1. Separe de 15 a 30 minutos do seu tempo num local livre de interrupções. Tenha em mãos lápis e papel ou um computador para tomar nota.
2. Procure relembrar algum julgamento depreciativo que tenha feito a respeito de si mesmo recentemente, daqueles que geram "culpa" ou "vergonha". Por exemplo: "Como fui idiota por acreditar naquilo…"; "Sou tão estúpido com as pessoas que gosto…"; "Como sou desajeitado, sempre quebro alguma coisa…"; "Faço papel de ridículo quando me emociono por nada…".
3. Chame essa voz julgadora de "1a. Voz" e registre esse julgamento original, bem como o contexto detalhado no qual isso se deu.
4. Agora, através de uma "2a. Voz" comece a registrar um diálogo com a "1a.Voz" utilizando os princípios da CNV. Não há problema em errar, a disponibilidade e empatia nesse diálogo são muito mais importantes do que a técnica ou acertos.
- Através da "2a. Voz", observe e investigue com perguntas qual o sentimento predominante por trás do julgamento da "1a.Voz".
- Aprofunde as perguntas para identificar qual ou quais necessidades da "1a.Voz" esse sentimento identificado aponta.
- Através da "2a. Voz", agora ajude a "1a.Voz" a formular um pedido claro em relação à essa necessidade.
Registre todo o diálogo. De ambas as vozes, tanto as perguntas quanto as respostas.
Amigo Marco
Excelente!
Toni
--
--