Oi, Márcia e colegas.
Gostaria de acrescentar nessa discussão iniciada sobre os pontos
principais do capítulo 5, um trecho da página 75 que fala de um
cenário focado no aluno.
Segundo os autores, trata-se de um "um processo de participaçãod os
alunos na seleção e no desenvolvimento do conteúdo. Há negociação
entre o conteúdo e a estratégia para explorá-lo. Há um grau
significativo de interação entre os alunos e destes com o professor"
Os autores citam Hanna, Glowaki-Dudka e Conceição-Runlee que
acrescentam duas filosofias ao ensino: centrada na comunidade de
aprendizagem e conduzida pela tecnologia. O primeiro é promovido pela
interação social como componente essencial de aprendizagem e o
segundo, por estar centrado na máquina, como aquele causador de
problemas no ensino a distância.
"Acreditamos que uma abordagem centrada na comunidade com a abordagem
centrada no aluno é a que atingir maior sucesso em manter os alunos
envolvidos e participativos online."
PERGUNTO:
Como deixar os alunos interferirem no conteúdo? Que tipo de negociação
eles poderiam fazer e fazem?
Isso para mim é essencial por se tratar de uma postura
educomunicativa. Tento fazer isso nos cursos virtuais livres que
administro porque estou à frente do processo.
Mas até que ponto os grandes centros educacionais dão essa permissão
ao aluno?
Atenciosamente,