Maria Goreti Amboni Stadtobler (Trad.) - Os Templários, de Ordem a Seita, Dossiê - 2018

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Dr. Mauricio Garcia

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Mar 4, 2020, 3:27:03 PM3/4/20
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APRESENTAÇÃO

Este Dossiê foi traduzido no ano de 1998 para servir de referência aos estudos de alunos universitários na disciplina de História da Educação e retomado em 2015, sob o formato deste livro. Trata-se de um documentário sobre a Ordem Templária, da Revista L’HISTOIRE, no 198, de abril de 1996, p.22 a 45, revista histórica de publicação em países de língua francesa. Esta tradução foi autorizada mediante carta impressa pelos editores da Revista L’Histoire, à época da primeira versão em 1998.

O texto compõe-se de uma coletânea de entrevistas de renomados jornalistas, diretores de revistas de circulação mundial, presidentes de associações internacionais, conferencistas, autores de livros sobre o tema. As entrevistas versam em torno da epopéia dos monges-soldados na Idade Média, sua missão humanitária, perseguições pelo então, rei da França Felipe O Belo ao Grão-Mestre da Ordem Templária, Jacques de Molay, especialmente; assim como esclarecimentos sobre o processo que o condenou à fogueira e à dissolução de sua Ordem. Processo este que inspirou o Vaticano à organização e impressão de uma tiragem de apenas 800 exemplares, levado a público, em 2007, contendo
todos os documentos que o Arquivo Vaticano reuniu sobre os templários; principalmente aquele que foi redescoberto em 2001, de nome Pergaminho de Chinon. No pergaminho comprova-se que o Papa Clemente V deu a absolvição ao último grão-mestre dos Templários, Jacques de Molay, e aos cavaleiros da Ordem.

Esta tradução contém referências a documentos importantes a respeito do processo de Jacques de Molay, referências cronológicas e um pequeno dicionário explicando alguns termos que no período citado eram utilizados para identificar a organização. Temos constatado que nem mesmo o correr dos séculos conseguiu desfazer o elo profundo existente entre seus membros, dado a nobreza dos objetivos na defesa dos peregrinos da Terra Santa, na sua origem. Na esteira desta polêmica interpretação dos propósitos dos templários há pesquisas que sugerem (nas referências atuais), ser o manto de Turim uma relíquia que traz estampada a face do venerável mestre da Ordem Templária Jacques de Molay, ao invés de especulações sobre a impressão do rosto de Yeoshua ou Jesus Cristo. Outras pesquisas rememoram a atividade dos cavaleiros templários como extensão da maçonaria ao protegerem cristãos que visitavam a Palestina.

Hoje, esta fraternidade ainda existe, apesar da perseguição do papado romano, atualmente reconciliado, porém, com propósitos um tanto diferenciados, algumas para homenagear e honrar seus guerreiros antepassados, outras com o propósito do autoconhecimento, seja sua constituição seita, seja escola iniciática.
Maria Goreti Amboni Stadtobler (Trad.) - Os Templários, de Ordem a Seita, Dossiê - 2018.pdf
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