Capítulo III

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Antonia Alves

unread,
Apr 29, 2009, 2:07:43 PM4/29/09
to O Aluno Virtual
Oi, Márcia e colegas!
Gostaria de saber se mais algum voluntário para trabalhar o capítulo
III sobre Estilos de Aprendizagem.

Antonia Alves
http://antoniaalves.blogspot.com
www.aprendaki.com.br
antonia...@yahoo.com.br

Rita

unread,
Apr 29, 2009, 3:49:07 PM4/29/09
to O Aluno Virtual
Antonia.
Pode contar comigo. Como posso ajudar?
Abs
Rita
> antoniaalves...@yahoo.com.br

Almerinda Garibaldi

unread,
Apr 29, 2009, 7:37:47 PM4/29/09
to o-aluno...@googlegroups.com
Antônia,
tem como vc me mandar o arquivo do Capítulo III. Assim, posso participar.
Abç,
Almerinda Garibaldi

2009/4/29 Antonia Alves <antonia...@yahoo.com.br>
--
Almerinda Garibaldi
iEARN-Brasil
Educadores Globais
#55 61 81258295

Antonia Alves

unread,
Apr 30, 2009, 8:14:25 AM4/30/09
to O Aluno Virtual
Oi, Rita, que bom...
Eu fiz uma webquest para a gente estudar esse capítulo. Dê uma olhada
e dê sua opinião.
Está nesse link: http://www.aprendaki.net/webquest/webquest/soporte_tablon_w.php?id_actividad=121&id_pagina=1

Você tem o livro?

Mapa Conceitual - sou iniciante nessa atividade, mas tentei fazer um
com as informações do capítulo 3. Também está na Webquest, mas seu
link direto é: http://www.aprendaki.com.br/Mapa_estilos_aprendizagem/Estilos_Aprendizagem.html

abraços da Antonia

Antonia Alves

unread,
Apr 30, 2009, 8:16:18 AM4/30/09
to O Aluno Virtual
Oi, Almerinda...
Esse capítulo não está disponível para download. A editora
disponibilizou apenas o primeiro.
Vou fazer um resumo com as principais idéias e envio a você e à Rita.
Aí poderíamos fazer uma resenha do mesmo - o que você acha?

Antonia Alves

Antonia Alves

unread,
Apr 30, 2009, 11:03:21 AM4/30/09
to O Aluno Virtual
Almerinda e Rita,
digitei os principais pontos do capítulo. A partir disso, vocês
poderiam fazer um resumo ou uma resenha sobre o capítulo para
apresentarmos ao grupo?

Ideias principais do capítulo III: Estilos de Aprendizagem
Para fazer um resumo ou resenha. São as palavras integrais dos
autores.

(...) se o professor utilizar múltiplas abordagens para o material
apresentado em todo o curso on-line, juntamente com vários tipos de
tarefas, os diferentes estilos de aprendizagem serão parte do processo
de aprendizagem. (...) O estilo preferido é como o aluno está propenso
a abordar o material que estuda, mas ele também sabe usar outros
estilos secundários, que são mais fracos por não serem utilizados com
tanta frequência . (p. 51)

Definindo os Estilos de Aprendizagem
Litzinger e Osif (1993) definem os estilos de aprendizagem como os
modos pelos quais as crianças e os adultos pensam e aprendem. Os
estilos de aprendizagem são às vezes descritos como filtros
construídos pelas pessoas e que são usados para orientar suas relações
com o mundo (O’Connor, 1997). Esses filtros são influenciados por
fatores tais como díade, maturidade e experiência, podendo mudar com o
tempo. Além disso, o estudo dos estilos de aprendizagem nos fornecem
categorias e grupos para esses filtros. (p. 51)
Os filtros podem ser categorizados pelos sentidos – auditivo, visual
ou cinestésico. (...) Outros estudos dos estilos de aprendizagem têm
como foco uma combinação das abordagens sensorial e cognitiva para
examinar como os alunos processam a informação. Um dos resultados é a
teoria das Inteligências Múltiplas de Gardner (Gardner, 1983). (...)
Armonstrong (1994) examinou o uso da teoria de Gardner na sala de aula
e chegou a quatro conclusões: todas as pessoas possuem as oito
inteligências, as inteligências podem ser trabalhadas, as
inteligências trabalham em conjunto de maneira complexa, e há vários
modos de ser inteligente. Outros teóricos observaram o estudo dos
estilos de aprendizagem sob as lentes do gênero, chegando à conclusão
de que os homens e as mulheres tendem a abordar a aprendizagem e as
situações de aprendizagem de modo diferente (Belenky, Clinchy,
goldberger e Tarule, 1986).
Claxton e Murrell (1988) encontram quatro categorizações ou modelos
principais pelos quais as pessoas aprendem: modelos de personalidade,
modelos de processamento de informação, modelos de interação social e
modelos de preferência instrucional e ambiental. (p. 52)

Abordando estilos de aprendizagem diferentes
(...) o professor pode projetar atividades que instiguem os alunos a
desenvolverem suas habilidades em outro estilo de aprender (O’Connor,
1997) (...) devemos levar em consideração algumas diferenças,
incluindo o estilo de aprendizagem, o gênero, a cultura e a presença
de alguma deficiência. (...) Schroeder (1993) acredita que haja uma
grande disparidade entre o corpo docente e o corpo discente de nossas
faculdades e universidades. O autor aponta para o fato de que entender
como os alunos aprendem e o lugar que ocupam no processo pode ajudar
os professores a elaborar ambientes de aprendizagem que atendam melhor
às necessidades dos alunos. (p. 53)

Oferecendo diferentes tipos de atividades

(...) Paulsen (1995) sugere que, para atender a todos os estilos de
aprendizagem do aluno virtual, é necessário incorporar atividades
individuais, em pares, professor/aluno e em grupo. (p. 53)

Concordando ou discordando dos estilos de aprendizagem

Claxton e Murrel (1988) observam que os professores têm a opção de
fazer com que suas atividades concordem ou discordem do estilo de
aprendizagem do aluno, dependendo do propósito e dos objetivos do
curso. (...) alguma discordância será também adequada para que os
alunos possam aprender a aprender de diferentes maneiras, trazendo à
baila modos de pensar e aspectos pessoais ainda não desenvolvidos.
(...) O’Connor (1997) observa que a tecnologia de fato aumenta a gama
de atividades que um professor pode usar para atender aos variados
estilos de aprendizagem. O autor considera as atividades sob três
categorias gerais: adição de alternativas, ciclos de aprendizagem e
atividades complexas.
(...) adição de atividades (...) o professor pode propiciar ao aluno a
criação de uma página eletrônica ou de uma apresentação em PowerPoint,
em vez de pedir-lhe para escrever um texto. (...)
(...) ciclos de aprendizagem (...) tipos diferentes de atividades de
aprendizagem são incorporadas a cada fase do processo, e o material é
organizado com base em temas e problemas cuja ênfase esteja no
desenvolvimento de uma habilidade que deve ser resolvida antes de o
aluno passar à próxima fase de aprendizagem. I(p. 55)
(...) os projetos colaborativos que requerem de cada estudante um
produto final são outro modo de incorporar os ciclos de aprendizagem
ao curso. (...)
atividades complexas (...) Os projetos complexos online podem ser a
base da atividade colaborativa. (p.56)

Levando os alunos adultos a aprender on-line
(...) Schroeder (1993) acredita que, no trabalho com alunos de
graduação, começar com experiências concretas e depois passar à
compreensão abstrata é uma estratégia adequada, que atende aos estilos
de aprendizagem dos alunos mais jovens, menos maduros. (p. 56)
(...) Começar com a aprendizagem de experiências práticas não é
necessariamente uma má abordagem para trabalhar com os adultos. A
diferença entre os jovens alunos de graduação e os adultos está de
fato no grau de estruturação de que precisam para finalizar um curso
com sucesso.(...)
(...) Boud e Griffin (1997) afirmam que todos possuem seis capacidades
de aprendizagem, independente do estilo: racional, emocional,
relacional, física, metafórica e espiritual. Afirmam que a maior parte
de nossa educação tem como foco o racional, concentrando-se nesse
aspectos em detrimento dos demais. Afirma também que, com o estímulos
dos aspectos racional, emocional, relacional, físico e metafórico, o
aspecto espiritual se desenvolverá. (...)
(...) precisamos dar maior atenção a maneiras de facilitar as outras
dimensões da aprendizagem – caso contrário correremos o risco de
perder nossos alunos. Shroeder (1993) observa que os jovens alunos de
graduação também buscam um alto grau de personalização. (p. 57)
Desenvolver uma comunidade de aprendizagem em um curso online e usar a
atividade colaborativa ao longo do processo são meios sólidos pelo
qual podemos fomentar todas as seis capacidades. [Os professores
precisam estimular cada uma delas coma atividades – adaptação minha]
(p. 58)

Colaborando, complementando, integrando

(...) a colaboração ajuda a promover o seguinte: (p. 58)
desenvolvimento do pensamento crítico (...), cocriação do conhecimento
e do significado (...), reflexão (...), aprendizagem transformadora
(...) (p. 59)

Pensamentos finais
Está claro que os professores não precisam criar atividades múltiplas
para a apresentação de cada conceito em um curso online. Em vez disso,
a utilização de meios colaborativos para tingir os mesmos propósitos
fortalecerá os estudantes, à medida que esses descobrem seu potencial
e desenvolvem mais amplamente múltiplos caminhos para a aprendizagem.
(p. 59)

Rita

unread,
Apr 30, 2009, 3:47:53 PM4/30/09
to O Aluno Virtual
Olá Antônia e Almerinda.
Eu tenho o livro e estou relendo o cap. III para as contribuções.

Já tinha feito o teste, achei bem interessante, pelos resultados, meu
estilo predominante é o auditivo, seguido pelo o cinestésico e visual.
Quanto ao mapa, confesso que fico um pouco confusa, mas vou olhar com
calma.

Na lista de discussão da Unicamp, um dos colegas (Pr. Milton Sobreiro)
compartilhou os dados de um Estudo de Caso realizado para a conclusão
da sua especialização em EAD, pena que ainda não foi publicado para
saber os detalhes do estudo. No estudo de caso ele trabalhou com a
questão da Teleaula e a pesquisa foi realizada com 100 acadêmicos na
modalidade EAD, cujo resultado acusou uma maioria absoluta de
estudantes que tem em sua estrutura cognitiva uma ênfase significativa
para o estilo de aprendizagem cinestésico (68%), seguido pelo visual
(25%), visual-cinestésico (4%), auditivo (2%), visual-auditivo (1%) e
nulidade de auditivos-cinestésicos. O resultado da pesquisa foi
trazido para discutir a evasão escolar (Relatório disponível em
http://www.fgv.br/cps/tpemotivos/).

Acho o dado interessante para reflexão de como trabalhar com os alunos
de estilo de aprendizagem cinestésico no ambiente virtual. Na tabela
3.1. do livro (p.60), Paloff e Pratt sugerem algumas técnicas
instrucionais, tais como: simulações, laboratórios virtuais, pesquisa
de campo, apresentação e discussão de projetos. Será que essas
técnicas se aplicam para qualquer tipo de curso a distância?

Abs.
Rita



On 30 abr, 09:14, Antonia Alves <antoniaalves...@yahoo.com.br> wrote:
> Oi, Rita, que bom...
> Eu fiz uma webquest para a gente estudar esse capítulo. Dê uma olhada
> e dê sua opinião.
> Está nesse link:http://www.aprendaki.net/webquest/webquest/soporte_tablon_w.php?id_ac...
>
> Você tem o livro?
>
> Mapa Conceitual - sou iniciante nessa atividade, mas tentei fazer um
> com as informações do capítulo 3. Também está na Webquest, mas seu
> link direto é:http://www.aprendaki.com.br/Mapa_estilos_aprendizagem/Estilos_Aprendi...
>
> abraços da Antonia

Márcia

unread,
May 1, 2009, 8:59:38 AM5/1/09
to O Aluno Virtual
Olá grupo!
Estive ausente por problemas pessoais mas retorno confiante que nossa
comunidade está cada vez mas sólida e autônoma!!! :)
Sobre os estilos de aprendizagem...
Trouxe para vcs outros pesquisadores sobre o tema estilos de
aprendizagem e outras definições.

O Que é um Estilo de Aprendizagem?
Um Estilo de Aprendizagem é um método que uma pessoa usa para adquirir
conhecimento. Cada indivíduo aprende do seu modo pessoal e único.
Um Estilo de Aprendizagem não é o que a pessoa aprende e sim o modo
como ela se comporta durante o aprendizado.
Só lembrando, Estilos de Aprendizagem ajudam a explicar porque uma
criança pode aprender a dizer todo alfabeto após ler um livro de
alfabetização, enquanto que outras podem aprender a mesma coisa
brincando com Blocos de Construção que tenham letras, e ainda outras
podem aprender o mesmo cantando músicas como a Canção do ABC.
A aprendizagem de adultos é um tema tão específico e importante, que
há uma ciência exclusivamente dedicada ao assunto, a Andragogia (do
grego: andros - adulto e gogos - educar). Uma das premissas dessa
especialidade é entender a motivação das pessoas por trás da
aprendizagem.
Todo adulto ao iniciar um processo de aprendizagem, já trás consigo
uma série de conceitos, crenças e informações de vida, que vão servir
de filtro para a elaboração de novos conhecimentos. Isso porque o
verdadeiro conhecimento deve gerar um novo comportamento, modificar
hábitos, rever métodos. Essa é a razão básica de se aprender algo
novo.
A andragogia trata muito do entendimento de conceitos e valores. Seu
foco é a compreensão do Porque as coisas acontecem, para haver o
domínio do Como Fazer, ou seja, para gerar o "Know How". Na educação
de adultos não se tem professores, mas facilitadores, que são pessoas
que viabilizam o acesso do indivíduo à aprendizagem. Funcionam como
construtores de pontes entre a informação e o conhecimento.
A verdadeira prova do saber é a aplicação desse conhecimento. E quanto
menor o tempo entre a aprendizagem e a ação, maior será a fixação da
informação e a geração do conhecimento. E a competência que é o
domínio de determinada atividade, só pode ser alcançada através da
aprendizagem.

Para que saber meu estilo de aprendizagem?
Segundo Alonso & Gallego (2000), identificar as características
pessoais de crianças e adultos de como eles aprendem facilita na
utilização de estratégias e mecanismos pedagógicos para facilitar a
aprendizagem. Quando o professor observa as crianças brincando,
interagindo e aprendendo vai identificando suas características de
estudo.
Essa "maneira" individual pela qual a criança prefere aprender é, na
essência, o estilo de aprendizagem dela.
Para o adulto é importante reconhecer suas reações e diferentes
necessidades sobre o modo desenvolvem sua aprendizagem e captam os
conhecimentos. Estilos de Aprendizagem seriam os vários métodos que as
pessoas usam para aprender alguma coisa durante toda sua vida.

Características dos Estilos de Aprendizagem

Os Estilos de Aprendizagem são quatro (4) que por sua vez são as
quatro fases de um processo cíclico de aprendizagem:
• Ativo
• Reflexivo
• Teórico
• Pragmático
Essa classificação não se relaciona com a inteligência porque existe
pessoas inteligentes com predominância em diferentes estilos de
aprendizagem.
Honey & Mumford (1986) descrevem assim as características e
peculiaridades dos quatro estilos:
1. Ativos: As pessoas que tem predominância em estilo ativo se
implicam plenamente e sem prejuízos em novas experiências. São de
mente aberta, nada cético e fazem com entusiasmos as tarefas novas.
São pessoas do “aqui e agora” e lhes encanta viver novas experiências.
Seus dias são cheios de atividades. Tão logo terminam uma atividade
começam outra. Crescem perante os desafios que são novas experiências
e se aborrecem com demoras e prazos distantes. São pessoas que no
grupo se envolvem com os assuntos dos outros e centram em sua pessoa
todas as atividades.
• Características principais: animador, improvisador, descobridor,
espontâneo.
2. Reflexivos: Os reflexivos gostam de considerar as experiências e
observá-las em toda sua perspectiva. Recorrem a dados, analisando-os
detalhadamente antes de chegar a alguma conclusão. Sua filosofia
consiste em ser prudente, “não deixar pedra sem mover e analisar bem
antes de passar”. São pessoas que gostam de considerar todas as
alternativas possíveis antes de realizar um movimento. Gostam de
observar a atuação dos demais, escutando-os e não intervêm até quando
acha que a situação é adequada. O imaginam com um ar ligeiramente
distante e condescendente.
• Características principais: ponderado, consciente, receptivo,
analítico, detalhista.
3. Teóricos: Os teóricos adaptam e integram as observações dentro de
teorias lógicas e complexas. Enfocam os problemas de forma vertical
escalonados e por etapas lógicas. Tendem a ser perfeccionistas.
Integram seus feitos com teorias coerentes. Gostam de analizar e
sintetizar. São profundos em seu sistema de pensamento, na hora de
estabelecer princípios, teorias e modelos. Para eles se “é lógico, é
bom”. Buscam a racionalidade e a objetividade subtraindo o subjetivo e
ambíguo.
• Características principais: metódico, lógico, objetivo, crítico,
estruturado.
4. Pragmáticos: O ponto forte das pessoas com predominância no estilo
pragmático é a aplicação prática das idéias. Descobrem o aspecto
positivo das novas idéias e aproveitam a primeira oportunidade para
experimentá-las. Apreciam atuar rapidamente e com segurança com os
projetos e idéias que lhe atraem. Tendem a ser impacientes quando
existe pessoas que teorizam. Tomam objetivos básicos quando têm que
tomar decisões ou resolver um problema. Sua filosofia é sempre que
pode fazer o melhor, se funciona é bom.
• Características principais: experimentador, prático, direto, eficaz,
realista.

Nós podemos responder o questionário CHAEA que ajuda a definir o nosso
estilo de aprendizagem e que está disponível no seguinte endereço:
Características dos Estilos de Aprendizagem

http://www.estilosdeaprendizaje.es/chaea/chaeagrafp2.htm
Vamos lá!


Márcia

unread,
May 1, 2009, 9:07:52 AM5/1/09
to O Aluno Virtual
Esqueci de discriminar a fonte de pesquisa:
Alonso & Gallego. Aprendizaje y ordenador. DYKINSON: Madrid, 2002.
Eles tem um livro sobre os estilos de aprendizagem:
http://www.uned.es/revistaestilosdeaprendizaje/numero_1/resenha_alonso-gallego_honey_pt.pdf

Existe também um material sobre os estilos de aprendizagem que serve
para visualizar melhor os conceitos:
http://www.slideshare.net/cplp/estilos-de-aprendizagem
:)

AlmerBG

unread,
May 4, 2009, 8:09:12 PM5/4/09
to O Aluno Virtual
Pessoal,

Olá colegas do grupo,

Fiz o teste da webquest e o resultado foi que ao contrário do que eu
me imaginava (como aprendiz puramente visual) sou muito auditiva com
traços de visual. Eu me surpreendi, mas depois fiquei pensando em
tantas pessoas que já me falaram que eu sou uma boa ouvinte - isso é
verdade e eu acredito que é uma qualidade, pois preciso de ouvir
muito o que meu aluno me diz, como ele expressa suas dúvidas para
atendê-lo com propriedade.
Com relação ao texto da Márcia, observei que sou primeiramente Ativa
e em seguida Reflexiva. Por ser de Aquário, quero que as coisas
caminhem, procuro estar atualizada e gosto de ação - começo várias
coisas ao mesmo tempo, consigo concluir várias, mas isso não é tão
bom para minha organização. Por ser boa ouvinte, preciso de muita
leitura e informação para depois me pronunciar. Também concordo que só
quem tem informação tem bons argumentos. Ouço e leio bastatnte antes
de manifestar minhas idéias. Gostaria de ser um pouco mais pragmática
por achar que é uma super qualidade ser objetivo, ter foco naquilo que
realmente queremos. E talvez um pouco mais teórica também. 'Mas tenho
uma outra característica que também me ajuda em meus estudo: abertura
a novas idéias - não discriminar seja de onde vierem, e ainda a
flexibilidade - a busca de alternativas, se o problema permitir.
Como aluna virtual, acho que me solto mais quando estou refletindo
sobre o pedagógico. Minha área de formação é Língua Estrangeira, no
entanto, me identifico muito com os textos da área da Educação. Tanto
que "acharam" minha dissertação do mestrado com muito mais foco na
pedagógia que na linguística.
Enfim, eu acredito que aluno virtual ou não, temos que procurar
conhecer o perfil de nossos alunos, como são, suas dificuldades e
limitações, como estudam, mas sobretudo, como aprendem - esse é o
caminho se quisermos melhorar nossa atuação enquanto professores e/ou
tutores, e o desempenho de nossas turmas.

Almerinda

On 1 maio, 10:07, Márcia <profa.marc...@gmail.com> wrote:
> Esqueci de discriminar a fonte de pesquisa:
> Alonso & Gallego. Aprendizaje y ordenador. DYKINSON: Madrid, 2002.
> Eles tem um livro sobre os estilos de aprendizagem:http://www.uned.es/revistaestilosdeaprendizaje/numero_1/resenha_alons...

AlmerBG

unread,
May 4, 2009, 8:27:13 PM5/4/09
to O Aluno Virtual
Gente, nos meus comentários, por favor, onde se lê pedagógia, leia-se
pedagogia.
Obrigada, e desculpem,

Almerinda
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Renata Bonotto

unread,
May 6, 2009, 5:39:22 AM5/6/09
to O Aluno Virtual
Olá pessoal,

Para quem tem interesse e sabe inglês, achei um site interessante:
http://broadmeadow.needham.k12.ma.us/di2/styles.htm
Abraço,

Renata
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