Províncias Unidas de Maurícia
Ministério de Estado dos Negócios Estrangeiros
Nota sobre as tentativas de ações terroristas na Ilha Kharg
Em nome de Sua Majestade o clemente, misericordioso e augustíssimo Stadhouder;
Há claramente apenas uma nação dentro do hemisfério lusófono que representa a tradição neerlandesa, arraigada na global presença das Companhias das Índias Ocidentais e Orientais, e que assume a defesa do multiculturalismo do Império colonial neerlandês como sua própria bandeira micropatriológica. São as Províncias Unidas de Maurícia e o Império colonial maurense que assumem, como compromisso, a preservação dessa rica história e cultura, fazendo guarda, inclusive, conforme o seu próprio tamanho e a quantidade de braços e obreiros disponíveis, dos lugares onde houve forte presença neerlandesa.
A Companhia das Índias neerlandesas, além de ter sido responsável pela conquista e colonização do inteiro Nordeste da região geográfica do Brasil, e de grande parte do Caribe, conquistou vastas porções de terra mundo afora, em África, Ásia, Oceania, no Oriente Próximo, Médio e no Extremo-Oriente. Entre os lugares conquistados pelos neerlandeses e pelos maurenses, que assumimos o referencial histórico como o nosso referencial micropatriológico, está a Ilha Kharg.
A reconquista da Ilha Kharg é apenas a primeira parte da expansão maurense, para guarda e desenvolvimento, sobre lugares ocupados, durante a linha do tempo, pelas Companhia das Índias Neerlandesas. Trata-se de defesa de nosso passado histórico, que guardamos a todo o custo, com singular competência.
A Ilha Kharg, no hemisfério lusófono, era terra nullius até o dia 19 de fevereiro de 2018, quando foi incorporado ao território das Províncias Unidas de Maurícia através da Lei nacional no. 49. Ninguém a reclamou antes, e ninguém a reclamará doravante.
Quaisquer tentativas de reclamação de parcela do território maurense serão respondidas com destruição e impiedade. As Províncias Unidas, como império e potência lusófona, não terão misericórdia de destruir qualquer organização terrorista, travestida de micronação, que ousar interpor-se contra os seus interesses manifestos no hemisfério lusófono. Nossa política, unissonamente, é a de sufocar e esmagar todos os inimigos. Recomendamos àqueles que pretendem pôr-se nessa singular condição, muita cautela e ponderação, porque é uma política suicida.
Entre os nossos valores inegociáveis que prevalecerão, sempre, estão o da tolerância religiosa e da liberdade civil. Maurícia trata-se, de fato, do país com a maior pluralidade religiosa da lusofonia. Entre as congregações religiosas que possuímos representadas em algum ponto do território maurense, estão: a Mesquita de Maurícia, islâmica e sunita; a Igreja Católica; a Igreja Evangélica da Confissão de Augsburgo em Maurícia; o Templo Dodecateísta de Laurentia, da religião grega; a Tradição Universalista do Velho Carvalho, do paganismo celta; a Igreja Adventista do Sétimo Dia; a Sinagoga Kahal Zur Israel; e o Terreiro de Candomblé da Casa Branca de Salgueiro. Sabemos que o discurso de “luta contra a intolerância religiosa”, que algumas protomicronações acoplam na sua cavalgada beócia contra as Províncias Unidas, nada mais é do que uma forma de esconder a sua própria intolerância religiosa. Ninguém promove a diversidade religiosa como nós o fazemos. A gritaria sobre islamofobia, em verdade, é só uma tentativa de receber um cheque em branco para seguir adiante na sucessão de agressões contra o bom micronacionalismo. Rejeitam essas afirmações, inclusive, os cidadãos muçulmanos das Províncias Unidas, que são de carne e osso, e não personagens controlados por uma só pessoa.
As Províncias Unidas de Maurícia foram o primeiro país do micromundo a criminalizar a homofobia e a inserir em sua lei civil o casamento entre indivíduos do mesmo sexo. Somos pioneiros no combate à homofobia no micronacionalismo. Organizações promotoras da homofobia no micronacionalismo, como o autodenominado Reino do Egito, e protomicronações que apoiem este tipo de iniciativa, encontrarão em nós um inimigo poderoso, que esmagaremos como vermes, varrendo-os para sempre do mapa micronacional.
Mauritsstad, quinze dias do mês de março do duomilésimo décimo oitavo ano da graça e glória de Nosso Senhor.
Al-khamis: 27 Djumada I-Akhira 1439
Festa de Santa Matilde
Lucas Marco d’Aviano Tomé, Marquês d’Albuquerque, Conde de Orange, Barão de Vingboons e Hendrikhuis
Ministro de Estado dos Negócios Estrangeiros
Cavaleiro da Insigne Ordem do Tosão de Ouro
Primeiro Cavaleiro da Régia Ordem de Maurício
Cavaleiro da Ordem Nacional de Domingos Calabar
Mestre-de-Campo-General do Régio Exército das Províncias Unidas
Conde de Eichweiss (Kárnia-Rutênia)
Cavaleiro da Ordem do Escudo de Tassinari (Reunião)
Cavaleiro da Ordem Máxima de Bourbon (Reunião)
Cruz de Ferro do Mérito Diplomático (Alemanha)