Cidade de Cartago, 15 de Dezembro de 2009.
O ministro da Segurança Nacional de Cartago, Henrique Lemos e o Chanceler Matheus Borges, vem por meio deste Comunicado Extraoficial esclarecer os fatos sobre o conflito entre esta micronação e a comunidade conhecida como “República do Governo Virtual”.
Ressaltamos que a leitura não é obrigatória, ficando apenas à título de informação. De forma imparcial e detalhada expomos os fatos que levaram Cartago e GV entrarem neste conflito. Após a leitura, esperamos que os senhores leitores possam tomar algum posicionamento referente ao caso.
1 – Da origem do conflito!
Em poucas palavras, o conflito começou quando 11 membros decidiram sair do GV para fundar uma micronação soberana e independente. Tal ato deixou alguns cidadãos gevenses com raiva dos 11 desbravadores. É importante ressaltar que a saída do GV teve respaldo legal pela própria Constituição do mesmo. Houve uma Carta Aberta registrando o ato da saída.
2- Dos Primeiros ataques: Moral/Verbal!
Após a fundação de Cartago, houve um intenso debate entre os cidadãos das duas micronações. Houve uma intensa migração de gevenses para Cartago, o que deixou os líderes do GV com mais raiva. Os ataques eram meramente verbais, e ambos os lados tiveram participação nisso.
3- Do Ataque Gevense!
Eis que no dia 23 de novembro de 2009, o senhor Marcel Rocha, Presidente do GV, publica uma Lei local do próprio Governo Virtual (http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=91507091&tid=5407189110742901833&kw=Cartago) dizendo que a República de Cartago seria uma Colônia. Tal ato foi feito sem consulta aos cartagineses e sem observar a Constituição Cartaginesa. Houve, portanto, contradição legal.
É importante ressaltar que, apesar do GV dizer que Cartago era sua colônia, a integridade física de Cartago (a comunidade central) estava totalmente nas mãos de Cartagineses e não sofria influência alguma do Presidente Gevense.
Além da invasão moral que o GV fez à Cartago, no mesmo dia 23, o senhor Diego Mariano ingressou em Cartago. Diego Mariano era um dos membros que defendeu o GV e atacou Cartago no momento de sua fundação. O Ministério da Segurança Cartaginesa considerou Mariano como um espião devido à data de seu ingresso coincidente com a data do ataque gevense.
4- Da primeira reação de Cartago ao Ataque Gevense!
No dia 24 de novembro de 2009 o Presidente de Cartago, Léo Brandão, publicou nota defensiva, pedindo para os cartagineses simplesmente ignorar o Ataque do Governo Virtual. A Nota Oficial do Presidente pode ser consultada no link: (http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=93180154&tid=5407728640458691141)
Durante o dia 24, Cartago recebeu apoio de Micronações e pediu para que o GV revesse o seu ato de invasão ideológica.
5 - Do Contra-Ataque de Cartago!
Na manhã do dia 25 de novembro de 2009, o Poder Público de Cartago viu que o GV não havia retrocedido em seu ataque. Eis que uma Comissão Secreta de membros foi criada, chamada de SSC (Serviço Secreto de Cartago), tal comissão não tinha vínculos com o Governo e seus membros tinham sua identidade anônima.
Nesse mesmo dia, a SSC ingressou no perfil Dono da Comunidade Central do GV. Com isso, houve a alteração de senha e o poder da comunidade gevense passou à ser de Cartago.
Ao tomar a comunidade, a SSC alterou a bandeira da comunidade e colocou o nome como “Protetorado do GV”, simbolizando a submissão do GV à Cartago.
A Comunidade Central do GV, que tinha 2 anos e meio de existência e um histórico riquíssimo, estava naquele momento sob poder de Cartago.
6- Da retaliação da SSC!
No mesmo dia 25 de novembro, a SSC, sem consulta ao Governo Cartaginês, excluiu todos os 123 membros do Governo Virtual.
Os membros gevenses improvisaram então um novo centro para se reunir sem influência dos cartagineses. Eles pegaram a comunidade que era sede de um partido político do GV, chamado de USD, e transformaram em um novo espaço do GV.
O Governo Cartaginês pediu para a SSC não mexer no acervo do Protetorado do GV.
7- Das Ameaças à integridade de Cartago!
Após o Contra-ataque, o Presidente Gevense, Marcel Rocha, passou à ameaçar a soberania e a integridade física da comunidade de Cartago, com o mesmo discurso de que Cartago era sua colônia.
8 – Da missão de salvamento em Brasil - SG!
A SSC foi convidada a ajudar a micronação “Brasil - SG”, pois a mesma tinha passado por um golpe, tendo o seu presidente expulso da comunidade.
A SSC então entrou em ação e retomou a moderação da comunidade, repassando para quem era de direito, o Presidente legalmente eleito, Rafael Maques.
9 – Da continuação do conflito entre GV e Cartago!
Senhores leitores, agora o GV luta para convencer as micronações à reconhecer e apoiar a Lei que considera Cartago como sua colônia.
Óbviamente, o Presidente do GV, Marcel Rocha, deve estar visitando sua micronação e explicando de forma nada oficial o que ocorreu entre as duas micronações.
10- Considerações Finais!
Esperamos que essa Cartilha tenha explicado, de forma breve e detalhada e acima de tudo IMPARCIAL, o que aconteceu entre as duas micronações. Cartago não tem receio de reconhecer os seus erros, mas tem orgulho de defender sua independência e soberania.
Acreditamos no bom senso de cada micronação, na imparcialidade e neutralidade que seus líderes possuem. Terminamos deixando nossos sinceros votos de estima pelas micronações (reconhecidas e ainda não reconhecidas por Cartago) e estaremos à disposição para o esclarecimento de possíveis dúvidas.
Atenciosamente,
Henrique Lemos,
Ministro da Segurança Nacional de Cartago.
Ex-presidente da ex-República do Governo Virtual.
Matheus Borges,
Chanceler de Cartago.
Léo Brandão,
Presidente de Cartago.