Neste livro, psicoterapeutas fazem a Françoise Dolto perguntas relativas
a casos específicos que lhes causam dificuldade. A partir do simples
relato clínico, ela intervém estabelecendo analogias com casos
semelhantes, apontando as resistências do próprio terapeuta e dando
indicações sobre o caminho a seguir.
Na segunda parte (livro II), Françoise Dolto centra-se na ética da
psicanálise infantil, ou seja, no respeito à criança como sujeito capaz
de assumir seu sofrimento e seu desejo.
A maioria dos casos reunidos na terceira parte (livro III) é
absolutamente extraordinária; e, isso, não em razão do caráter
espetacular do sintoma, mas em razão do inaudito que Françoise Dolto
ouviu, e de seu espanto diante dos efeitos que sua escuta liberta.