#17-2014-PEM-IELB[oraçaodasemana]4Quaresma30março14
Porto Alegre, RS – 26 março 2014
Contato: p...@ielb.org.br
oraçaodasemana link (em word e pdf) :
CARTAZ 2014 neste link: https://db.tt/lVwrTPf6
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“Orai sem cessar!”
Inclua também! Amanhã pode ser você!
» Falecimento de Carlito Eurich : Precisei refazer a informação a seguir, confirmando o falecimento deste pastor emérito, instantes atrás. “Comunico que o pastor emérito Carlito Eurich, está hospitalizado em Apucarana, e seu estado de saúde segundo os médicos é grave, não resta mais muito o que fazer, peço que isto seja informado na IELB, para que oremos"... agora pela sua esposa Anita, que esteve dia e noite ao seu lado. -- Informações com: Pastor Edson Elmar Müller - Mandaguari – PR - pastor...@gmail.com
» Ari Pfluck: pastor Ari Pfluck, cotinua na CTI do Hospital Mãe de Deus, Porto Alegre . pai do pastor Pastor Donato Pfluck e reside em Alvora.
Donato é pastor na Comunidade Evangélica Luterana São Marcos, Alvorada - dpf...@uol.com.br
» Marcélia Zimmer - tratamento de câncer - muito fragilizada, tomando morfina. Pastor Ernani agradece as confortadoras mensagens recebidas. Ernani é pastor Emérito e reside em Vila Pavão, ES - erna...@zipmail.com.br
» Henrique Vorpagel : foi líder leigo (Vale do Itajaí), sogro de Charles Steyer. Ex Pastor (Blumenau, SC). Internado novamente, sob muitos cuidados. ctst...@furb.br
» Rolf Alfarth : amigo do seu Henrique e meu pessoal. (Henrique e Rolf, dois líderes) precisam de orações. São membros da congregação do pastor Bredow, Blumenau, grande colaborador do “oraçaodasemana”.
» Luís Cludio Viana da Silva – O pedido do pastor Filipe é para que a igreja continue orando por ele e sua família. Filipe Schneider é pastor em Goiânia - filipes...@gmail.com - "Da cruz" – Goiânia.
A G E N D A E D I VU L G A Ç Ã O
AGENDA/PEM
-27/março – (Diretoria da LSLB) - Disciplina de Administração Eclesiástica da IELB.
Encontro Regional de Coordenadores Distritais do PEM:
-22 de março - Carazinho, 10hs até 16hs
-05-06 de abril - Belém, PA : sábado meio-dia - até Dom. meio-dia
Seminário de Liderança
- 12 de abril - Ponta Grossa, PR - Cel da Paz, Vila Izabel - 14hs - 19hs (adilson/rubens)
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ERPEM
*Encontro de Coordenadores Distritais do PEM.
O primeiro realizado em Carazinho, com a presença de sete pastores Coordenadores Distritais e alguns Coordenadores Distritais Leigos do PEM.
Planalto : P Ederli Berle
Missioneiro : P Renato Hoerlle
Médio Oeste Catarinense : P Djosef Lambrecht – Reni Hoffmann
Oeste Catarinense : P Evandro Lutz
Vale do Rio Uruguai : P Günter Pfluck
Salto do Yucumã : P André dos Santos Dreher
Vale do Rio Ijuí : P Mauri Lamb – Madalena
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PENSAMENTO da semana –
“A atividade do Espírito Santo no coração depende sempre
do prévio ouvir da palavra externa.
Isso significa que o Espírito Santo não fala nada,
exceto a palavra externa.”
(p.53, Paul Althaus, “A Teologia de Martinho Lutero”, tradução de Horst Kuchenbecker, Editoras: Ulbra e Concórdia, 2008)
AS FACES DE JESUS
Em Kalacha, Kenya, jesus é retratado como uma pessoa negra. É muitas vezes pintado assim em vilas longínquas da África.
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- PELO FACEBOOK & BLOGS –
MENSAGEM DE ESPERANÇA - HORA LUTERANA
O Rugido do Leão - Época de Quaresma
Posted: 25 Mar 2014 07:30 PM PDT
“Como leões, abrem a boca, rugem e se atiram contra mim” (Sl 22.13).
Na devoção de ontem, Jesus comparou seus inimigos a animais: touros fortes, agressivos e ferozes. Agora ele os compara a outra aterrorizante fera selvagem: leões poderosos com suas bocas abertas, avançando sobre suas presas com rugidos altos e assustadores.
Há muito tempo os líderes judeus conspiravam para matar Jesus. Eles rugiram bem alto quando ameaçaram expulsar qualquer um da sinagoga que confessasse ser Jesus o Messias prometido (Jo 9.22). Quando Judas traiu Jesus eles entraram em ação. Eles prenderam, julgaram, condenaram e maltrataram Jesus. E sobrara apenas um homem no caminho deles: o governador romano Pôncio Pilatos.
Pilatos examinou Jesus na presença deles, e não encontrou evidência alguma que apoiasse as acusações contra ele. Ele iria libertar o Cristo, mas eles começaram a rugir. Eles ameaçaram e intimidaram Pilatos, pressionando-o a fazer a vontade deles: executar Jesus. Pilatos permaneceu firme no começo, afirmando a inocência de Jesus. Mas com amedrontadores rugidos de leões, suas barulhentas ameaças e clamores de “Crucifica-o! Crucifica-o!” venceram Pilatos que, por fim, afastou-se, lavou suas mãos de tudo aquilo, e ordenou a execução do Filho de Deus.
Jesus descreve seus inimigos como touros ou leões. Eles têm as características de animais selvagens, mas eles são muito humanos. Satanás, o grande arqui-inimigo de Jesus, está por trás deles. No início, o diabo agiu através de um animal, uma serpente, para destruir a humanidade (Gn 3). Dessa vez, para destruir o Salvador da humanidade, ele agiu através destas pessoas.
Oração: Senhor Jesus Cristo, você ficou sozinho diante de pessoas perversas, e mesmo assim você clamou ao seu Pai que os perdoasse: “eles não sabem o que estão fazendo.” Perdoe-me por meus pecados e dê-me forças para permanecer firme e anunciar aos outros a sua maravilhosa salvação. Amém.
Leia em sua Bíblia o Salmo 109
Participe do Programa “O Caminho”, quartas-feiras, às 19h. Hora Luterana.
Hoje, quarta-feira, dia de Estudo Bíblico Online
Acesse: www.livestream.com/caminho
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Castelo Forte – CIL - Presente o ano todo -
Como
Lutero pregou?
Leia em sua Bíblia: Mateus 8.5-13
O MILAGRE DA FÉ
“Ouvindo isto, admirou-se Jesus e disse aos que o seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta... Então disse Jesus ao centurião: Vai-te, e seja feito conforme a tua fé. E naquela hora o servo ficou curado”. (vv. 10 e 13)
Nesse exemplo do texto aconteceram dois milagres, ou, então, um milagre duplo. Um, feito pelo Senhor, outro, pelo centurião. Pois lemos aí que o próprio Jesus se admira da grande fé do centurião. Se, pois, Cristo considera isso um milagre e o louva, também nós o consideraremos assim. Encontrar um centurião com tal fé é para Jesus erva rara e caça excepcional.
As pessoas consideram grande milagre o fato de Jesus devolver a vista aos cegos, o ouvido aos surdos, a saúde aos leprosos. É claro, de fato, são grandes sinais. Jesus, porém, considera milagre maior o que acontece na alma do que as coisas que acontecem no corpo. Portanto, quanto mais vale a alma do que o corpo, tanto maior deve ser considerado este milagre em comparação com os milagres físicos.
Aconteceram, pois, aqui dois milagres; e Cristo os continuará fazendo diariamente, até o fim dos tempos. Os milagres físicos ele os faz raras vezes, como, aliás, os fez raras vezes enquanto estava na terra. Pois não curou a vista a muitos cegos, nem curou a todos os doentes. A muitos deixou cegos e doentes... Por isso tais milagres e sinais físicos não são eternos nem generalizados. Pois não é neles que está seu interesse. Ele os faz por amor de nós, para a cristandade começar a crer. Aqueles sinais, porém, que ele próprio considera milagres, esses permanecem para sempre, como, por exemplo, a fé do centurião de Cafarnaum. É uma obra milagrosa, uma grande obra milagrosa o homem ter uma fé tão maravilhosa, forte, correta. Por isso também elogia e exalta a fé desse centurião como se fosse o milagre dos milagres.
O R A Ç Ã O DA I G R E J A –
Quarto Domingo na Quaresma - 30 de março de 2014
*Tradução e adaptação de LettUsPray/LCMS: Heldo Egon Bredow – Blumenau, SC - PEM - março/2014
Ó Senhor, neste quarto domingo de quaresma nós recebemos o refrigério das boas novas de que tu és nosso oásis no deserto desta vida. Concede-nos uma abençoada quaresma à medida que refletimos sobre a prática da oração, do jejum e da caridade, para que assim consideremos a paixão de Cristo em verdadeira fé e cheguemos à festa da Páscoa em sinceridade e verdade.
Pai celestial, nós nos lembramos diante do teu altar dos pobres, dos sem lar, dos famintos e dos sem emprego. Abençoa a todos os que lutam para conseguirem o pão de cada dia. Achega-te a eles em tua graça, e usa a nós para abençoar aos carentes dentro de nossas possibilidades.
Deus majestoso, a quem os santos anjos alegremente adoram nos céus, aceita também a nossa adoração nos momentos de alegria aqui na terra, de modo especial quando estamos reunidos em culto para a celebração do santo nome de Jesus, até que um dia te adoremos na visão perfeita de tua santidade e amor, na glória eterna.
Gracioso Deus, criaste e estabeleceste a família como o lugar onde somos educados e criados para sermos semelhantes à estatura de Cristo. Abençoa as famílias reunidas, para que os pais fielmente consigam conduzir as suas famílias e as mães sejam uma imagem da igreja, e os filhos vivam em obediência e gratidão aos seus pais. Promove a reconciliação onde há divisão, cura onde há tristeza e esperança onde se encontra o desespero.
Pai dos céus, nesta época quaresmal muitos estão se preparando para o batismo ou para a primeira comunhão. Abençoa a todos que estão sob a instrução de tua Palavra. Derrama em suas mentes e em seus corações o Espírito Santo para que te amem e adorem, confessem a sua fé em Jesus ousadamente, esforçando-se para viver uma vida agradável a ti e glorificando a ti como o seu Deus fiel e Senhor.
Senhor compassivo, este mundo vive no pecado e sujeito à morte. Conforta, guia e cura a todos os que estão em necessidades (especialmente ---------). Dá a todos a consolação do teu amor, a riqueza do evangelho e a esperança da vida eterna. Faze a nós instrumentos de tua paz, assim que a face de Cristo sempre se faça presente para a restauração e a cura dos corações aflitos.
Todo poderoso e eterno Deus, o teu Filho Jesus Cristo graciosamente nos convida a virmos à tua mesa na qual comemos, junto com o pão, o corpo de Cristo, e bebemos sob o vinho, o santo sangue do Cordeiro de Deus, derramado para a remissão dos pecados. Que nesta mesa encontremos favor sob o teu olhar, para a salvação de nossas almas e para a glória do teu santo nome.
Eterno Senhor, recebe os nossos sacrifícios de louvor pelos anos que nos dás nesta vida e por todos os dias que deste àqueles que já partiram e cumpriram o teu proposito em suas vidas, crendo em tuas promessas de vida. Guia os nossos passos também rumo ao encontro da vida e do reencontro com todos os santos na luz, na justiça e na bem aventurança com Cristo.
Em tuas mãos, Senhor, colocamos tudo e a todos por quem oramos, confiando em tua graça e misericórdia, por meio de Jesus Cristo, o nosso Senhor. Amém.
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TEXTOS - AUX. HOMILETICOS E MENSAGENS 1º e 2º após epifania:
*Preciso Falar-Portas Abertas 2014 – disponível em um volume – Concórdia Editora.
ENFOQUE - Período da QUARESMA
Encerrado o primeiro ciclo do ano litúrgico (o ciclo do Natal, que, historicamente, é o mais recente, na medida em que a festa da Páscoa é muito mais antiga), tem início um segundo: o ciclo da Páscoa. [Note que os dois ciclos têm uma estrutura semelhante: períodos de preparação (Advento e Quaresma, marcados pela cor roxa ou azul), a celebração propriamente dita (Natal e Páscoa, caracterizados pela cor branca), e os desdobramentos da festa (Epifania e o período após Pentecostes, dois períodos em que utilizamos a cor verde). Sob esta perspectiva, a estrutura do ano litúrgico, com as suas cores, é relativamente simples.]
A Quaresma é, como se sabe, um período de quarenta dias, sem contar os domingos (os domingos são sempre celebração da Páscoa!). Por isso, dizemos: domingos na Quaresma. São cinco domingos, mais o domingo de Ramos ou da Paixão. Como seria de esperar, a temática desses domingos gira em torno da obra de Cristo. No terceiro domingo na Quaresma aparece, como leitura do Evangelho, o texto de João 4, em que Jesus conversa com a mulher samaritana a respeito da água viva. Pode-se dizer que a obra de Cristo que seria realizada na cruz tem em vista esse dom da água viva, que é a temática deste ano. A epístola desse mesmo domingo, o terceiro na Quaresma, nos assegura que “Deus derramou o seu amor no nosso coração, por meio do Espírito Santo, que ele nos deu” (Rm 5.5). Receber a água da vida é receber o dom do amor de Deus.
(Vilson Scholz – Temática 2014)
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AUXÍLIOS HOMILÉTICOS E MENSAGEM
Auxílios – Preciso Falar/Portas Abertas 2014
Quarto domingo na Quaresma
Leituras: Sl 142; Is 42. 14 – 21; Ef 5. 8 – 14; Jo 9. 1 – 41
Edson Tressmann
Sl 142: Uma bela oração da Davi feita numa caverna. Este relato pode ser contemplado como um todo na leitura de 1Samuel 18 – 22. O salmo 142 tem uma forte ênfase nos vers. 3 - 5. No texto hebraico, as construções verbais dão ênfase no verbo. O verbo é muito forte, temos uma construção aqui em que a ênfase está no pronome, no tu. É como se Davi dissesse: quando estou a ponto de perder a esperança então tu, tu mesmo, conheces a minha situação. O tu é enfático.
Os vs. 1,2 e 5 apresentam a única alternativa na dificuldade, se entregar à oração. O verbo “clamo” no texto hebraico dá a ideia de gritar em alta voz. E esse gritar é a oração que vem lá de dentro. Esse verbo transmite a ideia do urro de um leão ferido acossado por caçadores e prestes a morrer. A oração de Davi não é de desencargo de consciência, é um urro que vem de dentro de sua alma, é a oração do desesperado.
Isaias 42. 14 – 21: O profeta anuncia a promessa de Deus, de que guiará os cegos. No livro de Isaias, cegos, faz referência ao próprio povo de Israel. O profeta os repreende por sua cegueira espiritual. Baseado nesse texto do profeta, Jesus foca a realização do milagre narrado no Evangelho de João 9. 1 - 41. Jesus é a luz do mundo. Ele é a visão dos cegos espirituais.
Efésios 5. 8 – 14: Paulo fala com cristãos. Diferente do profeta que se dirige a cegos espirituais. E sendo cristãos, já estão na luz, e estavam sendo convidados a andar como filhos da luz. E essa vida na luz é descrita nos vs. 9 – 12. E depois de apresentar essa vida na luz, o apostolo Paulo cita um hino cristão, o v. 14 para demonstrar que os judeus do antigo testamento, os do tempo do profeta Isaias, estavam na luz, mas se tornaram cegos espirituais, Is 51.17; 52.1; 60.1. A luz é oferecida por Deus, e essa luz é Jesus. Despertar é viver em Jesus, permanece na fé em Jesus.
João 9. 1 – 41: Esse acontecimento ocorreu num dia de sábado. É a terceira viagem de Jesus a Jerusalém. O fato ocorre fora do templo (Jo 8:59). Nos vv. 13-17, o homem testemunha perante os fariseus. Os fariseus discutem se Jesus é "Deus", e ocorre divisão entre as pessoas.
A mesma coisa aconteceu em João cap.7. Era dia de pentecostes, e Jesus se apresenta como a fonte da “água viva.” E uns o reconheceram como Jesus o salvador, outros, no entanto, não o receberam, e a divisão foi provocada. Também no cap. 10, após se apresentar como o Bom Pastor, nova divisão foi causada.
OO Em meio à divisão entre o povo e os fariseus, homem confessa que Jesus é "um profeta" (9.17). Na cena seguinte, "os judeus", o mesmo que fariseus, pois assim João se refere a eles, desacreditam do "sinal." Eles interrogam os pais daquele homem.
Ilustração:
Zenon era um filósofo estóico. Estóico quer dizer que não sentia dor.
Foi feito escravo. E seu senhor um dia lhe pegou no braço e o torceu. O dono de Zenon queria ver se a filosofia dele era compatível com o seu procedimento. De tanto torcer seu braço o quebrou. E como um bom estóico, Zenon disse: “o meu senhor quebrou o meu braço eu agora não vou poder servir-te.”
Ao que o dono respondeu: “Isso não é um filósofo, é um tolo.” Afinal, se quebrarem o meu braço vou gritar de dor e pedir para que não o quebre.
É a situação de muitos cristãos atualmente. Estão confundindo fé com estoicismo. Apanham e aguentam calado. A Bíblia não nos exorta a sermos estoicos, ao contrário, ela nos exorta a abrirmos o coração para Deus e clamar pela sua ajuda. E é essa lição que Davi nos transmite nesse belo salmo.
“Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor” (v. 1)
Davi está refugiado numa caverna, fugindo de Saul que procura matá-lo. Este episódio marcou profundamente a vida de Davi. Ele ainda é jovem. Há um enorme peso sobre seus ombros. Seu inimigo é pai do seu grande amigo. Está sendo caçado como se fosse o pior dos homens. Refugiado numa caverna, desacompanhado, tem medo de morrer e se vê numa situação, assim como a da caverna, sem saída.
Mesmo em perigo, em vez de ficar chorando, murmurando, Davi, assim como é o objetivo desse Salmo quer ensinar algo. Mas, o que podemos aprender desse homem que está com medo e numa caverna? Bom, prestemos atenção no texto. Queremos defini-lo de três maneiras: a situação de um homem na caverna; sua atitude e seu pedido.
O salmo é uma expressão de alguém deprimido, mas ao mesmo tempo, expressão de confiança em Deus.
Essa expressão de confiança pode ser traduzida da seguinte maneira: “quando estou a ponto de perder a esperança então tu, tu mesmo, conheces a minha situação.”
Essas palavras são fortes para alguém que já enfrentou a depressão. Pessoas deprimidas não conseguem expressar em palavras o que sentem, mas nessa oração de Davi, aprendemos que mesmo que não saibamos, Deus sabe.
Os deprimidos sofrem uma pressão muito grande. É como se algo os empurrasse para o abismo e quisesse lança-los para baixo. O deprimido é como alguém que vive sem esperança. No entanto, nessa hora, como é maravilhoso ouvir a oração de Davi que nos ensina que Deus não nos ignora.
Davi ensina o que é a situação de um homem na caverna, sua atitude e seu pedido. Não podemos confundir as coisas.
O segundo mandamento ensina que não devemos tomar o nome de Deus em vão. O que significa isso? Significa que é justamente na hora das aflições, nos momentos difíceis da vida que devemos buscar a Deus em oração e louvá-lo. Um atitude completamente diferente daqueles que na primeira dificuldade buscam meios condenados por Deus, como a benzedura, a feitiçaria, etc.
Na caverna, na depressão, na dificuldade, temos àquilo que é o principal, temos Deus a quem podemos abrir nosso coração. E abrir o coração, envolve não mascará-lo, não esconder o que de fato estamos sentindo.
Fazemos parte de um contexto, e nosso contexto apresenta a vida cristã com a ideia de que o cristão não passa por dificuldades e problemas. Depressão, para muitos é falta de fé. Será? Afinal, muitos personagens bíblicos enfrentaram a depressão. E entre esses, Davi, nos ensina como enfrentar essa caverna que só sabe como é quem entra nela.
Os versículos 1,2 e 5: “Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor. Derramo perante ele a minha queixa, à sua presença exponho a minha tribulação. ... A ti clamo, Senhor, e digo: tu és o meu refúgio, o meu quinhão na terra dos viventes” apresentam a única alternativa na dificuldade, se entregar à oração.
Do lado de fora da caverna estão Saul e o seu exército, dentro da caverna Davi está sozinho. Davi grita, a oração vem lá de dentro Davi está urrando assim como um leão ferido e acossado por caçadores que está prestes a morrer.
Como terminou a história? O fim da história está em I Samuel 22:1-2. Davi foi libertado. Na caverna, Davi se sentia sozinho, completamente abandonado. Um grupo enorme foi procurar por Davi e este grupo formou o núcleo que garantiu o reinado de Davi de volta.
Como está nossa vida de oração? A oração é a pulsação da fé. O coração é a fé e ele pulsa em nossas vidas um viver em oração. Podemos falar com Deus em todas as situações da vida. Disse o próprio Jesus: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; e o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á” (Mt 7.7 – 8).
Uma bela promessa de Jesus. Ele ouvirá nossas orações. E olhando para o salmista e para a promessa de Jesus, nossa vida de oração acontece justamente na dor. Pois, assim como Davi numa caverna e falou, clamou, gritou para Deus, Jesus diz que sejamos insistentes com ele. Batamos a porta dele, o busquemos e sejamos mendigos pedintes em sua porta.
Que maravilhoso saber que nas piores situações, Deus nos ouve. Não precisamos buscar meios alternativos. Na dor e no sofrimento podemos falar com Deus. Mas pastor eu não sei orar. Mas, o que é oração? É aquele culto divino que prestamos a Deus com nossos lábios. Orar é falar com Deus. E muitas vezes para que eu e você falemos com Deus, Ele em seu amor e misericórdia pressiona a nossa cabeça para baixo para que dobremos nosso joelho e gritemos por socorro. Outras vezes, deus até permite que caiamos no poço, mas justamente para que lá do fundo, ergamos a cabeça e reconheçamos que acima de nós há um Deus e está pronto a nos socorrer.
Orar é falar com Deus. Deus deseja o clamor dos seus filhos. Por isso nos ensinou a orar:
Pai nosso que estás nos céus.
Santificado seja o teu nome.
Venha o teu reino.
Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos dá hoje.
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos devedores.
E não nos deixes cair em tentação.
Mas livra-nos do mal.
Pois teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Deus nos abençoe e que nossa vida de oração seja algo diário, pois, Deus quer que oremos, nos ensinou a orar e deseja o nosso clamor. Em nome de Jesus. Amém!
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Mensagem – Preciso Falar/Portas Abertas 2014
Quarto domingo na Quaresma – 30/03/2014
Leituras: Sl 142; Is 42.14–21; Ef 5.8–14; Jo 9.1–41
Texto-base: Salmo 142
Tema: “Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor” (v. 1)
Edson Ronaldo Tressmann
Davi está refugiado numa caverna, fugindo de Saul que procura matá-lo. Este episódio marcou profundamente a vida de Davi. Ele ainda é jovem. Há um enorme peso sobre seus ombros. Seu inimigo é pai do seu grande amigo. Está sendo caçado como se fosse o pior dos homens. Refugiado numa caverna, desacompanhado, tem medo de morrer e se vê numa situação, assim como a da caverna, sem saída.
Mesmo em perigo, em vez de ficar chorando, murmurando, Davi, assim como é o objetivo desse Salmo quer ensinar algo. Mas, o que podemos aprender desse homem que está com medo e numa caverna? Bom, prestemos atenção no texto. Queremos defini-lo de três maneiras: a situação de um homem na caverna; sua atitude e seu pedido.
O salmo é uma expressão de alguém deprimido, mas ao mesmo tempo, expressão de confiança em Deus.
Essa expressão de confiança pode ser traduzida da seguinte maneira: “quando estou a ponto de perder a esperança então tu, tu mesmo, conheces a minha situação.”
Essas palavras são fortes para alguém que já enfrentou a depressão. Pessoas deprimidas não conseguem expressar em palavras o que sentem, mas nessa oração de Davi, aprendemos que mesmo que não saibamos, Deus sabe.
Os deprimidos sofrem uma pressão muito grande. É como se algo os empurrasse para o abismo e quisesse lança-los para baixo. O deprimido é como alguém que vive sem esperança. No entanto, nessa hora, como é maravilhoso ouvir a oração de Davi que nos ensina que Deus não nos ignora.
Davi ensina o que é a situação de um homem na caverna, sua atitude e seu pedido. Não podemos confundir as coisas.
O segundo mandamento ensina que não devemos tomar o nome de Deus em vão. O que significa isso? Significa que é justamente na hora das aflições, nos momentos difíceis da vida que devemos buscar a Deus em oração e louvá-lo. Um atitude completamente diferente daqueles que na primeira dificuldade buscam meios condenados por Deus, como a benzedura, a feitiçaria, etc.
Na caverna, na depressão, na dificuldade, temos àquilo que é o principal, temos Deus a quem podemos abrir nosso coração. E abrir o coração, envolve não mascará-lo, não esconder o que de fato estamos sentindo.
Fazemos parte de um contexto, e nosso contexto apresenta a vida cristã com a ideia de que o cristão não passa por dificuldades e problemas. Depressão, para muitos é falta de fé. Será? Afinal, muitos personagens bíblicos enfrentaram a depressão. E entre esses, Davi, nos ensina como enfrentar essa caverna que só sabe como é quem entra nela.
Os versículos 1,2 e 5: “Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor. Derramo perante ele a minha queixa, à sua presença exponho a minha tribulação. ... A ti clamo, Senhor, e digo: tu és o meu refúgio, o meu quinhão na terra dos viventes” apresentam a única alternativa na dificuldade, se entregar à oração.
Do lado de fora da caverna estão Saul e o seu exército, dentro da caverna Davi está sozinho. Davi grita, a oração vem lá de dentro, Davi está urrando assim como um leão ferido e acossado por caçadores que está prestes a morrer.
Como terminou a história? O fim da história está em I Samuel 22:1-2. Davi foi libertado. Na caverna, Davi se sentia sozinho, completamente abandonado. Um grupo enorme foi procurar por Davi e este grupo formou o núcleo que garantiu o reinado de Davi de volta.
Como está nossa vida de oração? A oração é a pulsação da fé. O coração é a fé e ele pulsa em nossas vidas um viver em oração. Podemos falar com Deus em todas as situações da vida. Disse o próprio Jesus: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; e o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á” (Mt 7.7–8).
Uma bela promessa de Jesus. Ele ouvirá nossas orações. E olhando para o salmista e para a promessa de Jesus, nossa vida de oração acontece justamente na dor. Pois, assim como Davi numa caverna, falou, clamou, gritou para Deus, Jesus diz que sejamos insistentes com ele. Batamos a porta dele, o busquemos e sejamos mendigos pedintes em sua porta.
Que maravilhoso saber que nas piores situações, Deus nos ouve. Não precisamos buscar meios alternativos. Na dor e no sofrimento podemos falar com Deus. Mas pastor eu não sei orar. Mas, o que é oração? É aquele culto divino que prestamos a Deus com nossos lábios. Orar é falar com Deus. E muitas vezes para que eu e você falemos com Deus, Ele em seu amor e misericórdia pressiona a nossa cabeça para baixo para que dobremos nosso joelho e gritemos por socorro. Outras vezes, Deus até permite que caiamos no poço, mas justamente para que lá do fundo, ergamos a cabeça e reconheçamos que acima de nós há um Deus que está pronto a nos socorrer.
Orar é falar com Deus. Deus deseja o clamor dos seus filhos. Por isso nos ensinou a orar:
Pai nosso que estás nos céus.
Santificado seja o teu nome.
Venha o teu reino.
Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos dá hoje.
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos devedores.
E não nos deixes cair em tentação.
Mas livra-nos do mal.
Pois teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.
Deus nos abençoe e que nossa vida de oração seja algo diário, pois, Deus quer que oremos, nos ensinou a orar e deseja o nosso clamor. Em nome de Jesus. Amém!
P O N T O D E P A U TA –
Abuse do alho!
*** Tire proveito deste verdadeiro remédio caseiro!
O alho é um dos alimentos considerados verdadeiros remédios, dada a quantidade de benefícios à saúde que seu consumo oferece – e com razão. A lista de bons motivos para incluí-lo na alimentação diária é convincente: o alho tem ação antibiótica e antioxidante; evita distúrbios respiratórios em formação e melhora o estado de saúde do coração. Além de tudo isso, o alho também é útil no equilíbrio da glicemia!
Segundo pesquisas realizadas com animais, o alho pode aumentar a secreção de insulina, que baixaria a glicemia e melhoraria a sensibilidade à insulina, ajudando a reverter o diabetes. Os suplementos de alho não têm apresentado esses benefícios de forma comprovada, no entanto, outro estudo com animais revelou que altas doses de alho cru reduzem os níveis de glicose no sangue de maneira significativa. Assim, o ideal é degustar o alho da forma tradicional.
Como os gregos o chamavam há 25 séculos, essa “rosa malcheirosa” oferece grandes benefícios à saúde. Estudos mostram que o alho pode ajudar a manter o colesterol sob controle, baixando os níveis do colesterol “ruim” (LDL) e elevando os do “bom” (HDL). Em uma análise de cinco testes nos quais os participantes receberam suplementos de alho ou placebos, os autores concluíram que é possível baixar o colesterol total em cerca de 9% ingerindo o equivalente a 1,5 ou até 3 dentes de alho por dia, durante dois a seis meses. O alho ainda afina o sangue, prevenindo a formação de coágulos que podem obstruir as artérias.
Se é fã do sabor característico do alho, temos mais uma boa notícia: não há restrições de consumo. Portanto, abuse do alho sem culpa!
Adaptado de Alimentos Mágicos para Controlar sua Glicose – Seleções do Reader’s Digest
- Veja mais em: http://www.selecoes.com.br/abuse-do-alho?utm_source=newlwtter&utm_medium=email&utm_campaign=Diabetes260314#sthash.JSnxZNbp.dpuf
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Edição
Adilson Derly Schünke
coordenador nacional do PEM
PEM – IELB - Porto Alegre – RS
Fones: (51) 3014-2111 - 33 300 200 (resid.)
(51) 9933-2488 (cel) - 3014-2121 (direto)
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