Marcelo Guedes
"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
"Onde o Espírito de Deus está milagres acontecem!"
Missão Jovem - Grupo Jesus - Paróquia Nossa Senhora da Santissima Trindade
Prof. Felipe Aquino |
|
O que é indulgência plenária? Como alcançá-la no Ano da Misericórdia? Posted: 23 Nov 2015 06:00 AM PST
“Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida aos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos”. (Norma 1 do Manual das Indulgências). O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que: “Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do Purgatório, a remissão das penas temporais, sequelas dos pecados (n. 1498). O pecado tem duas consequências: a culpa e a pena. A culpa é perdoada na Confissão; a pena, que é a desordem que o pecado provoca no pecador e nos outros, e que precisa ser reparado, é eliminada pela indulgência que pode ser plenária (total) ou parcial. De acordo com o Manual das Indulgências, para se ganhar uma indulgência plenária (uma vez por dia apenas), para si mesmo ou para as almas, deve-se fazer: a) uma Confissão individual rejeitando todos os pecados (basta uma Confissão para várias indulgências); b) receber a Sagrada Eucaristia; c) rezar pelo Papa ao menos um Pai-nosso e uma Ave-Maria. Não é necessário que tudo seja feito no mesmo dia. Além disso, escolher uma dessas práticas: 1- Adoração ao Santíssimo Sacramento pelo menos por meia hora (concessão n. 3) 2- Leitura espiritual da Sagrada Escritura ao menos por meia hora (concessão n. 50); 3 – Piedoso exercício da Via Sacra (concessão n. 63); 4- Recitação do Rosário de Nossa Senhora na igreja, no oratório ou na família ou na comunidade religiosa ou em piedosa associação (concessão n. 63). Leia também: Indulgências: O que são? Qual a importância das Indulgências? Obras e orações indulgenciadas Carta do Papa Francisco com motivo do Ano da Misericórdia Para o Ano da Misericórdia o Papa Francisco autorizou outros meios de “alcançar misericórdia” por meio da indulgência plenária. Esta prática pode, então, substituir uma das quatro opções citadas acima: Rosário, ou Adoração do Santíssimo, ou Via Sacra, ou leitura bíblica meditada. Segundo a carta do Papa Francisco a D.Rino Fisichella, presidente do pontifício conselho para a promoção da nova evangelização, se concede a indulgência para o Ano Santo: 1- PEREGRINAÇÃO ATÉ A PORTA SANTA “Para viver e obter a indulgência os fiéis são chamados a realizar uma breve peregrinação rumo à Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, e nas quatro Basílicas Papais em Roma, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão”. 2-DOENTES E PESSOAS IMPOSSIBILITADAS “Penso também em quantos, por diversos motivos, estiverem impossibilitados de ir até à Porta Santa, sobretudo os doentes e as pessoas idosas e sós, que muitas vezes se encontram em condições de não poder sair de casa. Viver com fé e esperança jubilosa este momento de provação, recebendo a comunhão ou participando na santa Missa e na oração comunitária, inclusive através dos vários meios de comunicação, será para eles o modo de obter a indulgência jubilar”. Ouça também: O que é a Indulgência Plenária? 3-ENCARCERADOS “O meu pensamento dirige-se também aos encarcerados, que experimentam a limitação da sua liberdade. Nas capelas dos cárceres poderão obter a indulgência, e todas as vezes que passarem pela porta da sua cela, dirigindo o pensamento e a oração ao Pai, que este gesto signifique para eles a passagem pela Porta Santa, porque a misericórdia de Deus, capaz de mudar os corações, consegue também transformar as grades em experiência de liberdade”. 4-OBRAS DE MISERICÓRDIA ESPIRITUAIS OU CORPORAIS “Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente obterá sem dúvida a indulgência jubilar. Daqui o compromisso a viver de misericórdia para alcançar a graça do perdão completo e exaustivo pela força do amor do Pai que não exclui ninguém. Portanto, tratar-se-á de uma indulgência jubilar plena, fruto do próprio evento que é celebrado e vivido com fé, esperança e caridade”. 5-FIÉIS FALECIDOS “A indulgência jubilar pode ser obtida também para quantos faleceram. A eles estamos unidos pelo testemunho de fé e caridade que nos deixaram. Assim como os recordamos na celebração eucarística, também podemos, no grande mistério da comunhão dos Santos, rezar por eles, para que o rosto misericordioso do Pai os liberte de qualquer resíduo de culpa e possa abraçá-los na beatitude sem fim”. 6-FIÉIS QUE FREQUENTAREM IGREJAS DA FRATERNIDADE SÃO PIO X [A Indulgência também] “é dirigida aos fiéis que por diversos motivos sentem o desejo de frequentar as igrejas oficiadas pelos sacerdotes da Fraternidade São Pio X. Movido pela exigência de corresponder ao bem destes fiéis, estabeleço por minha própria vontade que quantos, durante o Ano Santo da Misericórdia, se aproximarem para celebrar o Sacramento da Reconciliação junto dos sacerdotes da Fraternidade São Pio X, recebam validamente e licitamente a absolvição dos seus pecados”. Que neste Ano Santo que se iniciará, saibamos aproveitar a oportunidade para vivê-lo intensamente e buscar ir ao encontro dessa fonte inesgotável de misericórdia que nasce do Coração de Deus. Prof. Felipe Aquino This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now |
|
You are subscribed to email updates from
Prof. Felipe Aquino. To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. |
Email delivery powered by Google |
| Google Inc., 1600 Amphitheatre Parkway, Mountain View, CA 94043, United States | |
Marcelo Guedes
"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
"Onde o Espírito de Deus está milagres acontecem!"
Missão Jovem - Grupo Jesus - Paróquia Nossa Senhora da Santissima Trindade
Prof. Felipe Aquino |
|
Oração do Papa Francisco pelo Ano da Misericórdia Posted: 24 Nov 2015 05:30 AM PST
Senhor Jesus Cristo, Vós que nos ensinastes a ser misericordiosos como o Pai celeste, e nos dissestes que quem Vos vê, vê a Ele. Mostrai-nos o Vosso rosto e seremos salvos. O Vosso olhar amoroso libertou Zaqueu e Mateus da escravidão do dinheiro; a adúltera e Madalena de colocar a felicidade apenas numa criatura; fez Pedro chorar depois da traição, e assegurou o Paraíso ao ladrão arrependido. Leia também: O que é indulgência plenária? Como alcançá-la no Ano da Misericórdia? |
Fazei que cada um de nós considere como dirigida a si mesmo as palavras que dissestes à mulher samaritana: Se tu conhecesses o dom de Deus! Vós sois o rosto visível do Pai invisível, do Deus que manifesta sua onipotência sobretudo com o perdão e a misericórdia: fazei que a Igreja seja no mundo o rosto visível de Vós, seu Senhor, ressuscitado e na glória. Assista também: O que são as obras de misericórdia espirituais e corporais? Vós quisestes que os Vossos ministros fossem também eles revestidos de fraqueza para sentirem justa compaixão por aqueles que estão na ignorância e no erro: fazei que todos os que se aproximarem de cada um deles se sintam esperados, amados e perdoados por Deus. Enviai o Vosso Espírito e consagrai-nos a todos com a sua unção para que o Jubileu da Misericórdia seja um ano de graça do Senhor e a Vossa Igreja possa, com renovado entusiasmo, levar aos pobres a alegre mensagem proclamar aos cativos e oprimidos a libertação e aos cegos restaurar a vista. Nós Vo-lo pedimos por intercessão de Maria, Mãe de Misericórdia, a Vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Amém. Papa Francisco |
This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now |
Prof. Felipe Aquino |
|
Qual é a diferença entre Ano Santo e Jubileu?
Posted: 25 Nov 2015 09:17 AM PST
Durante o ano os escravos eram libertados, restituíam-se as propriedades às pessoas que as haviam perdido, perdoavam-se as dívidas, as terras deviam permanecer sem cultivar e se descansava. Na Bíblia encontramos algumas passagens nas quais se menciona a celebração judaica. Talvez a mais importante se encontre no Levítico (Lv 25,8). Leia também: O que é um jubileu? |
O que é um “Ano Santo”? Como surgiu a tradição de celebrá-lo? A palavra jubileu se inspira no termo hebreu de yobel, que faz alusão ao chifre do cordeiro que servia como instrumento. Jubileu também tem uma raiz latina, iubilum que representa um grito de alegria. A celebração de um Jubileu acontece durante um ano, assim esse ano passa ser chamado “ANO SANTO” ou “ANO JUBILAR”. A designação de “Ano Santo” começou a ser utilizada pelo Papa Sixto IV no Jubileu de 1475. Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/o-que-e-um-jubileu-e-um-ano-santo-77001/ |
This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now
|
|
Você conhece a história da Medalha Milagrosa?
Posted: 25 Nov 2015 02:52 AM PST
Pois bem, aconteceu em Paris, na Rua De Lubac, em 1830. Nossa Senhora apareceu a uma jovem freira- Santa Catarina de Labouré, que pertencia a Congregação fundada por São Vicente de Paulo. Santa Catarina já tinha recebido anteriormente alguns sinais de Nossa Senhora. Eis que a Virgem lhe apareceu na Capela, sobre o globo terrestre e com as mãos estendidas de onde saíam raios luminosos. Nossa Senhora mesma disse que eram as graças que ela queria distribuir às pessoas. Santa Catarina notou que alguns raios estavam apagados; Nossa Senhora lhe explicou que eram as graças que ela queria distribuir, mas que as pessoas não lhe pediam. Nossa Senhora se fez circundar por uma oração escrita em letras de ouro: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”, e mandou que Catarina fizesse cunhar esta imagem numa medalha, e prometeu que quem a usassem receberia dela muitas graças. Depois de algumas resistências, foram cunhadas 20 mil medalhas. Foram tantas graças recebidas pelas pessoas que a Medalha foi chamada de Medalha Milagrosa. Leia também: Devoção a Medalha Milagrosa É interessante lembrar que Nossa Senhora, veio dizer que Ela é Imaculada, concebida sem o pecado original. Este dogma foi proclamado solenemente pelo Papa Pio IX em 1854. E depois, em 1858, Nossa Senhora apareceu a Santa Bernadete de Soubirous, em Lourdes, e lhe disse:” “Je sui le Imaculee Concepcion” (Eu sou a Imaculada Conceição). Um caso que ficou muito famoso foi o da conversão do grande judeu Afonso Ratisbona. Não era católico, mas era amigo de um francês que lhe deu uma Medalha Milagrosa. Ratisbona, mesmo sem aderir a fé, começou a usar a medalha milagrosa. No quarto dia, olhando para um quadro de Nossa Senhora, sentiu uma abrupta mudança no modo de pensar. Tornou-se cristão, pediu o batismo, e alguns meses depois entrou no seminário para se tornar sacerdote. Foi um grande sacerdote. Nossa Senhora continua com os braços abertos e com as mãos estendidas. Vamos a Ela buscar as graças que tanto necessitamos! Prof. Felipe Aquino |
This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now
|
Marcelo Guedes
"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
"Onde o Espírito de Deus está milagres acontecem!"
Missão Jovem - Grupo Jesus - Paróquia Nossa Senhora da Santissima Trindade
Prof. Felipe Aquino |
|
O que Ela não consegue de Deus? Posted: 27 Nov 2015 05:56 AM PST
Nesse dia, segundo relata a Vidente, Nossa Senhora apareceu-lhe mostrando nos dedos anéis incrustados de belíssimas pedras preciosas, “lançando raios para todos os lados, cada qual mais belo que o outro”. Em seguida, formou-se em torno da Virgem uma moldura ovalada no alto da qual estavam escritas em letras de ouro as seguintes palavras, a bela jaculatória: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”. A Virgem apareceu sobre um Globo, a Terra, pisando a cabeça da Serpente e segurando nas mãos um globo menor, oferecendo-o a Deus, num gesto de súplica. E diz a Santa Catarina: “Este globo representa o mundo inteiro e cada pessoa em particular”. De repente, o globo desapareceu e suas mãos se estenderam suavemente, derramando sobre o globo brilhantes raios de luz. E Santa Catarina ouviu uma voz que lhe dizia: “Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo. Todos os que a usarem, trazendo-a ao pescoço, receberão grandes graças. Estas serão abundantes para aqueles que a usarem com confiança.” Leia também: Tudo por Jesus, nada sem Maria! Em 1832, uma violenta epidemia de cólera assolou a cidade de Paris. Foram, então, cunhados os primeiros exemplares da medalha, logo distribuídos aos doentes. À vista das graças extraordinárias e numerosas obtidas por meio dessa medalha, o povo passou a chamá-la de Medalha Milagrosa. Em pouco tempo, essa devoção difundiu-se pelo mundo inteiro, e foi enriquecida com a composição de uma Novena. Nossa Senhora foi a única criatura que nunca ofendeu a Deus, por isso o Anjo a chama de “cheia de Graça”; assim, ela encanta o coração de Deus e Este lhe atende todas as súplicas como nos mostra as Bodas de Caná da Galileia. Se
os nossos pecados dificultam a nossa comunhão com Deus e nos impedem de obter suas graças, isto não ocorre com Nossa Senhora, então, como boa Mãe, ela se põe como nossa magnífica intercessora. Mais do que em outros dias, hoje é dia de Graças; peça tudo o que desejar a Nossa Senhora das Graças e já comece a agradecer; pois, se for para o seu bem, Deus lhe concederá pelas mãos benditas de Sua Mãe querida. Afinal, ela é a Filha predileta do Pai, a Esposa bendita do Espírito Santo e a Mãe Santa do Filho de Deus. O que ela não consegue de Deus? |
Prof. Felipe Aquino This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now |
Marcelo Guedes
"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
"Onde o Espírito de Deus está milagres acontecem!"
Missão Jovem - Grupo Jesus - Paróquia Nossa Senhora da Santissima Trindade
Prof. Felipe Aquino |
|
Posted: 30 Nov 2015 08:41 AM PST
Virgem Santa e Imaculada, Toda sois Formosa, ó Maria! Suscitai em todos nós um renovado desejo de santidade: Toda sois Formosa, ó Maria! Ajudai-nos a permanecer numa escuta atenta da voz do Senhor: Toda sois Formosa, ó Maria! Leia também: A história da Imaculada Conceição Fazei que não percamos o significado do nosso caminho terreno: Assista também: O que é o Ofício da Imaculada? Como rezá-lo e entendê-lo? Toda sois Formosa, ó Maria! Amém. Papa Francisco *Ato de Veneração à Imaculada Conceição na Praça de Espanha (8 de dezembro de 2013) |
This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now |
|
O que são as Obras de Misericórdia? Posted: 30 Nov 2015 05:30 AM PST
Instruir, aconselhar, consolar, confortar, são obras de misericórdia espirituais, como perdoar e suportar com paciência. Você sabe quais são as obras de misericórdia corporais? “As obras de misericórdia corporais consistem nomeadamente em dar de comer a quem tem fome, albergar quem não tem teto, vestir os nus, visitar os doentes e os presos, sepultar os mortos. Entre estes gestos, a esmola dada aos pobres é um dos principais testemunhos da caridade fraterna e também uma prática de justiça que agrada a Deus”.Catecismo da Igreja Católica, 2447. |
Oração do Papa Francisco pelo Ano da Misericórdia Confira: 1. Alimentar os famintos (cf. Lc 9,10-17) 2. Dar de beber a quem tem sede (cf. Mt 10,42) |
Assista também: O que são as obras de misericórdia espirituais e corporais? |
3. Vestir os despidos (cf. Lc 3,11-13) 4. Abrigar os sem abrigos (cf. Lc 2,10-17) 5. Visitar os doentes (cf. Jo, 4,45- 47) 6. Visitar os cativos (cf. Mt 25,36) 7. Sepultar os mortos (cf. Tb 1-20) |
This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now |
Marcelo Guedes
"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
"Onde o Espírito de Deus está milagres acontecem!"
Missão Jovem - Grupo Jesus - Paróquia Nossa Senhora da Santissima Trindade
Prof. Felipe Aquino |
|
Posted: 04 Dec 2015 07:45 AM PST
PRESÉPIO: A palavra vem do hebraico e significa manjedoura, estábulo. Desde o final do século II, já havia representações do presépio. Inicialmente foram pintados nas catacumbas de Roma. BOI e JUMENTO: Esta representação que nos chega dos escritos apócrifos (obra cuja autenticidade não foi provada), é uma linda lenda dos primeiros tempos do cristianismo. Nenhum dos textos do Evangelho fala da presença destes animais. Seria uma reminiscência do texto do profeta Habacuc, que diz que “o Messias se manisfestará entre os animais”. Belo texto do século VI, conhecido como o Evangelho do pseudo-Mateus, faz a descrição da cena com o boi e o jumento. Este Evangelho apócrifo teve grande impacto no imaginário popular. Estes animais representam o calor da criação que quer ver vivo tudo o que nasce e deve viver. ANJOS CANTORES: Os anjos cantores anunciam uma boa notícia: “Glória no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade”. Anjos, ou seja, mensageiros, surgem nos céus para confirmar o nascimento do Filho de Deus. Os anjos na tradição cristã natalina são representados com traços infantis, como sinal de inocência e de pureza. ESTRELA: A estrela tem 4 pontas e 1 cauda luminosa. As 4 pontas representam as 4 direções da terra: Norte, Sul, Leste e Oeste, de onde vêm os homens para adorar a grande luz que é o Filho de Deus, além de lembrar que Ele veio para todos. OS TRÊS REIS MAGOS: O Evangelho de Mateus é o único a relatar a vinda dos sábios do Oriente. No século V, Orígenes e São Leão Magno propõem chamá-los de reis-magos. No século VII eles ganham nomes populares: Baltazar (deformação de Baal-Shur-Usur-Baal, que protege a vida do rei), Belquior e Gaspar. Eles trazem ouro, incenso e mirra para o menino Rei, Deus e Salvador. No século XV, lhes são atribuídas etnias: Belquior (ou Melchior) passa a ser da raça branca; Gaspar, amarelo e Baltazar, negro, para simbolizar o conjunto da humanidade que vê e conhece o Salvador. PINHEIRO DE NATAL: Tradição nascida em tempos medievais, de fundo cristão, que reúne dois símbolos religiosos: a luz e a vida. Peças religiosas eram representadas com grande sucesso popular nas igrejas, fazendo sempre alusão ao Paraíso, representado plasticamente por uma árvore carregada de frutos. Esta árvore do Paraíso ficou como um dos sinais das festas de Natal celebradas a partir do século XI. A atual árvore de Natal aparece na Alsácia no século XVI e no século seguinte se espalha o hábito de iluminá-la com velas. Em 1912, Boston, nos Estados Unidos, inaugura uma árvore iluminada numa das praças centrais da cidade, e isto se espalha por todo o planeta, inclusive em países não-cristãos. O pinheiro natalino mostra que mesmo no inverno mais rigoroso, o verde de seus ramos resiste e as maçãs continuam saborosas e comestíveis mesmo depois da chegada da nova e rude estação com a neve e geadas permanentes. As maçãs, hoje bolas vermelhas, presas aos galhos da árvore são sinal de vida diferenciada. Muitos colocam sob a árvore frutas secas e cristalizadas para mostrar o outro lado da vida. Somente nste século XX começamos a usar o pinheiro como árvore-símbolo dos vegetais que jamais perdem as suas folhas diante da dureza do inverno do hemisfério norte. Leia também: Uma interessante história de Natal Como se preparar em família para o Natal Qual é o dia certo para montar a árvore de Natal? 10 curiosidades sobre o Advento que melhorarão seu Natal A exemplo dos três reis magos, o que podemos oferecer a Jesus neste Natal? VELAS: Acender velas nos remete à festa judaica de Chanuká, que celebra a retomada da cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos. Na chama da vela estão presentes todas as forças da natureza. Vela acesa é símbolo de individuação e de nossos anos vividos. Tantas velas, tantos anos. E um sopro pode apagá-las para que de novo possamos reacendê-las no ano vindouro. Para os cristãos, as velas simbolizam a fé e o amor consumido em favor da causa do Reino de Deus. Velas são como vidas entregues para viver. SINOS NATALINOS: As renas carregam sinos de anúncio e de convocação. Os sinos simbolizam o respeito ao chamado divino e evoca, quando preso em torres, tudo o que está suspenso entre o céu e a terra e, portanto, são o ponto de comunicação entre ambos. NEVE: O toque mágico do Natal vêm com a brancura e o frio da neve no hemisfério norte que exigem das pessoas que se guardem das ruas e convivam mais dentro das casas. CARTÕES, PRESENTES e CEIA DE NATAL: A ceia nos lembra o ato de Amor de Jesus. Lembra também nossa origem judaica enquanto religião que celebra a fé em torno de uma mesa de família. PAPAI NOEL: São Nicolau, chamado Santa Klaus, bispo de Myra, na Lícia antiga, sudoeste da Ásia Menor, da atual Turquia. Durante o século IV, este homem de fé marcante foi transformado legendariamente neste Papai universal e proveniente que oferece às crianças presentes, brinquedos e carinhos da terceira idade. O atual Papai Noel, de roupa vermelha e saco às costas, nasce nos Estados Unidos na metade do século XIX, como um São Nicolau transmudado em gnomo ou duende e, logo em seguida foi transformado em um simpático velhinho. Ele é introduzido na Europa depois da Primeira Guerra Mundial e se impõe pouco a pouco pela pressão comercial e daqueles que querem festejar o Natal sem referências religiosas. |
This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now |
Marcelo Guedes
"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
"Onde o Espírito de Deus está milagres acontecem!"
Missão Jovem - Grupo Jesus - Paróquia Nossa Senhora da Santissima Trindade
Prof. Felipe Aquino |
|
Cada filho de Maria: Confissões de um filho pródigo mariano Posted: 08 Dec 2015 10:34 AM PST
Com toda a minha piedade recém-descoberta, eu tinha ainda quinze anos e era muito consciente da minha “tranquilidade”. Havia apenas alguns meses, eu tinha deixado para trás vários anos de culpa juvenil e aceitado Jesus como meu
Senhor e Salvador. Meus pais, que não eram particularmente presbiterianos devotos, notaram em mim uma mudança e, de coração, me aprovaram. Se a religião fosse para me manter fora daquela culpa juvenil, então que assim fosse. O zelo pela minha nova fé me consumia a maior parte do tempo. No entanto, num dia de primavera, eu estava consciente de que algo mais me inquietava. Tive um problema estomacal com todos os desagradáveis sintomas. Expliquei minha situação para o meu professor na sala de aula, que me mandou para a enfermaria da escola. A enfermeira, depois de verificar minha temperatura, me pediu para deitar, enquanto ligava para minha mãe. A partir da conversa que ouvi, eu poderia dizer que iria para casa. Senti um alívio imediato e cochilei. Acordei com um som que me golpeou como uma navalha. Era a voz da minha mãe, que estava cheia de piedade materna. “Ah”, ela me disse quando me viu ali. Então, de repente, me ocorreu: Minha mãe vai me levar pra casa. O que vão pensar meus colegas ao verem minha mãe saindo comigo daqui? E se ela tentar colocar seu braço sobre mim? Serei motivo de chacota… A humilhação estava a caminho. Eu já podia ouvir os caras zombando de mim: “Você viu a mãe dele enxugando sua testa?” Se eu fosse católico, sentiria, nos quinze minutos seguintes, o meu purgatório. Para minha imaginação evangélica, porém, o inferno. Então, olhei fixo para o teto, acima do sofá da enfermeira, e tudo o que eu podia ver era um longo e insuportável futuro como “o filhinho da mamãe”. Sentei-me para enfrentar aquela mulher se aproximando de mim com a máxima piedade. Na verdade, foi a piedade dela que eu achei mais repugnante; afinal, dentro da compaixão de toda mãe, está a necessidade do seu “pequeno” – e aquela forma de carência e pequenez, definitivamente, não era legal. “Mãe”, sussurrei antes que ela pudesse dizer uma palavra. “Você não poderia sair daqui antes de mim? Não quero que meus colegas vejam você me levando pra casa.” Minha mãe não disse uma palavra. Deu meia-volta, saiu da enfermaria e da escola, direto para o carro. De lá, me levou para casa, perguntou-me como eu me sentia e se certificou de que eu fosse para cama com os remédios habituais. Foi por um triz, mas eu tinha a certeza de ter escapado com tranquilidade. Fui me deitar numa quase perfeita paz. Naquela noite eu pensei sobre a minha “calma” novamente. Meu pai foi até meu quarto para ver como eu estava me sentindo. “Bem”, respondi. Então, ele me olhou seriamente. “Scottie”, disse ele, “sua religião não significará muito se tudo não passar de simples palavras. Você tem que pensar sobre a maneira como trata as outras pessoas.” E aí, veio o “puxão de orelha”: “Nunca se envergonhe de ser visto
com sua mãe”. Eu não precisava de explicações; podia ver que papai estava certo, e tive vergonha de mim mesmo por ter me envergonhado de minha mãe. Leia também: A mediação de Maria |
Rainha do Céu, Senhora do Mundo De que modo Maria também é a nossa mãe? Aquele que recorre à Virgem Maria não deve se desesperar Adolescentes espirituais No entanto, não é assim com muitos cristãos? Morrendo pregado à cruz, em seu último testamento e sua última vontade, Jesus nos deixou uma mãe. “Quando Jesus viu Sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que Ele amava, disse a Sua mãe: ‘Mulher, eis aí o seu filho!’. Depois disse ao discípulo: ‘Eis aí tua mãe!”. E dessa hora em diante, o discípulo a recebeu em sua casa” (Jo 19,26-27). Nós somos Seus discípulos amados, Seus irmãos mais novos (ver Hb 2,12). Sua casa celeste é a nossa, Seu Pai é nosso e Sua mãe é nossa. Quantos cristãos, porém, a estão recebendo em suas casas? Além disso, quantas igrejas cristãs estão cumprindo a profecia do Novo Testamento de que “todas as gerações” a chamarão “Bem-aventurada” (Lc 1,48)? Muitos ministros protestantes – e aqui eu falo da minha própria experiência passada – evitam até mesmo mencionar a mãe de Jesus, por medo de serem acusados de “católicos ocultos”. Às vezes, os membros mais zelosos de suas congregações têm sido influenciados por polêmicas anticatólicas incômodas. Para eles, a devoção mariana é uma idolatria que coloca Maria entre Deus e o homem ou que exalta Maria à custa de Jesus. Assim, por vezes, você vai encontrar igrejas protestantes nomeadas como de São Paulo, São Pedro, São Tiago, ou São João, mas dificilmente chamada de Santa Maria. Você vai encontrar frequentemente pastores pregando sobre Abraão ou Davi, antepassados distantes de Jesus, mas praticamente nunca ouvirá um sermão sobre Maria, Sua mãe. Longe de chamá-la de Bem-aventurada, a maioria das gerações protestantes vivem a vida sem nunca a chamar em nada… Esse não é somente um problema protestante. Muitos católicos e ortodoxos têm abandonado a rica herança das devoções marianas. Foram intimidados pelas polêmicas dos fundamentalistas, envergonhados pelo riso de teólogos dissidentes, ou se envergonharam até de boa intenção, mas estão equivocados na sensibilidade ecumênica. Eles estão felizes por terem uma mãe que reza por eles, prepara suas refeições e mantém suas casas; mas somente desejam que ela fique, com certeza, fora de vista, quando outros estiverem ao redor, pois simplesmente não os entenderiam. Maria, Maria, muito pelo contrário Eu também me sinto culpado por essa filial negligência não só com a minha mãe terrena, mas também com minha mãe em Jesus Cristo, a Bem-aventurada Virgem Maria. O caminho da minha conversão me levou para o ministério presbiteriano. Ao longo dessa caminhada, tive meus momentos antimarianos a partir de uma culpa juvenil. Meu primeiro encontro com a devoção mariana veio quando minha avó faleceu. Ela era a única católica dos dois lados da minha família, uma calma, humilde e santa alma. Como eu era o único praticamente de uma religião na família, meu pai me deu os artigos religiosos de minha avó quando de seu falecimento. De repente, eu olhei para aquilo horrorizado. Segurei seu rosário entre minhas mãos e, à parte, arrebentei-o, dizendo: “Deus, liberte-a das correntes do catolicismo que a prendiam”. Eu quis dizer isso mesmo. Eu via o Rosário e a Virgem Maria como obstáculos que se colocavam entre minha avó e Jesus Cristo. Mesmo quando lentamente fui me aproximando da fé Católica – atraído inexoravelmente por uma verdade após outra da doutrina –, eu não poderia aceitar para mim mesmo os ensinamentos da Igreja sobre Maria. A prova de sua maternidade viria para mim somente quando tomei a decisão de me deixar ser seu filho. Apesar de todos os poderosos escrúpulos da minha formação Protestante – lembre-se, havia poucos anos, eu dilacerara as contas
do terço de minha avó –, eu mesmo, um dia, peguei o terço e comecei a rezar. Rezei numa intenção bem específica, praticamente impossível de ser atendida. No dia seguinte, peguei o terço e rezei de novo, e no outro dia também, e no outro, e no outro… Meses
se passaram antes de eu perceber que minha intenção, uma situação praticamente impossível, tinha sido revertida desde o primeiro dia em que peguei no rosário e comecei a rezar. O meu pedido tinha sido atendido. A partir desse momento, eu conheci minha mãe. A partir desse momento, acreditei, realmente conheci a minha casa na aliança da família de Deus: sim, Cristo era meu irmão. Sim, Ele me ensinara a rezar o “Pai-Nosso”. Agora, no meu coração, eu aceitava a Sua ordem para “receber” a minha mãe. Você pode saber um pouco mais sobre esta linda história no livro “SALVE, SANTA RAINHA”. Além disso neste livro, com base nas escrituras e fundações históricas, Hahn apresenta um novo olhar na doutrina Mariana: Sua Concepção Imaculada, Virgindade Perpétua, Assunção e Coroação. Ele guia os leitores modernos através destas passagens cheias de mistérios e poesia, e os ajuda a redescobrir a arte antiga e a ciência da leitura das Escrituras para se adquirir um entendimento mais profundo das veracidades e a relação da fé com a prática da religião no mundo contemporâneo. Vale a pena conhecer este livro! |
This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now |
Marcelo Guedes
"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
"Onde o Espírito de Deus está milagres acontecem!"
Missão Jovem - Grupo Jesus - Paróquia Nossa Senhora da Santissima Trindade
Prof. Felipe Aquino |
|
A importância das aparições de Nossa Senhora de Guadalupe Posted: 10 Dec 2015 06:27 PM PST
Nesse ano a Virgem Mãe de Deus apareceu ao piedoso índio São João Diego, na colina de Tepeyac, perto da capital do México. Com muito carinho ela pediu que ele fosse ao bispo pedir-lhe que nesse lugar construísse um Santuário em sua honra. D. João de Zumárraga, primeiro bispo do México, franciscano, vindo da Espanha, retardou a resposta a fim de averiguar cuidadosamente o ocorrido. Quando o índio, movido por uma segunda aparição e nova insistência da Virgem, renovou suas súplicas entre lágrimas, ordenou-lhe o bispo que pedisse a Nossa Senhora um sinal de que a ordem vinha realmente da grande Mãe de Deus. Então Nossa Senhora enviou ao Bispo o conhecido sinal milagroso das rosas. Ela disse ao índio: “Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade
e a cumprirá. Você é o meu embaixador e merece a minha confiança… Quando chegar diante do Bispo, desdobre a sua “tilma” (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém só na presença do bispo. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omitindo…” Essas rosas só davam em Castela na Espanha, de onde era procedente o bispo. João Diego obedeceu e, ao despejar as flores perante o bispo, eis que surge no seu manto a linda pintura milagrosa de Nossa Senhora tal como ela lhe apareceu. O bispo acompanhou João ao local designado por Nossa Senhora. O ícone de Nossa Senhora de Guadalupe é repleto de sinais milagrosos. Até hoje os cientistas não conseguem explicá-lo. Não sabem que produto tingiu o manto; não é deste mundo. A fama do milagre espalhou-se rapidamente por todo o território. Os cidadãos, profundamente impressionados por tão grande prodígio, procuraram guardar respeitosamente a santa Imagem na capela do paço episcopal. Mais tarde, após várias construções e ampliações, chegou-se ao templo atual. Em 1754, escrevia o papa Bento XIV: “Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros; uma Imagem estampada numa tela tão rala que, através dela, pode-se enxergar o povo e a nave da Igreja tão facilmente como através de um filó; uma Imagem em nada deteriorada, nem no seu supremo encanto, nem no brilho de suas cores, pelas emanações do lago vizinho que, todavia, corroem a prata, o ouro e o bronze… Deus não agiu assim com nenhuma outra nação.” A partir das aparições de Nossa Senhora de Guadalupe os missionários passaram a evangelizar os índios em massa; mais de sete milhões foram batizados em poucos anos e o México é hoje o país que mais católicos têm (94% da população). Em 1910 o Papa S. Pio X proclamou Nossa Senhora de Guadalupe “Padroeira da América Latina”, e em 1945, o Papa Pio XII a proclamou “Imperatriz da América Latina”. Há hoje, infelizmente, uma mentalidade muito errada em nossos meios acadêmicos que quer ver na civilização asteca algo melhor que nossa atual civilização cristã; nada mais triste. A turma do “politicamente correto”, inclusive os adeptos da perigosa teologia da libertação, quer desprezar os missionários espanhóis, que “impuseram uma religião estrangeira sobre os inocentes nativos que encontraram.” Inocentes nativos? As grandes sociedades asteca e maia foram construídas com base na conquista de povos não-astecas e não-maias, com a mão-de-obra escrava e o assassinato ritual daqueles escravos. Leia também: Novena de N. Sra. de Guadalupe A Imagem da Virgem de Guadalupe – EB Curiosidades sobre a Imagem de Guadalupe Descrição do manto de Nossa Senhora de Guadalupe 5 milagres que a ciência tentou, mas nunca conseguiu explicar Seus elogiados canais e magníficos templos foram construídos por escravos. Estas culturas se man¬tiveram baseadas no medo. Quem se indispusesse com os sacerdotes, pagos pelo Estado; tinha seu coração arrancado fora. Numa única cerimônia os astecas cortaram fora os corações de 10 mil virgens obtidas com o sequestro de moças e meninas dos povoados vizinhos. Esses corações eram oferecidos aos deuses. (cf. “Astecas eram escravocratas e genocidas”, William A. Hamilton, escritor e colunista, artigo para a “USA Today”). Nelson Ascher, jornalista Integrado à equipe de articulistas da “Folha de São Paulo”, no seu artigo Canibalismo dos Astecas”, diz entre outras coisas que: “Sabe-se que o centro da religião asteca era a sacrifício humano, mas a escala em que era realizado aponta para urna realidade ainda mais sinistra. Segundo palavras do padre espanhol Sahgun, o mais minucioso historiador de então da civilização indígena do México, pode-se ver a descrição do sacrifício humano no topo das pirâmides: a vítima, segura por quatro sacerdotes, tinha o peito aberto por um quinto com uma faca de obsidiana, e seu coração pulsante arrancado -, após ser o cadáver arrojado escada abaixo culminava com um singelo: “Después, lo cocian Y lo comian’ (Depois cozinhavam-no e comiam)”. Assista também: História de Nossa Senhora de Guadalupe “Carne humana era muito apreciada com tomate nativo da região, e provavelmente temperada com chili. Num festival de quatro dias, em finais do século 15, os astecas te¬riam “abatido” vinte mil prisioneiros. Parece que este era também o consumo anual médio só na capital.” “Os astecas inclusive promoviam suas numerosas guerras com a única finalidade de capturar prisioneiros para seus rituais sofisticados que incluíam, em um de seus meses, o esfolamento após a qual os sacerdotes se vestiam com
as peles das vítimas.” Como pode uma “civilização” desta ser melhor do que o Cristianismo, que prega amor até aos inimigos? É um contra senso; uma grande incoerência. Por isso a chegada de Fernando Cortez em 1521 no México e os esforços para converter os povos indígenas ao cristianismo são tratados com desdém. O Papa Bento XVI no seu discurso de abertura do V CELAM, em Aparecida, falou da importância da evangelização da América Latina que começou com Cristovão Colombo em 12 de outubro de 1492. Ele disse: “O anúncio de Jesus e de seu Evangelho não supôs, em nenhum momento, uma alienação das culturas pré-colombianas, nem foi uma imposição de uma cultura estranha”. “Para os povos pré-colombianos, a evangelização significou conhecer e acolher a Cristo, o Deus desconhecido que seus antepassados, sem sabê-lo, procuravam em suas ricas tradições religiosas. Cristo era o Salvador que desejavam
silenciosamente”. “Significou também ter recebido, com as águas do batismo, a vida divina que os fez filhos de Deus por adoção; ter recebido, além disso, o Espírito Santo que veio a fecundar suas culturas, as purificando e desenvolvendo os numerosos germens e sementes que o Verbo encarnado tinha posto nelas, as orientando assim pelos caminhos do Evangelho”. “A utopia de voltar a dar vida às religiões pré-colombianas, separando as de Cristo e da Igreja universal, não seria um progresso, a não ser um retrocesso. Em realidade seria uma involução para um momento histórico ancorado no passado”. É verdade que houve muitos erros e abusos por parte dos espanhóis que para cá vieram; muitos saíram das prisões na Espanha; mas o Evangelho livrou o México da barbárie asteca e maia. E isso graças a Nossa Senhora de Guadalupe, Aquela que “esmaga a cabeça da serpente”, e aos valorosos franciscanos e dominicanos. Prof. Felipe Aquino |
This posting includes an audio/video/photo media file: Download Now |