atualização#13-2014-PEM-IELB[oraçaodasemana]Transfiguração02março14
oraçaodasemana link (em word e pdf) :
CARTAZ 2014 neste link: https://db.tt/lVwrTPf6
Porto Alegre, RS –27 fevereiro 2014
Contato: p...@ielb.org.br
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“Orai sem cessar!”
Inclua também! Amanhã pode ser você!
» ESPECIAL: as enchentes na Rondônia, muitas pessoas sofrendo. Os rios continuam cheios. Famílias nossas atingidas. Especialmente em Guajará Mirim. Maiores informações com o pastor Walter RIbak de Porto Velho, RO - walter...@uol.com.br
» Falecimento de Witória Laureth Meister: ontem, 26/fevereiro (Joinville), 82 anos, mãe do pastor Wilmar Meister, avó da esposa de Mario Fukue. Sepultamento hoje a tarde em Joinville. Wilmar é pastor em São Leopoldo - wilmar...@gmail.com
» Falecimento de Eraci Seibel Schultz: mãe do pastor Jonas Roberto Schultz, nesta semana tirou sua própria vida. Estava em depressão profunda. Jonas é pastor em Marechal Floriano (formado em 2012). Vamos orar por estes familiares. - schultz...@hotmail.com
» Maria Glória Antunes Seling: mãe do pastor Marlus: internada em Curitiba aguardando iniciar quimioterapia (cfe Marlus: “essa é a parte mais difícil, ter que aguardar na fila”). Info pastor Erno Kufeld – solicitando as orações da igreja. Marlus é pastor em Irati, PR - msse...@yahoo.com.br
» Marcélia Zimmer - tratamento de câncer - muito fragilizada, tomando morfina desde ontem. Pastor Ernani agradece as confortadoras mensagens recebidas (como de Nilo Figur, Kircheim, Dauernheimer, Rieth e muitos outros). Ernani é pastor Emérito e reside em Vila Pavão, ES - erna...@zipmail.com.br
» Nilma Fátima Figueiredo Lange: esposa do pastor Jairo Lange e cunhada do pastor Ari Schulz em tratamento de quimio. Jairo e esposa estão neste momento em Caixas do Sul onde Nilma faz tratamento. Jairo é pastor em Gramado jairo...@hotmail.com .
» Selda Eugênia Buss Hellwig : “Minha irmã teve alta na segunda-feira e está se recuperando em casa. Sua filha Beatriz agradece a todos os que oraram por ela e também a todos os que enviaram mensagens para ela”. Iirmã de Paulo Wille Buss, pastor Prof. do Seminário. Beatriz Neunfeld: biahne...@hotmail.com -
» Delci Bredow : em recuperação em casa. Esposa do pastor Heldo, da Emanuel de Blumenau, SC - heldo...@gmail.com .
» Luís Cláudio Viana da Silva – Pedido do pastor Filipe é para que a igreja continue a orar por ele e sua família. Obrigado. Filipe Schneider é pastor em Goiânia - filipes...@gmail.com - "Da cruz" – Goiânia.
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AGENDA e DIVULGAÇÃO:
OBS: Neste ano, não haverá ERPEDs
-27/02 – DAS e FAPI – ministram a Disciplina de Administração Institucional da IELB – no Seminário – (Mario Lehenbauer).
-22/março – Sábado, Encontro dos Coordenadores Distritais do PEM - Carazinho
COM JESUS - Preparado com o coração de nossas professoras de Escola Dominical, espalhadas pelo Brasil. Agora em formato de Bloco, folhas destacáveis e com as gravuras mais adequadas para a Escola Dominical – útil para Ensino Religioso na Pré-Escola.
IMPORTANTE
2014
Manual do professor Nível 1 acompanhado de caderno de atividades para o aluno: Este material é recomendado para crianças não alfabetizas ( educação infantil) e quer ser específico e permanente para crianças menores. Por isso não possui as mesmas histórias do Nível 2.
Manual do professor Nível 2 acompanhado de um caderno de atividades (e não dois como em outras edições). Por serem muito semelhantes e atingir de modo geral o mesmo nível de crianças, optou-se por APENAS um caderno de atividades.
Constam também no final do manual do professor nível 2, seis aulas especiais com atividades e programação para datas festivas (Dia das Mães, Dia dos Pais, Ascenção, Dia das Crianças, Reforma, Mordomia da Oferta).
Para estes dois manuais 1 e 2, foram escolhidas histórias diferentes - Antigo e Novo Testamento, sem seguir a Trienal – este material das séries A-B-C, já foi publicado em anos anteriores.
Ângela
PRECISO FALAR e PORTAS ABERTAS – em um volume de 256 páginas repleto de conteúdo para auxiliar nas atividades cúlticas e de estudos – pensando especialmente no leigo, o grande auxliar do pastor – para o seu preparo pessoal e crescimento e muito auxílio.
CADERNO DO PEM – AGORA É: “Igreja em Grupos” - com estes conteúdos: (em 84 páginas) com preço irrisório. Cada família deveria ter o seu!
Apresentação
Parte 1 - Igreja em Grupos - estudos do PEM
Estudo 1 - Jesus - a fonte da água viva
Estudo 2 - Comunicar a partir da fonte
Estudo 3 - Conheço o fundamento - Jesus, a fonte da água viva
Estudo 4 - Fui capacitado. E agora?
Estudo 5 - O que comunicar? Jesus comunica
Estudo 6 - As pessoas comunicam o Evangelho - exemplos práticos
Estudo 7 - A Igreja comunica Jesus
Estudo 8 - A Igreja comunica Jesus usando os meios de comunicação
Estudo 9 - Comunicando Jesus a partir dos nossos relacionamentos
Parte 2 - Teologia e prática
Estudo 10 - O dízimo - ontem e hoje
Estudo 11 - Simplificando o ato de ofertar
Estudo 12 - Primícias
Estudo 13 - Conceito de Mordomia Cristã
Estudo 14 - O sentimento de Cristo e nossa ação social
Parte 3 - Anexos
Temática 2014 - A Igreja comunica a Vida: Cristo para todos
Hinos (21 Hinos diversos)
PRECISO FALAR e PORTAS ABERTAS – em um volume de 256 páginas repleto de conteúdo para auxiliar nas atividades cúlticas e de estudos – pensando especialmente no leigo, o grande auxliar do pastor – para o seu preparo pessoal e crescimento e muito auxílio.
APRESENTANDO
Milagres sempre acontecem quando vamos à Fonte. Veja a Mulher Samaritana no poço de Jacó, em João 4. Mudou radicalmente e foi logo contar aos moradores da sua cidade sobre o milagre da fé. Jesus – a fonte da água viva! É através desta fonte, que podemos Abrir Portas para aquele que pode mudar a vida de alguém. O Espírito Santo que age onde for anunciada a Palavra de Deus.
Por isso a IELB, através do PEM, com o Portas Abertas e Preciso Falar (agora num volume só), mais uma vez procura alcançar um material de Culto preparado com muito amor e carinho, para todos aqueles que podem assumir este maravilhoso desafio de ajudar na proclamação da Mensagem, nas igrejas que querem manter sempre as suas Portas Abertas para cultos.
Você, caro leigo da igreja, é desafiado a ocupar o espaço que pertence a esta força que temos na igreja.
Nesse sentido, Portas Abertas oferece uma seleção de conteúdos prontos – Mensagens e Liturgias - para serem utilizados nos Cultos quando o pastor estiver ausente.
E Preciso Falar, com base nas perícopes da série Trienal “A”, oferece auxílios litúrgicos para o preparo do culto, do sermão e estudo bíblico.
Novamente, a moeda de troca é apresentar um conteúdo, garimpado unicamente através da boa vontade de muitos colaboradores que abraçaram a causa para que este conteúdo pudesse ser oferecido mais uma vez à igreja.
Gratidão a todos os pastores que colaboraram nesta empreitada.
Está aí, portanto, uma ferramenta para ajudar neste projeto permanente de Portas Abertas nas igrejas porque Preciso Falar sempre, de todos os telhados. Outra vez um material com muitas ilustrações.
Deixo também esta oração de George Herbert para sua reflexão.
Adilson Derly Schünke
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PENSAMENTOs da semana –
“Quando nos voltamos para Deus, temos as nossas necessidades supridas.”
(Martinho Lutero – Castelo Forte 1983 - CIL)
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- PELO FACEBOOK & BLOGS –
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MENSAGEM DE ESPERANÇA - HORA LUTERANA
Posted: 26 Feb 2014 06:30 PM PST
A corrida vai começar. Atenção! Os atletas se posicionam e... Logo imaginamos a largada sendo dada e os corredores iniciando o que há tempos esperavam e para o que trabalharam tão duro em treinos e mais treinos. O sol, no Salmo 19 é comparado a um atleta: “Deus armou uma barraca para o sol. O sol sai dali todo alegre como um atleta ansioso para entrar numa corrida” (Sl 19.4-5).
Naturalmente que o sol não fica literalmente ansioso, mas o salmista lembra que o sol cumpre aquilo para o que foi criado: aquecer e iluminar. Nós, criaturas de Deus, por causa do pecado, acabamos desviando do propósito original de estar com o Criador, de cuidar da criação, de viver em paz. E, juntos, podemos pedir: “Purifica-me, Senhor, das faltas que cometo sem perceber. Livra-me também dos pecados que cometo por vontade própria” (Sl 19.12-13). E, então, em Jesus, encontraremos perdão e novamente estaremos, alegres, na corrida para a qual fomos feitos. Viva na boa ansiedade de viver para o seu Criador.
Oração: Salvador Jesus, os seus ensinos são certos e alegram meu coração. Amém.
Leia em sua Bíblia o Salmo 19
Participe do Programa “O Caminho”, quartas-feiras, às 19h. Hora Luterana.
Acesse: www.livestream.com/caminhohl
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A propósito das últimas manifestações em relação a preconceito:
Castelo Forte de 2014 - CIL
24/02/2014
Vencendo diferenças
Efésios 3.1-13
O segredo é este: por meio do evangelho os não-judeus participam
com os judeus nas bênçãos divinas. Eles são membros do mesmo corpo
e participam da promessa que Deus fez por meio de Cristo Jesus. (v. 6)
A sociedade brasileira é composta por muitos grupos culturais, religiosos, étnicos e sociais. Cada pessoa já nasce dentro de um desses grupos. Nele crescemos e assimilamos, em grande parte, o seu jeito de ser e de pensar. Assim formamos identidade.
Mas essas diferenças também podem separar pessoas. Criar muros entre elas. Facilmente ocorrem rotulações: você é alemão; é negro; mora em tal bairro etc. A discriminação origina medos, tensões e discórdia.
O apóstolo Paulo fala de um mistério, de um segredo da fé: em Cristo, as pessoas que não são de origem judaica participam do mesmo corpo, da mesma herança e promessa feitas aos judeus. Ou seja, em Cristo não há distinções, mas irmãos e irmãs. Paulo afirma: “... todos vocês são um só por estarem unidos com Cristo Jesus” (Gálatas 3.28).
Eis o mistério: a superação das diferenças que nos são colocadas. Eis a nova identidade. Eis o mistério que gera novo comportamento nas pessoas. Mistério que culturas, classes sociais e religiões fechadas em si mesmas não conseguem entender. O mistério é apreendido no olhar, no acolher e conviver fraterno com o outro.
Proponho que você busque esse outro no dia de hoje. Converse com alguém considerado “estranho” e deixe-se surpreender. Desejo que você perceba mais um pouco do Deus que se dá a conhecer por meio de Cristo e que nos faz membros de seu corpo.
Senhor, dá-nos sensibilidade para perceber teu mistério. Vence nossas resistências e nossos muros culturais, religiosos e sociais, muitas vezes tidos como normais. Cremos que tu te revelas de muitas formas. Ensina-nos a não perder tua presença por medo e preconceito. Guia-nos à unidade e à vida plena. Amém.
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ORAÇÃO DA IGREJA Transfiguração (último domingo após Epifania)
02 de marco de 2014 –
Transfiguração (último domingo após Epifania) - 02 de março de 2014
*Tradução e adaptação de LettUsPray/LCMS: Adilson Derly Schunke – Porto Alegre, RS - PEM - fevereiro/2014
Oremos por toda a Igreja de Deus em Cristo Jesus e por todas as pessoas de acordo com suas necessidades, dizendo o seguinte - após o pastor dizer: assim oramos:
Senhor, cujo Filho Unigênito transfigurou-se no topo da montanha, ouve-nos!
Ó Senhor, não nos deixaste desamparados, nestes últimos dias, mas tens prometido ficar conosco com a tua Palavra profética. Concede-nos ouvidos e corações abertos e penitentes para ouvir as Escrituras quando são lidas em voz alta e pregadas em nosso meio, para que possamos participar com Pedro, Tiago e João no seguir a tua Palavra como luz na escuridão - assim oramos:
Senhor, cujo Filho Unigênito transfigurou-se no topo da montanha, ouve-nos!
Ó Deus, na gloriosa transfiguração de teu Filho unigênito, revelaste um vislumbre de tua glória e proclamaste Jesus para ser teu filho. Concede-nos a verdadeira glória de sua presença encarnada no Santo Sacramento, para que creiamos que Jesus é o Cristo e aprendamos com Ele a viver na fé e no amor para com o próximo - assim oramos:
Senhor, cujo Filho Unigênito transfigurou-se no topo da montanha, ouve-nos!
Pai Celestial , Senhor das nações, Aquele que governa com justiça perfeita, um mundo sem fim. Continua a orientar, confortar e apoiar nossos líderes, especialmente a nossa presidente, [___________, nosso governador, ______________, nosso prefeito ], e todos os que administram as coisas do Estado. Faze com que governem com justiça, colocando o bem da nação em primeiro lugar, seguindo o exemplo de teu Filho, que não veio para ser servido, mas para servir - assim oramos:
Senhor, cujo Filho Unigênito transfigurou-se no topo da montanha, ouve-nos!
Ó Senhor, o Teu Filho é o centro do ano litúrgico, tão
certo como Ele é o centro da nossa fé e vida cristã.
Quando nos preparamos
para mais um tempo de Quaresma, dá-nos corações arrependidos e fé inabalável
para colocarmos as coisas do teu reino em primeiro lugar, arrependimento e
exercício da vida cristã, da oração e caridade. Faze com que mais uma vez
façamos a viagem com a tua Palavra para a cruz e o túmulo vazio daquela Semana
Santa e celebremos a festa da Páscoa em sinceridade e verdade - assim oramos:
Senhor, cujo Filho Unigênito transfigurou-se no topo da
montanha, ouve-nos!
Senhor Deus, muitos são os solitários neste mundo, desprovidos de família e amigos, sofrendo com separações, mortes e outros traumas. Envia o teu Espírito Santo, para operar através da Palavra pregada a atrair a todos a ti mesmo, para que possam encontrar um lugar de consolo e conforto na comunhão dos santos - assim oramos:
Senhor, cujo Filho Unigênito transfigurou-se no topo da montanha, ouve-nos!
Ó Senhor, conheces todas as nossas necessidades, e abundantemente nos concedes bênçãos para o corpo e a alma. Abençoa e orienta todos que pediram nossas orações, especialmente__________]. Faze com que olhem para ti em todas as necessidades, e que pacientemente suportem as cruzes em verdadeira fé e fortalece-os na esperança e conforta em tua promessa da ressurreição - assim oramos:
Senhor, cujo Filho Unigênito transfigurou-se no topo da montanha, ouve-nos!
Concede-nos isso e tudo mais que sabes que nós necessitamos, Pai bondoso, por causa de teu Filho unigênito, Jesus Cristo, nosso Senhor, que vive e reina contigo e o Espírito Santo, um só Deus, agora e para sempre. Amém.
Quarta-Feira de Cinzas - 05 de março de 2014
*Tradução e adaptação de LettUsPray/LCMS: Heldo Bredow – Blumenau - SC - PEM - fevereiro/2014
Oremos por toda a igreja de Deus em Cristo Jesus e por todas as pessoas conforme as suas necessidades.
Senhor da igreja, abençoa os nossos púlpitos nesta quaresma conforme muitas de nossas congregações celebram cultos quaresmais no meio da semana. Dá com que o poder de tua Lei e o completo consolo de teu Evangelho sejam corretamente pregados aos nossos ouvidos, para produzirmos os frutos do diário arrependimento, e da fé que confia em Cristo e uma vida santa.
Gracioso Pai, ao iniciarmos a quadra da quaresma, te rogamos que abençoes a nossa jornada rumo à Semana Santa e a Páscoa cristã. Concede-nos uma rica e vibrante vida nesta quaresma, para todos os dias irmos à tua presença com nossas súplicas e orarmos sem cessar, deixando o incenso de nossas orações perante o teu altar como o nosso sacrifício diário. Concede-nos também corações firmes para crermos que as nossas orações são corretas, justas e efetivas e que por ti são ouvidas por causa do teu Filho Jesus Cristo.
Pai celestial, ao iniciarmos a nossa jornada quaresmal, dá a todos os que jejuam nesta época como preparo para a celebração da Páscoa uma compreensão correta do seu procedimento. Faze com que vejamos que os jejuns devem ser um treinamento para nos engajarmos na disciplina do arrependimento e não para sermos vistos pelas pessoas, a fim de sermos obedientes a ti, nosso Criador, a fim de santificarmos os nossos corpos como templos do Espírito Santo.
Gracioso Senhor, o tempo da quaresma seja também para todos nós uma época de efetivamente praticarmos a caridade cristã, de maneira a colocarmos as necessidades do próximo acima de nossos interesses. Capacita-nos a olharmos além de nós mesmos e assim vermos em nosso próximo alguém em quem Cristo habita. Torna-nos semelhantes a Cristo no praticar o amor cristão neste mundo que está morrendo, de tal modo que nós façamos o bem a aqueles que tu colocaste em nosso caminho.
Senhor, lembramo-nos aqui daqueles que nos solicitaram intercessões (especialmente ____). Faze-te presente na vida dos solitários. Conforta os desolados e aos que vivem sem esperança. Faze-nos instrumentos de tua paz neste tempo solene da quaresma à medida que nós estendemos as boas novas de Cristo, o Cordeiro de Deus, que carregou as nossas dores e fraquezas sobre o seu corpo e sua vida.
Pai celeste, tu nos deixaste os frutos da liturgia da Páscoa, o verdadeiro corpo e sangue de teu Filho, Cristo Jesus, nosso Senhor. Enriquece a nossa piedade sacramental nesta quaresma ao nós nos aproximarmos da Mesa do Senhor, lembrando a sua morte e ressurreição e assim recebemos os seus dons do perdão e vida eterna.
Em tuas mãos, Senhor amado, entregamos tudo pelo que rogamos, confiando em tua misericórdia, através de Jesus Cristo, o nosso Senhor. Amém.
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TEXTOS - AUX. HOMILETICOS E MENSAGENS 1º e 2º após epifania:
*Preciso Falar-Portas Abertas 2014 – está disponível em um volume
ENFOQUE - Período da QUARESMA
Encerrado o primeiro ciclo do ano litúrgico (o ciclo do Natal, que, historicamente, é o mais recente, na medida em que a festa da Páscoa é muito mais antiga), tem início um segundo: o ciclo da Páscoa. [Note que os dois ciclos têm uma estrutura semelhante: períodos de preparação (Advento e Quaresma, marcados pela cor roxa ou azul), a celebração propriamente dita (Natal e Páscoa, caracterizados pela cor branca), e os desdobramentos da festa (Epifania e o período após Pentecostes, dois períodos em que utilizamos a cor verde). Sob esta perspectiva, a estrutura do ano litúrgico, com as suas cores, é relativamente simples.]
A Quaresma é, como se sabe, um período de quarenta dias, sem contar os domingos (os domingos são sempre celebração da Páscoa!). Por isso, dizemos: domingos na Quaresma. São cinco domingos, mais o domingo de Ramos ou da Paixão. Como seria de esperar, a temática desses domingos gira em torno da obra de Cristo. No terceiro domingo na Quaresma aparece, como leitura do Evangelho, o texto de João 4, em que Jesus conversa com a mulher samaritana a respeito da água viva. Pode-se dizer que a obra de Cristo que seria realizada na cruz tem em vista esse dom da água viva, que é a temática deste ano. A epístola desse mesmo domingo, o terceiro na Quaresma, nos assegura que “Deus derramou o seu amor no nosso coração, por meio do Espírito Santo, que ele nos deu” (Rm 5.5). Receber a água da vida é receber o dom do amor de Deus.
(Vilson Scholz – Temática 2014)
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AUXÍLIOS HOMILÉTICOS E MENSAGEM
A transfiguração do senhor (último domingo após epifania) – 02/03/14
(Arquivos do PEM)
Leituras bíblicas: Sl 2.6-12; Êx 24.8-18; 2 Pe 1.16-21; Mt 17.1-9
Tema: Desejai as coisas Celestiais.
Autor: Horst R. Kuchenbecker
Epifania, a manifestação de Jesus. Estamos no último domingo do tempo da Epifania. Os textos apontam para a Parousia, a volta de Cristo em glória.
Salmo 2.6-12: Jesus, o Rei ungido por Deus, no monte Sião, em Jerusalém. Tu és meu filho, eu hoje te gerei. Confessamos: Gerado do Pai desde a eternidade. Eu te gerei, mostra a ordem, mas não fala de subordinação de Jesus ao Pai. Não temos em Jesus uma terça parte de Deus, mas o Deus completo que é um com o Pai e o Espírito Santo, (Pieper, Franz. Christliche Dogmatik, vol. 1, CPA, 1924. pg. 469) no eterno hoje, gerado do Pai. Ele o instituiu Rei. Jesus governa à direita do Pai, com poder irresistível sobre tudo e todos (Reino do Poder), com graça, sobre sua Igreja (Reino da graça), com glória sobre os bem-aventurados (Reino da Glória).
Êxodo 24.12,15-18: Deus revelou sua Lei ao povo de Israel, reunido no monte Sinai. Mostrou os direitos e deveres deles como povo de Deus. Celebrou-se, então, num momento solene e festivo, a aliança entre Deus e Israel. Moisés escreveu todas as palavras do Senhor num livro que foi lido diante do povo. O povo prometeu obedecer a Deus. A Lei é a base da antiga aliança.
Esta aliança foi firmada com sangue, o sangue da aliança. (Hb 9.18) Moisés construiu um altar sobre doze colunas e, enquanto jovens sacrificavam animais e ofereciam sacrifícios queimados, Moisés tomou metade do sangue e o aspergiu sobre o altar e a outra metade sobre o povo. O sangue unia o povo e Deus. O sangue que apontava para o grande, único e completo sacrifício de Cristo, para completo perdão dos pecados. Após a aliança, Deus convidou Moisés para subir ao monte. Ele subiu com Arão, seus dois filhos mais velhos, bem como 70 anciãos e viram o Deus de Israel (teofania, manifestação de Deus). E comeram e beberam na presença de Deus. Experimentaram, assim, antecipadamente, um pouco da bem-aventurança celestial que os aguarda no lar celestial. Então Deus convidou Moisés a subir. Uma nuvem cobria o monte. A glória do Senhor pousou sobre o monte e era como um fogo consumidor aos olhos dos filhos de Israel.
Moisés permaneceu 40 dias e quarenta noites. Fora de Cristo, Deus é um fogo consumidor. (Hb 12.29) A grande teofania temos no Gólgota. Ali Cristo, o Filho de Deus, sofreu em favor de toda a humanidade e revelou o amor de Deus.
2 Pedro 1.16-19: O apóstolo escreve "aos que conosco obtiveram fé", (v. 1) Ele "está prestes a deixar o mundo", (v. 14) Provavelmente recebeu um aviso especial a respeito, não só a dica de Jesus no mar da Galiléia (Jo 21.18). O apóstolo Pedro aproveita seu tempo final para firmar os fiéis na fé e apontar-lhes a parousia, a volta de Cristo em glória. Ele considera importante lembrar sua comunidade, sempre de novo, de quem é Jesus e sua vinda em breve para julgar vivos e mortos. Para tanto, ele lembra a transfiguração de Jesus. Fato que pressupõe conhecido entre os fiéis. Nessa comprovação, aponta para a glória de Jesus revelada na transfiguração. Uma glória não vista nem após a ressurreição. E ele lembra as palavras de Deus Pai: Este é meu filho amado em quem me comprazo. A ele ouvi. Temos sua Palavra, Antigo e Novo Testamentos. Ela é digna de toda a confiança. Ela revela o verdadeiro Deus, a salvação e a glória futura para os féis. Não nos deixemos enganar nem pela ciência, nem pela filosofia deste mundo.
Num sermão, poderíamos explorar os temas: 1) A glória de Jesus, ouvida e vista, e 2) a glória esperada.
Mateus 17.1-9: A pergunta que antecede ao texto é: Que dizeis vós quem eu sou? Jesus requer uma confissão pessoal. Tu és o Cristo, o Filho de Deus!, respondeu Pedro em lugar dos doze. Então Jesus lhes falou sobre seu sofrimento próximo. Eles não compreenderam. Para confortá-los, segue o episódio da transfiguração, pelo qual Jesus mostra ao círculo menor de seus discípulos que, mesmo sendo seu reino um reino de cruz, seus seguidores verão a glória futura de seu reino.
Esboço:
Tema: Pela transfiguração, Jesus revela:
1) Sua glória,
2) glória na qual Moisés e Elias já vivem.
3) O Pai confirma o Filho.
1) Subiram ao monte. Não sabemos ao certo qual é. Talvez Tábor. Interessa o que aconteceu ali. Jesus abandonou por uns momentos sua humilhação e deixou sua majestade divina brilhar. Ele não foi iluminado, mas o brilho saiu de dentro para fora. Os apóstolos testemunham: Vimos a sua glória. Ele é verdadeiro Deus, gerado do Pai desde a eternidade.
2) Moisés e Elias falam com ele. Moisés, o representante da Lei; Elias, o representante dos profetas. Jesus cumpriu a Lei e os profetas. Carregou nossas enfermidades. Pedro ficou entusiasmado. Queria ficar ali. Todos os que crêem, um dia estarão com ele.
3) O Pai confirma ser Jesus seu Filho amado. E recomenda: A ele ouvi. Temos sua Palavra e sacramentos. Isto nos basta. Uma palavra firme e verdadeira.
Por este Evangelho, Jesus nos concede uma visão da glória celestial; nos mostra pessoas que já vivem lá; e promete esta glória aos que nele confiam. Permaneça apegado à sua Palavra, pela fé (in: PFalar 15, pg.40).
MENSAGEM
A Transfiguração do Senhor - Último Domingo após Epifania – 02/03/2014
(Arquivos do PEM)
Leituras: Sl 2.6-12; Êx 24.8-18; 2 Pe 1.16-21; Mt 17.1-9
Texto-base: Mateus 17.1-9
Tema: A Transfiguração
Paulo Kerte Jung
“Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. Então, disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias. Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vinda da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi. Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo. Aproximando-se deles, tocou-lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais! Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus. E, descendo eles do monte, ordenou-lhes Jesus: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do Homem ressuscite dentre os mortos.”
No Salvador Jesus Cristo, estimados ouvintes.
Todos nós temos algo em comum. Temos em comum o sentimento do medo. Temos medo do sofrimento, da guerra, de catástrofes, de doenças incuráveis e de muitas outras coisas que ameaçam a nossa vida, o nosso conforto, a nossa segurança. Mas o medo não é causado apenas por perigos ou circunstâncias exteriores. Ele também pode ser causado por um elemento interior, isto é, o medo pode vir de dentro de nós mesmos. Os psicólogos falam de um medo que se origina na possibilidade de ser revelada perante os outros a nossa verdadeira identidade. Todos queremos manter em segredo algum defeito, um pecado ou qualquer coisa que nos possa diminuir perante os outros. Em outras palavras, temos medo que nos seja tirada a máscara e venha a ser posto em plena luz tudo quanto queremos que seja mantido em segredo.
História da transfiguração de Jesus colocou os discípulos Pedro, Tiago e João diante desta espécie de medo que se origina da possibilidade de ser revelado perante Deus tudo o que eles preferiam manter em segredo. Lá sobre um monte para onde Jesus os tinha levado e onde eles foram envolvidos por uma nuvem luminosa da qual o Pai Celestial dizia: “Este é o meu Filho amado em quem me comprazo; a ele ouvi”, eles caíram de bruços, tomados de profundo temor. Vamos analisar este episódio, e ver
O que nos ensina a transfiguração de Jesus
Não foi a única vez que homens caíram de medo diante de uma revelação da majestade divina. O profeta Isaías teve uma maravilhosa visão da glória de Deus, perante a qual exclamou: “Ai de mim! Estou perdido! porque sou homem de lábios impuros, habito no meio dum povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” (Is 6.5) Os pastores de Belém ficaram possuídos de grande temor ao se lhes apresentarem os anjos nas campinas de Belém. Quando Jesus se revelou a Saulo, às portas da cidade de Damasco, o então perseguidor do Cristianismo caiu cego por terra, cheio de medo. O mesmo sucedeu com muitos outros personagens bíblicos.
Por que os discípulos, os profetas, os pastores de Belém e tantos outros personagens tiveram medo ao verem a revelação da majestade de Deus? Porque a natureza humana, contaminada pelo pecado, não suporta a luz penetrante da glória e da majestade de Deus. Em tais circunstâncias, a pessoa sente que a sua intimidade, os seus pensamentos secretos, os seus pecados mais íntimos mantidos em segredo perante os homens, surgem claros aos olhos de Deus como se expostos à luz do sol. E foi por isso que aqueles homens tiveram medo. Por isso que os discípulos caíram de bruços. Foi preciso que Jesus os tocasse e falasse carinhosamente com eles, para que eles se animassem novamente.
Estimados irmãos e irmãs, o mesmo acontece conosco. Se Deus se revelasse a nós apenas como Santo Juiz, como supremo Senhor e executor da Lei, e nos procurasse apenas com a sua Luz penetrante para saber dos nossos pecados, nós sucumbiríamos de medo. No entanto, Jesus também nos toca com o seu amor, dando-nos a certeza, pelo seu sacrifício e sua ressurreição, que, apesar de sermos pecadores indignos, podemos subsistir perante Deus, porque temos perdão e a justiça de Cristo pela fé nele. Isso fez a diferença na vida dos discípulos, lá sobre o monte da transfiguração. Isso faz diferença na nossa vida, aqui ou onde quer que nós vivamos.
Mas a transfiguração nos ensina algo mais. Lembremos aquele quadro em que aparecem transfigurados Jesus, Moisés e Elias. Moisés e Elias eram dois personagens do Antigo Testamento que tinham vivido muitos séculos antes de Jesus. E neste quadro da transfiguração, eles aparecem semelhantes a Jesus: De vestes brancas como a luz e os rostos resplandecentes como o sol. Isto nos leva à compreensão de que algo mais do que a fria morte nos espera. Sim, temos que morrer, mas uma glória indescritível nos espera além da morte. Por isso, se a tristeza e o desânimo nos abatem; se as tentações nos querem derrubar da fé; se achamos que não vale a pena sermos cristãos, então lembremos o quadro da transfiguração de Cristo para nos animar na certeza de que algo maravilhoso nos espera. Sim, digamos com o apóstolo Paulo: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então vós também serreis manifestados com ele, em glória.” (Cl 3.3)
A história da transfiguração nos ensina mais uma importante lição. Lembremos as palavras de Pedro: “Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, e outra para Elias.” Sem dúvida, aquele era um lugar bom para ficar permanentemente. Neste momento maravilhoso, eles queriam permanecer lá permanentemente. Construir tendas para Jesus, Moisés e Elias, significava um convite para eles permanecerem ali. Mas logo depois, veio o medo. Notemos que isto Pedro disse antes de ouvir a voz do Pai Celestial que os fez cair de bruços, cheios de medo. Medo que perdurou até que Jesus os tocou e lhes garantiu não haver motivo para medo.
Está aí presente a realidade de nossas vidas. “Senhor, é bom estarmos aqui.” É bom sermos cristãos. É bom sermos filhos de Deus. É bom termos conhecimento de Cristo, o Filho de Deus. É muito bom termos a promessa do perdão e da reconciliação com o Pai. É bom nos sentirmos confortáveis. Sentirmo-nos bem. Mas a nossa morada não é aqui. Como o apóstolo Pedro, nós também não podemos construir tendas, isto é, nos satisfazer em aproveitar só para nós mesmos estes privilégios. É preciso sair e contar aos outros quem é Jesus. É preciso sair e contar aos outros sobre a glória que nos aguarda. É preciso sair e contar aos outros que temos a esperança que todos podem ter, de viver eternamente com Deus, não em casas feitas pelas mãos humanas, mas na casa do Pai Celestial.
“Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Essas foram as palavras do Pai ditas a respeito de Jesus. Elas nos lembram a procedência de Cristo. Jesus, de fato é o Filho de Deus e merece a nossa atenção. Merece que o ouçamos. E nós queremos ouvir a sua Palavra, para que aprendamos tudo o que diz respeito à nossa salvação. Jesus mesmo diz: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; e ninguém as arrebatará da minha mão.” (Jo 10.27, 28)
A transfiguração não foi apenas um belo acontecimento na história de Cristo. Ela foi também uma aula que nos mostrou que Jesus é o Filho amado de Deus, e que existe uma glória resplandecente à nossa espera na casa do Pai Celestial. Amém.
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MENSAGEM
Quarta-feira de Cinzas – 05/03/2014
Leituras: Sl 51.1-13(14-19); JL 2.12-19; 2 Co 5.20b-6.10; Mt 6.1-6, 16-21
Texto-base: Jl 2.12-19
Tema: O Senhor chama: Volta meu filho!
Raul Deringer
Quando o profeta Joel pregou suas mensagens, a situação econômica era desesperadora, em razão de um ataque de gafanhotos sem igual. Ele parte deste fato para alertar o povo para a prática da santificação, do quebrantamento, e de maior submissão ao Senhor.
As lições da devastação deveriam ser passada de geração a geração, porque se refere a um tempo de juízo do Senhor em que os prazeres da vida foram retirados e houve um lamento geral. Era também uma advertência de uma ação mais severa da parte de Deus, se não houvesse uma reconsagração profunda ao Senhor. Por isso o convite: Voltem para o Senhor, nosso Deus, pois ele é bondoso e misericordioso.
OBS: Jl 2.12-19 (Veja Aux. Homiléticos no Preciso Falar deste autor – opção 2)
Ilustração:
No interiorzão deste imenso Brasil vivia um casal, Ana e José, já não mais tão jovens e não tinham filhos.
Um dia, porém, Ana vem com uma novidade: José, nós vamos ter um filho.
Tempos depois nasce Pedrinho mas quis o destino que Ana não resistiu ao parto e veio a falecer logo depois.
José, agora, sozinho com Pedrinho na imensidão daquele pedaço de chão, cultivava o seu pedaço de terra, do qual tirava seu sustento.
Não casou de novo nem permitiu que outros viessem cuidar do filho. Era pai e mãe ao mesmo tempo. Levava o menino junto quando trabalhava na roça e com todo cuidado e capricho criava a criança.
Em muitas oportunidades quando fortes trovoadas se abatiam sobre a casinha, José tomava o menino no colo e o acalentava com cantigas conhecidas lá no sertão.
Quando nas matas próximas se ouvia o rugido da onça, José empunha o velho trabuco e ameaçava: - Vem sua bruta que tu leva chumbo. No meu Pedrinho você não toca!
O menino crescia. Ajudava o pai na lavoura, no plantio e colheita do algodão.
Chega a adolescência, a juventude e Pedrinho começa a se interessar por uma vida mais agitada.
Um dia, pôs a sela no baio, o cavalo de José, e saiu estrada afora.
José, agora já com os cabelos brancos, branquinhos como o algodão da sua lavoura, e em meio a lágrimas, chama: - Volta meu filho, volta!
1. Todos se afastam de Deus.
Volta meu filho, volta! Este é também o chamado de Deus
O SENHOR Deus diz: “Mas agora voltem para mim com todo o coração, jejuando, chorando e se lamentando.”
Na historinha, Pedrinho não está manifestando desprezo ao pai, apenas quer mudar o modo de vida, quem sabe estudar em uma escola agrícola para poder melhorar as condições de trabalho no sítio, nem José está agindo com egoísmo, apenas quer Pedrinho perto dele por amor!
Não é o mesmo a atitude de Israel. A idolatria e outros pecados não iriam trazer novos conhecimentos a eles nem melhorar as condições de vida do povo. Apenas o afastamento e desprezo ao Senhor.
Vemos no contexto anterior da leitura de Joel 2 que Israel estava passando por uma crise muito séria: a situação econômica era desesperadora, em razão de um ataque de gafanhotos sem igual.
As lições da devastação, a notícia de tal calamidade deveria ser passada de geração em geração, porque se refere a um tempo de juízo do Senhor em que os prazeres da vida foram retirados e houve um lamento geral.
Por causa dessa miséria até os jovens choraram. Todo cereal se perdeu e os lavradores ficaram envergonhados e desorientados, porque o juízo veio através de um inimigo pequeno, mas em grande número e sábio.
A devastação pelos gafanhotos era uma advertência de um mal ainda maior que viria sobre Israel, se não se arrependesse e voltasse ao Senhor.
O apóstolo Paulo, em sua primeira carta aos Coríntios adverte:
É por isso que muitos de vocês estão doentes e fracos, e alguns já morreram. Se examinássemos primeiro a nossa consciência, nós não seríamos julgados pelo Senhor. Mas somos julgados e castigados pelo Senhor, para não sermos condenados junto com o mundo.
Então, ministros e povo retornem ao Senhor com a mesma sinceridade, intensidade, arrependimento e interesses descritos em Deuteronômio:
E, no futuro, quando estiverem em dificuldades, e tudo isso acontecer, então se vocês voltarem para o SENHOR, nosso Deus, e obedecerem aos seus mandamentos, ele não os abandonará. Ele é Deus misericordioso e não os destruirá, nem esquecerá a aliança que fez com os nossos antepassados e que jurou cumprir.
2. A misericórdia de Deus.
Deus mostrou sua misericórdia ao povo do Antigo Testamento enviando juízes e profetas para orientar o povo a seguir o caminho para a vida eterna.
Deus mostrou sua misericórdia, o seu imenso amor por toda a humanidade ao enviar seu Filho, Jesus Cristo, que com sua vida e sofrimento levou sobre a cruz do Calvário os pecados de todos, acolhendo e integrando os cristãos no seu rebanho, porque “O Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas”.
Deus mostrou sua misericórdia por todos quando levantou um servo chamado Lutero, numa fase negra do cristianismo e purificou a igreja.
Deus mostrou sua misericórdia por todos quando a mais de cem anos enviou pastores para anunciar o santo evangelho para ovelhas dispersas no sul do Brasil.
Deus mostrou sua misericórdia a você quando na sua cidade, sua localidade preparou uma igreja, um ponto de pregação, para levar uma palavra de amor, de consolação para você, anunciando a você, perdão dos pecados, vida e salvação que Cristo obteve para você com sua morte e ressurreição!
Deus mostra sua misericórdia hoje ao enviar missionários e pregadores aos países onde o evangelho ainda não está alcançando as pessoas para chamá-las ao caminho do seu amor.
Deus quer mostrar a sua misericórdia também ao teu irmão, parente, amigo, colega de trabalho que está perto de você, que ainda não conhece o imenso amor de Deus manifestado em seu Filho Jesus Cristo, que deu sua vida para salvar toda humanidade. Para isto lhe chamou pelo evangelho, lhe iluminou com seus dons, isto é, lhe deu capacidade para dizer a todos que estão à sua volta: Jesus ama você e quer salvar você!
Não merecemos nada de Deus. Nem Deus não nos deve nada.
Qualquer coisa boa que tivermos em nossa vida é resultado da misericórdia de Deus. E isto é simplesmente algo que não merecemos por causa de nossos pecados. Deus nos dá coisas boas que não merecemos e que nunca poderíamos ganhar por nós mesmos.
Misericórdia é mais bem ilustrada na salvação oferecida por Deus através de Jesus Cristo. Merecemos a punição, mas recebemos salvação ao crer em Jesus Cristo como o nosso Salvador. Recebemos a misericórdia de Deus e somos libertos da condenação eterna. Em vez de julgamento, recebemos a salvação, perdão dos pecados, vida abundante e uma eternidade no céu.
Conclusão:
Quando nos voltamos para Deus, encontramos esperança para a vida. Israel recebeu a promessa de que ninguém zombaria dele: E vocês, sacerdotes, que no pátio do Templo servem a Deus, o SENHOR, chorem e façam esta oração: “Ó Deus, não castigues o teu povo! Não nos humilhes diante dos outros povos para que eles não caçoem de nós e perguntem: Onde está o Deus de vocês?”
Quando nos voltamos para Deus, temos as nossas necessidades supridas. Eis o que Deus dava a Israel e nós também. " Então o SENHOR mostrou o seu grande amor para com a sua terra e teve pena do seu povo. E respondeu: “Agora, vou lhes dar cereais, vinho e azeite; assim vocês comerão e ficarão satisfeitos. Nunca mais deixarei que os outros povos caçoem de vocês.".
Quando nos voltamos para Deus, perdemos o medo. A promessa é clara: "Não tenha medo, oh terra; regozije-se e alegre-se. O Senhor tem feito coisas grandiosas!
Deus quer reconciliar-se com você!” - Então, Volta meu filho, volta!
Que o Deus da esperança nos encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que transbordemos de esperança, pelo poder do Espírito Santo. Amém
Auxílios Homiléticos - Quarta-Feira de Cinzas – 05/03/2014 (opção 1)
Leituras: Sl 51.1-13(14-19); Jl 2.12-19; 2 Co 5.20b-6.10; Mt 6.1-6,16-21.
Marcel Scheidt
Ilustração
Havia um pequeno menino que visitava seus avós em sua fazenda. Foi lhe dado um estilingue para brincar no mato. Ele praticou na floresta, mas nunca conseguiu acertar o alvo. Ficando um pouco desanimado, ele voltou para o jantar. Como ele estava andando para trás, viu o pato de estimação da vovó. E, num impulso, ele acertou o pato na cabeça e matou-o. Ele ficou chocado e triste! Em pânico, ele escondeu o pato morto na pilha de madeira!
Ana (sua irmã) tinha visto tudo, mas ela não disse nada. Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: “Ana, vamos lavar a louça”. Mas Ana disse: “Vovó, Pedrinho me disse que queria ajudar na cozinha”. Em seguida, ela sussurrou-lhe: “Lembra-te do pato? Assim, Pedrinho lavou os pratos. Mais tarde naquele dia, vovô perguntou se as crianças queriam ir pescar e vovó disse: “Me desculpe, mas eu preciso de Ana para ajudar a fazer o jantar”. Ana apenas sorriu e disse, “está tudo certo, porque Pedrinho me disse que queria ajudar” Ela sussurrou novamente, “Lembra-te do pato?” Então Ana foi pescar e Pedrinho ficou para ajudar. Após vários dias de Pedrinho fazendo o trabalho de Ana, ele finalmente não aguentava mais. Ele veio com a avó e confessou que tinha matado o pato. A avó ajoelhou, deu-lhe um abraço e disse: “Querido, eu sei… eu estava na janela e vi a coisa toda, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar Ana fazer de você um escravo”.
A grande coisa acerca de Deus é que quando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece. É pela graça e misericórdia de Deus que somos salvos. Deus está na janela!
Salmo 51.1-13 (14-19) - Este é um salmo penitencial usado liturgicamente por sua mensagem de humildade e arrependimento. Este Salmo declara a confissão de Davi diante do seu terrível pecado que havia cometido com Bate-Seba. Nesta confissão o rei Davi reconhece e aceita a responsabilidade por “meu pecado” (v.3) não acusando outras pessoas ou circunstâncias. Também reconhece a miséria humana (V.5), busca pela compaixão (V.9) e por um Espírito reto (v.10).
Na Lei do Antigo Testamento se oferecia sacrifícios por conta dos pecados cometidos, pelo conhecimento que tinha de Deus, Davi entendia que o sacrifício não mudava em nada a pessoa que o oferecia. Davi sabia que para Deus valia mais a obediência um coração contrito e quebrantado do que sacrifícios de animais, e é isso o que ele oferece. (Os 6.6)
Joel 2.12-19 - O livro do profeta Joel é teocêntrico. Deus é o autor de todas as ações. A praga de gafanhotos foi enviada por Deus (v.11), também a remoção deles foi obra de Deus (v.19-20). É Deus quem chama o povo ao arrependimento, quem decide o tempo de julgar, quem oferece restauração, e quem derrama o Espírito Santo. Joel nos lembra de dois aspectos importante que não podemos esquecer na atualidade: 1- Deus é o Senhor da Natureza; 2- Deus é o Senhor da história. A humanidade precisa rever o lugar que Deus ocupa em suas vidas.
2 Co 5.20b-6.10 - O apóstolo Paulo recomenda: “Escutem o que Deus diz: “Quando chegou o tempo de mostrar a minha bondade, eu atendi o seu pedido e o socorri quando chegou o dia da salvação.” (v.2) Agora, não amanhã. Amanhã pode ser tarde. É por isso que a palavra de reconciliação precisa ser anunciada ao mundo. A reconciliação é obra exclusiva de Deus, que Ele já realizou e agora oferece ao mundo inteiro. Deus foi ao encontro do mundo perdido e anulou em Cristo a consequência do pecado.” Esta oferta quer alcançar o homem “agora”, pois “agora é o tempo sobremodo oportuno, que agora é o dia da Salvação”.(v.2b RA)
Mt 6.1-6,16-21 - No contexto do evangelho estamos no Sermão do Monte. O Pai-Nosso está no centro do sermão, o lecionário deixa a oração do Pai nosso de fora da leitura para que se observe com mais atenção os outros temas que nos chamam a atenção. Jesus aponta para uma ação muito típica do ser humano, a hipocrisia, e diante disso ele nos adverte a respeito da caridade, da oração e do jejum. É interessante a diferenciação que Jesus faz entre ser “hipócrita” ou “não hipócrita”. A hipocrisia não está na ação, pois o próprio Jesus pede que seus discípulos façam, a questão é a interpretação. E a chave hermenêutica indica os resultados, já ter a recompensa, ou receber a recompensa que o Pai dará. Para a cristandade a recompensa é que a vontade de Deus seja feita na terra como no céu. Já a recompensa de Deus é escatológica.
Existem algumas discussões em relação às traduções da Almeida Revista e Atualizada (ARA) e a Nova Tradução da Linguagem de Hoje (NTLH). Assim, por exemplo, “justiça” vira “praticar os seus deveres religiosos”, e “deres esmola” fica em “der alguma coisa a uma pessoa necessitada”. Existem diversas passagens que poderiam ter ficado no estilo da ARA e nem por isso teriam perdido entendimento simples. Ex: Esmolas (v. 2-4) Oração (v. 5-6) Jejum (v. 16-18).
Comentários Homiléticos
A Quarta-feira-de-cinzas, que marca o início da Quaresma, tem esse nome por causa do costume observado desde a Igreja Antiga, de se colocar cinzas sobre a cabeça em sinal de arrependimento. Nesse período eclesiástico os textos bíblicos querem nos lembrar da situação do ser humano diante de Deus (Sl), a necessidade do arrependimento. Também a sua generosa graça em chamar o seu povo ao arrependimento sincero (Jl) mostrando-lhe a sua bondade no dia da salvação(2Co), gerando no pecador perdoado o desejo de viver uma vida agradável a Ele orando, jejuando e auxiliando aos necessitados (Mt).
O Rei Davi, no salmo 32.3: “Enquanto não confessei o meu pecado, eu me cansava, chorando o dia inteiro”. Assim como na ilustração o menino não confessava o seu erro, ficava como escravo de sua irmã. O que ele não sabia era que sua vovó tinha visto a sua maldade, assim também diz o Apóstolo João em (1Jo 3.20): “pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas.” Deus conhece e sabe todas as coisas, por isso não precisamos viver como escravos da nossa consciência e do coração porque o próprio Deus já sabe do nosso pecado e nos convida a confessá-lo.
Esboço
Deu tem um convite a você!
1- Que tipos de convite você recebe?
- Pode-se enumerar vários motivos e circunstancia para convidar e ser convidado.
- O carnaval é um convite!
2- Deus te convida.
- Para voltar a Ele.
- Essa volta requer mudança de atitudes:
- Consagração
- Arrependimento
- Sentimento
- “rasguem o coração”,. É uma mudança interna, não apenas externa, como fazem muitos, fingindo arrepender-se. (Jl 2.13)
3– Deus é amor e não condena o pecador arrependido.
- Deus conhece nosso coração carregado de pecados.
- Enquanto não confessamos, somos escravizados pelo pecado.
- Ele sempre Perdoa, pois “chegou o dia da salvação”.
Conclusão
Nestes dias de Carnaval se ouviu bastante um convite com uma música que diz: “Vem, pra ser Feliz...” com as imagens da Globeleza dançando. Muitos aceitaram o convite. Mas será que este convite vale a pena? Mesmo quando depois da folia, tudo volta ao normal?
Ao contrário disto, aqueles que aceitam o convite de Jesus “Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados e eu lhes aliviarei”, estes são perdoados, abençoados e essa festa dura eternamente. Amém
Quarta-feira de Cinzas – 05/03/2014 (opção 2)
Leituras: Sl 51.1-13(14-19); JL 2.12-19; 2 Co 5.20b-6-10; Mt 6.1-6, 16-2
Raul Deringer
Salmos 51.1-13
O Salmo começa com “a confissão do pecado, acompanhado de uma súplica por perdão divino, e isto se pode ver claramente na estrutura literária deste salmo.
Davi dirigi-se a Deus e clama por auxílio; confissão de confiança; pedido de auxílio divino;
súplica de cuidado especial divino, cumprimento de promessa de aliança; voto de louvor e ação de graças; confiança na resposta divina.
Joel 2.12-19
Quando o profeta Joel pregou suas mensagens, a situação econômica era desesperadora, em razão de um ataque de gafanhotos sem igual. Ele parte deste fato para alertar o povo para a prática da santificação, do quebrantamento, e de maior submissão ao Senhor.
As lições da devastação deveriam ser passada de geração a geração, porque se refere a um tempo de juízo do Senhor em que os prazeres da vida foram retirados e houve um lamento geral. Era também uma advertência de uma ação mais severa da parte de Deus, se não houvesse uma reconsagração profunda ao Senhor. Por isso o convite: Voltem para o Senhor, nosso Deus, pois ele é bondoso e misericordioso.
2 Co 5.20b-6.10
Paulo fala de reconciliação: Cristo nos reconcilia, e que dá o ministério da reconciliação aos seus embaixadores.
Faz várias citações do Velho Testamento sobre o povo santo. Deus desejava um povo santo em Israel, mas os hebreus não cumpriram sua responsabilidade. Então, ele começou a profetizar sobre um povo santo e cumpriu as profecias em Israel espiritual, a igreja. Hoje, em Cristo, participamos da comunhão do Todo-Poderoso que habita entre os cristãos.
Mt 6.1-6, 16-21
No texto de Mt.6.1-6 Em preparação a apresentação de sua oração modelo, o Pai Nosso, Jesus dá instruções aos seus discípulos a respeito da oração, para que não imitassem aqueles que estavam encarregados de instruí-los mas que visavam apenas promoverem a si mesmos, orando em lugares públicos com o fim de serem aplaudidos pelo povo.
Da mesma forma instrui os discípulos quanto a ajuda que prestam ao próximo. Seja de modo discreto todo auxílio prestado ao próximo e não de forma alardeada em busca de satisfação pessoal.
Comentários Homiléticos
A busca do Senhor Deus pela ovelha perdida é uma constante nas Sagradas Escrituras e nas leituras de hoje são citadas de forma sucinta a fórmula pela qual o pecador é recebido na comunhão com Deus.
Convite de Deus: Voltem para mim, em Joel; confissão e arrependimento no Salmo; conduta exemplar em 2 Coríntios; estímulo à oração e compartilhar com o próximo bens materiais no Evangelho.
Assim somos recebidos por Deus e já em vida temos favor e benefício em abundância. Como diz o apóstolo Paulo: “eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo”.
Esboço
O convite eterno de Deus: voltem para mim!
1. Todos se afastam de Deus.
Desde a queda em pecado no Paraíso promovendo a separação de Deus, Deus vem ao encontro do pecador oferecendo salvação (ver Gn.3.15)
A rebeldia, porém, se faz presente. A rejeição a Deus é uma constante e Deus usa muitas formas para alertar o povo e preveni-lo para que não seja destruído (Jl.1.3,4).
2. A misericórdia de Deus.
No entanto, Deus nunca fechou a porta, antes a mantém aberta em todo o tempo: pelos profetas no Antigo Testamento; pelo nascimento, vida, sofrimento, morte e ressurreição de Jesus; pela palavra dos evangelista e apóstolos; por seus servos zelosos pela verdade (Lutero); pela pregação da palavra nas igrejas hoje.
Conclusão:
Em todo o tempo vemos o convite cordial de Deus: Mas agora voltem para mim com todo o coração, jejuando, chorando e se lamentando.
Deus não quer a condenação do pecador, mas o chama amorosamente para junto de si: Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso.
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P O N T O D E P A U TA –
Por que comer espinafre?
Como todas as hortaliças verde-escuras, os benefícios para a saúde são imensos!
- Se todos comêssemos mais espinafre, haveria menos casos de diabetes no mundo, sem falar em outros males, como doenças cardíacas e câncer. Não, o espinafre não tem o poder especial de reduzir a glicose no sangue, embora contenha fibras solúveis e, como todas as verduras, tenha um impacto muito pequeno na glicemia. O motivo para a afirmação acima é: quanto mais frutas e hortaliças você comer, mais baixos são os riscos de se tornar obeso e de desenvolver diabetes. É simples assim. O espinafre é saudável o ano inteiro, sendo repleto de nutrientes e pobre em calorias.
A despeito do que o Popeye pensasse, o espinafre não é uma boa fonte de ferro. Isto porque o ferro que ele contém não é bem absorvido pelo nosso organismo. Por outro lado, o espinafre contém diversos outros nutrientes que podem ajudar a afastar ou a tratar quase todos os problemas de saúde – sobretudo se você tem diabetes ou alguns fatores de risco para desenvolver esse distúrbio.
Como outras hortaliças verde-escuras, o espinafre é riquíssimo em potássio e magnésio, o que o torna um aliado na regulação da pressão arterial. Graças à sua reserva de carotenoides, é uma das verduras mais ricas em antioxidantes. E esse tipo de antioxidante é uma poderosa arma contra complicações relacionadas ao diabetes, incluindo as doenças cardíacas e as lesões nervosas, sem falar no câncer.
Falando em antioxidantes, o espinafre é uma fonte surpreendentemente boa de vitamina C. Duas xícaras de folhas cruas fornecem 56% da Ingestão Diária Recomendada (IDR) e apenas 14 calorias. Com um teor calórico tão baixo, o espinafre ajuda a reduzir o total de calorias de qualquer prato ao qual é adicionado.
Por isso, comece agora mesmo a adicionar mais espinafre na sua alimentação!
-http://www.selecoes.com.br/por-que-comer-espinafre?
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Edição
Adilson Derly Schünke
coordenador nacional do PEM
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