O cineasta Olivier Julien levou sua equipe de filmagem ao Marrocos para
documentar o sítio arqueológico onde foi encontrado o fóssil que
provocou uma revolução na paleontologia moderna. Encontrado por um mineiro em 1960, o crânio do chamado "homem de Irhoud" foi inicialmente datado em 40 mil anos, pelo método do carbono-14. No entanto, vinte anos depois, novas pesquisas indicaram que sua verdadeira idade girava em torno de 300 mil anos, tornando-o o fóssil mais antigo de um homo sapiens que conhecemos. Isso mudou a teoria de que o homem moderno teria evoluído de ancestrais primitivos do leste da África, há 200 mil anos.
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