Fala turma!!! segue um case muito interessante para aprendizado sobre o nosso negócio:
Um dos maiores equívocos no MMN acontece tão logo o empreendedor entende a importância de recrutar. Ele passa então a sonhar com um perfil ideal de pessoas para expandir sua rede rapidamente –o pulo do gato. E para ele o perfil vai se formando mais ou menos assim: preciso recrutar pessoas de "nível", que tenham boa renda para investir, de preferência empresários, médicos, políticos, advogados, engenheiros e por aí segue a lista de possíveis profissionais com dinheiro para investir.
Todos precisam recrutar para crescer em uma empresa de MMN, e quando iniciamos, naturalmente usamos nossas referências anteriores (as do emprego) para entender o recrutamento e fazer essa atividade funcionar. No entanto, dessas referências talvez única coisa que se aproveite é a postura profissional, pois o processo em si é totalmente diferente. Em MMN, não é você quem recruta alguém, é a pessoa que SE recruta. Você pode fazer um convite profissional, colocar a pessoa em uma apresentação que mostre informações, as vantagens do negócio, possibilidades de ganhos, mas você apenas estará no controle de parte parte do processo. Recrutar é encaminhar um prospecto (pessoa interessada) por um processo de auto-seleção, onde é ele quem decide se irá agarrar a oportunidade ou se irá deixa-la passar.
No Brasil, culturalmente somos direcionados ao emprego desde de cedo, não aprendemos muito ou quase nada sobre a livre iniciativa e negócio próprio. Ouvimos que emprego é seguro e que negócios são arriscados, instáveis –e dificilmente questionamos. Esse é o paradigma mais comum e deve ser quebrado ao longo do processo de recrutamento, especialmente através de uma apresentação bem feita e reforçado constantemente depois, através dos treinamentos da empresa. Você não terá a menor chance de quebrar esse paradigma sozinho, antes da apresentação por isso seus esforços devem concentrar-se em fazer o prospecto chegar até ela. O que determina se uma pessoa pode ou não fazer parte do MMN não é o que pensamos sobre ela ou quanto ela tem para investir, é o interesse, o motivo que a fez chegar até nós. Se está interessada então ela tem perfil para ser recrutada. Veja, num país onde a renda média é R$1345,00 (de acordo com IBGE) não podemos nos dar ao luxo de priorizar os prospectos pelo seu nível social. As pessoas que consideramos, ingenuamente, nosso público alvo pelo apenas “nível" bancário, não são a maioria na sociedade brasileira, muito menos no MMN. E sendo bastante franco, elas não precisam do MMN para mudar de vida, pois já estão numa zona acima da média em negócios e profissões muito rentáveis, não perca tempo correndo atrás delas e tentando recrutá-las.
Certa vez, conheci um empreendedor em Campinas-SP que tinha um plano infalível para recrutar médicos. Ele visitava dezenas de consultórios por dia, mostrando o plano e tentando recrutar pessoas que na opinião dele tinham capacidade para desenvolver o negócio, pois tinham dinheiro para investir e grande influência para montar um grupo. Bom, ele nunca recrutou ninguém e saiu poucas meses depois achando impossível fazer esse tipo de negócio funcionar. Acho que ele nunca entendeu, de fato, que o atalho que ele tentou tomar o tirou do negócio. Os médicos que ele visitou não estavam procurando oportunidades de trabalho, no máximo o ouviam com educação (alguns nem isso, quando viam do que se tratava). Não que você não irá recrutar pessoas assim, certamente irá, mas é muito mais difícil procurar interessados dessa maneira do que achar uma agulha num palheiro. E além de ser prejudicial para o negócio concentrar seus esforços nesse tipo de abordagem isso também é péssimo para a empresa. Imagine quantos médicos, formadores de opiniões, tiveram uma imagem errada daquela empresa, por causa desse comportamento amador/desesperado em recrutar? O empreendedor saiu da empresa, mas o amadorismo dele com certeza ainda ecoa em alguns consultórios de Campinas.
Faça um exercício prático: no próximo evento da sua empresa converse com outros empreendedores e convidados e veja como eles chegaram ao negócio. Quais eram seus medos, suas insatisfações, preocupações... Você irá perceber que a maioria não seria considerada de "nível", pois não tinham nem dinheiro para se cadastrar na empresa ou estavam em momentos delicados de sua vida profissional. E você perceberá também que as pessoas de “nível”, as que tinham dinheiro suficiente para investir, serão a minoria na sala. Aproveite o exercício e observe ainda a atitude dos que são mais bem-sucedidos na sua empresa: note que esses não julgaram as pessoas na hora de recrutá-las, simplesmente falaram com o máximo possível de interessados e como resultado, recrutaram um percentual desses.
As dificuldades no recrutamento não têm relação com o nível financeiro de um prospecto, quase nunca têm relação com a empresa, e sempre têm relação com trabalho insuficiente, apresentação do negócio inconsistente e treinamento inadequado do distribuidor (que pode ser por culpa dele ou não). Você pode receber 100 prospectos de médicos, ou 100 prospectos de empresários, ou ainda pode receber 100 prospectos de donas de casa, e o resultado será o mesmo. Todo resultado é percentual de trabalho. Você não tem controle sobre a decisão das pessoas, você só tem controle sobre o que você faz a respeito. E você deve fazer o que é o seu trabalho: falar com todos os interessados, mostrar a oportunidade e recrutar os que se identificaram. E, muito importante: não seja leviano com seus números, não espere um resultado incrível por ter falado com 25 pessoas durante um mês. Essa quantidade é trabalho de 1 semana para quem trabalha 2 horas por dia. Que tipo de profissional se torna um referência de sucesso trabalhando 1 semana, 2h por dia? Será que é só na nossa indústria que as pessoas têm esse tipo de expectativas fora-da-casinha?
Seja coerente com os resultados que você espera do seu negócio. Uma meta razoável seria falar com 100 pessoas interessadas todos os meses. São apenas 5 pessoas por dia, 25 pessoas por semana! Em 3 meses, (plano de 90 dias) você terá apresentado o seu negócio para 300 pessoas. Em um ano, para 1200 pessoas! Nesse cenário, com certeza você já terá recrutado mais de 100 pessoas, cerca de 8%. E se der tudo errado e recrutar apenas 50 pessoas? Isso será cerca de 4% e com 4% de 1200 pessoas, você já estará entre os top recrutadores da sua empresa, além de uma grande equipe em formação, pois seus downlines também irão recrutar, não é mesmo?
Finalmente e independente de perfil, classe social, escolaridade, sexo ou idade... quem enxerga uma boa oportunidade possui motivos para fazer o negócio, enquanto quem não enxerga possui desculpas para não fazer. E sejam quais forem as desculpas: não ter dinheiro para começar, não ter tino para os negócios, não saber vender, não ter tempo, o cônjuge é contra... desculpas são desculpas, apenas faça uma auto-análise sobre se essas desculpas não refletem falta de confiança em você ou a apresentação da sua empresa que não foi tão boa, por exemplo. Mas não tente entendê-las neste ponto do negócio, é perda tempo, distração. Pois a maioria será negativa e isso não irá mudar, aprenda a conviver com essa característica presente em todos os negócios e perceba que depois de muitos nãos, sempre encontraremos algum sim. Só não podemos cometer o erro de deixar faltar os nãos, ou os "sim” se tornarão cada vez mais escassos e o negócio não passará de um sonho que nunca se realizou, e não adianta mudar de empresa, para o próximo marketing pioneiro que surgir, nem mudar para uma cidade onde existam mais pessoas de "nível" para recrutar. Ao invés disso, fale com mais interessados, melhore sua apresentação para converter mais prospectos em distribuidores, participe de mais treinamentos para se sintonizar com os projetos do seu grupo e se apropriar dos ideais da sua empresa e trabalhe muito, faça direito a sua parte e os resultados positivos irão surgir, não precisa nem acreditar.
Fonte Diego L
Fala turma!!! segue um outro case muito interessante para aprendizado sobre o nosso negócio:
Comparativo interessante entre abrir um novo negócio (restaurante) e começar na Monavie, que um cara postou em um dos grupos:
"Estou escrevendo esse texto depois de uma longa conversa com um amigo que acabou de ser apresentado ao plano 6 estrelas da Monavie.
Meu amigo estava descrente com o projeto e falo que confia muito mais e acredita muito mais no restaurante dele ai nesse exato momento fiz alguns comparativos do negocio dele com o meu (Monavie) e ao fazer os paralelos acabei anotando muitas coisas em um papel e essas anotações são a base desse texto.
Meu amigo me pergunto qual era a taxa de desistência do negócio ai foi onde começo os paralelos das idéias, eu falei que é a mesma taxa de desistência dos clientes em seu restaurante, ai eu questionei: você sabe essa taxa, claro que ele não sabia, mas mesmo assim falei que era igual. Quando ele abriu o restaurante dele convido para conhecer seu novo restaurante todos os amigos, conhecidos e parentes (apresento o plano), alguns foram no restaurante (na reunião) outros nem apareceram e dos que foram alguns gostaram muito (se cadastraram) outros gostaram mais nunca mais apareceram por lá e alguns dos que gostaram muitos nunca mais voltaram (desistiram) e alguns viraram clientes fieis do restaurante (parceiros de negócio).
Ai completei, não existe diferença alguma entre o restaurante dele e meu negócio na monavie, sem trabalho não existe resultado, se ele não trabalhar no restaurante dele o negócio não vai pra frente e se eu não trabalhar no meu negócio ele também não vai pra frente a diferença é que no restaurante ele depende de muitos (fornecedores, funcionários etc) e no meu negócio eu dependo somente de mim e do meu trabalho.
Uma outra grande diferença é que meu amigo gastou 250 mil reais pra abrir o negócio dele e eu gastei pouco menos de 4.000 ai veio a outra pergunta e eu fiz mais uma vez um paralelo. Você já ganhou quanto?? Resposta fácil e simples, no primeiro mês 50% do valor investido no meu negócio ai foi a minha vez de perguntar e você, a resposta foi incrível, ele não ganhou nada em 1 ano de restaurante e me falo que estava construindo um negócio ai falei pra ele que eu também estava construindo meu negócio.
Ai veio a pergunta final: E porque todo mundo não entra na Monavie ai falei que pelo mesmo motivo que todo mundo não abre um restaurante.
Depois de todas essas comparações ele concordou que o negócio dele e o meu são iguais, os dois dependem de trabalho diário, dedicação, estudo, força de vontade e persistência e mesmo assim não entrou no negócio e eu falei pra ele, pode ficar tranqüilo que também não vou abrir um restaurante.
Tenho certeza que meu amigo não vai dormir essa noite e aguardo ele me ligar muito em breve."