Enc: “Jardins de Braço de Prata” de Renzo Piano - COMPLEMENTOS

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Romeu Duarte Junior

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Nov 18, 2010, 12:26:21 PM11/18/10
to museu...@googlegroups.com, louqui...@gmail.com, clari...@hotmail.com, yna...@hotmail.com, ana_v...@hotmail.com, mar...@mcarquitetos.com.br, pauloco...@yahoo.com.br, ric...@fernandesatem.com.br, paiva_...@yahoo.com.br, Francisco Hissa
Amigos do Eixo, turma boa,
 
Importante obra a ser realizada
por Renzo Piano em Lisboa, Portugal.
 
Abraços, Romeu

 
Lisboa | Jardins de Braço de Prata

http://lx-projectos.blogspot.com/200...-de-prata.html

Proposta do arquitecto Renzo Piano para Braço de Prata. Habitação, comércio, zonas verdes. Inclui igualmente o desnivelamento de uma das vias. A actual rotunda com uma escultura da autoria de José Guimarães será retirada. A escultura será mantida no mesmo local e futuro espaço verde.

Proposta de 2006














http://www.aml.pt/rete/webstatic/pro...Intenc_03.html

Concelho: Lisboa

Promotor: Jardins Braço de Prata, Empreendimentos Imobiliários, S.A.

Descrição: Prevê a criação de 139 945 m2 de área bruta de construção, integrando:

- Máximo de 6 pisos acima do solo
- Apróx. 1400 lugares de estacionamento público e 2000 lugares de estacionamento privado
- 499 fogos;
- áreas de habitação (70%), comércio (18 %) e serviços (12%);

Operação de Loteamento com Obras de Urbanização em fase de aprovação na CML na sequência da reformulação do nó de inserção da Av. Infante D. Henrique na zona marginal ao Rio.

A proposta integra a reformulação da geometria da Praça 25 de Abril e da inserção da Av. Infante D. Henrique a zona marginal ao Rio, bem como a anulação do troço da Via de Cintura do Porto de Lisboa que confronta com a área objecto de Loteamento, passando-se a dispor de uma nova Alameda urbana no interior da urbanização que assegura os fluxos viários de carácter local na direcção paralela ao Rio.

Observações: Equipa Projectista: Renzo Piano e CPU - Urbanistas e Arquitectos; Complementarmente à reestruturação urbanística e ocupação urbana resultantes do Loteamento, preconiza-se a redifinição da afectação e usos dos espaços ribeirinhos sob jurisdição da APL




Em 18 de novembro de 2010 08:26, Delberg Ponce de Leon <del...@superig.com.br> escreveu:

“Jardins de Braço de Prata” de Renzo Piano já iniciou construção

17 de Novembro de 2010 às 17:22:25 por Ana Rita Sevilha

Passados 12 anos em que esteve pendente na Câmara Municipal de Lisboa, os terrenos onde outrora se fabricaram armas e material bélico, “vão dar lugar a um projecto residencial de referência, voltado para o rio”.

Falamos do empreendimento “Jardins de Braço de Prata” promovido pelo Grupo Obriverca e com projecto de arquitectura assinado por Renzo Piano.

Representando um investimento de 220 milhões de euros, o empreendimento, assegura a Obriverca, “é um forte contributo para a requalificação da Zona Oriental de Lisboa”.

Passados 12 anos, o Alvará de Loteamento foi entregue pelo Presidente da CML, António Costa, a Eduardo Rodrigues, presidente do Grupo Obriverca, no Salão Nobre dos Paços do Conselho.

Os “Jardins de Braço de Prata” vão ocupar os nove hectares dos terrenos que anteriormente pertenciam à indústria de material de guerra INDEP e representam um investimento de 220 milhões de euros, gerando — segundo o promotor — “uma receita de impostos estimado em 100 milhões de Euros, com a criação de cerca de 500 postos de trabalho”.

Segundo explicou o Pedro Romão, arquitecto da CPU Consultores – parceiro local do Ateliê de Renzo Piano, “o projecto prevê a construção de habitação, comércio, serviços e indústria. Toda a área envolvente ao projecto será objecto de tratamento paisagístico contemplando uma área de verde de grande dimensão que funcionará como um parque urbano disponível para a cidade de Lisboa”.

“Os Jardins de Braço de Prata, juntamente com os projectos previstos para os terrenos da antiga Tabaqueira e Gás de Portugal, irão requalificar toda a zona de frente de rio até à zona Sul do Parque das Nações, com a construção de um parque de lazer e de equipamento para a cidade, e o desvio do trânsito através de novo traçado da Avenida Infante D. Henrique”, pode ler-se na nota de imprensa.

António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, afirmou que a razão da cerimónia ter tido lugar no Salão Nobre da edilidade representa uma pública homenagem à “coragem e resistência do Grupo Obriverca e do seu presidente e fundador, Eduardo Rodrigues, assim como da Banca, em terem esperado por este dia, mais de 12 anos passados sobre a apresentação do projecto na autarquia da capital. Por outro lado, salientou, a razão da cerimónia deve-se igualmente ao facto da CML atribuir a este projecto, a maior importância para a requalificação da Zona Oriental de Lisboa”.

O edil, lembrou que, com a construção da EXPO, em 1998, o objectivo era o de criar um pólo dinamizador para a requalificação de “todo este caminho do Oriente, a ligação do Parque das Nações ao centro da cidade, no Terreiro do Paço”.

“Sabemos bem o que aconteceu — acrescentou o autarca —, em vez dessa dinâmica ter prosseguido, essa dinâmica parou. Estivemos doze anos parados. Alguém ganhou com esta paralisação?” – perguntou António Costa, para logo responder: “Perderam certamente os investidores, perdeu a cidade que não foi requalificada e perdemos todos colectivamente”.

António Costa referiu ainda que “o atraso desmesurado na aprovação do projecto afastou, provavelmente, outros investidores, diminuiu a capacidade de atracção da capital ao investimento estrangeiro e encareceu o preço do m2 de construção, quando o objectivo da Câmara de Lisboa é precisamente o contrário, a fim de captar novos moradores para a cidade”.


 



 
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