação, autoflagelação como requisito de salvação. O texto de Colossenses 3. 1 – 4 é uma conexão àquilo que foi escrito anteriormente.

   Paulo afirma com todas as letras a importância de Jesus Cristo como único meio de salvação. O perigo que corremos é justamente começar a se fixar em valores fora de Cristo.

   A nossa preocupação precisa estar voltada a tudo aquilo que pode nos tirar da vida eterna.         “buscai as coisas lá do alto” (v.1) e “pensais nas coisas lá do alto” (v.2) é um convite a não deixar de lado Jesus Cristo e sua obra salvadora. Não é apenas estar ocupado na obra de Deus, na verdade, é não deixar de lado a obra redentora de Jesus Cristo.

         “buscai as coisas lá do alto” (v.1) e “pensais nas coisas lá do alto” (v.2) não é um conselho para olhar para nossa prática, para as obras que realizamos nesse mundo. É apenas um convite à olhar e ver o quanto necessitamos de Jesus para salvação.

         Cristo é a nossa vida - a nossa vida eterna, “vocês foram ressuscitados em Cristo”. Amém!

 

OO

 

LITURGIAS  – Preciso Falar/Portas Abertas 2014 e Arquivos do PEM

 

ORDEM CULTO SEXTA-FEIRA SANTA

I– 21.03.08 – Pastor Juarez Borcarte

(Obs.: P = Pastor; C = Congregação

 

01.   SAUDAÇÃO e HINO: HL-87 – Contemplai na cruz pregado

02.   INVOCAÇÃO: P – Em nome do Pai e... C – Amém.

03.   CONFISSÃO: P – O nosso socorro...  C – Que fez os céus e a .....

(Cantar:)

1) Aos pés da cruz de Jesus,/ perdão eu vou pedir./ Aos pés da cruz de Jesus,/ a paz eu vou sentir./ Somente com Jesus eu vou sorrir;/ ::Com ele a vida é bela e mais feliz::

2) Aos pés da cruz de Jesus,/ perdão vou encontrar./ Aos pés da cruz de Jesus,/ a paz eu vou gozar./ Somente com Jesus eu vou andar;/ ::Com ele eternamente  vou morar:: (Louvai ao Senhor -LS-32)

(Confessar:)

P – Se sofrimento te causei, Senhor, se ao meu exemplo o fraco tropeçou, se em teu caminho eu não quis andar, C perdão, Senhor.

P – Se vão e fútil foi o meu falar, se ao meu irmão não demonstrei amor, se ao sofredor não estendi a mão, C – perdão, Senhor.

P Se indiferente foi o meu viver, tranquilo e calmo sem lutar por ti, devendo estar bem firme no labor, C – perdão, Senhor.

P e C – Escuta, ó Deus, a minha oração e vem livrar-me de incertezas mil. Transforma a minha vida entregue a ti. C - Amém, Senhor. (LS-121)

(Cantar:)

1) Será verdade que Jesus / em meu lugar morreu na cruz?/ Será verdade que o Senhor / morreu por mim, tão pecador?

2) Sim, é verdade, ó pecador;/ por ti, Jesus, o Salvador,/ baixou à terra, aqui sofreu,/ e em teu lugar na cruz morreu.

3) Confia em Cristo, ó coração,/ por sua morte tens perdão./ A sua graça aqui terás/ e a sua glória lá verás. (LS-25, estrofes 1,2,4) Absolvição: P – Em virtude...

04. SALMO 22.1,2, 4,6,7,8,13,14-19 – Responsivo

P – Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras do meu bramido?

C – Deus meu, clamo de dia, e não me respondes; também de noite, porém não tenho sossego.

P – Nossos pais confiaram em ti, confiaram, e os livraste.

C – Mas eu sou verme e não homem, opróbrio dos homens e desprezado do povo.

P – Todos os que me veem zombam de mim, afrouxam os lábios e meneiam a cabeça: Confiou no Senhor! Livra-o ele, salve-o, pois nele tem prazer. Contra mim abrem a boca, como faz o leão que despedaça e ruge.

C – Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.

P – Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apegou ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte. Traspassaram-me as mãos e os pés.

C – Posso contar todos os meus osso; eles me estão olhando e encarando em mim.

P – Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sorte.

C – Tu, porém, Senhor, não te afastes de mim, força minha, apressa-te em socorrer-me.

(Cantar:) Glória ao Pai e ao Filho...

05. ORAÇÃO:

P e C – Misericordioso Pai, que não poupaste o próprio Filho, antes por todos nós o entregaste à morte de cruz , às dores infernais para nos livrar do poder do pecado, da morte,  do inferno e do diabo, concede que tal modo meditemos na sua paixão e morte a fim de sabermos quão graves são as nossas culpas e quão grandioso é o teu amor para conosco, pecadores. Assim, sempre seremos gratos a ti e te ofereceremos sacrifícios de gratidão em favor do teu reino e do próximo. Em nome do Cordeiro, que carrega os pecados do mundo. Amém.

06. HINO: HL-92 – A paixão do Salvador

07. ANTIGO TESTAMENTO: Oséias 6.1-6

08. EPÍSTOLA: Hebreus 4.14-16

09. HINO: HL-88 – Ó fronte ensanguentada (1º parte)

10. EVANGELHO: Jo 19.17-30

11. HINO: HL- 88 (2o parte)

12. SERMÃO:

13. OFERTAS HINO: HL-91 – Ó Cordeiro inocente

14. ORAÇÃO GERAL (Sl 51 - adaptação):

Opção 1 - Ó Deus, tem misericórdia de nós por causa do teu amor! Lava-nos de toda maldade e limpa-nos do pecado. Purifica-nos de todas as nossas culpas e apaga os nossos pecados. Pois nós conhecemos bem os nossos erros, e os nossos pecados estão sempre diante de nós. Pecamos contra ti – contra ti somente - e fizemos o que detestas. Nós sabemos que o teu julgamento a nosso respeito é justo e reconhecemos que tens razão em nos condenar. De fato temos sido maus desde que nascemos; desde o dia do nosso nascimento temos sido pecadores. O que tu queres é um coração sincero; enche os nossos corações com a tua sabedoria. Tira de nós o nosso pecado e ficaremos limpos; lava-nos, e ficaremos mais brancos do que a neve.... Ainda que tenhas nos esmagado e quebrado, seremos felizes de novo. Ó Deus, cria em nós  corações puros e dá-nos um espírito novo e firme. Não nos expulses da tua presença nem retires de nós o teu santo Espírito. Dá-nos novamente a alegria da tua salvação e faze que o nosso espírito seja obediente com espontaneidade. Amém (Adaptação, Sl 51.1-12 – BLH). Amém.

Opção 2: Oração para Sexta-Feira Santa, IELB–PEM: enviada aos pastores)

15. PAI-NOSSO e SANTA CEIA (Consagração e canto do Agnus Dei – do CD Carpe Diem) –  Hinos HL: 81 e 90

16. ORAÇÃO (e HINO 122?); BÊNÇÃO

 

OO

 

ORDEM LITÚRGICA TEMPO DE PÁSCOA

Tema: A Páscoa é celebrada pela família de Deus

Colaborador: Jacson Junior Ollmann

1. Entrada dos oficiantes

(Canto ou fundo musical)

2. Saudação

O.: Amados irmãos e irmãs em Cristo. A Páscoa não é um evento isolado que acontece e depois é esquecido, pois o Jesus que morreu, já ressuscitou e garantiu a nossa ressurreição. Por isso, celebramos a vida que está em Jesus – a fonte da água viva. O povo de Deus se reúne em culto porque necessita da graça divina. Portanto, invoquemos a presença do Deus Triúno.

3. Invocação:

O.: Em nome de Deus, o Pai de amor;

C.: Que nos adotou em Cristo como filhos seus.

O.: Em nome de Deus, o Salvador Jesus;

C.: Que ressuscitou dentre os mortos e vive para sempre.

O.: Em nome de Deus, o Espírito Santo;

C.: Que vive e age em nós, a família de Deus.

TODOS:  Deus está aqui, aleluia.

Tão certo como o ar que eu respiro,

tão certo como o amanhã que se levanta,

tão certo como eu te falo e podes me ouvir.

4. Intróito

5. Gloria Patri: ♫ Glória ao Pai, e ao Filho, e ao Santo Espírito. Como era, agora é e para sempre será. De eternidade a eternidade. Amém.

6. Kyrie: ♫ Senhor, tem piedade de nós. Cristo, tem piedade de nós. Senhor, tem piedade de nós.

7. Exortação à Confissão de pecados

O.: A Palavra nos diz que o SENHOR é bondoso e fiel; o nosso Deus tem compaixão de nós. (Sl 116.5) Deus conhece os nossos pecados, por isso, não adianta tentarmos justificá-los ou escondê-los. Nosso Deus tem compaixão e se dispõe a ouvir a nossa confissão, pois disse por meio do profeta Ezequiel: Vocês pensam que eu gosto de ver um homem mau morrer? Não! Eu gostaria mais de vê-lo arrepender-se e viver. (Ez 18.23) Confiando no perdão de Deus em Cristo, confessemos os nossos pecados:

8. Confissão dos pecados

O.: Ó Deus de amor, cativados por ti e em nome de Jesus Cristo, o ressuscitado, nos achegamos para confessar nossos pecados.

C.: Reconhecemos que os pecados nos afastam de ti, ficamos desprotegidos e à mercê de satanás que nos tenta à cairmos da fé.

O.: Cristo sofreu por causa dos nossos pecados, foi castigado por causa das nossas maldades. Nós somos curados pelo castigo que Ele sofreu, somos sarados pelos ferimentos que ele recebeu. (Is 53.5)

C.: Perdoa-nos pela nossa preguiça espiritual e indiferença para com as coisas de Deus. Ensina-nos a amar-te acima de todas as coisas.

O.: Dá-nos um coração verdadeiramente arrependido e cria em nós o desejo de ser obedientes.

TODOS: Não leve em conta os nossos inúmeros pecados, mas considera o sacrifício de Jesus e conceda-nos o teu gracioso perdão. Em nome de Jesus. Amém.

9. Anúncio do perdão

O.: O apóstolo Pedro disse: Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para que os seus pecados sejam perdoados, e vocês receberão de Deus o Espírito Santo. Saiam do meio dessa gente má e salvem-se! (At 2.38,40) O salmista disse: Eu amo a Deus, o SENHOR, porque ele me ouve; ele escuta as minhas orações. O SENHOR é bondoso e fiel; o nosso Deus tem compaixão de nós. (Sl 116.1,5) Essa é a nossa esperança, pois Deus ouve a nossa confissão de pecados e tem compaixão de nós. Por isso, tenham a certeza de que por causa de Jesus, Deus já perdoou os nossos pecados e aquece o nosso coração com o seu amor. Amém.

10. Convite ao Louvor

O.: A Palavra diz: Por meio de Jesus vocês creem em Deus, que o ressuscitou e lhe deu glória. Assim a fé e a esperança que vocês têm estão firmadas em Deus. (1Pe 1.21) A partir da Páscoa, vivemos uma nova realidade, como filhos de Deus, em alegria pelo perdão e a salvação que Jesus nos garantiu. Louvemos a Deus, cantando:

11. Hino de louvor

12. Leituras bíblicas

13. Hino

14. Mensagem

15. Confissão de fé – Credo Apostólico:

16. Exortação às ofertas

O.: O salmista disse: Que posso eu oferecer a Deus, o SENHOR, por tudo de bom que ele me tem dado? Levarei ao SENHOR uma oferta de vinho para lhe dar graças porque me salvou. Na reunião de todo o seu povo eu lhe darei o que prometi. (Sl 116.12-14) O que Deus nos tem dado? Somos gratos pelos bens físicos, materiais e espirituais? Somos gratos pelo perdão e salvação? Que cada um dê a sua oferta conforme resolveu no seu coração, não com tristeza nem por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria. (2Co 9.7) Façamos o recolhimento das ofertas, cantando o hino:

17. Hino:

18. Oração Geral da Igreja

19. Exortação à Santa Ceia: O.: Antes de subir ao céu, Jesus disse: E lembrem disto: eu estou com vocês todos os dias, até o fim dos tempos. (Mt 28.20b) Essa promessa se comprova também aqui na Santa Ceia porque cremos na presença real de Cristo. Por seu poder, Deus nos oferece de forma real o verdadeiro corpo e verdadeiro sangue de Jesus. O pão e o vinho não são apenas elementos terrenos. Não são símbolos que representam algo, nem são transformados em corpo e sangue. Na Santa Ceia, o pão e o vinho são corpo e sangue de Jesus porque assim Jesus o fez e nos mandou praticar. Jesus está aqui e convida: Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso. (Mt 11.28)

20. Consagração

21. Agnus Dei

22. Oração do Pai Nosso

23. Distribuição da Santa Ceia

(Música de fundo ou hinos)

24. Ação de Graças:

O.: Bondoso Deus, mesmo que crianças são abandonadas pelos pais aqui neste mundo, tu tens cuidado de nós e promete jamais nos abandonar. Tu nos recebeste como pecadores em tua mesa e pelo alimento espiritual recebido na Santa Ceia, nós te agradecemos. Resgatados por ti e fazendo parte da tua família, pedimos que nos capacites a viver o teu evangelho e a amar ao nosso próximo, assim como somos amados por ti. Abençoa nossas famílias para que em cada lar, tua presença seja uma bênção. Em nome de Jesus – a fonte da água viva que ressuscitou e garante a nossa ressurreição. Amém.

25. Bênção

26. Avisos   

27. Hino Final

 

OO

 

LITURGIA PARA TEMPO DE PÁSCOA

Cristian L. Dolvitsch e Jonas G. Dolvitsch

Palavras de acolhida / Saudação:

“Se Cristo não foi ressuscitado, a fé que vocês têm é uma ilusão, e vocês continuam perdidos nos seus pecados. Se Cristo não ressuscitou, os que morreram crendo nele estão perdidos. Se a nossa esperança em Cristo só vale para esta vida, nós somos as pessoas mais infelizes deste mundo. Mas a verdade é que Cristo foi ressuscitado, e isso é a garantia de que os que estão mortos também serão ressuscitados”.

Com estas palavras do apóstolo Paulo, em sua 1ª. Carta aos Coríntios, cap. 15, vv 17-19, saudamos a todos os irmãos e irmãs que nesta hora se reúnem neste local para adorar e glorificar ao Cristo vivo, que morreu, mas ressurgiu em glória e poder para colocar diante dos seus pés todos os nossos inimigos.

Com essa certeza e esperança, com a mesma alegria que tomou conta das mulheres que foram naquele domingo de manhã ao sepulcro e receberam a notícia de que Cristo havia ressuscitado, queremos nós, hoje e sempre, celebrar a vitória de Jesus, que é também a nossa vitória pela fé. Porque ele vive, nós também viveremos.

Invocação (em pé)

O – Em nome de Deus Pai, nosso Criador...

C – nós te adoramos, Pai de amor, por teres enviado ao mundo o Messias, Jesus, para nos reconciliar novamente consigo, por sua morte e ressurreição.

O – Em nome de Deus Filho, nosso Redentor...

C – nós te adoramos, querido Salvador, por teres te submetido inteiramente à vontade do Pai, vindo a este mundo perdido e condenado para morrer em nosso lugar, abrindo novamente a porta dos céus para nós.

O – Em nome de Deus Espírito Santo, nosso Santificador...

C – nós te adoramos, Santo Espírito, por nos fazeres conhecer e aceitar a obra de Cristo em nosso lugar. Mediante a fé que nos deste e mantém em nós, pela Palavra e Santa Ceia, nos tornamos filhos de Deus e vivemos uma nova vida, cheia de esperança, alegria e amor.

T – Ó Santíssima Trindade, nós te adoramos e bendizemos por agires tão maravilhosamente em nosso benefício, nos provendo perdão, vida e salvação. A ti rendemos este culto. Aceita-o e faça com que seja uma bênção em nossas vidas. Amém.

Hino:

Chamado ao arrependimento:

Estimados irmãos no Cristo vivo, sabemos muito bem por qual motivo Jesus veio ao mundo. Ele veio para pagar a dívida que a humanidade tinha para com Deus. Por causa dos nossos pecados ele desceu dos céus e morreu na cruz. Sabemos, também, qual é a vontade de Deus para as nossas vidas: Ele quer que andemos perfeitamente em seus caminhos. Mas quem consegue faze-lo? Ninguém. Por isso precisamos sempre da graça e da misericórdia de Deus, para que não leve em conta os nossos pecados, nem por causa deles nos castigue. Nesse momento, portanto, com humildade e sinceridade queremos nos achegar ao trono da graça de Deus para lhe confessar os nossos pecados, crendo firmemente que por causa de Cristo, quando estamos verdadeiramente arrependidos, ele nos perdoa. Confessemos, pois, os nossos pecados a Deus.

Confissão:

Santo Deus, bondoso Pai. Estamos diante de ti, tristes e envergonhados por termos pecado contra ti. Confessamos-te que não temos conseguido viver na pureza e perfeição que desejas e esperas de nós. Reconhecemos que não temos amado a ti acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, falhando em nossa relação contigo e com o semelhante. Reconhecemos que nem sempre temos valorizado como deveríamos a obra de Cristo em nosso favor, todo o seu sofrimento, sua humilhação e morte na cruz. Com humildade, pois, te suplicamos: tem misericórdia de nós e perdoa-nos. Lava e purifica o nosso coração com o sangue do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, e livra-nos de toda a culpa. Ajuda-nos, pois, pelo poder do Espírito Santo, a viver vida santa e justa diante de ti, para tua honra e glória e bom testemunho aos que não te conhecem. Ouve, perdoa e ajuda-nos, por amor de Jesus. Amém.

Absolvição:

“Que a paz esteja com vocês”. Estas foram as primeiras palavras de Jesus aos seus discípulos depois da ressurreição, quando eles estavam tristes, com medo, com a consciência pesada por terem abandonado o Mestre. Estas mesmas palavras Jesus diz a todos os que se arrependem de seus pecados e confiam no perdão que ele conquistou para nós através de sua obra.  

Diz-nos a palavra de Deus, através do apóstolo Paulo aos romanos, cap. 8, v. 1: “Agora já não existe nenhuma condenação para as pessoas que estão unidas com Cristo Jesus”. Alegremo-nos, pois, queridos irmãos, porque podemos ter a certeza de que Deus ouviu a nossa súplica e perdoou os nossos pecados. Amém.

Salmo do dia:

 

Após o Salmo a congregação pode cantar: “Seja ao Pai eterno Deus...” (estrofe 3 do hino 152 do HL)

Oração do dia:

Hino:

Leituras Bíblicas:

AT: Epístola:

Hino:

Leitura do Evangelho:

CONFISSÃO DE FÉ – Credo Apostólico

Ou:

O - Eu creio num Deus criador, que criou o mundo e tudo o que nele há.

C - Eu creio em Jesus, o seu Filho, que a humanidade veio salvar.

O - Eu creio no Espírito Santo, que é Deus com o Pai e Jesus.

C - Que convida o homem a crer, e sua vida, dons e bens a ele oferecer.

O - Eu creio na Trindade Divina, que sua obra fez, faz e sempre vai fazer.

C - Eu creio na Bíblia, a Palavra de Deus, que opera a fé em Cristo Jesus,

O - que admoesta e consola, e ao caminho do céu nos conduz.

C - Eu creio no Santo Batismo, que é água unida à Palavra de Deus,

O - que confere o perdão dos pecados, dá a fé e nos torna filhos de Deus.

C - O Batismo é obra Divina, adultos e crianças são inscritos lá no céu.

O - Eu creio na Santa Ceia que Jesus instituiu: 

C - Pão e vinho, corpo e sangue ele distribuiu.

O - Disse aos crentes: comam, bebam é para perdão.

C - Não é simbolismo, é realidade, a Santa Ceia é comunhão.

O - Creio também na salvação somente pela fé.

C - Só Jesus me livra do pecado e inferno.

O - Obra não opera a fé, mas fé produz ação.  

C - Creio em Jesus, vivo em Jesus, só ele é salvação.

O - Creio na ressurreição no dia derradeiro.

C - Quando Jesus voltará para julgar o mundo inteiro.

O – Todos naquele dia saberão seu destino eterno. Então:

C - Não tenho medo, tenho Jesus, pois só ele é salvação.

 Todos - Creio em Jesus, vivo em Jesus. Só ele é salvação. Amém.

Hino:

Mensagem:

Ofertório / Hino:

Recolhimento das ofertas:

O: As ofertas também fazem parte do nosso culto a Deus.

Todos: Com a mesma alegria e gratidão com que temos estendido as mãos para receber as dádivas e bênçãos de Deus, queremos, também, entregar a Ele as nossas ofertas. Não ofertamos com tristeza ou por necessidade, mas em resposta ao grande amor de Deus por nós.

(Durante o recolhimento, pode-se cantar um hino)

Oração Geral da Igreja:

Amado Pai Celestial. Agradecemos-te e bendizemos por teres nos chamado para sermos teus filhos amados. Estamos alegres porque hoje temos livre acesso a ti por causa do Salvador ressuscitado.

Agradecemos-te por todas as bênçãos que nos são concedidas através da proclamação de tua Palavra entre nós. Agradecemos-te pela vida, pelo sustento que nos concedes e pelos dons com os quais podemos servir a ti e ao próximo. Pedimos que removas de nosso coração a indiferença, o rancor e a raiva. Cultiva o arrependimento, o perdão e a fé a cada novo dia de nossas vidas. Amado Pai, enche-nos com teu amor para que possamos encobrir multidões de pecados. Semeia a tolerância, o respeito e a compreensão em nossos relacionamentos com familiares, colegas, amigos e irmãos na fé.

Que a tua Palavra frutifique em nossas vidas. Abre os nossos olhos para que enxerguemos a dor e a necessidade de nosso semelhante a fim de que prontamente lhe prestemos o socorro na hora do aperto.

Senhor, oramos em favor das autoridades e governantes. Dá-lhes sabedoria a fim de que sejam os teus braços para promover a paz e a justiça entre nós.

Abençoa a obra da tua Igreja em todo o mundo. Continua despertando vocações para a proclamação do evangelho a todos os povos do mundo. Também oramos em favor da nossa querida Igreja Evangélica Luterana do Brasil, sua direção nacional, Seminário, distritos, congregações e pastores.

Pedimos-te paz e proteção em meio à violência que nos cerca. Lembra-nos da brevidade de nossos dias e mantenha-nos firmes na fé em Cristo, para que, no dia em que nos chamares, tenhamos um bem-aventurado encontro contigo no lar eterno. Estende o teu consolo para com todos que sofrem com o luto. Ampara e encoraja os que estão enfermos. Renova as tuas bênçãos sobre todos que completam mais um ano de vida. Que a tua misericórdia e o teu amor estejam conosco nesta nova semana que se inicia.

Oramos em nome de Jesus. Amém.

Oração do Pai Nosso:

Bênção Conjunta:

Comunicações:

Hino Final:

 

   

 

 

 

 

 

 

  P O N T O  D E   P A U TA  

 

 

 ‘VERITAS’ - Palavra que liberta!

 

(Nº 015)

 

CAPELA DA ULBRA POA

 

15 / ABR / 2014

 

(3ª feira)  19h00

 

 

VITÓRIA!

 

Pastor Vilson Regina – Capelão Ulbra POA

 

                Ninguém entra em qualquer disputa para perder. O time treina fundamentos, trabalha, sua a camiseta, ouve palestras, repete jogadas à exaustão, com um único objetivo: a vitória! Se isso constitui a alma das equipes e do campeonato de qualquer esporte, seria diferente, quando o campeonato em questão culmina, não com um troféu, mas com a celebração da VIDA?

                A Semana Santa iniciou os preparativos para a grande final do maior campeonato do mundo: a conquista da VIDA ETERNA! De um lado do campo de batalha, JESUS, o CRISTO, o Filho de DEUS que aceitou tornar-se Filho do Homem para tornar a ‘eternidade feliz’ outra vez uma realidade humana. Do outro lado desse campo de batalha, as forças do mal, lideradas por Satã, inimigo eterno de DEUS.

                A entrada triunfal de JESUS, em Jerusalém, no Domingo que ficou conhecido como “de ramos” por causa dos ramos de árvores que as pessoas punham no caminho por onde JESUS passava, poderia ter sido usada pelo inimigo como uma tentação, isto é, fazê-lo cantar vitória antes da partida final! Mas Ele se manteve sereno e ciente de que o mesmo povo que cantava a plenos pulmões: “Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor”, poucos dias depois gritaria ensandecida: “Crucifica-o”!

                Na Quinta-Feira à noite, no Jardim Getsêmane, como o Espírito estava pronto, mas a carne tem lá as suas limitações, JESUS treinou-a para a partida final: buscou o socorro do PAI! Pediu-lhe, em oração: - Pai, se possível, passa de mim este cálice! Contudo, seja feita a tua vontade e não a minha! Que pedia JESUS? Uma outra maneira de salvar o mundo, sem ter de passar pelo sofrimento da cruz? Não! De forma alguma. Noutra ocasião, Ele já tinha dito: - Precisamente para isso vim ao mundo! Então, o que foi que pediu, ao dizer: - Passa de mim este cálice?

                Seu Espírito estava pronto, mas a sua carne padecia, naquele momento, de um mal que aflige a humanidade inteira em muitos momentos: a ansiedade, o sofrimento da angústia que tira o fôlego e nos impede até de raciocinar! JESUS pergunta ao PAI se isso estava na conta, se fazia parte do preço a ser pago! Por isso Ele diz: - Seja feita a tua vontade e não a minha!

                Não estava na conta. O PAI o atendeu e enviou anjos que o confortaram e lhe deram novo ânimo para enfrentar aquela hora decisiva. A partir daí, é um JESUS altivo que só vai baixar a cabeça na hora de entregar a sua vida nas mãos do PAI!

Quando, em seguida, perguntou aos soldados do templo e aos líderes do povo a quem eles buscavam, e eles responderam que buscavam a JESUS, Ele lhes disse: - Sou eu! Diante dessa resposta decidida, diz a Escritura, todos caíram por terra! Que autocontrole não teve que ter nosso SENHOR para não usar o poder que tinha e tem e, assim, deixar-se prender, deixar-se condenar, deixar-se matar!

Na sequência dos fatos, ainda no Getsmane, quando um dos seus discípulos decepa a orelha de um soldado e JESUS a recoloca no lugar, absolutamente curada, no mais rápido ato cirúrgico de que se tem notícia na história humana, mais uma vez um ‘semeion’ foi disparado, um sinal de sua identidade messiânica! Mas nem por isso as autoridades religiosas aliviaram... estavam cegas de inveja, de ódio e de obsessivo desejo de poder, e nada percebiam.

                Julgado injustamente, condenado e executado, JESUS, na cruz, momentos antes do apito final, vendo que tudo estava rigorosamente cumprido, proclama: - TETÉLESTAI! ESTÁ PAGO! NÃO HÁ MAIS DÍVIDA! FIM DO JOGO! DERROTA DA MORTE! VITÓRIA DA VIDA!

                O troféu? Foi dado no DOMINGO DE PÁSCOA! A sua RESSURREIÇÃO! Por isso, eu amo ler e ouvir o que JESUS tinha dito a Marta, irmã de Maria e Lázaro: “Eu sou a ressurreição e a vida...”

 

OO

Edição

Adilson Derly Schünke

coordenador nacional do PEM

PEM – IELB - Porto Alegre – RS

Fones: (51) 3014-2111 - 33 300 200 (resid.)

(51) 9933-2488  (cel) - 3014-2121 (direto)

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