Nutricionistas presas - RJ

7 views
Skip to first unread message

Mariana Cesar

unread,
Jul 25, 2011, 7:33:41 PM7/25/11
to Nut 2006.1 thurma

Muita atenção pessoal!!!!


 
 _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ 
 

MARIANA ALFENAS
Nutricionista -
CRN 10100907
(21) 8574-7923 / (22) 8148-2675










 
Estes foram alguns casos que ocorreram no Rio, em uma operação que vem acontecendo desde abril, da Delegacia do Consumidor - DECON, chamada Operação UTI. Estamos atentos no Conselho aos fatos, por considerar extremamente desagradáveis e comprometedores à imagem da categoria e principalmente à saúde do homem, nossa maior responsabilidade. A fiscalização e a coordenação da Comissão de Fiscalização e da Alimentação Coletiva, estão diretamente conduzindo o desdobramento de ações com os profissionais envolvidos.
O assunto é muito sério e requer reflexão sobre como o nutricionista está conduzindo suas práticas nas atividades de uma UAN, se dentro dos aspectos legais (RDC216, Código de Ética - Res.334/04, Lei de Defesa do Consumidor, entre outras). É fundamental aprimorar-se constantemente.
Venho alertando sobre a falta de atenção aos mínimos detalhes na supervisão da operação dos serviços, principalmente na armazenagem dos alimentos em todos os RP que visito e à todos os nutricionistas que tenho a oportunidade de falar quando encontro.
A fiscalização é feita por policiais que desconhecem ou não aceitam alegações, mesmo que técnicas, para o que verificam irregulares no momento da inspeção. Precisamos, de novo falando, não deixar nada sem identificação no processo de armazenagem, mesmo que por curto espaço de tempo, que muitas vezes ocorre no momento prévio ao preparo ou à distribuição.
Quando eles encontram produtos sem identificação, levam o Nutricionista RT para a delegacia, e estes serão processados no crime em defesa do consumidor, contra as relações de consumo. Para responderem o processo em liberdade, poderão pagar fiança para serem liberadas e aguardar julgamento em liberdade. 
O assunto é muito sério e constrangedor, fiquem atentas!
 


Apreendidos mais de 200 quilos de alimentos em hospitais do Rio

Tamanho do Texto:+A-AImprimir
Publicidade
Policiais da Delegacia do Consumidor (DECON) realizaram na manhã desta quinta-feira (22/07), a operação UTI. A ação, que aconteceu em cinco unidades hospitalares na Região Metropolitana do Rio, prendeu sete pessoas pela prática de crimes contra as relações de consumo. Mais de 200 quilos de alimentos foram apreendidos.
 
Segundo os agentes, no Hospital Quinta D’or, em São Cristóvão, 31 garrafas de água mineral fora da validade, pacotes de pão, queijos, doces e temperos vencidos foram apreendidos. As duas nutricionistas do hospital, Márcia Ronquete dos Santos, 32 anos, e Elita Madeira Brandão, 31 anos, foram presas. A nutricionista Catarina Lucia Mamede de Queiroz, 42 anos, que chegou depois no local, foi indiciada no inquérito policial.
 
Ainda segundo os agentes, no Hospital São Lucas, em Copacabana, também foram apreendidos pacotes de queijo e lombo sem identificação de origem e com validade vencida. A nutricionista Rosângela Lima de Oliveira, 53 anos, foi presa.  
Em Niterói, no Hospital de Clínicas, a farmacêutica Liliane Cunha de Sá, ed 42 anos, também foi presa. No local foram encontrados medicamentos e materiais cirúrgicos fora da validade.
A pior situação, de acordo com os policiais, foi encontrada no Hospital Rio Mar, na Barra da Tijuca.  A nutricionista Márcia Cohen Gorodicht, 50 anos, e o almoxarife Marcos Antônio Aragues, 43 anos, foram presos. No hospital foram apreendidos mais de 150 quilos de alimentos, como frangos, carnes, peixes e frios, todos fora da validade, alguns inclusive sem identificação de origem. Três balcões frigoríficos que estavam no local foram interditados, e serão vistoriados na sexta-feira pela Vigilância Sanitária. No almoxarifado foram apreendidos materiais cirúrgicos e hospitalares vencidos, como sondas e cânulas, entre outros.
Na clínica pediátrica Primeira Idade, na Barra da Tijuca, a nutricionistaIza Gimenes de Jesus, 51 anos, também foi presa. Sacos de filé de peixe, linguiças, drumetes de frango, queijo e presunto fora da validade também foram apreendidos.
Os sete presos foram encaminhados para a delegacia especializada e autuados pela prática de crimes contra as relações de consumo. Foi atribuída fiança com valores de 20 a 40 salários mínimos, o que equivale de R$ 10.900 à R$ 21.800.

 



Reply all
Reply to author
Forward
0 new messages