Guaraúna

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Antonio Rocha

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Jan 22, 2012, 9:17:31 PM1/22/12
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Família, depois que o Leleco descobriu que havia taxis em Guaraúna, hoje descobri uma rua Guaraúna em Londrina:  Pre-Escola Construtiva 2, Rua Guaraúna, 65, cj. Violin, Londrina-PR. Desse jeito  ainda vamos chegar lá, né?.
Abs
Nezo

Siloé C.N. Rocha

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Jan 27, 2012, 5:34:26 PM1/27/12
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Mas Nezo, eu comprovei com uma foto do ponto de táxi. Por acaso você tem foto da placa da rua Guaraúna em Londrina ?  Pelo menos mande uma cópia do mapa do google onde aparece a rua. hehehehehe
Leleco

Antonio Rocha

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Jan 28, 2012, 8:47:52 AM1/28/12
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Leleco, eu não tenho a foto, vi o  mapa no google: fica entre a Av. Saul Elkind e Rua Garça Real. (Google: Londrina-rua guaraúna). Acho que dá para colocar isso em arquivo, mas eu não sei lidar com essas coisas e a Míriam ñ está aqui. Abs
Nezo

Siloé Clodiney Nunes Rocha

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Jan 28, 2012, 2:49:02 PM1/28/12
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Ô Nezo,  eu só tava brincando, imagine se eu vou duvidar de vc. Mas eu acho que a rua Guaraúna de Londrina não é para homenagear a nossa terrinha e sim o barão, né? e nisso também é igual a foto que eu enviei, pois aquele ponto de táxi fica na praça Barão de Guaraúna, em P.Grossa, daí o nome.
Abraço
Leleco

Rosaldo

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Jan 28, 2012, 4:48:40 PM1/28/12
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Leleco, Nezo, boa tarde!
 
Desculpem-me a intromissão mas, já que vcs estão falando do Barão de Guaraúna, tenho uma pequena história para lhes contar.
 
O Barão de Guaraúna era tio-avô do Seu Celso casado com uma irmã de seu bisavô Antonio Francisco Baptista Rozas.  O Barão teve uma filha única e a família queria que ela se casasse com o Seu Euzébio (seu primo).  O Seu Euzébio éra pai do Seu Celso.
 
Quando o Seu Celso foi noivar com a Da.Ida, levou num pacotinho amassado de jornal velho, um punhado de brilhantes e lhe mostrou para ela escolhesse tais brilhantes para encomendar um anel e brincos de noivado.
 
Tratava-se dos botões da camisa do traje de gala do Barão der Guaraúna.
 
A propósito, a Rachel tem até hoje uma cópia do testamento do Barão de Guaraúna que pertencia ao Seu Celso.  Acho que uma relíquia história de Ponta Grossa!  Uma certa vez eu li tal documento e o achei muito bonito pelas minúcias em contos de réis.
 
Veja como é o destino, tais jóias foram dadas para a Regina Luisa quando fez 15 anos  e que se casou com um cara de Guaraúna, cujas jóias,  mais tarde, foram dadas para a Mônica quando casou e estão com ela até hoje.
 
Creio que ela somente usou tais joias em seu casamento.  Não me lembro de tê-la visto usando em outra cerimônia ou ocasião especial.
 
Eu dei muitas joias para a Regina ao longo de nossa vida, desde quando jovens até nos últimos dias.
 
Quando ela faltou, eu não inclui tais bens no inventário, até por esquecimento.
 
Como todas as joias, inclusive meu anel de formatura, ficaram com a Mônica, disse ao Fabiano que ainda era um jovem acadêmico, sem emprego e renda, que dividisse tais joias com a irmã.
 
Depois, a Mônica me disse que o Fabiano lhe dissera que não queria nada e que se ele um dia tivesse uma filha, deixava a critério da Mônica escolher uma joia bem bonita de sua mãe e desse então a sua filha.
 
Pareço estar aqui elogiando o Fabiano mas, na verdade, admirei sua sensibilidade e controle de suas ambições, respeitando as joias da mãe não pelo valor financeiro de mercado mas, como um bem de uso pessoal que marcava a presença de sua mãe pelo valor afetivo que representa.
 
Não sei identificar o grau de parentesco da Mônica e do Fabiano em relação ao Barão de Guaraúna mas, acho que seria mais que trisavô pois, era tio-bisavô do Seu Celso e este era avô da Mônica e do Fabiano. 
 
O Nezo que é entendido em árvores genealógicas e heráldica talvez possa nos dizer com propriedade.
 
Bem, usando um pouco de auto-crítica, tenho percebido que estou me  tornando um Forest Gamp do Bigorrilho, sempre tenho uma história para contar! Hehehe...
 
Um bom final de semana para vcs e eu que somos de Valinhos e pensam que são de Guaraúna! kakaka...
 
Um abraço,
 
Tom

Antonio Rocha

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Jan 28, 2012, 6:21:01 PM1/28/12
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Leleco e Tom:
O livro histórico de Ponta Grossa conta que Domingos Ferreira Pinto e sua mulher, eram proprietários de muitas terras (Ronda, Vila Estrela e, também, uma fazenda que ia desde a Vila Estrela até o Rio Guaraúna no Município de Entre Rios. Ele tinha a casa (palacete) mais importante de PG, por isso, quando o Imperador D.Pedro II, veio ao PR, a comunidade pediu que ele hospedasse D.Pedro.
 D. Pedro ficou muito agradecido e lhe outorgou o título de Barão de Guaraúna, mas ele nem ligava para isso e acabou não o registrando. Diz a história que eles não tiveram filhos, portanto, com o falecimento dele a herança ficou para a esposa e com o falecimento desta com os demais herdeiros colaterais. Ele nasceu em Curitiba em Set/1820 e morreu em PG em Set/1891. Guaraúna é uma árvore que dá muito nesta região, ocorre que é também conhecida como Baraúna e, até Maria Preta. Na chacrinha tem uma dessas, elas são muito duras, portanto incólumes aos cupins e podridão. A Míriam andou fuçando e encontrou Rua Guaraúna em SP, Rio e Mogi das Cruzes. O Leleco tem razão, essa rua de Londrina como a das outras cidades deve ser em homenagem à arvore; Homenagem que Domingos Ferreira Pinto também deu no seu título (que não foi registrado). Naquele escrito "Guaraúna meu Alfa", conto que Domingos Ferreira Pinto (pai) e outros (entre eles o João da Silva Machado), foram os responsáveis pela elevação de PG em Vila.
 Sobre graus nas descendências, observe-se que na linha direta não se consideram os  graus (porque os mais próximos afastam os mais remotos), mas na colateral eles são contados como graus: A pessoa vai até o ascendente comum e dali volta ao colateral que pretende achar.
Por ex: Nós em relação a Vovô Tico e Tio-avô Leonel Rocha. Até papai 1º grau, de papai a vovô Tico 2º grau, de Vovô Tico ao pai dele (João Maria da Rocha) 3º grau. Então, João Maria é o ascendente comum  dos dois. Mas para chegar no Leonel, temos que andar mais um grau, ou seja, o 4º grau. Abs a todos.
Nezo 

Antonio Rocha

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Jan 29, 2012, 1:11:34 PM1/29/12
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Tom.
Adendo: Em relação à Mônica ele seria hepta-avô, na colateral. E aí se contam os graus. Por exemplo:  do casal barão até o ascendente comum, 1º grau; do ascendente comum até a bisavó do seu Celso, 2º grau; destes até o pai do seu Eusébio, 3º grau: deste até seu Eusébio, 4º grau; De seu Eusébio até seu Celso, 5º grau; De seu seu Celso até Regina, 6º grau; Da Regina à Mônica, 7º grau .Abs
Nezo

Antonio Rocha

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Jan 29, 2012, 2:35:58 PM1/29/12
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Tom
O bisavô de seu Celso (Francisco Antonio Batista Rosas), era  intendente (prefeito) de P.Grossa na época da revolução federalista (1893). Sua cunhada Maria Ambrósia da Rocha Ferreira (Baronesa de Guaraúna), então viúva (o Barão faleceu em 1891), por si e através desse seu cunhado, afeiçoaram-se com a causa dos revolucionários que estavam em situação de penúria. Como ela era muito rica, através de Francisco os ajudava em tudo. Com a fuga de Vicente Machado e a nomeação de um outro governador por Floriano Peixoto (Miró, de PG), ele foi destituído da função de intendente. Então, além de cunhado ele era a pessoa de confiança da baronesa.Abs
Nezo

Rosaldo

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Jan 29, 2012, 7:00:14 PM1/29/12
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Obrigado por tua generosa atenção Neso. As informações que eu comentei, antes conversei com a Rachel por telefone. Ela que me disse da filha do Barao e o Seu Euzebio. Sao historias de família. A Rachel sr dispôs, sr vc quiser, tirar uma copia do testamento ora vc. Obrigado pela consideração. Tom

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Rosaldo

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Jan 30, 2012, 5:18:33 AM1/30/12
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Nezo, o Francisco Antonio Baptista Rozas era avo do seu Celso, pai do seu Euzebio. A rigor, seu nome terminava em Baptista. Rozas foi adaptado ao nome. O Francisco era o ultimo de uma prole de 9 irmãos. Sua mae, viuva, casou com o Comendador português Rozas, em segundas núpcias. Os demais irmãos nao aprovaram o casamento e firam embora. Ficou so o Francisco que era pequeno. Conta-se na família que o Comendador era uma pessoa muito boa e o Francisco gostava muito dele e adaptou o nome Rozas em seu sobrenome. Por isto que seu Celso tinha muitos parentes somente Baptista. E isso que os livros e pesquisadores nao conseguem descobrir em seus estudos. Um abraco, Tom

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Em 29/01/2012, às 17:35, Antonio Rocha <rocha....@gmail.com> escreveu:

Antonio Rocha

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Feb 3, 2012, 8:00:32 PM2/3/12
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Tom, desde dia 31 eu estava fora do "ar", mas hoje o grande Fabio consertou o sistema. Bom, o que vc disse tem pertinência, há muita coisa errada na Internet. Dia 30 fui à chacrinha buscar o livro histórico de Ponta Grossa. Esse livro eu ganhei do Nael, uns anos antes dele falecer. Na verdade, o Olavo Soares, Faris Michaelis e outros professores e, também o Nael Nunes Rocha foram os autores desse livro de 1975 (Consta isso na folha introdutória). Creio que a edição foi limitada porque esse exemplar ele ganhou do Fabiano e me deu em compensação por ter dado o "5 História Convergentes" ao Olavo. É que ele havia me emprestado esse livro e quando eu lhe pedi para tirar xerox, ele me contou que já o havia dado. Esse "5 H." é aquele que conta, entre outras, a do Theodoro Rosas no navio vindo da França para o  Brasil. No livro de Ponta Grossa vou extrair umas passagens interessantes. Abs
Nezo

Rosaldo

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Feb 3, 2012, 9:19:43 PM2/3/12
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Nezo, agora já é tarde da noite, amanhã, se der, eu vou ver se localizo uma carta da Da. Chiquinha, filha do famoso Juca Pedro, o homem mais rico de Ponta Grossa e tradicional fundador fundador da cidade.  O Juca Pedro vem a ser o avô do Dr. Plauto Miró Guimarães (ex-prefeito) que por sinal era primo em segundo grau do seu Celso.  A mãe do Dr. Plauto era prima direta do Seu Celso, pois era filha de uma irmã do Seu Euzébio (assim como a Ana Maria éa é prima do Gilberto, por exemplo).
 
Esse moço deputado-assassino Carli Filho que é sobrinho do Plauto Miró Guimarães, também é parente dos Batista Rosas.
Depois eu te conto mais.
 
Quem deve ter histórias é o Tio Ênio Batista Rosas, hoje com 93 anos e trabalhando ainda.  É o único dos patriarcas da família ainda vivo.
 
Um abraço,
 
Tom
 
Um abraço,

Antonio Rocha

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Feb 4, 2012, 2:54:45 PM2/4/12
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Tom, neste livro comemorativo de PG, encontrei que D.Maria Ambrósia Rocha Ferreira era irmã de D. Eufrosina Isabel Rocha Batista, ambas filhas do Cap. Theodoro da Rocha e s/m Gertrudes de Oliveira.
 D. Isabel era casada com o antepassado da Mônica, Francisco Antonio Batista Rosas.  Então, se este livro estiver certo, para saber o grau, tem-se que sair da Mônica e ir até os ascendentes comuns das duas irmãs e dali voltar até a irmã Baronesa, ex: Mônica até Regina/Tom 1º grau; Regina até seu Celso, 2º grau; Seu Celso até Eusébio, 3º grau; Eusébio até Francisco/Eufrosina, 4º grau; Eufrosina até Theodoro da Rocha/Gertrudes, 5º grau; de Theodoro/Gertrudes, volta para a irmã Maria Ambrósia (a Baronesa), 6º grau. Veja que foi utilizado graus, somente porque se quer chegar à colateral Baronesa. Outra coisa, na galeria dos Prefeitos, traz que Theodoro Batista Rosas, foi quem implantou em PG, água, esgoto e, ainda, instalou geratrizes de energia elétrica, substituindo às de lenha e carvão (e pensam que ecologia é coisa nova). Diz, também, no livro, que ele faleceu solteiro e era dono da Fazenda Cachoeira. Abs
Nezo

Rosaldo

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Feb 4, 2012, 4:16:56 PM2/4/12
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Nezo, obrigado por tua generosa atenção. Aproveitando o assunto, ontem, estive na feira gastronômica etinerante da Praca da Ucrania que freqüento ha anos. La existe uma barraca que vende bolinhos de bacalhau. A do a da banquinha e uma senhora que se chama Jenifer que diz ser descendente de uma Irma do vo Tico e do famoso tio Leonel, inclusive,  falou sempre nos Silva. Vimos falando sobre esse assunto anos e eu costumo brincar chamando-a de priminha. Ela e bióloga e tem vários filhos formados a custa de seus bolinhos.  Ha dias eu lhe dei uma copia daquele histórico que vc me mandou sobre a origem das famílias do rio grande. Ficou muito contente e me disse que falou com sua avo, se estou certo, sobrinha do Leonel. Ela me pediu para contata-lo porque acha que o teu trabalho deve ser publicado inclusive. Tomei a liberdade e dei o teu telefone. Desculpe-me o atrevimento. Ela e uma boa pessoa e nao e xarope. Um abraco, Tom

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Antonio Rocha

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Feb 5, 2012, 7:55:15 AM2/5/12
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Tom, ok, já estamos com tudo funcionando, inclusive telefone. Assim que ela contatar, será uma boa oportunidade para saber mais. Abs
Nezo

Joao Maria Ferreira

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Feb 15, 2018, 7:20:04 AM2/15/18
to NUNESROCHARADA
Caros Srs. e Sras.,

Ao pesquisar assuntos relacionados ao Barão de Guaraúna acabei encontrando este grupo. Não sei se ainda esta ativo, mas por desencargo estou enviando esta mensagem para saber se ainda existe alguma atividade a respeito do tópico Barão de Guaraúna. Meu nome é João Maria Ferreira Filho, filho de Dr. João Maria Ferreira, que por sua vez é filho de Manoel Pedro Ferreira Pinto que é filho de Demétrio Ferreira Pinto irmão do Barão de Guaraúna.

 JOÃO MARIA FERREIRA FILHO
041998764959
15.02.2018



Olá,

 

Acabei por tropeçar neste grupo que trata de assuntos relacionados com o BARÃO DE GARAÚNA. Gostaria caso não seja impertinência de minha parte solicitar que fosse franqueada a minha participação neste grupo, uma vez que tenho interesse em enriquecer a árvore genealógica do Barão de Guaraúna. Minha posição em relação ao Barão é que faça parte da família Ferreira Pinto, ou seja o Barão é o meu Tio Bisavô. Que era irmão de Demétrio Ferreira Pinto-meu Bisavô- e que era pai de Manoel Pedro Ferreira- meu avô- (o pinto aqui foi cortado) que foi pai de João Maria Ferreira (meu pai). Assim aqui estou interessado em completar os dados do lado da tia bisavó Maria Ambrósia da Rocha Ferreira.

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