--Prezados(as),A pedido do colega Breno que apenas conheço de vista, encaminho email postado por ele ao Fabrício e Bottino, ambos da comissão dos empregados.Foram umas das poucas manifestações críticas ao atual processo que tomei ciência e considero oportuno repassar para ampliar a discussão.Abraço a todos,Armando Leal
Início da mensagem encaminhadaDe: Breno Coulamy <bbco...@gmail.com>
Data: 8 de janeiro de 2014 13:34:18 BRST
Para: gen...@yahoogroups.com, bened...@yahoogroups.com, nmpecs <nmp...@yahoogrupos.com.br>
Cc: Armando Leal <ajl...@gmail.com>
Assunto: Negociação: ACT, PR - o que importa?Prezados,Fabricio e Bottino,Mudei o assunto para correr o e-mail em separado, caso prefiram ignorar. Compreenderei perfeitamente.O que poderá dar vida própria à Negociação Coletiva, no BNDES, é um movimento legítimo e autêntico de representação construtiva do corpo funcional.A categoria bancária tem a sua luta, nós somos parte disso (mesmo que predominantemente inertes). Não impede de termos especifidades, afinal um Plano de Carreira jamais será uniforme para o país inteiro, certo? Estaremos a reboque? Meu foco está aí, com especial apelo aos colegas FABRICIO e BOTTINO:Ao Bottino, primeiramente, venho externar, para espancar dúvidas, minha vontade de que nossa Comissão de Negociação (em seu conjunto, UNIDA!!!!) esteja forte e cumpridora de sua missão institucional de bem representar a gente desta casa.A incumbência das Associações é agregar institucionalidade (impessoal, propensa à mobilização coletiva, menos sujeita ao influxo da relação de trabalho etc) ao processo. E, claro, tal apenas se dará se houver proximidade com a base - os empregados e aposentados. Também devem ser fortalecidas para superar grandes desafios e mudanças necessárias.Eu já critiquei e ainda persistem as razões que me levaram a criticar o excesso de insistência nessas "conversas" com a Administração do Banco, pois elas não traduzem qualquer posição oficial nem transmitem fielmente os meandros da Negociação. Nós estamos poupando o empregador do mínimo desgaste de publicar suas decisões.Na última AGE, eu me vi confuso com a naturalidade das pessoas em ver o Miguel da CONTRAF dizer: "Subi ao PRESI, levei um lero e trago mais do mesmo que já havia". Acha ele que pode ser assim? Vai lá sozinho, sem Comissão e ainda responde: "Apenas eu fui chamado, ora!". Alguém aceitou?Ao Fabricio, peço que permaneça a postura firme em buscar, como eleito na Comissão dos Empregados, divulgar as informações e fortalecer a representação dos interesses de todos. Vamos evitar estremecimento desnecessário e rupturas de pouca utilidade (embora compreensíveis e bem fundamentadas), como na minha opinião foi a do Armando Leal.Como vários colegas já se manifestaram, a situação beira o absurdo, pois numa suposta negociação apenas uma das partes dá as cartas, embaralha, colhe apostas, joga, desafia, sai quando quer, desmarca a partida e por aí vai. Sem UNIÃO, estaremos esparramados novamente, aguardando a próxima proposta de meia tigela.A todos -> Se não houver mais mobilização, permaneceremos como eles querem: PENSEM por que o BNDES prefere negociar tudo com possível aumento de PR?Atenciosamente a todos,BrenoPS - Ao Armando, peço encaminhar ao Master Gendes, se possível.
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