Introdução
O curta-metragem Não Necessariamente Nessa Ordem começou a mais de um ano, quando a aluna Soraya Helena começou a passar muito tempo pensando naquela famosa frase de José Martí que diz que para um home ser completo ele deve escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho.
A partir desta afirmação começou a surgir a vontade de explorar essa idéia, e refletir sobre o que o ser humano realmente precisa pra ser feliz e completo. Porque estamos tão sujeitos a sempre buscar algo e a nunca estar satisfeito com o que temos. A transpor essas indagações para um filme de 16 minutos não é muito fácil. Mais difícil ainda é tentar fazer deste filme um filme de comédia.
Mas acredito que a melhor forma de tratar de assuntos filosóficos e profundos seja através da comédia, deixar a vida mais leve e permitir rir de si mesmo é a maior garantia de alegria e sucesso.
Não foi fácil dar inicio a jornada de Bráulio, muitos membros da equipe não estavam tão familiarizados com sua história, e estavam em meio a sua própria busca. Resolvemos então acolher as duvidas de Bráulio pra tentar criar algo nosso, um filme que todos pudessem deixar um pouco de si, um pouco que do aprendemos e construímos juntos nestes últimos quatro anos em São Carlos.
Nas páginas a seguir vocês poderão acompanhar como foi a jornada do Bráulio e a nossa principalmente. Divirtam-se!
Conclusão
É difícil chegar a uma conclusão de todo este processo. Ainda estamos no meio dele, o curta-metragem será lançado, distribuído. Agora começa a vida dele de verdade, agora que ela poderá fazer parte da vida de outras pessoas.
O processo de execução deste projeto não foi simples. Foi o curta-metragem mais profissional que fizemos na graduação, e também o ultimo trabalho acadêmico. Foi uma grande responsabilidade. E também uma grande oportunidade de criar e experimentar. Tivemos a oportunidade de realizar e tentar coisas que podemos não mais ter a chance de fazer em um emprego de verdade. Pudemos misturar comédia com animação, projeção com imagens de natureza, colocar um circo dentro de um filme.
Ainda assim nem tudo é dá certo como esperamos, tivemos dificuldades de formar uma equipe coesa, alguns membros não estavam tão empolgados quanto outros. Em muitos momentos não sabíamos direito o que fazer. Atrasamos bastante em alguns prazos. Alguns membros da equipe descobriram não são tão felizes em um sistema de produção muito rígido, outros descobriram que talvez não queiram fazer cinema, outros que gostam muito de fazer cinema.
Enfim, o resultado final nunca é exatamente como imaginamos, mas talvez isso não seja um problema. É bom se surpreender e perceber que existem diferentes opções de se fazer as coisas. E que tão importante quanto valorizar o resultado final é valorizar o processo também. Este deve ser saudável e sincero, com as pessoas envolvidas realmente fazendo um trabalho porque querem que o resultado seja algo bom. Não importa quão maravilhoso seja o resultado de um trabalho, se o processo não for tão maravilhoso quanto ele perde muito de seu valor.
Devemos valorizar ao máximo nosso trabalho, e doar energias de forma consciente, acreditando que está valendo a pena o esforço. E lógico, ter consciência de que problemas e divergências também fazem parte do processo. E que assim como o ato de plantar uma árvore, fazer um filme é algo que se muito além de si mesmo, fazemos para outros assistam, para que algo que seja nosso possa ser compartilhado.
Introdução
"Godard uma vez disse que, segundo
sua estética, um filme tem de ter começo, meio e fim...
mas não necessariamente nessa ordem."
O curta-metragem Não Necessariamente Nessa Ordem começou a mais de um ano, quando a aluna Soraya Helena começou a passar muito tempo pensando naquela famosa frase de José Martí que diz que para um homem ser completo ele deve escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho.
A partir desta afirmação começou a surgir a vontade de explorar essa idéia, e refletir sobre o que o ser humano realmente precisa pra ser feliz e completo. Porque estamos tão sujeitos a sempre buscar algo e a nunca estar satisfeito com o que temos. A transpor essas indagações para um filme de 16 minutos não é muito fácil. Mais difícil ainda é tentar fazer deste filme um filme de comédia.
Mas acredito que a melhor forma de tratar de assuntos filosóficos e profundos seja através da comédia, deixar a vida mais leve e permitir rir de si mesmo é a maior garantia de alegria e sucesso.
Não foi fácil dar inicio a jornada de Bráulio, muitos membros da equipe não estavam tão familiarizados com sua história, e estavam em meio a sua própria busca. Resolvemos então acolher as duvidas de Bráulio pra tentar criar algo nosso, um filme que todos pudessem deixar um pouco de si, um pouco que do aprendemos e construímos juntos nestes últimos quatro anos em São Carlos.
Nas páginas a seguir vocês poderão acompanhar como foi a jornada do Bráulio e a nossa principalmente. Divirtam-se!
*.MCKEE, Robert. Story. Substância, Estrutura, Estilo e os princípios da escrita de roteiro.
Tradução Chico Marés. Arte e Letra. Curitiba, 2006.
escrevi a introdução e conclusão, leia por favor, é immportante
Introdução
O curta-metragem Não Necessariamente Nessa Ordem começou a mais de um ano, quando a aluna Soraya Helena começou a passar muito tempo pensando naquela famosa frase de José Martí que diz que para um homem ser completo ele deve escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho.(...Soraya Helena passou a refletir sobre o pensamento de Jose Marti que diz que para um homem ser completo...)
A partir desta afirmação começou a surgir a vontade de explorar essa idéia, e refletir sobre o que o ser humano realmente precisa pra ser feliz e completo. Porque estamos tão sujeitos a sempre buscar algo e a nunca estar satisfeito com o que temos. Transpor essas indagações para um filme de 16 minutos (para um curta-metragem) não é muito fácil. Mais difícil ainda é tentar fazer deste filme um filme de comédia.
Mas acreditamos que a melhor forma de tratar de assuntos filosóficos e profundos seja através da comédia, deixar a vida mais leve e permitir rir de si mesmo é a maior garantia de alegria e sucesso.
Não foi fácil dar inicio a jornada de Bráulio, muitos membros da equipe não estavam tão familiarizados com sua história, e estavam em meio a sua própria busca. Resolvemos então acolher as duvidas de Bráulio pra tentar criar algo nosso, um filme que todos pudessem deixar um pouco de si, um pouco do que aprendemos e construímos juntos nestes últimos quatro anos em São Carlos.
Nas páginas a seguir vocês poderão acompanhar como foi a jornada do Bráulio e a nossa principalmente. Divirtam-se!
Conclusão
É difícil chegar a uma conclusão de todo este processo. Ainda estamos no meio dele, o curta-metragem será lançado, distribuído. Agora começa a vida dele de verdade, agora que ele poderá fazer parte da vida de outras pessoas.
O processo de execução deste projeto não foi simples. Foi o curta-metragem mais profissional que fizemos na graduação, e também o ultimo trabalho acadêmico. Foi uma grande responsabilidade. E também uma grande oportunidade de criar e experimentar. Tivemos a oportunidade de realizar e tentar coisas que podemos não mais ter a chance de fazer em um emprego de verdade. Pudemos misturar comédia com animação, projeção com imagens de natureza(?), colocar um circo dentro de um filme.
Ainda assim nem tudo dá certo como esperamos, tivemos dificuldades de formar uma equipe coesa, alguns membros não estavam tão empolgados quanto outros. Em muitos momentos não sabíamos direito o que fazer. Atrasamos bastante em alguns prazos. Alguns membros da equipe descobriram não são tão felizes em um sistema de produção muito rígido, outros descobriram que talvez não queiram fazer cinema, outros que gostam muito de fazer cinema.
Enfim, o resultado final nunca é exatamente como imaginamos, mas talvez isso não seja um problema. É bom se surpreender e perceber que existem diferentes opções de se fazer as coisas. E que tão importante quanto valorizar o resultado final é valorizar o processo também. Este deve ser saudável e sincero, com as pessoas envolvidas realmente fazendo um trabalho porque querem que o resultado seja algo bom. Não importa quão maravilhoso seja o resultado de um trabalho, se o processo não for tão maravilhoso quanto ele perde muito de seu valor.
Devemos valorizar ao máximo nosso trabalho, e doar energias de forma consciente, acreditando que está valendo a pena o esforço. E lógico, ter consciência de que problemas e divergências também fazem parte do processo. E que assim como o ato de plantar uma árvore, fazer um filme é algo que se muito além de si mesmo(?), fazemos para que outros assistam, para que algo que seja nosso possa ser compartilhado.
Yasmin Bidim
Imagem e Som - UFSCar
Cine São Roque
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Você recebeu esta mensagem porque está no tcc "não
necessariamente nessa ordem"
seja feliz plantando uma árvore, escrevendo um livro e fazendo bebês
o e-mail do grupo é:
nao_eh_ne...@googlegroups.com
visite-nos em:
http://groups.google.com.br/group/nao_eh_nessa_ordem?hl=pt-BR
escrevi a introdução e conclusão, leia por favor, é immportante
Introdução
O curta-metragem Não Necessariamente Nessa Ordem começou a mais de um ano, quando a aluna Soraya Helena começou a passar muito tempo pensando naquela famosa frase de José Martí que diz que para um homem ser completo ele deve escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho.
A partir desta afirmação começou a surgir a vontade de explorar essa idéia, e refletir sobre o que o ser humano realmente precisa pra ser feliz e completo. Porque , porque estamos tão sujeitos a sempre buscar algo e a nunca estar satisfeito com o que temos. A Ttranspor essas indagações para um filme de 16 minutos não é muito fácil. Mais difícil ainda é tentar fazer deste filme um filme uma obra de comédia.
Mas acreditoamos que a melhor forma de tratar de assuntos filosóficos e profundos seja através da comédia, d.Deixar a vida mais leve e permitir rir de si mesmo é uma grande a maior garantia de alegria e sucesso.
Não foi fácil dar inicio a jornada de Bráulio, muitos membros da equipe não estavam tão familiarizados com sua história, e estavam em meio a sua própria busca. Resolvemos então acolher as duúvidas de Bráulio pra tentar criar algo nosso, um filme que todos pudessem deixar um pouco de si, um pouco que do do que aprendemos e construímos juntos nestes últimos quatro anos em São Carlos.
Nas páginas a seguir vocês poderão acompanhar como foi a jornada do Bráulio e a nossa, principalmente. Divirtam-se!
Conclusão
É difícil chegar a uma conclusão de todo este processo. Ainda estamos no meio dele, já que o curta-metragem será lançado, distribuído. Agora é que começa a vida dele de verdade, agora é que ela poderá fazer parte da vida de outras pessoas.
O processo de execução deste projeto não foi simples. Foi o curta-metragem mais profissional que fizemos na graduação, e também o uúltimo trabalho acadêmico. Foi uma grande responsabilidade. E também uma grande oportunidade de criar e experimentar. Tivemos a oportunidade de realizar e tentar coisas experimentar técnicas que poderemos não mais ter a chance de fazer novamente em um emprego daqui pra frente de verdade. Pudemos misturar comédia com animação, projeção com imagens de natureza, colocar um circo dentro de um filme. Toda esta experimentação deu asas livres a imaginação de Bráulio e a nossa.
Todavia, Ainda assim nem tudo é dá deu tão certo como esperaávamos, pois tivemos dificuldades de formar uma equipe coesa, já que alguns membros não estavam na mesma sintonia que tão empolgados quanto outros. Em muitos momentos não sabíamos direito o que fazer. A ,por exemplo, atrasamos bastante em alguns prazos e ficamos à mercê de renegociações. Alguns membros da equipe descobriram que não são tão felizes em um sistema de produção muito rígido, outros descobriram que talvez não queiram fazer cinema, outros que gostam muito de fazer cinema, mas todos estão dispostos a encarar novos desafios.
Enfim, o resultado final de um filme nunca é exatamente como imaginamos, mas e talvez isso não seja um problema. É bom se surpreender e perceber que existem diferentes opções de se fazer as coisas. E , e que tão importante quanto valorizar o resultado final é valorizar o processo também. Este deve ser saudável e sincero, com as pessoas envolvidas realmente fazendo um trabalho porque querem que o resultado mereça orgulho seja algo bom. Não importa quão maravilhoso seja o resultado de um trabalho, se o processo não for tão maravilhoso quanto ele perde-se muito de seu valor.
Devemos valorizar ao máximo nosso trabalho, e doar energias de forma consciente, acreditando que aquilo está valendo a pena o esforço. E lógico, ter consciência de que problemas e divergências também fazem parte do processo, e que com paciência todos os obstáculos podem ser resolvidos. E que assim, como o ato de plantar uma árvore, fazer um filme é algo que se projeta muito além de si mesmo , F .Fazemos filmes para que outros assistam, para que algo que seja nosso seja possa ser compartilhado.
Yasmin Bidim
Imagem e Som - UFSCar
Cine São Roque
Introdução
O curta-metragem Não Necessariamente Nessa Ordem começou a mais de um ano, Soraya Helena passou a refletir sobre o pensamento de Jose Marti que diz que para um homem ser completo deve escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho.
A partir desta afirmação começou a surgir a vontade de explorar essa idéia, e refletir sobre o que o ser humano realmente precisa pra ser feliz e completo , porque estamos sujeitos a sempre buscar algo e a nunca estar satisfeito com o que temos. Transpor essas indagações para um filme de 16 minutos para um curta-metragem não é muito fácil. Mais difícil ainda é tentar fazer deste filme uma obra de comédia.
Mas acreditamos que a melhor forma de tratar de assuntos filosóficos e profundos seja através da comédia Deixar a vida mais leve e permitir rir de si mesmo é uma grande garantia de alegria e sucesso.
Não foi fácil dar inicio a jornada de Bráulio, muitos membros da equipe não estavam tão familiarizados com sua história, e estavam em meio a sua própria busca. Resolvemos então acolher as dúvidas de Bráulio pra tentar criar algo nosso, um filme que todos pudessem deixar um pouco de si, um pouco do que aprendemos e construímos juntos nestes últimos quatro anos em São Carlos.
Nas páginas a seguir vocês poderão acompanhar como foi a jornada do Bráulio e a nossa, principalmente. Divirtam-se!
Conclusão
É difícil chegar a uma conclusão de todo este processo. Ainda estamos no meio dele, já que o curta-metragem será lançado, distribuído. Agora é que começa a vida dele de verdade, agora é que ele poderá fazer parte da vida de outras pessoas.
O processo de execução deste projeto não foi simples. Foi o curta-metragem mais profissional que fizemos na graduação, e também o último trabalho acadêmico. Foi uma grande responsabilidade. E também uma grande oportunidade de criar e experimentar. Tivemos a oportunidade de realizar e experimentar técnicas que poderemos não mais chance de fazer novamente em um emprego daqui pra frente. Pudemos misturar comédia com animação, projeções de imagens da natureza, colocar um circo dentro de um filme. Toda esta experimentação deu asas livres a imaginação de Bráulio e a nossa.
Todavia, nem tudo deu tão certo como esperávamos, pois tivemos dificuldades de formar uma equipe coesa, já que alguns membros não estavam na mesma sintonia que outros. Em muitos momentos não sabíamos direito o que fazer ,por exemplo, atrasamos bastante em alguns prazos e ficamos à mercê de renegociações. Alguns membros da equipe descobriram que não são tão felizes em um sistema de produção muito rígido, outros descobriram que talvez não queiram fazer cinema, outros que gostam muito de fazer cinema, mas todos estão dispostos a encarar novos desafios.
Enfim, o resultado final de um filme nunca é exatamente como imaginamos e talvez isso não seja um problema. É bom se surpreender e perceber que existem diferentes opções de se fazer as coisas, e que tão importante quanto valorizar o resultado final é valorizar o processo também. Este deve ser saudável e sincero, com as pessoas envolvidas realmente fazendo um trabalho porque querem que o resultado mereça orgulho. Não importa quão maravilhoso seja o resultado de um trabalho, se o processo não for tão maravilhoso quanto ele perde-se muito de seu valor.
Devemos valorizar ao máximo nosso trabalho, e doar energias de forma consciente, acreditando que aquilo está valendo a pena o esforço. E lógico, ter consciência de que problemas e divergências também fazem parte do processo, e que com paciência todos os obstáculos podem ser resolvidos. E que assim, como o ato de plantar uma árvore, fazer um filme é algo que se projeta muito além de si mesmo .Fazemos filmes para que outros assistam, para que algo nosso seja compartilhado.