ENC: Diferença entre .380 e .40, em observancias! e algumas ocorrencias policiais!!!

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Figueiredo

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Sep 24, 2011, 5:00:31 AM9/24/11
to Figueiredo

 

 

Assunto: FW: Diferença entre .380 e .40, em observancias! e algumas ocorrencias policiais!!!

 


 



 

 
 

 

 

,Munições fantásticas


Existem alguns questionamentos, no mínimo, interessantes, no ponto de vista balístico, acerca da eficiência empregada no cotidiano policial. Muitos ainda indagam, principalmente, sobre dois calibres: 40 e 380. Qual o melhor ? Veremos a seguir, que isso não se trata de uma simples escolha – uma vez que a necessidade de uso e as aplicações técnicas de ambos os calibres sobressaem o gosto pessoal do usuário. Iniciaremos a discussão, mostrando a aplicabilidade de cada calibre, suas especificações, características e vantagens. O leitor, como sempre, é quem vai tirar as conclusões.


CALIBRE (.380 ACP) -HISTÓRICO

 

O calibre .380 Auto ou .380 ACP (Automatic Colt Pistol), também conhecido como "9mm Curto", "9mm Short", "9mm Browning", "9x17mm". Ele foi lançado na Europa pela FN (Fabrique Nationale de Armes de Guerre – Herstal, Bélgica) em 1902 e chegou a ser utilizado como munição militar na Alemanha e Itália, nas armas de porte dos Oficiais. Ele foi introduzido pela Colt e tem sido uma munição popular para defesa pessoal no Brasil, projetada para as primeiras pistolas no sistema blowback, as quais não possuíam sistema de travamento da culatra. O calibre é balisticamente similar ao calibre 9x18mm (9mm Makarov), desenvolvido pelos soviéticos, que é um pouco mais "potente".

 

O .380 ACP é compacto e leve, mas de curto alcance e poder de parada menor que o do revólver .38 Special, apesar de apresentar um melhor poder de penetração. A vantagem no quesito "defesa pessoal" tem sido no desenvolvimento das armas bem compactas fabricadas para esse calibre, por isso é um calibre bem popular no país. Outra vantagem é o pequeno recuo, tornando-o aceitável para o público feminino. A velocidade é de no máximo 300 m/s.

Pontiagudas ou ocas, as pontas são extremamente perfurantes

Com um "Stopping Power" cerca de 20% superior ao calibre .32, ainda é munição padrão de algumas forças policiais na Europa, devido à grande portabilidade das armas que a utilizam. Trabalha com pressões semelhantes às do .38 Special, porém, devido ao binômio "baixo peso do projétil X pequena carga de pólvora", não chega a causar igual impacto no alvo, apesar de desenvolver velocidade superior. Encontra-se no limiar entre os calibres "aceitáveis" para defesa e os calibres ineficientes.

 

Mesmo atingido por uma 380, o meliante resiste

O mala ainda fez pose na Delegacia

Em 1987, o Ministério do Exército, através da Portaria n° 1237, incluiu o calibre .380 ACP e as armas que o utilizam na classificação de "armas de uso permitido", acessíveis ao civil, causando sensação devido à novidade no mercado brasileiro. A utilização para defesa pessoal não é recomendada, pela baixa transferência de energia do projétil ao alvo.

Beretta .380 ACP - parece até uma furadeira

 

CALIBRE (.40 S&W) - HISTÓRICO


O calibre .40 S&W foi desenvolvido especialmente para a Polícia Federal Norte Americana o FBI e é o calibre preferido das polícias brasileiras. No Brasil, houve muita resistência para que o calibre entrasse no país, senão para participantes de tiro esportivo que, para esses, sempre foi permitido. O calibre 9mm Luger e 357 magnum eram permitidos para Polícia Federal e a .45 somente para Forças Armadas, assim, permitir o calibre .40SW que é superior ao 9mm e intermediário entre o 357 magnum e o .45 teria que advir de uma comoção nacional.

Projétil .40 se abre após o impacto no alvo

A primeira força de segurança pública a vencer essa barreira junto ao Exército Brasileiro, que controla as armas e munições no Brasil, foi o Departamento de Polícia Rodoviária Federal, que em 1998 foi toda equipada com pistolas .40SW e aposentado seus revólveres 38 e suas antigas pistolas .380. O calibre .40 S&W, lançado comercialmente em 1990, foi concebido a partir do cartucho calibre 10 mm Auto. Assim que este último calibre foi deixado de lado pelo FBI, a Smith & Wesson iniciou as pesquisas que resultaram no desenvolvimento do calibre (.40).

 


PRF é pioneira no uso da munição .40 no país

Estatísticas norte-americanas apontam o calibre .40 S&W como uma das mais efetivas munições para defesa, com o seu "stopping power" chegando a 96% - superando o calibre .45, historicamente conhecido como mais eficaz. O calibre .40 S&W ainda pode ser considerado uma munição que ainda encontra-se na sua "infância", em termos de mercado, pois foi lançada há pouco mais de dez anos.

Projétil libera muita energia e paralisa o alvo

Uma das vantagens reconhecidas nesse poderoso calibre é o "Stopping Power" – termo que teve origem no final do século XIX, para expressar a capacidade de um determinado projétil em neutralizar um agressor, pondo-o fora de combate, sem necessariamente matá-lo. Ao contrário do calibre .380 ACP, a .40 amplia o poder destrutivo em tecido humano, causando hemorragias e um efeito psicológico tremendo no alvo.

 

Tiro de .40 provoca hemorragias e destruição do tecido

Essa munição foi testada em bovinos vivos e em cadáveres humanos, registrando-se os efeitos observados. Nos cadáveres, suspensos no ar, era observada a capacidade de um projétil de fraturar ossos e de transferir energia, mostrada pela oscilação dos corpos pendentes. Nos animais, pretendiam ver o poder de incapacitação proporcionado pelos diferentes calibres. Pelos resultados desse teste, verificou-se que o calibre .40 S&W apresenta um desempenho excelente, superior a qualquer coisa alcançada pelos antigos calibres permitidos no Brasil (.38 SPL e .380 ACP) e até por algumas munições 9 mm e .45 ACP.





QUESTÕES IMPERTINENTES

Se por um lado a polícia está, em dias atuais, mais preparada que para disparar menos a esmo, do que um meliante, durante um confronto, por outro continuam vulneráveis a cometer erros, até mesmo desastrosos. É nesse ponto onde o Estado aposta mais nas munições não letais, como forma de reduzir as mortes e as prováveis indenizações. Diante disso, o que pensa o leitor em um projétil que não tenha tanta velocidade, mas possua maior poder de parada (stopping Power) e claro, menos letal ? É melhor matar ou ferir o inimigo ? Antes de responder, lembre-se da tão conhecida 'legítima defesa'.

Situação de estresse: munição pode fazer diferença

A legislação penal brasileira reconhece o direito de defesa, de modo a interromper ou impedir a ação agressiva, desde que os meios dos quais lancemos mão sejam exercidos de modo moderado. A lei não nos autoriza a matar para nos defendermos. Isto é tanto válido para o civil, para o policial. A morte do agressor poderá ocorrer por azar, sem que sejamos autorizados a reagir com a intenção de matar. Se nos defendermos com uma arma de fogo sem a intenção de matar, a morte poderá ocorrer dependendo das estruturas orgânicas que forem atingidas pelos tiros disparados. Se a falta de intenção de matar for clara, a morte do agressor deverá ser escusada.

 

Governo quer reduzir indenizações com a morte dos malas

Em outro prisma, observa-se que policiais atribuem mais importância à penetração dos projéteis, julgando ser mais importante a velocidade dos mesmos. Muitos defendem o uso do 380, principalmente, ao se confrontar com elementos perigosos, no interior de veículos, por exemplo. O calibre perfurante atravessa a chapa e vai buscar o oponente, até mesmo se tiver escondido debaixo do banco.

Vantagem da .380: atravessa a chapa e acerta até o capeta

São duas correntes de pensamento que já vinham mantendo grandes e intermináveis discussões. Há também quem defenda que projéteis leves e mais velozes têm um poder de parada maior do que os mais pesados, mesmo quando esses têm a mesma configuração (ponta oca, por exemplo).
De acordo com uma pesquisa feita pelos estudiosos norte-americanos (Evan Marshall e Edwin Sanow), não há uma munição mágica, que garanta 100% de poder de parada (Stopping Power). Todos os trabalhos asseveram que o fator mais importante para aumentar as chances de parar um agressor é a colocação correta do tiro em seu corpo. O local atingido, na maior parte das vezes, é mais importante do que o calibre utilizado.

Pesquisadores esquecem calibre e apostam no tiro certo

Outro fator apresentado nos estudos de Marshall e Sanow é a questão da penetração do projétil em alvo humano. Um projétil com pouca penetração poderá não atingir a zona vital para a ocorrência da incapacitação imediata, detendo-se em roupas grossas ou mesmo em ossos e outros obstáculos. Em compensação, um projétil com alta penetração poderá transfixar o corpo do agressor, e atingir um refém ou cidadão inocente, por exemplo.


Munição correta não deve transfixar o alvo


Alvo tombou, mas projétil só deixou um orifício de lembrança

Estabeleceu-se como padrão ideal de penetração a profundidade de 10 a 12 polegadas em corpo humano (cerca de um palmo). O projétil, preferencialmente, não deverá transfixar o alvo, e sim, deter-se nele para uma eficiente transmissão de toda a sua energia cinética.


O TIRO 'NERVOSO'

Quando um projétil de arma de fogo atinge o cérebro ou o tronco cerebral e destrói estruturas responsáveis pela consciência ou pelo tônus muscular dos músculos que mantém o corpo ereto, ou quando o tiro atinge a medula espinhal e interrompe o comando nervoso das pernas ou mesmo dos braços e das pernas, dependendo da altura da medula atingida, ou, ainda, em algumas pessoas, quando atingido um vaso calibroso importante, provocando o chamado choque hipovolêmico, ou seja, a rápida perda de grande quantidade de sangue, há grande probabilidade de que ele cesse imediatamente suas ações. Nesses casos, o agressor deve cair instantaneamente.

Tiro atinge medula e meliante dá adeus à carreira

O atirador conta com três possibilidades principais de parar um agressor instantaneamente: um tiro que atinja a cabeça e acerte principalmente a estrutura do tronco cerebral; um tiro que secione a medula espinhal; e o tiro com um projétil de alta velocidade, que gere uma cavidade temporária capaz de produzir o citado choque neurogênico.

Tiro na cabeça está valendo para qualquer calibre

Assim, a maior certeza de parar imediatamente um agressor usando uma munição (.380) é acertá-lo com disparos múltiplos, uma vez que os estímulos gerados por várias cavidades temporárias se somam, e resultam em um poder de parada muito maior.

É preciso ser generoso nos disparos com .380

Podemos contar também com a incapacitação mecânica do bandido, caso ele seja atingido no fêmur por um projétil (.40). Neste caso, o alvo irá cair instantaneamente, tanto por problemas mecânicos como por reflexo pela dor. Entretanto, permanecerá no domínio de seus movimentos com as mãos, e se estiver armado com uma arma de fogo, poderá seguir atirando, pois não terá perdido os sentidos.

Meliante leva de .40 na perna - quanto delírio !

 

Lembramos aos leitores que o chamado (Stopping Power) é um fenômeno relativo, que não pode ser calculado com uma certeza matemática, pois depende de muitas variáveis, entre elas, a individualidade biológica do oponente. É essencial para a obtenção do (SP), além dos fatores já vistos anteriormente, um conjunto arma/munição preciso e eficiente, o tipo (configuração) da munição empregada, o local atingido no corpo do oponente, múltiplos disparos nas zonas atingidas (salienta-se a importância do segundo tiro), penetração suficiente do projétil (10 a 15 polegadas) e uma grande cavidade temporária provocada pelo impacto do projétil.

Cravado de .40, bandido volta de 1ª classe à vala

Postado por Wagner Guerra às 17:55 7 comentários

 

 

WOTAN 3K

Ela é robusta e possui ponta reforçada para atender ao uso do produto também como ferramenta para solicitações especiais, incluindo arrombamentos, perfuração de tijolos, auxilio de escaladas e degraus, montar cargas de demolição, além, é claro, de cortar e perfurar, ou no combate individual como último recurso para garantir a sobrevivência. Deus germânico do raio e do trovão, Wotan é o nome escolhido para batizar uma faca que traz a Corneta de volta à cutelaria brasileira. É a resposta da empresa para quem quer a combinação de faca de caça de desenho clássico, com as características de uma moderna faca tático-militar.

 

Desenvolvida em aço carbono forjado na pintura epóxi negra

Após seis meses de testes ininterruptos, a Wotan 3K é a primeira faca aprovada pelo Batalhão Operacional de Polícias Especiais do Rio de Janeiro (BOPE/RJ), durante o curso de formação dos novos integrantes e em operações reais da tropa, apresentando pleno êxito e desempenho. Essa é a primeira vez que uma faca é submetida a testes tão rigorosos no Brasil.


As peças foram usadas durante seis meses na forma que o BOPE julgou ser a mais adequada, divididas em dois lotes: 50% das facas para os integrantes do curso de formação de novos elementos, e o restante para a unidade de combate. A Wotan suportou praticamente todas as operações, apresentando uma pequena falha somente quando foi aplicada, por um dos policiais, como pé de cabra para arrombamento de uma porta. Nesse processo, rompeu-se a ponta da faca, sendo este o único problema apresentado na primeira fase de testes, que durou três meses.


WOTAN PERFIL HOLLOW GROUND - MOD. I

Com novo lote da Wotan 3K em mãos, o BOPE realizou novo protocolo de testes de campo e treino. Desta vez, todos os quesitos do teste tiveram resultados entre bom e excelente, colocando a faca na situação de resultados plenamente satisfatórios perante a tropa e suas tarefas de campo.

WOTAN PERFIL FLAT GROUND - MOD. II

 

O desenvolvimento do design, estudos de materiais e dinâmica do produto são supervisionados pelo cuteleiro Peter Hammer, responsável pela criação da linha de facas Wotan: "A nova versão Wotan 3K é na verdade nosso terceiro modelo, sendo ainda mais forte e resistente, o que justifica seu nome Wotan 3, para terceira versão; e K identificando o termo Kraft, que significa 'força' no idioma alemão", explica o cuteleiro.


O brinquedo custa em média, R$ 450 nas cutelarias

 

Segundo Hammer, a importância da aprovação do BOPE, é que, na busca por soluções para seu trabalho, o Batalhão realiza provas e testes que são usados como base de informação para outras forças policiais e militares, informações que têm grande credibilidade no meio especializado.

 

Versão com ponta reforçada foi eleita a 'queridinha' do Bope

 

Os modelos da faca Wotan expostas aos testes, e outras recebidas após sua conclusão, foram incorporadas ao material de serviço operacional e estão em serviço hoje no Batalhão, acompanhando os "Homens de Preto" em suas missões. Recém-lançada pela cutelaria Corneta, a faca é recomendada tanto para uso tático policial, quanto para caça, pesca, prática de esportes e colecionadores. Mais informações pelo site (www.cutelariacorneta.com.br).

Postado por Wagner Guerra às 18:09 1 comentários

 

 

Sobrevivi a um tiro de FAL !

Esta é a história do Soldado Giovane, do 5º Regimento de Carros de Combate (RCC), em Rio Negro, no Paraná. Poucos sabem, mas esse militar tentou contra a própria vida em 2005. Hoje, sem dúvida, fica uma lição de vida: O suicídio não resolve absolutamente nada. Não vale a pena se matar !

Giovane após cirurgias plásticas reparadoras


Giovane teve sorte, muita sorte em continuar vivo. A arma que ele utilizou na tentativa de se matar era, simplesmente, um Fuzil Automático Leve (FAL). O calibre 7,62 x 51 mm, por sua vez, dispensa qualquer comentário quando o assunto é poder de destruição. Ainda assim, o militar sentou-se no vaso sanitário do banheiro do Corpo da Guarda e pôs o cano do FAL (533mm) sob o queixo. Ele estava decidido a atirar.

Carga explosiva da munição do FAL é superior a do AK-47

Contudo, ele não conseguiu alcançar o mortífero gatilho. Giovane, então, resolveu inclinar o corpo para o lado esquerdo para efetuar o disparo. Dessa forma, o soldado tirou o cérebro da rota do projétil, que entrou pelo queixo e saiu pelo lado direito da face. O estrago, como era de se esperar foi grande.


Note o orifício de entrada do projétil abaixo do queixo

Tiro causou estragos na fenda palatina, língua, dentes e via oral

Nariz de Giovane foi destruído e por pouco olho não é atingido

Vítima conheceu como poucos o calibre 7,62

 

Felizmente, o militar sobreviveu. Ele foi levado às pressas pelos colegas ao Hospital Geral de Curitiba (HGeC), que presta total apoio ao 5º RCC. Após várias horas de cirurgia, na UTI, os médicos conseguiram reparar o trauma causado pelo tiro, conter as graves hemorragias e ainda reconstituir, parcialmente, o rosto da vítima.




Soldado ficou na UTI se recuperando do trauma

 

Pela graça divina o soldado Giovane não morreu. Certamente, ele irá ficar para sempre com seqüelas desse ato insano, mas que valerá como um milagre, uma lição de visa, talvez, para muitos que pensam ou já pensaram em cometer suicídio.


Postado por Wagner Guerra às 00:18 3 comentários

 

 

PF e BOPE juntos no RN

Uma incursão que policiais federais e do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope) não esquecerão tão cedo, afinal, eles se anteciparam à ação de uma quadrilha fortemente armada, abordaram e aniquilaram os meliantes, quando os mesmos estavam prestes a atacar o Banco do Brasil no município de Lajes - região Central, a 130 quilômetros de Natal, capital potiguar.

Agentes federais se posicionam em campana à espera do bando

Durante a interceptação, um intenso tiroteio. Pelo menos, oito dos nove assaltantes que estavam em uma picape S-10 morreram no local do confronto, na zona rural do município. O grupo era oriundo dos Estados da Paraíba e Pernambuco. Com eles foi apreendido um arsenal composto até por granada. O único sobrevivente do grupo, o"Daniel", foi preso na cidade vizinha de Angicos. Segundo investiga a polícia, ele daria fuga ao restante dos 'colegas de trabalho'.

 

Dos nove, só sobrou um para contar o que viu

Há cerca de dois meses, a Polícia Federal investigava o bando. A monitoração do Serviço de Inteligência detectou que o grupo de outro estado planejava um grande assalto na Região Central. Porém, não se sabia se seria contra uma agência bancária ou carro-forte. Quatro dias antes da chegada deles, os agentes fizeram campanas no meio do mato e rodovia, nas imediações de Lajes. Assim que confirmaram a iminência do assalto, a PF acionou o Bope que, prontamente, mandou cerca de 30 homens de Natal ao local.

O último assalto da turma. Nunca mostravam o rosto


Policiais montaram as campanas nas principais estradas de terra que dão acesso ao município. Por volta das 10h30, os agentes localizaram a picape S-10 azul, placas KIC-7358/Jaboatão dos Guararapes, com homens vestidos com roupas camufladas, capuzes pretos - um deles com luva cirúrgica. Os marginais iam ao Centro de Lajes, onde um carro-forte com grande quantidade de dinheiro parou para abastecer a agência do Banco do Brasil. Estima-se que a quadrilha planejava roubar cerca de R$ 1 milhão.

Polícia esperava a picape S10 entrar na cidade


O Bope e a PF agiram rapidamente e interceptaram os bandidos numa estrada de terra a cerca de 300 metros da BR-304, nas imediações de um posto de serviço de empresas de ônibus. Houve reação, o que já era de se esperar. Sem muitas alternativas, houve revide. Nenhum dos policiais foi ferido. Ao contrário disso, oito bandidos foram alvejados e tombados.



Rapaziada levou chumbo de potentes calibres


Com o grupo, a polícia apreendeu um forte arsenal: quatro fuzis, três espingardas calibre 12 de repetição, seis pistolas de grosso calibre, dezenas de munições e uma granada defensiva de fabricação Argentina. Entre o material pessoal apreendido com os assaltantes mortos estavam três alváras judiciais de soltura e uma autorização de saída. Os documentos estavam nos bolsos de quatro dos oito acusados e comprovam que já possuíam antecedentes criminais.

Coisa de 'profissional' - reparem no armamento

Com tanto furo nem a roupa serviu para doação

A PF/RN contabilizou apenas 24 cartuchos deflagradas, de calibres diversos. Somente na lataria do veículo S10 utilizado pelo bando foram contabilizados mais de 100 disparos. Três dos assaltantes iam na cabine dianteira e os cinco restantes na carroceria. Segundo relatos de parentes, a maior parte dos corpos ficou completamente irreconhecível.

Picape ficou só a peneira após o confronto

Postado por Wagner Guerra às 18:39 3 comentários

 

 

Por essa, nem Zezinho esperava !

Era para ser apenas uma sondagem, no intuito de verificar se quatro suspeitos de assaltos a motociclistas estavam em casa, no conjunto Santarém, zona Norte de Natal. No entanto, quando um agente de Polícia Civil do 12º DP se aproximou dos "malas", todos correram para dentro da residência e começaram a efetuar disparos.


Zezinho tombou com a arma em punho

O policial, então, revidou. Começou um rápido tiroteio. Em um momento oportuno, o agente resolveu entrar no imóvel, dando de cara com um dos suspeitos tombado. Das várias munições .40 deflagradas, uma delas atingiu em cheio a cabeça de Edson Nascimento da Fonseca, 18, conhecido como "Edinho". O jovem - futuro promissor no submundo do crime - foi extirpado da sociedade, antes do atendimento de primeiros socorros. Considerado um garoto "bom", principalmente para os familiares e "colegas de trabalho", Edinho ficou em silêncio absoluto, até a chegada do rabecão. Na mão direita, o fiel revólver calibre 38, usado em vários roubos, permanecia na mão direita.

Os "manos" tiveram muita sorte

Em seguida, o reforço foi acionado e os outros dois "anjinhos" foram presos. Chairo e Chanaan Alves de Oliveira, de 19 e 18 anos, haviam saído de casa, segundo a polícia, depois que viram o coleguinha descer o subsolo. Segundo a polícia, ambos passaram a fingir não saber o que havia acontecido e teriam afirmado não conhecer a vítima. No entanto, como os dois já eram investigados por assalto a moto, não de outra: cadeia. O quarto acusado, conhecido como "Zezinho" conseguiu fugir. Chairo e Chanaan foram autuados por formação de quadrilha e tentativa de homicídio. Pelos crimes de assaltos responderão mediante portaria.

Postado por Wagner Guerra às 19:23 2 comentários

 

Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

Imprudência mata !

 

No Brasil, a velocidade média dos trens urbanos é de 40 km/h, mas ao que tudo indica, continua matando motoristas e pedestres imprudentes, que arriscam a própria vida para tentar a travessia da linha férrea. Em Natal/RN, o segundo acidente com vítima fatal ocorreu na manhã de hoje (11.06), no cruzamento das avenidas Sampaio Correia e Lima e Silva, no bairro Bom Pastor, zona oeste da capital.


O motoboy Wiltemberg Silva Santos, 25 anos, e a sua esposa, a vendedora Maria Aldenísia do Nascimento Deodoro, 23 anos, morreram, por volta das 9h30, ao tentar cruzar as avenidas, no momento em que a locomotiva passava. O casal estava em uma motocicleta Yamaha YBR de cor vermelha, placas MYX 6278/RN, que foi arrastada pelos trilhos por cerca de 700 metros.

Motocicleta ficou só o "bagaço" após o choque

Policiais isolam o local do acidente

 

Corpos mutilados viraram atração. Quanta curiosidade!

As vítimas, como já era de esperar, tiveram morte instantânea. Já os corpos, bastante mutilados, exibiam os traços da violência do impacto entre os dois veículos. Membros e órgãos, extirpados dos cadáveres, ficaram espalhados por quase dez metros sobre os trilhos. Uma cena bizarra que impressionou a todos que ali chegavam. A Polícia Militar foi acionada, imediatamente, para dispersar a multidão, perplexa com o que via.

Membros decepados ficam sobre o terreno

Testemunhas oculares disseram à polícia, que viram quando o motoboy tentou passar na frente do trem, acreditando ser possível a travessia. A própria confiança o teria traído. Segundo o irmão da vítima, Amsterdã Rodrigues da Silva, 26 anos, Wiltemberg era casado com Maria Aldenísia e tinham um filho de sete anos. Ele fazia a cobrança dos pagamentos de uma firma na cidade.

Passageira foi a primeira a cair nos trilhos

Motoboy foi mais castigado. Lamentável!

Desesperado, o irmão do motociclista, identificado apenas como Giovani, entrou em estado de choque quando viu os corpos e chegou a desmaiar. Familiares, estarrecidos com o acidente, afirmaram que estariam somente aguardando a liberação dos corpos para providenciar o sepultamento. O cruzamento da Av. Lima e Silva e a Sampaio Correia, onde ocorreu o acidente, não possui cancela, mas tem sinalização horizontal (faixa) e a vertical (sinal luminoso) funcionando, normalmente.

Órgãos vitais ficaram espalhados por cerca de 10 metros

Casal teve morte instantânea durante a colisão

O Gerente de Comunicação da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), afirmou que o grande problema desse tipo de acidente é o fato de as pessoas desrespeitarem o artigo 212 do Código de Trânsito Brasileiro que determina que antes de transpor a linha férrea, o condutor deve parar e observar se o trem está vindo. A lei, inclusive, considera a infração de altíssima gravidade e pune o infrator com multa alta.

Criança foi a primeira vítima do trem

Outra tragédia ocasionada pela imprudência. Desta vez, foi com a estudante Ana Beatriz Dantas de Oliveira, de apenas 10 anos, que foi atropelada no dia 22 de abril passado, pouco antes das 13h, quando se dirigia à escola. Acostumada a fazer o trajeto, a menina teve o tamanco preso nos trilhos. Na ingenuidade de criança, resolveu voltar para tentar retirar o calçado e foi colhida pelo trem quando já tentava ultrapassar a linha ferroviária, uns dez metros antes da passagem de nível.


Corpo da criança foi partido ao meio. Cena muito triste

A estudante teve morte instantânea. O corpo foi partido ao meio, chegando a extirpar os órgãos vitais pelos trilhos. Populares afirmaram ter visto o coração da menina bater, mesmo estando fora do corpo. Sem dúvida, uma das cenas mais bizarras para os moradores do bairro Planalto, zona Oeste de Natal. Essa foi o primeiro atropelamento de 2008, nas linhas férreas.

Sem comentários ! Ela já está no céu !

Ana Beatriz morava em frente à linha férrea, em um lugar conhecido como ''Vila de Dão''- um aglomerado de oito casas pequenas, de aproximadamente, 20 metros quadrados. No cruzamento onde a vítima foi atropelada, existe cancela e semáforo intermitente, alertando sobre perigo de acidente com locomotiva. Independente disso, o dispositivo não teria evitado a morte da criança, conforme o relato de testemunhas.

Imagens chocantes como essas deveriam fazer com que as pessoas refletissem sobre o perigo de vida que correm, por imprudência, pressa, teimosia e desrespeito à lei. Viver é bom!

 

"Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam."
Edmund Burke


  

 




 


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