Lançamento nacional do filme Quebradeiras, de Evaldo Mocarzel, será no dia 13 de abril.
O Cineclube Nangetu, o Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC), o Cine Mais Cultura (MinC), e a distribuidora RAIZ, convidam a população a participar do lançamento nacional no circuito cineclubista do documentário em longa-metragem Quebradeiras, dirigido pelo premiado diretor Evaldo Mocarzel. Quebradeiras recebeu o Prêmio de Melhor Documentário no Festival de Toulouse, na França e prêmios de Direção, Fotografia e Som no Festival de Brasília 2009.
O Cineclube Nangetu será o primeiro a exibir o filme no circuito cineclubista em Belém, e a sessão faz parte de uma ação nacional que envolve aproximadamente 1,200 cineclubes em todos os estados e no distrito federal.
Data 13 de abril de 2012 (sexta-feira)
Hora: 19h
Local: Cineclube Nangetu
Tv. Pirajá, 1194
Marco da Légua.
Belém do Pará.
Fone: 91-32267599
“Quebradeiras”, documentário de 71 minutos dirigo por Evaldo Mocarzel, focaliza as tradições seculares, as estratégias de sobrevivência e a rica cultura das quebradeiras de coco de babaçu da região do Bico do Papagaio, onde os Estados do Maranhão, Tocantins e Pará se encontram. O Brasil possui atualmente cerca de 18 milhões de hectares de babaçuais, mas a crescente expansão da pecuária e a conseqüente devastação das palmeiras estão ameaçando essa cultura secular das quebradeiras de coco de babaçu, que engloba manifestações artísticas genuinamente brasileiras, um patrimônio telúrico do nosso País, da diversidade das nossas raízes, que mistura remanescentes de quilombos com influências de ritos indígenas milenares. “Quebradeiras" tem como meta resgatar e preservar na linguagem audiovisual as técnicas extrativistas e as manifestações artísticas dessas mulheres, que, além da diversidade de artesanatos, ainda englobam uma infinidade de cantos, com forte influência africana e também indígena, que é entoada durante o trabalho e ainda não foi devidamente registrada pela cultura oficial do nosso País.
O filme estreou no Festival de Brasília, onde foi contemplado com os prêmio de Melhor Direção, Melhor Fotografia e Melhor Som. Sua estréia internacional se deu no 22° Rencontres de Cinémas d’Amérique Latine de Toulouse, na França, onde foi eleito o Melhor Documentário do festival
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Belém do Grão-Pará.
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91-3226759918 de Março - Em memória de Mãe Doca é o "Dia Municipal (Belém) e Estadual (Pará) da Umbanda e das Religiões Afro-Brasileiras".
O dia 18 de março foi dedicado aos umbandistas e aos afro-religiosos através da Lei Municipal nº 8272, de 14 de outubro de 2003 (autoria de Ildo Terra) e da Lei Estadual nº 6.639, de 14 de abril de 2004 (autoria de Araceli Lemos) e registra a luta de de dona Rosa Viveiros, Também conhecida como Nochê Navanakoly e como Mãe Doca, que era filha de santo do africano Manoel-Teu-Santo e seu Vodun era Nanã e Toi Jotin.É Dona Rosa Viveiros, que em 1891 - apenas três anos após a abolição da escravatura - enfrentou o racismo e outros preconceitos da época e inaugurou seu Terreiro de Tambor de Mina na capital paraense. Mãe Doca foi presa várias vezes porque cultuava as divindades e preservava a religiosidade afro-amazônica, e nem por isso desistiu de manter seu Templo Afro-religioso aberto. Mãe Doca se tornou o símbolo de resistência das religiões de matriz africana no Pará, e é em sua homenagem que o dia 18 de março se tornou o dia da Umabanda e das religiões Afro-brasileiras.http://institutonangetu.blogspot.com/
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