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"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
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Prof. Felipe Aquino


O SIM que mudou a história da humanidade

Posted: 22 Dec 2015 03:28 AM PST

Maria-e-o-AnjoO SIM de Maria dito ao Arcanjo Gabriel foi determinante para dar início à História da nossa Salvação…

Santo Agostinho disse que: “Adão, sendo homem, quis tornar-se Deus e perdeu-se. Cristo, sendo Deus, quis fazer-se homem para a salvação do homem. Por seu orgulho o homem caiu tão baixo que só podia ser levantado pelo abaixar-se de Deus”.

O pecado original nos fez perder a filiação divina; a humanidade foi expulsa do paraíso; e só poderia se reconciliar com Deus se houvesse a salvação por meio de Deus mesmo.

Mas, para que o Filho de Deus pudesse se tornar também homem, e nosso Salvador, sem deixar de ser Deus, era preciso que fosse concebido por uma mulher. Desde a queda de Adão e Eva Deus já tinha prometido que a salvação da humanidade viria por meio de uma Mulher, já que o demônio seduziu a primeira mulher para injetar seu veneno na sua descendência. Deus disse à Serpente maligna: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gen 3,15). Esta Mulher prometida no Protoevangelho era Maria.amulherdoapocalipse

Este projeto de Deus para a nossa salvação se realizou como São Paulo explicou: “Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei, a fim de remir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção. A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!” (Gal 4,4). Por meio da Virgem Maria veio o Salvador, que nos reconciliou com Deus por Sua morte e ressurreição. Nele nos tornamos novamente filhos de Deus por adoção, pelo Batismo, e Deus enviou o Espirito Santo aos nossos corações.

Diz o nosso Catecismo que: “A Anunciação a Maria inaugura a “plenitude dos tempos” (Gl 4,4), isto é, o cumprimento das promessas e das preparações. Maria é convidada a conceber aquele em quem habitará “corporalmente a plenitude da divindade” (Cl 2,9).

Deus anunciou muitas vezes pela boca dos seus profetas como isso aconteceria. O Salvador viria da tribo de Davi, filho de Jessé: “Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes ”(Is 11,1). “O próprio Senhor vos dará um sinal: uma Virgem conceberá e dará à luz um Filho, e o chamará Deus Conosco” (Is 7, 14). “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma Luz… um Menino nos nasceu, um filho nos foi dado, a soberania repousa sobre os seus ombros, e ele se chama: Conselheiro Admirável, Deus Forte, Príncipe da Paz” (Is 9,1-7). Quando Ele vier e estabelecer Seu Reino entre nós, haverá paz e bem estar:

“Então o lobo será hospede do cordeiro, a pantera se deitará ao pé do cabrito, o touro e o leão comerão juntos, e um menino pequeno os conduzirá; a vaca e o urso se fraternizarão, suas crias repousarão juntas, e o leão comerá palha com o boi. A criança de peito brincará junto à toca da víbora, e o menino desmamado meterá a mão na caverna da serpente. Não se fará mal nem dano em todo o meu Santo Monte.” (Is 11, 1-9). Virá Aquele que “ilumina todo homem que vem a este mundo” (João 1, 9).

Ele será o Messias, o esperado pelas nações, “o mais belo dos filhos dos homens”. Sem a sua luz o homem vive nas trevas; “permanece para si mesmo um desconhecido, um enigma indecifrável, um mistério insondável”, como disse São João Paulo II; sem Ele ninguém sabe quem é, e não sabe para onde vai.

Mas para que tudo isso acontecesse, Deus tinha de escolher uma Mulher, a melhor Mulher, e escolheu. A tradição judaica diz que todas as mulheres judias acalentavam o sonho de ser a Mãe do Messias, menos a pequena Maria, escondida na pequenina e desprezada Nazaré. Mas Deus precisava da mulher mais humilde para esta missão, porque a primeira mulher foi soberba, pecou porque “quis ser como Deus”. Santo Irineu de Lião (†200) disse que pela obediência de Maria foi desatado o nó da desobediência de Eva. E Jesus pela radical humilhação anulou a soberba de Adão.

Leia também: O Sim de Maria

A Anunciação do Senhor

Maria, Mãe da Santa Esperança

Maria, a Mulher do Gênesis ao Apocalipse

Influência da Virgem Maria na vida da Igreja

A Igreja nos ensina que: “Deus enviou Seu Filho” (Gl 4,4), mas, para “formar-lhe um corpo” quis a livre cooperação de uma criatura. Por isso, desde toda a eternidade, Deus escolheu, para ser a Mãe de Seu Filho, uma filha de Israel, uma jovem judia de Nazaré na Galileia, “uma virgem desposada com um varão chamado José, da casa de Davi, e o nome da virgem era Maria” (Lc 1,26-27): “Quis o Pai das misericórdias que a Encarnação fosse precedida pela aceitação daquela que era predestinada a ser Mãe de seu Filho, para que, assim como uma mulher contribuiu para a morte, uma mulher também contribuísse para a vida”. (Cat. n. 488; LG, 56).

O SIM de Maria dito ao Arcanjo Gabriel foi determinante para dar início à História da Salvação. “Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a Tua palavra” (Lc 1,38). Não colocou qualquer obstáculo e nem a menor exigência ao plano e à vontade de Deus. Então Nela o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Foi inaugurada a História da nossa salvação. Deus se fez homem no sei da Virgem preparada por Deus, concebida sem pecado original, virgem como Eva, mas Imaculada. Deus a escolheu por ser a mais humilde de todas as mulheres. Ela canta em seu Magnificat: “Ele olhou para a humildade de Sua serva”.

Ouça também: Querigma: A salvação em Cristo

O Espírito Santo foi enviado para santificar o seio da Virgem Maria e fecundá-la divinamente, ele que é “o Senhor que da a Vida”, fazendo com que ela concebesse o Filho Eterno do Pai em uma humanidade proveniente da sua. Quando ela foi servir a Sua prima Santa Isabel, logo foi saudada por Isabel, cheia do Espírito Santo, como “a Mãe do meu Senhor”.

Santo Agostinho exclama: “És Maria, a beleza e o esplendor da terra, és para sempre o protótipo da santa Igreja. Por uma mulher, a morte, por outra mulher a vida: por ti, Mãe de Deus. Eva foi a causadora do pecado; Maria, causadora do merecimento. Aquela feriu, esta curou.

Maria é mais bem-aventurada recebendo a fé de Cristo do que concebendo a carne de Cristo. Maria permaneceu Virgem concebendo seu Filho, Virgem ao dá-lo a luz, Virgem ao carregá-lo, Virgem ao alimentá-lo do seu seio, Virgem sempre. Jesus tomou carne da carne de Maria. Na Eucaristia Maria perpetua e estende a sua Divina Maternidade”.

O SIM de Maria fez dela a Mãe do Senhor, a Mãe da Igreja e a Mãe de cada irmão de Jesus resgatado pelo Seu Sangue. Diz ainda Santo Agostinho: “Maria é chamada nossa Mãe porque cooperou com sua caridade para que, nós, fiéis, nascêssemos para a vida da graça, como membros da nossa cabeça, Jesus Cristo”. São Tomás de Aquino disse que: “Maria pronunciou o seu “fiat” (faça-se) em representação de toda a natureza humana”. “Por ser Mãe de Deus, Maria, tem uma dignidade quase infinita”. Em nome de cada um de nós Nossa Senhora disse Sim a Deus, e a salvação chegou até nós. Por isso Deus fez dela a medianeira de todas as graças.

São Francisco de Sales, o grande doutor inspirador de Dom Bosco disse que: “As crianças, vendo o lobo, correm logo para os braços do pai ou da mãe, pois ali se sentem seguras. Assim devemos fazer: recorrer imediatamente a Jesus e a Maria”.

“Recorre a Maria! Sem a menor dúvida eu digo, certamente o Filho atenderá sua Mãe. Tal é a vontade de Deus, que quis que tenhamos tudo por Maria”, disse o doutor São Bernardo. Ele garante que “Maria recebeu de Deus uma dupla plenitude de graça. A primeira foi o Verbo eterno feito homem em suas puríssimas entranhas. A segunda é a plenitude das graças que, por intermédio desta divina Mãe, recebemos de Deus. Deus depositou em Maria a plenitude de todo o bem”. Por isso, o grande doutor dizia:imitacaomenor1

“O servo de Maria não pode perecer. Se se levantam os ventos das tentações, se cais nos escolhos dos grandes sofrimentos, olha para a Estrela, chama por Maria! Se as iras, ou a avareza, ou os prazeres carnais se abaterem sobre a tua barca, olha para Maria. Se, perturbado pelas barbaridades dos teus crimes, se amedrontado pelo horror do julgamento, começas a ser sorvido em abismos de tristeza e desespero, olha para a Estrela, chama por Maria. Nos perigos, nas angústias, nas dúvidas, pensa em Maria, invoca Maria. Que ela não se afaste dos teus lábios, não se afaste de teu coração. Maria é a onipotência suplicante”.

Prof. Felipe Aquino

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Como viver o Natal em família?

Posted: 22 Dec 2015 06:54 PM PST

8124-O Natal de Jesus é uma grande festa também de cada família, pois naquele Nascimento divino se formava a Sagrada Família de Nazaré. A Igreja ensina que o “os filhos são o dom mais excelente do matrimônio” (CIC,§ 2378). Sobretudo esta alegria é insuperável quando nasce como homem o próprio Deus.

Por isso, toda família cristã precisa celebrar com júbilo o Natal do nosso divino Redentor e Salvador. Naquela criança pobre, humilde, desprovida de toda honra e glórias humanas, estava o Rei do Universo, o Senhor dos Senhores.

Ele quis nascer e viver trinta anos numa família para nos mostrar que nada é mais importante para a humanidade do que esta instituição divina, hoje tão ameaçada. Ali naquela pobre casinha de Nazaré Ele cresceu, aprendeu a ler as Escrituras que falavam Dele, foi obediente a Seus pais que Ele mesmo criou; trabalhou com mãos humanas na carpintaria de São José e abençoou todo tipo de trabalho honesto; e manteve o Lar sagrado após a morte do Seu pai adotivo.

O Nascimento de Jesus tem tudo a ver com a família; “o Senhor quis entrar em nossa história pela família”, disse um dia o Papa São João Paulo II. Então, cada família deve se preparar com zelo e carinho na celebração do Natal e vive-lo com devoção.

Antes de tudo é preciso focar as atenções no grande Aniversariante. Ele veio para nos salvar. Que Ele não seja esquecido, renegado, escondido. “Ele é Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1,19). Como disse o salmista, é preciso dizer: “Que céus e terra glorifiquem o Senhor com o mar e todo ser que neles vive!” (Sl 68,35); porque “Seu Nome é admirável Conselheiro, Deus forte, Pai do século futuro e Príncipe da paz será chamado” (Is 9,6).

Toda a alegria da família deve estar lastreada no júbilo que brota em nossos corações por saber que agora temos um Irmão divino, que nos ama, que nos acompanha, e que vive em nossa alma. Deus se fez homem, veio armar a Sua tenda entre nós. Ele é o Emanuel, o Deus conosco, que, ressuscitado caminha conosco para que não tenhamos medo das lutas da vida. Ele não se orgulhou de ser Deus, se fez pequeno, se fez criança; como disse São Paulo se fez pobre para nos enriquecer com suas graças.

Leia também: Bênção da Árvore de Natal em família

Os 5 distintivos de uma família católica

Como se preparar em família para o Natal

A exemplo dos três reis magos, o que podemos oferecer a Jesus neste Natal?

Cada família cristã precisa armar o Presépio, e contemplar diante dele as grandezas desse Menino que deixou a glória celeste para nos socorrer em nossas misérias.

Contemplando também os personagens do Presépio, podemos meditar profundamente nas lições do Natal, e preparar a alma para construir nela o verdadeiro presépio; a melhor manjedoura no coração para receber o Rei dos reis.

José e Maria, os pais do Menino Deus encarnado feito homem que quis ter uma família humana. Aí vemos toda a importância do pai, da mãe e da família; é uma consagração do quarto mandamento. A família é sagrada; e a mais sagrada é a família de Nazaré. O Presépio nos ensina a beleza e a importância da família. Em José e Maria vemos também o exemplo daqueles que vivem conforme a exata vontade de Deus: dóceis, meigos, disponíveis a Deus de maneira absoluta; simples, puros, santos.

Ouça também: A importância da Família

Ali estão os Anjos – anunciaram com júbilo aos pastores o nascimento do Menino Deus: “Glória a Deu nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade”. Os Anjos acompanharam Jesus em toda a sua vida, da manjedoura á Ascensão ao céu.

Ali está aquele pequeno burrinho – era o humilde animal dos pobres e humildes do povo que aguardavam o Messias, que viria para salvar o povo. Foi nele que Jesus entrou em Jerusalém para consumar a Sua obra e viver a Sua paixão. No Presépio ele representa a criação dócil de Deus que acolhe o seu Deus e lhe presta o devido culto de serviço e de louvor.

O boi também está ali – era o animal sacrificado nos holocaustos dos judeus, no Templo, em oferenda pelos pecados do povo. Jesus, com o Seu Sacrifício na cruz, levou à plenitude os sacrifícios da Antiga Aliança, que era celebrada no sangue dos novilhos. O boi no Presépio acolhe a Grande Vítima que será um dia imolada no Calvário, no seu lugar, pelo pecado do mundo.

A ovelha – dócil animal que representa o Cordeiro que os judeus sacrificavam diariamente no chamado “holocausto perpétuo”, ao cair da tarde, para a purificação dos pecados do povo judeu. É uma imagem de Jesus, que como disse Isaias, foi conduzido ao Calvário como uma ovelha muda, sem resistir, sem blasfemar, sem se arrepender de fazer a vontade de Deus.

Ali estão também os pobres pastores de Belém – são os representantes humildes do povo judeu, para quem Jesus veio em primeiro lugar. Os céus se lhes abriram e eram viram os Anjos cantando o Glória a Deus. São eles as testemunhas de que Deus cumpriu para com o povo judeu a Promessa de enviar o Redentor, anunciada pelos profetas.

Os reis Magos chegaram também – são os representantes dos gentios; daqueles que não eram judeus; muitos deles já conheciam o Deus de Israel e lhes prestavam culto. Os Magos no Presépio indicam que Jesus veio não só para os judeus (representados nos pastores), mas para todos os povos do mundo. Eles oferecem ao Menino Deus, o incenso; ao Menino Rei, o ouro; ao Menino Cordeiro, a mirra do sepulcro. É a representação de todos os povos que veem adorar “Aquele que vem em Nome do Senhor”.

É ai, diante do Presépio que os pais podem aprender a amar como José e Maria; e os filhos podem aprender com o Deus Menino a beleza da obediência aos pais, e a virtude do trabalho.cpa_familia_santuario_da_vida

É diante do Presépio que a família deve rezar o Terço meditando cada mistério da vida de Jesus, desde o Anuncio do Anjo a Maria até a consumação de Sua glória.

Que cada presente dado aos filhos seja a expressão da alegria do nascimento do nosso Redentor. Que a ceia do Natal seja a expressão da confraternização da família que se modela no exemplo da Sagrada Família. Que o desejo de “um feliz Natal”, seja também um compromisso de amar cada pessoa da família, suportando os defeitos de cada um, se comprometendo a ajudá-los nas suas dificuldades.

Enfim, que a celebração do Natal em cada lar seja o advento, a chegada, Daquele que é o Príncipe da Paz, e que vem trazer a paz à família, neste mundo de tantas aflições e tribulações.

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10 Verdades sobre o Natal

Posted: 28 Dec 2015 07:54 AM PST

3611- O Papai Noel é um mito, Jesus é uma realidade! Papai Noel é um deleite, Jesus um Sacrifício.

2- A nossa expectativa em esperar o Natal é a mesma de toda a humanidade de todos os tempos a espera de que o Filho de Deus viesse a nós, em nossa natureza, para de novo ligar o Céu com a Terra.

3- O Natal nos lembra que estamos mergulhados no amor de Deus e não damos conta disso.

4- “Estarias morto para sempre, se Ele não tivesse nascido no tempo. Jamais te libertarias da carne do pecado”. Santo Agostinho

5- “O Natal é a primeira festa litúrgica, o recomeçar do ano religioso, como a nos ensinar que tudo recomeçou ali”. Dom Fernando Rifan

6- “O Natal é o terreno seguro e sempre fecundo, onde brota a esperança da humanidade”. São João Paulo II

Leia também: Como viver o Natal em família?

Por que Deus se fez homem e quis habitar entre nós?

Qual é o melhor presente que podemos ofertar a Jesus?

O Salvador nasceu! Como devemos acolhê-lo em nossa vida?

7- “Se não tens nem incenso nem ouro para oferecer a Jesus, oferece-Lhe a mirra do teu sofrimento!” São Pio de Pietrelcina

8- Deus se fez homem e nasceu entre nós de maneira humilde e silenciosa, para dizer a cada pessoa de maneira muito concreta: “Eu te amo!”

9- Depois que o Verbo se fez Homem, assumiu nossas dores e sepultou a nossa morte, com a Sua morte, ninguém mais pode duvidar do Amor de Deus.

10- “És Maria, a beleza e o esplendor da terra, és o protótipo da santa Igreja. Por uma mulher, veio a morte, por outra mulher a Vida.” Santo Agostinho

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O valor do tempo

Posted: 31 Dec 2015 06:56 PM PST

Tempo“Enquanto temos tempo …” (Gl 6,10)

O tempo é o dom básico que Deus nos dá, sem o qual não há outros dons. Sim, é no tempo que nos é dado praticar o bem, trabalhar, lutar, e ter méritos diante de Deus. O tempo pode parecer sem sabor e sem valor para quem o vive no dia-a-dia, há mesmo quem procure “matar” o tempo em vazios passatempos.

É muito rica é a conceituação de tempo que a Escritura Sagrada nos oferece. Ela o apresenta a nós como uma caminhada de peregrinos que “deixam o relativo em busca da pátria definitiva’ (1Pd 1,7; Hb 11,13-16; 1Cor 5,8s). É uma semeadura, cuja colheita ocorrerá no além, de modo que “quem semeia pouco, colherá pouco, e quem semeia muito, colherá muito” (Gl 6,7s; 2Cor 9,6). Cada segundo do nosso tempo tem seu eco na vida definitiva, é no tempo que construímos nossa eternidade.

O tempo é breve e fugidio (2Cor 7,1), passa e não volta, de modo que é preciso aproveitar o HOJE de Deus: “enquanto ainda se diz HOJE” (Hb 3,13). “HOJE” se ouvirdes a sua voz …” (Hb 3,7). O homem não sabe quantos HOJE ainda terá, pois o desfecho terrestre é de data incerta (1Ts5,1). O tempo quantitativo exige ser também tempo qualitativo, exige qualidades correspondentes; o cristão deve crescer não somente em número de anos passageiros, mas também em méritos e valores definitivos.

O passado não nos pertence mais, o futuro não está ao alcance de nossas mãos; apenas o Presente é nosso, está à nossa disposição.

O tempo é como uma antessala da vida plena, de tal modo que na terra aprontamos nossa veste nupcial para a ceia da vida eterna (cf. Ap 21,2). É um se preparar suado e trabalhoso, atribulado, pois nada de grande se faz sem fadiga. Mas, lembra-nos o Apóstolo: “as passageiras tribulações desta vida não têm proporção com o peso de glória que elas nos preparam para a pátria definitiva” (Ef. 5,16, Rm 8,11; 2Cor 4,17).

Leia também: Que tal fazer um balanço de sua própria vida?

O bom uso do tempo

Motivações para um Ano Novo

O tempo lembra-nos que estamos no exílio, que deve despertar no cristão o anseio da mansão definitiva, pois vivemos da fé, e não da visão face-a-face da Beleza Infinita (2Cor 5,6s). A paciência de Deus nos concede tempo para uma conversão sempre mais perfeita (Rm 2,4; 2Pd 3,9). Deus conhece a nossa fragilidade humana e diariamente nos renova a sua graça e misericórdia, a fim de que hoje possamos viver melhor ainda do que ontem.

Estas ideias voltam à mente dos cristãos especialmente no início de um Ano Novo. É o Apóstolo quem escreve: “Exortamo-vos a que não recebais a graça de Deus em vão…” (2 Cor 6,1s). Um Ano novo é um tempo novo, na graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, como dizia-se antigamente. O cristão deve saber aproveitar, cada vez mais conscientemente, o chamado de Deus, lembrando-se de que o Senhor não quer corações tristes e constrangidos.

Fim e começo de Ano lembram sempre a passagem do tempo. “Como voa!”, costuma-se dizer. Segundo Ap 10, 6, um anjo proclamará certa vez: “Já não haverá mais tempo!” – Estes dizeres poderão trazer alegria a quem, lutando sem cessar, preencheu santamente os seus dias. Mas poderá despertar com susto e dissabor quem for colhido de surpresa e despreparado.

Muitas vezes só apreciamos os valores que temos, depois que desaparecem, e tomamos consciência de haver lidado com grandes bens sem se dar plena conta disto. Assim também é o tempo; pode parecer insignificante, mas, uma vez perdido, aparece com todo o seu valor.

O começo de novo Ano sugere uma reflexão sobre estes fatos, a fim de que não se repitam. O tempo vale no plano da fé; sim, é o tempo resgatado pelo sangue de Cristo, “o tempo oportuno, os dias da salvação” (2Cor 6, 2). E por que tão importante? Porque nas 24 horas de cada dia já se iniciou o Reino de Deus. Consciente disto, dizia São Paulo: “O tempo se fez breve” (1Cor 8, 29). O tempo do cristão é enriquecido pela presença do Eterno dentro da fragilidade do mundo. Aliás, “passa a figura deste mundo”paraserfeliz (1Cor 7,31).

Estas verdades se tornam ainda mais significativas no começo de novo Ano. Com efeito; ressoa então mais vivamente a advertência do Apóstolo: “A nossa salvação está agora mais próxima do que quando começamos a acreditar ou a viver a nossa fé” (Rm 13, 11). E continua o Apóstolo: “A noite vai adiantada, o dia se aproxima”; na verdade, para quem sofre de insônia, a noite é tanto mais penosa quanto mais adiantada: mas este sofrimento especial é garantia de término próximo.

Assim é a vida do cristão: passada na penumbra ou mesmo na noite da fé, quanto mais avançada em anos ela é, tanto mais penosa pode ser, mas também tanto mais penetrada pelos raios do dia que vai despontando e aos poucos dissipará as trevas.

Importa, pois, a todo discípulo de Cristo levar cada vez mais a sério a exortação do Senhor: “Vigiai, pois não sabeis nem o dia nem a hora” (Lc 12, 35-40). Qualquer momento pode ser o último e há de ser intensamente vivido na presença do Eterno.

Que o novo Ano signifique para todos os nossos leitores uma aproximação ainda mais consciente da luz do Dia sem ocaso!

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Santa Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe

Posted: 31 Dec 2015 06:07 PM PST

Neste 1º de janeiro, comemoramos a festa de Santa Maria, Mãe de Deus. A maternidade de Maria é Dogma de Fé, e a Igreja coloca Nossa Senhora para nos acompanhar desde o primeiro dia do ano.

Confira neste vídeo uma reflexão do Prof. Felipe Aquino sobre a Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe:

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Hoje celebramos a Epifania do Senhor. Mas, o que é isso?

Posted: 02 Jan 2016 06:03 PM PST

Hoje celebramos uma importante festa da Igreja, a Epifania do Senhor, que significa a manifestação de Jesus como Messias Israel, Filho de Deus e Salvador do mundo. Nos Reis Magos, representantes das religiões pagãs circunvizinhas, o Evangelho vê as primícias das nações que acolhem a Boa Nova da salvação pela Encarnação.

Confira neste vídeo uma explicação do Prof. Felipe Aquino sobre a Epifania do Senhor:

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Refletindo sobre a Epifania do Senhor

Posted: 04 Jan 2016 05:38 AM PST

Epifania-do-SenhorComo fizeram os Reis Magos, o que podemos oferecer ao Senhor?

A Igreja celebra a Epifania, a manifestação de Jesus aos povos pagãos, os que não eram judeus, no dia 6 e janeiro; mas no Brasil tem autorização para celebrar no domingo após o da Sagrada Família, encerrando o ciclo litúrgico do Natal. Além do Evangelho de São Mateus, há documentos apócrifos no Vaticano, muito antigos e de grande valor, que relatam a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus. Há um mosaico sobre eles em Ravenna, Itália, do século VI, com os nomes dos três: Baltazar, Melquior e Gaspar. Teriam vindo da Pérsia. Os reis magos eram reis (talvez apenas de uma pequena cidade, como era comum), mas que aguardavam a chegada do Messias, uma vez que a fé dos judeus se espalhou pelo Oriente.

Trata-se de uma Solenidade litúrgica da maior importância. Os Padres da Igreja viram nesta visita dos sábios Magos do Oriente a Jesus Menino, o símbolo e a manifestação do chamado de todos os povos pagãos à vida eterna. Os magos foram a declaração explícita de que o Evangelho era para ser pregado a todos os povos.

O nosso Catecismo diz que: “A epifania é a manifestação de Jesus como Messias Israel, Filho de Deus e Salvador do mundo… Nesses “magos”, representantes das religiões pagãs circunvizinhas, o Evangelho vê as primícias das nações que acolhem a Boa Nova da salvação pela Encarnação. A vinda dos magos a Jerusalém para “adorar ao Rei dos Judeus” mostra que eles procuram em Israel, à luz messiânica da estrela de Davi, aquele que será o Rei das nações. Sua vinda significa que os pagãos só podem descobrir Jesus e adorá-lo como Filho de Deus e Salvador do mundo voltando-se para os judeus e recebendo deles sua promessa messiânica, tal como está contida no Antigo Testamento. A Epifania manifesta que “a plenitude dos pagãos entra na família dos patriarcas” e adquire a “dignidade israelítica”. (n.528)

Comentando a adoração dos reis Magos que vieram do Oriente, diz S. Agostinho: “Ó menino, a quem os astros se submetem! De quem é tamanha grandeza e glória de ter, perante seus próprios panos, Anjos que velam, reis que tremem e sábios que se ajoelham! Quem é este, que é tal e tanto? Admiro de olhar para panos e contemplar o céu; ardo de amor ao ver no presépio um mendigo que reina sobre os astros. Que a fé venha em nosso socorro, pois falha a razão natural.”

O doutor da Igreja São Gregório Nazianzeno (†379) chama a

Epifania de “festa das luzes” e a contrapõe à festa pagã do sol invicto, deus dos romanos. Tanto no Oriente como no Ocidente, a Epifania tem o caráter de uma solenidade mística que transcende os episódios históricos particulares. Os Magos descobriram no céu os sinais de Deus. Tendo como ponto de partida a natureza os pagãos podem “cumprir as obras da lei” (cf.At 14,15-17), diz S. Paulo.

Leia também: Os Reis Magos

A Epifania do Senhor

Epifania: A manifestação do Senhor

Epifania do Senhor – onde a estrela parou

Depois de ter se manifestado a seu povo, Israel, através dos pastores de Belém, Cristo se manifesta ao mundo pagão na pessoa dos Magos que vieram do Oriente e o reconheceram como Deus. São Paulo expressou isso dizendo: “Este mistério Deus não o fez conhecer aos homens das gerações passadas, mas acaba de o revelar agora, pelo Espírito, aos seus santos apóstolos e profetas: os pagãos são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo corpo, são associados à mesma promessa em Jesus Cristo, por meio do Evangelho” (Ef 3,5).

São Leão Magno (†460), Papa e doutor da Igreja, ensinou que: “Tendo a misericordiosa Providência de Deus decidido vir nos últimos tempos em socorro do mundo perdido, determinou salvar todos os povos em Cristo” (Sermão 3 do domingo da Epifania).

O salmista já cantava este mistério ainda envolto em véu:

“Os reis de Társis e das ilhas hão de vir e oferecer-lhe seus presentes e seus dons. E também os reis de Seba e de Sabá hão de trazer-lhe oferendas e tributos. Os reis de toda a terra hão de adorá-lo, e todas as nações hão de servi-lo. Seja bendito o seu Nome para sempre! E que dure como o sol Sua memória! Todos os povos serão Nele abençoados, todas as gentes cantarão o Seu louvor! (Sl 71,10-17). “Nações que não vos conheciam Vos invocarão e povos que Vos ignoravam acorrerão a Vós” (cf. Is 55, 5). “As nações que criastes virão adorar, Senhor, e louvar Vosso Nome (Sl 85, 9). “O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça” (Sl 97, 2).

Assista também: Hoje celebramos a Epifania do Senhor. Mas, o que é isso?

O profeta Isaías já tinha anunciado esse mistério sete séculos antes de acontecer, mostrando que os povos viriam a Jerusalém adorar o Messias: “Levanta-te, acende as luzes, Jerusalém, porque chegou a tua luz, apareceu sobre ti a glória do Senhor. Eis que está a terra envolvida em trevas, e nuvens escuras cobrem os povos; mas sobre ti apareceu o Senhor, e Sua glória já se manifesta sobre ti. Os povos caminham à tua luz e os reis ao clarão de tua aurora. Levanta os olhos ao redor e vê: todos se reuniram e vieram a ti; teus filhos vêm chegando de longe com tuas filhas, carregadas nos braços… será uma inundação de camelos e dromedários de Madiã e Efa a te cobrir; virão todos os de Sabá, trazendo ouro e incenso e proclamando a glória do Senhor” (Is 60,1-6).

Os Magos cumpriram esta profecia trazendo o ouro para o Rei, o incenso para o Menino Deus e a mirra para “o Cordeiro que tira os pecados do mundo” (João 1,29), e que seria sepultado com mirra.

São Leão Magno também nos diz que: “O serviço prestado por esta Estrela nos convida a imitar sua obediência, isto é, servir com todas as forças essa graça que nos chama todos para Cristo”.

Como podemos hoje levar, nós também, nossa adoração, ouro, incenso e mirra para o Menino Deus? De muitas maneiras. Podemos ofertar-lhe o ouro da nossa fé, o incenso do nosso louvor e a mirra dos nossos sofrimentos aceitos e as boas obras, oferecidos a Deus pela salvação do mundo. Adorar ao Menino Deus pode significar também, prostrar nosso orgulho, nossa soberba; deixar de lado nossos próprios interesses e submeter nossa vida à ação e à vontade de Deus.

Diz o grande S. Gregório Magno (†604), Papa e doutor: “As mãos significam as obras virtuosas, os dedos, a discrição. Portanto, as mãos destilam a mirra quando, pelas obras virtuosas, castiga-se a carne; mas os dedos são ditos cheios da mais preciosa mirra, pois é muito preciosa a mortificação que se faz com discrição.”

É impressionante notar que os Reis Magos chegaram a Jerusalém e ninguém sabia do nascimento do Messias; apenas os pobres pastores. Penso que eles ficaram em dúvida e até decepcionados. Como? Ninguém sabe? Será que nos enganamos? Nem os doutores da lei, nem fariseus e escribas sabiam. “Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”.

Mas o inimigo de Deus notou. O fato foi tão marcante que São Mateus diz que: “Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém. E Herodes quis matar o Menino, pois pensava que fosse tomar o seu reino. Não sabia que o Reino do Messias “era do outro mundo”.nocoracaodaigreja

Isto nos faz pensar. Também para nós Deus pode se manifestar e podemos ficar surdos e cegos à Sua chegada. E muitas vezes não faltam os inimigos que querem eliminá-lo em nossas vidas com receio de que possa tomar o seu poder de nós. Mas, apesar de todas as dificuldades, decepção pelo fato das pessoas não saberem de nada, os Magos continuaram sem desanimar, e a estrela os guiava: “E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande”.

Nós também não podemos deixar de caminhar em nossa busca do Senhor. Às vezes parece que Sua estrela some nas nuvens das tentações e dificuldades da vida, mas é preciso continuar a caminhada até a Manjedoura do Messias. Nós também vamos sentir uma grande alegria quando o encontrarmos. E vamos, como os Magos, vendo o Menino com José e Maria, sua mãe, ajoelhar diante dele, e o adorar, oferecendo os nossos presentes. E voltaremos para casa, como os Magos, por outro caminho, o da fé e da esperança, não o da descrença e da desesperança. E seremos felizes!

Prof. Felipe Aquino

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"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
"Onde o Espírito de Deus está milagres acontecem!"

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Prof. Felipe Aquino


A responsabilidade dos pregadores

Posted: 08 Jan 2016 09:58 AM PST

bibliahomemNinguém prega em seu próprio nome, mas é enviado pela Igreja; então, o pregador precisa ser fiel à Igreja que representa.

Em suas homilias sobre os Evangelhos, São Gregório Magno (540-604), papa e doutor da Igreja, nos deixa uma profunda reflexão sobre a missão de todo pregador da Palavra de Deus. (Hom. 17,3.14: PL 76,1139-1140.1146).

Ele começa lembrando as palavras do Senhor: “A messe é grande, mas poucos os operários. Rogai, portanto, ao Senhor da messe que envie operários a seu campo. São poucos os operários para a grande messe” (Mt 9,37-38).

Sem meias palavras ele critica os maus sacerdotes do seu tempo: “Não podemos deixar de dizer isto com imensa tristeza, porque, embora haja quem escute as boas palavras, falta quem as diga. Eis que o mundo está cheio de sacerdotes. Todavia na messe de Deus é muito raro encontrar-se um operário. Recebemos, é certo, o ofício sacerdotal, mas não o pomos em prática… Que a língua não se entorpeça diante da exortação, para que, tendo recebido a condição de pregadores, nosso silêncio também não nos imobilize diante do justo juiz. Com frequência, por maldade sua, a língua dos pregadores se vê impedida. Por sua vez, por culpa dos súditos, muitas vezes acontece que seus chefes os privem da palavra da pregação. Por maldade sua, com efeito, a língua dos pregadores se vê impedida… Por sua vez, por culpa dos súditos, cala-se a voz dos pregadores”.

Neste tempo de relativismo moral, em que nem sempre os pregadores obedecem aos ensinamentos do Magistério da Igreja, muito bem definidos no Catecismo da Igreja, preferindo às vezes ensinar os “seus” conceitos, São Gregório diz:

“Porque se o silêncio do pastor às vezes o prejudica, sempre causa dano ao povo, isto é absolutamente certo. Há ainda outra coisa, irmãos caríssimos, que muito me aflige na vida dos pastores… Um cargo nos foi dado pela consagração e, na prática, damos prova de outro. Abandonamos o ministério da pregação e, reconheço-o para pesar nosso… Aqueles que nos foram confiados abandonam a Deus e nos calamos. Jazem em suas más ações e não lhes estendemos a mão da advertência. Quando, porém, conseguiremos corrigir a vida de outrem, se descuramos a nossa? Preocupados com questões terrenas, tornamo-nos tanto mais insensíveis interiormente quanto mais parecemos aplicados às coisas exteriores.”

Leia também: A Palavra de Deus é viva e eficaz!

O testemunho do Pregador do Papa

Estas exortações não são apenas para os padres e bispos, porque hoje há muitos pregadores leigos, e todos nós precisamos pensar nisso. A Igreja, desde o Concílio Vaticano II, confiando nos leigos abriu-lhes as portas da evangelização. Mas isso tem uma consequência séria; é preciso que nós leigos estejamos preparados para pregar ao povo segundo aquilo que nos ensina a Igreja, e não aquilo que escolhemos pregar. Só a Igreja recebeu de Cristo o carisma de ensinar sem erro e de participar de sua infalibilidade. Diz o Catecismo da Igreja que:

“Para manter a Igreja na pureza da fé transmitida pelos Apóstolos, Cristo quis conferir à sua Igreja uma participação em sua própria infalibilidade, ele que é a Verdade ” (n.889).

De modo especial, os Catequistas, que exercem uma missão tão importante na Igreja, precisam conhecer muito bem o que ela nos ensina, tudo que recebeu do Espírito Santo, desde Cristo até hoje.

Cristo continua a chamar os pregadores “de todas as horas”: “Ao sair pelas nove horas da manhã, viu outros, que estavam ociosos, e disse-lhes: Ide vós também para a minha vinha” (Mt 20, 3-4).

Na exortação “Catechesi Tradendae”, São João Paulo II disse que: “A catequese foi sempre considerada pela Igreja como uma das suas tarefas primordiais, porque Cristo ressuscitado, antes de voltar para o Pai, deu aos Apóstolos uma última ordem: fazer discípulos de todas as nações e ensinar-lhes a observar tudo aquilo que lhes tinha mandado (cf. Mt 28,19).apostolado

Disse o Papa: “Todos os catequistas deveriam poder aplicar a si próprios a misteriosa palavra de Jesus: “A minha doutrina não é minha mas d’Aquele que me enviou” (Jo. 7,16). Está enunciado nesta passagem um tema frequente no quarto Evangelho: (cf. Jo. 3,34; 8,28; 12,49 s.; 14,24; 17,8.14. 13). É isso que faz São Paulo, ao tratar de um assunto de grande importância: “Eu aprendi do Senhor isto, que por minha vez vos transmiti” (1 Cor 11,23). A Igreja também nos adverte na Apostolicam Actuositatem: “Grassando em nossa época gravíssimos erros que ameaçam inverter profundamente a religião, este Concílio [Vat II] exorta de coração todos os leigos que assumam mais conscientemente suas responsabilidades na defesa dos princípios cristãos”. (Apostolicam Actuositatem, 6)

Que frequente e assíduo contato com a Palavra de Deus transmitida pelo Magistério da Igreja, que familiaridade profunda com Cristo e com o Pai, que espírito de oração e que desprendimento de si mesmo deve ter um catequista, para poder dizer: “A minha doutrina não é minha”!

Ninguém prega em seu próprio nome, mas é enviado pela Igreja; então, o pregador precisa ser fiel à Igreja que representa. Esta é a segurança de quem prega. Assim pode “pregar com autoridade”, como Jesus, certo de que ensina o que Deus quer.

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O inimigo da vida de oração

Posted: 12 Jan 2016 04:00 AM PST

orandomaõsHá uma grande escolha na vida cotidiana de oração: é a leviandade, a inconstância natural do homem.
Essa inconstância tem a sua origem na inteligência e engendra, quando não combatida, a apatia da vontade e termina infalivelmente na tibieza.
O espírito leviano é oposto ao espírito refletido. A inteligência superficial não permite à ideia penetrar em si e aí deitar raízes. Além disso, como está completamente coberta pelos matos dos pensamentos vãos, das preocupações fúteis e dos apegos às coisas criadas, a semente da graça, apenas recebida, é logo sufocada.
Uma alma leviana vive na superfície das coisas. Mesmo durante a oração, não reflete, não penetra a verdade proposta, não se prende à consideração das coisas do além.paraestarmenor
Nunca foi tocada pelas máximas do Evangelho, pelas perfeições de Deus, pelos direitos imprescritíveis de seu soberano domínio, pelos pensamentos salutares dos santos.
Não considerou o amor do qual tem sido objeto por parte de Jesus, nem a alegria íntima que lhe poderia causar, por sua vez, dando-se a Ele, nem a glória eterna que uma pequena criatura poderia dar ao grande Deus da eternidade.
Tal alma também nunca pensou seriamente no perigo de não conseguir a sua salivação, nem no furor dos demônios contra ela, nem na indizível fraqueza humana, ante a tentação.
A alma irrefletida é, pois, semelhante a uma barqueta frágil, lançada sem leme no vasto oceano.
As ondas das impressões, dos acontecimentos, dos sucessos e dos contratempos, lançam-na continuamente para cá e para lá, chocam-se contra ela, empurram-na, sacodem-na em todos os sentidos, sem que ela possa resistir e, cedo ou tarde, acabará por soçobrar.
Assim, a alma leviana deixa vagar o seu espírito ao acaso. Não tem nem ordem nem nexo na sua vida, na sua oração e nas suas ocupações. Falta-lhe um fim único, uma ideia-mestra, um polo capaz de atrair e de fixar seus pensamentos, os seus desejos e toda a sua atividade.
Este polo é Jesus, o seu amor soberano. Mas a alma leviana não aproveitou o tempo para se deixar fascinar por Ele. Ainda não pôde impor-se o esforço de fixar o espírito nesse divino Mestre; nos mistérios da sua vida e nas torturas da sua morte. Também não alcançará a santidade.
Todavia, não confundamos essa infeliz disposição com o estado das almas sinceras, atormentadas sem descanso pelas distrações involuntárias, durante a meditação e os exercícios de piedade. Estas frequentemente sofrem bastante e às vezes deixam-se invadir pelo desânimo. Parece-lhes não poderem chegar a gozar do santo recolhimento tão necessário à sua santidade.
Almas confiantes: não vos causeis inútil mágoa! Podeis chegar à perfeição apesar de vossas distrações. Deus quis fazer para São Luís Gonzaga de libertá-lo de toda divagação do espírito durante a oração, mas teria podido também santifica-lo, inspirando-lhe simplesmente de tirar partido de sua fraqueza natural e dando-lhe a força de nunca se deter nas distrações voluntariamente.
Os maiores santos tiveram divagações do espírito e da imaginação, mas, como disse Cassiano, não deram mais importância a elas do que às moscas que esvoaçam ao redor de nós.
Segundo São Pedro Damião, o profeta Elias, que por sua oração impediu o céu de lançar um pingo de chuva durante três anos, não foi isento de distrações. É, com efeito, mais fácil, diz ele, fechar o céu do que nossa alma, e torna-la impenetrável às distrações (cf. Sermo In Vig. Nativ.).
Muitas vezes, as almas inexperientes imaginam orar mal por que têm uma divagação de espírito. Não sabem que as distrações são uma consequência da nossa instabilidade natural.
Recebemos de Deus uma vontade livre. É a soberana das outras faculdades. Mas seu império é imperfeito. Tem pouco poder sobre a imaginação, não pode evitar todas as apresentações, todas as lembranças do passado, não pode mesmo impor sempre um objetivo à inteligência.
Leia também: O poder da Oração
O que é “orar sempre”?
Defeitos a se evitar na oração
5 maneiras de reativar sua vida de oração
A nossa inteligência, aliás, também é limitada. Inteiramente absorvida por uma ocupação, não a deixa facilmente para abordar outra. Quando a corda de um arco foi violentamente esticada, pode imediatamente recuperar sua primeira posição e cessar de vibrar?
Sem dúvida, a nossa inteligência é uma faculdade espiritual, mas tira seu objetivo dos sentidos, da imaginação. Não pode, pois, subtrair-se inteiramente às leis da matéria. A vontade nem sempre poderia, por uma simples ordem, a força-la à obediência.
A este motivo ajunta-se outro: um grande número de distrações provém da doença, da indisposição, da fadiga do corpo. Quando este está amolecido ou esgotado ou simplesmente mal disposto, a alma não se pode servir dele à sua vontade. Então as distrações molestam-na.
Que deve fazer, pois, a alma confiante perseguida pelas distrações?
Antes de tudo, de nada serve exasperar-se contra si, impacientar-se ou mesmo afligir-se. Nem o corpo, nem a alma são responsáveis pelas divagações.
É preciso transformar a necessidade em virtude, aceitar pela vontade o estado de impotência, alegrar-se perante Deus por ser incapaz por si só de todo bom pensamento, refugiar-se na alma da Santíssima Virgem, e encarrega-la de amar nosso Senhor no seu lugar. Ao mesmo tempo, é necessário levar a luta contra as distrações, com denodo e sem se cansar.
Assim que percebemos que a inteligência ou a imaginação fugiram, é necessário reconduzi-las com mansidão, porém resolutamente. Devêssemos recomeçar cem vezes durante uma meditação, sem nos queixarmos nem lamentarmos.
Cada olhar voluntário para Deus é um ato de amor, conquistado a ponta de espada. Cada um deles produz na alma o seu fruto, como sejam suaves colóquios com Deus.
Devemos persuadir-nos bem: a única coisa que desagrada a Deus é a vontade afastando-se d’Ele voluntariamente.
A distração, não aceita voluntariamente, não afasta a alma de Deus.
Não é pelas ideias que agradamos a Deus, mas pela conformidade da nossa vontade ao seu beneplácito.
Diante de Deus só a vontade vale, em bem ou em mal. Quem não chega a compreender esse princípio, nunca terá paz.
Deus não pode pedir contas do que está em nós, porque é justo. Não quer pedir-nos conta, porque é bom e cheio de misericórdia.
Se fosse a vontade de Deus ser servido sem distrações, ter-nos-ia dado uma natureza semelhante à dos anjos, uma natureza espiritual livre das necessidades do corpo e liberta de toda impressão sensível. Não o fez, encontrando tanta glória em ser adorado e amado por uma criatura feita de barro, como pelos puros espíritos livres de distrações.
É necessário mesmo, por delicadeza, não se queixar a Nosso Senhor de ter distrações involuntárias no seu serviço.
Queixar-se, afligir-se, significaria um desejo de ser diferente, e uma certa vergonha de estar sujeito às enfermidades humanas, o que insinuaria que serviríamos mais perfeitamente a Deus e com mais glória para Ele, se fôssemos anjos.embuscadaperfeio
Não digamos isto! Não o pensemos; não contristemos Jesus fazendo-lhe crer que não estamos contentes.
Sirvamo-lo onde Ele nos colocou, de boa vontade, da maneira que uma criatura de barro pode servi-lo, porém com o coração alegre e o rosto sereno.
Demos-lhe a satisfação de fazer desse verme da terra um serafim de amor, chamado para ocupar dignamente seu lugar entre os mais elevados espíritos.
Que alegria para uma alma humildemente confiante ver as misérias da sua natureza humana e poder dizer-se objeto de uma solicitude infinita por parte de Deus todo poderoso; saber que esse soberano Senhor fica tão comovido vendo nossos pobres esforços para afastar as distrações como escutando o arrebatador concerto dos anjos no céu!
Trecho retirado do livro: Almas Confiantes, José Schrijvers. Ed. Cultor de Livros


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Jan 13, 2016, 2:29:53 PM1/13/16
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Date: Wed, Jan 13, 2016 at 11:18 AM -0800
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O que temos feito como batizados na fé católica?

Posted: 13 Jan 2016 06:00 AM PST

batismo-770x324“Tudo o que aconteceu com Cristo dá-nos a conhecer que, depois da imersão na água, o Espírito Santo voa sobre nós do alto do Céu e que, adotados pela Voz do Pai, nos tornamos filhos de Deus”. S. Hilário de Poitiers

Antes de tudo, é necessário compreendermos com profundidade qual é o verdadeiro sentido do Batismo…

Bem, primeiro, recordemos o batismo de Jesus. Qual o significado do batismo de Jesus no Rio Jordão com João Batista?

Não foi o Batismo sacramental que Jesus recebeu, pois Ele não tinha o pecado original. João Batista foi o escolhido pelo pai para preparar o caminho do Redentor, anunciar a Israel a chegada do Messias. Ele é a “Voz que clama no deserto. Preparai o caminho do Senhor, endireitai as veredas para Ele” (Mt 3,3). João deixou claro: “Eu vos batizo com água… Ele vos batizará com o Espírito santo e com fogo” (Mt 3,11)

Por que, então, Jesus entrou na fila dos pecadores?

Ensina a Igreja que foi para “ser solidário com os pecadores”, e aceitar ser o “Servo de Javé”, que Jesus, por Sua Paixão e morte de cruz, salvaria o Mundo, pagaria à Justiça Divina a culpa de toda a humanidade.

Ali começou a vida pública de Jesus; o Espírito Santo desce sobre Sua humanidade e o Pai confirma a predileção por Seu Filho. É a Epifania de Jesus a Israel como o Seu messias.

Diz a Liturgia das Horas que ele entrou nas águas do Jordão para “lavar todas as águas, até às fontes”, para a purificação dos cristãos pelo Batismo.

Foi um gesto de obediência à vontade do Pai e de profunda humildade, pelo qual Jesus dissolveu a desobediência e a soberba de Adão. Ele é o Novo Adão. Ali no Jordão “Ele aceitou, por amor a nós, este batismo de morte para a remissão dos nossos pecados” (CIC, §536). E ali Ele recebeu o Espírito Santo em plenitude para ser a fonte do Espírito para toda a humanidade. No batismo de Jesus, “abriram-se os Céus” (Mt 3,16) que o pecado de Adão havia fechado e as águas são santificadas, que é o prelúdio de uma nova criação.

Nós, que também fomos batizados, voltamos a ser filhos de Deus no Filho de Deus, membros da Igreja, novamente, herdeiros do Céu. Pelo Batismo fomos sacramentalmente assimilados a Jesus, devendo repetir este mistério de rebaixamento humildade e de arrependimento, desceu à água com Jesus para subir novamente com Ele “renasceu da água e do Espírito” (Jo 3)”para tornar-se, no Filho, filho bem amado do Pai” (CIC,§ 537)e viver Nele uma vida nova.

Leia também: A santificação das águas

Por que Jesus foi batizado por São João?

O Batismo no começo da Igreja

A necessidade do Batismo

Sacramentos: Batismo

No Batismo, somos sepultados com Cristo para ressuscitar com Ele. São Paulo disse: ” Se ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas do alto… Pois morrestes e a vossa vida está escondida com Cristo, em Deus”. (Col 3,1-3).

O Batismo, portanto, nos chama a uma vida nova; é a “entrada sacramental na vida da fé” (CIC, §1236). Nele o batizado recebe “a semente da fé” que deve fazer crescer, pois “sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11,6), e o “justo vive pela fé” (Rom 1,17). Ao catecúmeno ou ao seu padrinho é feita a pergunta: “Que pedis à Igreja de Deus?”. E este deve responder: ” A fé”.

Então, o cristão deve viver pela fé; fazê-la crescer na luta contra as fraquezas da natureza e os pecados. O batismo nos faz “cristãos”, isto é, “imitadores de Cristo”. São leão Magno dizia: “De que vale carregarmos o nome de cristãos, se não imitamos a Jesus Cristo?”

Em nosso Batismo, nossos pais e padrinhos, na fé da Igreja, assumiram por nós as promessas do Batismo, renunciaram o pecado, a satanás e a todos as suas obras e professaram a Fé da Santa Igreja. Rezaram o Credo!

E nós? Será que estamos cumprindo essa promessa?

Será que lutamos todos os dias, sem cessar, para renunciar as obras do demônio?

Combatemos os pecados como: soberba, ganância, impurezas, gula, ódio, inveja, preguiça, maledicência, respeito humano, mentira, egoísmo?…

Será que obedecemos a Jesus que nos manda “vigiar e orar” porque o espírito é forte, mas a carne é fraca?ossetesacramentos

Sem a oração, “sem cessar”; sem vigilância; sem vida sacramental, com confissão e comunhão permanente; não podemos cumprir as promessas de nosso Batismo. E São Paulo exorta-nos: “Mortificai os vossos membros: imoralidade sexual, paixão, maus desejos, especialmente a ganância, que também é uma idolatria… Rejeitai a tudo isto: ira, furor, malvadeza, ultrajes, e não saia de vossa boca nenhuma palavra indecente… pois já vos despojastes do homem velho e da sua maneira de agir, e vos revestistes do homem novo”. (Col 3,5-10). Jesus disse com todas as letras: “Sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15,5). Então, busquemos o Senhor e a Sua força, sobretudo na oração de intimidade com Ele e na Eucaristia.

E Jesus nos deu a Sua Mãe para ser nossa Mãe espiritual: guia, consolo, conforto, apoio e segurança nos caminhos da vida.

Com Jesus e Maria, com a intercessão dos santos por nós, sem cessar, cumpramos as promessas do nosso Batismo; nossa salvação!

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Jan 19, 2016, 3:24:00 PM1/19/16
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Dez pedidos que devemos fazer a Deus em nossas orações

Posted: 19 Jan 2016 05:00 AM PST

orManPraying1 – Que desde a manhã possamos sentir o Seu amor, para que a Sua alegria seja a nossa força durante todo o dia.

2 – Que Deus expulse de nosso coração as trevas do pecado e faça-nos alcançar a verdadeira Luz que é Jesus Cristo.

3 – Que Deus nos dê a compreensão dos nossos deveres e a força de cumpri-los.

4 – Que Deus faça de nossa vida um continuo sacrifício de louvor.

5 – Que possamos guardar sempre os Seus Mandamentos para que, pela força do Espírito Santo, Ele permaneça sempre em nós e nós Nele.

Leia também: O poder da Oração

Orar sempre e orar bem

6 – Que Deus nos dê a Sua sabedoria eterna, para que ela sempre acompanhe o dirija os nossos desejos, pensamentos e trabalhos.

7 – Que Deus não permita que no dia de hoje sejamos motivo de tristeza para os que convivem conosco, mas causa de alegria para todos.oracoesdetodosostemposdaigreja

8 – Que Deus ilumine as profundezas de nosso coração para que não se prenda em desejos tenebrosos.

9 – Que agrade a Deus o cantar dos nossos lábios e a voz da nossa alma, e que ela chegue até Ele.

10 – Que sobre nós venha a Sua graça da mesma forma que Nele nós esperamos com fé e alegria.

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Date: Thu, 21 Jan 2016 19:42:27 +0000


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Abra-se à Misericórdia!

Posted: 21 Jan 2016 02:00 AM PST

misericordiosoPara ler e meditar após rezar o Terço da Misericórdia
Jesus pediu a santa Faustina Kowalska que rezássemos o Terço da Misericórdia as 15h, diante do Sacrário, e, em seguida fizéssemos uma meditação sobre a sua Paixão. Jesus lhe pediu: “As três horas da tarde, implora a Minha Misericórdia especialmente pelos pecadores e, ao menos por um breve tempo, reflete sobre a Minha Paixão, especialmente sobre o abandono em que me encontrei no momento da agonia…” (Diário n. 1320).
Eu costumo fazer esta meditação:
Compadeço-me, Senhor Jesus, de Tua agonia mortal no Horto das Oliveiras naquela Quinta-feira santa, e naquele abandono terrível que sentiu na carne até diante do Pai, ao assumir todos os nossos pecados diante da Justiça Divina. O peso desta culpa sobre Ti foi tão grande, que o Senhor sentiu uma tristeza mortal. Compadeço-me do Sangue que o Senhor derramou ali nesta agonia, vislumbrando todo sofrimento que enfrentaria. Compadeço-me da consolação do Teu anjo da Guarda. O Senhor humanamente precisou dele, e também lhe agradeço pelo meu Anjo protetor.
E logo Judas chegou com os soldados para prendê-lo. Foste vendido pelo preço de um escravo: trinta moedas de prata. Um bando de criminosos veio prender o Inocente, o Santo dos Santos. Compadeço-me, Senhor, do beijo amargo de Judas. O amaste tanto e foste traído exatamente no dia em que mais nos amaste deixando para nós a Tua Presença na Eucaristia, para sempre. “Tendo amado os seus que estavam no mundo, os amastes até o fim” (Jo 13,1).
O Senhor já sabia – “Um de vós que come comigo, vai me trair” (Mc 14,18). O mal se paga com o bem, nos ensinaste isso no Monte das Oliveiras, e viveste isso no monte do Horto. Ali o Senhor pagava pelos nossos pecados à Justiça Divina. Satanás cobrava-lhe uma culpa e uma pena que não devias, por isso, nos libertastes cumprindo por nós toda Justiça. O Senhor não lhe devia nada, então, como foi cobrado de uma pena que não devia, pagou assim toda a nossa culpa. Assim o Pai enganou a Satanás, como ele tinha enganado a Adão. O inimigo foi vencido no mesmo campo de batalha. Satanás acorrentou Adão, mas o Senhor acorrentou Satanás, como disse S. Agostinho.
Compadeço-me, Senhor, da Tua prisão, e dos maus tratos que sofreste nas mãos dos soldados ali no Horto, nos caminhos, na casa de Anás e Caifás, e aquela noite terrível no calabouço na casa de Caifás, depois daqueles insultos e maus tratos. Que noite pavorosa meu Senhor! Me deste a graça de um dia estar nessa cova branca que o acolheu naquela última noite. Na manhã de sexta-feira foste levado a Herodes e a Pilatos. O interrogaram por curiosidade e o desprezaram. O Rei do Céu foi desprezado pelos reis da Terra. O desprezo para contigo Jesus, foi completo. Completaste a medida do aniquilamento que esvazia a culpa de Adão. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Compadeço-me, Senhor, da Tua flagelação, preso na coluna, Tuas carnes foram rasgadas, Teu Sangue derramado, Tuas chagas abertas. Pagaste os nossos pecados da carne. Nosso corpo é Teu Templo, e no entanto, é tão profanado pela prostituição, pornografia, homossexualidade e tantas impurezas. O Rei, ao invés de ser coberto de um manto de púrpura, foi coberto por um manto de Sangue. Vendo-Te despedaçado, Senhor, imagino quão grandes são os pecados de todos nós, cometidos com nosso corpo! Sinto que ali o Senhor foi como que esmagado no moinho, como o trigo, para se tornar a farinha que daria o Pão da Eucaristia. Ali teu Sangue foi derramado, e o Senhor esmagado como as uvas no lagar, para se transformar no Vinho da Eucaristia. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Compadeço-me, Senhor, daquela dolorosa, humilhante e sangrenta coroação de espinhos! Quem pode suportar isso? Tua santa Cabeça foi perfurada por muitos espinhos para reparar os nossos muitos pecados de pensamentos, palavras, malícias, maus desejos, maledicências, provocações, invejas, ira, ciúme… Que abismo de tantos pecados é esse de toda a humanidade, Senhor?! O Rei ao invés de ser coroado com uma coroa de belos brilhantes, é coroado com uma coroa de grandes espinhos! Os soldados zombaram do Senhor, e lhe colocaram uma cana na mão, simulando um cetro de rei, e um manto púrpura. Sei que zombaram de Ti, Senhor, bateram em Sua cabeça coroada de espinhos e cuspiram em Teu Rosto santo. Pagavas assim os nossos pecados de soberba, orgulho, maus desejos, apegos desordenados, ira, inveja, maledicências, respeito humano, mentiras… Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Compadeço-me, Senhor, da Tua condenação à morte por Pilatos, em um julgamento iníquo; ele se acovardou diante das autoridades judias que Te entregaram por inveja. Pilatos sabia que eras inocente, mas foi covarde e o entregou para ser crucificado, e assim agradou o povo. Não permita Senhor, que para agradar o povo eu negue a Tua doutrina! Deus Pai soube, na Sua Sabedoria perfeita, usar da covardia de Pilatos, da inveja dos doutores da Lei e da traição de Judas, para cumprir Seu Plano misterioso de nossa Redenção. Ninguém foi obrigado a Te trair e negar, eles agiram livremente e por maldade. E o Senhor não abriu a boca, não se defendeu, foi como “uma ovelha muda levada ao matadouro”, como profetizou Isaias, para cumprir todo o plano do Pai. Obrigado, Senhor, porque bebeste este Cálice até a última gota, para que as portas do Céu se abrissem para nós! Submeteste-te a autoridade de Pilatos, e lhe revelaste a Tua divindade. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Leia também: A Divina Misericórdia
Terço da Misericórdia
Novena à Divina Misericórdia
Meditação da Paixão de Cristo
Os 25 segredos da luta espiritual que Jesus revelou a Santa Faustina
Compadeço-me, Senhor, da cruz pesada colocada em seus ombros flagelados, derrubando-o por terra. Teu cansaço era tão grande que obrigaram Simão Irineu a Te ajudar a levar a cruz. E Tu aceitaste Senhor. Vejo que eu também preciso ser ajudado quando a minha cruz pesar demais e me jogar por terra. Compadeço-me, Senhor, das vezes que o Senhor caiu sob o peso do lenho pesado dos nossos pecados. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Compadeço-me, Senhor, do Teu encontro doloroso com Nossa Senhora das Dores. Foi o encontro da Paixão com a Compaixão, das lágrimas com o Sangue. Aquela Espada predita por Simeão atravessou-lhe a alma por ser o Senhor um “Sinal de contradição”, um NÃO dito ao pecado, ontem, hoje e sempre! Tua Mãe guardou aquelas palavras no coração com toda atenção, esperando a sua hora. Eis que ela chegou! Que a Virgem nos acompanhe também, Senhor, nas horas amargas de nossa vida, pois Tu a deste para ser também nossa Mãe. Que Ela nos ajude a aceitar a Tua santa vontade em nossa vida, qualquer que seja. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Compadeço-me, Senhor, daquele encontro com as outras mulheres, que certamente estavam com a Tua Mãe, Maria Madalena, Maria de Cléofas e outras, que te consolaram e foram consoladas pelo Senhor. “Orem, não por mim, mas pelos teus filhos…”. Meu Senhor, que mesmo nas amarguras da dor eu saiba consolar quem me consola, que a auto piedade não tome nunca conta de meu espirito. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Assista também: A Festa da Divina Misericórdia
Compadeço-me, Senhor, daquele lenço suave de Verônica que enxugou o Teu rosto ensanguentado. Que gesto bonito e caridoso! Era tudo que aquela mulher podia fazer por Ti naquela hora. E Tu a recompensaste deixando Teu rosto divino e humano gravado no seu pano. Oh, Jesus, deixa tua Face bendita marcada em minha alma todas as vezes que eu enxugar o Teu rosto sofrido na face de um irmão! Que eu veja em cada um deles, Senhor, um verdadeiro irmão, onde Tu estás sofrendo. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Compadeço-me, Senhor, da Tua chegada ao Calvário. Ali te arrancaram as vestes já coladas em Teu corpo, e o Sangue verteu novamente em dores renovadas. E crucificaram-Te. Pregaram Tuas mãos e Teus pés, violentamente, sem piedade, e o levantaram no madeiro entre o Céu e a terra em dores indizíveis, inimagináveis, inenarráveis. O cirurgião Pierre Barbet as conheceu bem e se desconcertou… Ele estudou a Tua Paixão por vinte e cinco anos, e escreveu o livro “A Paixão de Cristo segundo cirurgião”. Enquanto gemias de dor, os soldados dividiam suas vestes e sorteavam o Teu manto. O Senhor entregou-nos tudo, morreu sem nada, nem mesmo as roupas… Por este gesto concede-nos a graça do desprendimento de tudo nesta vida. Que eu possa caminhar entre as coisas que passam abraçando somente as que não passam. Que eu me apegue somente a Ti, Senhor, esvaziando-me do resto. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Compadeço-me, Senhor, das Tuas ultimas palavras e orações por nós na cruz. Sentiste o profundo abandono de todos os pecadores que se afastam de Deus. Perdoaste os inimigos que o matavam, cumprindo o que mandou-nos: “perdoar os inimigos e orar pelos que nos perseguem”. Tu és coerente Jesus, por isso vencestes o mundo. “Quando Eu for levantado no madeiro, atrairei todos a Mim”. Sim, Senhor, atraíste todos a Ti. Por isso, toda humanidade Te respeita e nós te adoramos. Assumiste na cruz a culpa de todos nós e sentistes o abandono do pecador que foge da Justiça divina – “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste!”.
Teu coração misericordioso acolheu a Dimas que te implorou estar em Teu Reino. Tua misericórdia de fato é infinita! Que graça extraordinária ele recebeu de confiar em Ti! Certamente Tua Mãe rezava pelos que eram condenados contigo. Foi o primeiro a receber o bilhete do Céu. Oh, Jesus, lembra-te de cada um de nós no Reino de Tua glória. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Depois de nos ter dado tudo, a Tua vida, Teu Sangue, Teu Amor, ainda nos destes a Tua Mãe. Certamente porque precisamos dela para chegar ao Céu, como ensinaram os santos doutores. “Filho, eis ai a tua Mãe!”. É impressionante que São João logo “a levou para a sua casa”. Eu também já a trouxe para a minha. Que Ela nos guarde, proteja e interceda por nós sem cessar diante de Ti. Sei que a Ela o Senhor nada pode negar.
Compadeço-me, Senhor, do vinagre que lhe deram para aplacar a dor, mas que o rejeitaste, para estar lúcido até o fim, e poder dizer conscientemente ao Pai – “Tudo está consumado!”. Tua sede física era cruel, por causa da perda de todo Teu Sangue, mas era também – como viram os Padres da Igreja – “a sede de Tua alma” pela salvação das nossas almas. És o bom Pastor que não quer perder nenhuma ovelha para o Lobo. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Compadeço-me, Senhor, de Tua Morte, que matou a nossa morte eterna e nos abriu o Céu. Vestiste a nossa natureza para poder experimentar a morte em nossa defesa contra ela. Pelo Batismo fomos sepultados nela e ressuscitados para uma vida nova (cf. Rom 6,4 s). Obrigado, Senhor, a eternidade será insuficiente para Te agradecer tão grande amor por nós! Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós!
Mesmo depois de morto, ainda te rasgaram o peito com a lança, e do Teu sagrado Coração perfurado saiu Sangue e Água; dai nasceu a Igreja, Tua esposa, “como Eva nasceu do lado aberto de Adão”, como nos ensinaram os santos Padres. Daí brotaram os sete Sacramentos de nossa redenção.breviariodaconfianca
E Tua Mãe o recebeu destruído, em Seus braços maternos. Que dor no coração desta Mãe, que recebeu nos Seus braços o Filho de Deus humanado e destruído como jamais foi um ser humano! E ela o depôs, as pressas, no túmulo novo de José de Arimateia, esse bom amigo. E ali Ela viveu a soledade, a solidão do Sábado do silêncio, em que o Rei dormiu. Pela dolorosa Paixão de Teu Filho, Pai, tende piedade de nós! Nós te adoramos e bendizemos, Senhor Jesus, porque pela Vossa Santa Cruz, remistes o mundo!
Encerro essa meditação com uma frase de São Boaventura, que resume o quanto essa prática faz bem para a nossa alma:
“Se quereis progredir no amor de Deus, meditai todos os dias a Paixão do Senhor. Nada contribui tanto para a santidade das pessoas como a Paixão de Cristo”.
Medite sempre a Paixão de Jesus Cristo e abra-se a Sua MISERICÓRDIA!
Prof. Felipe Aquino


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Você conhece os Santos brasileiros?

Posted: 20 Jan 2016 02:44 AM PST

formacao_frei-galvao-um-santo-brasileiro-940x500-1“Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofrem violência, e são os violentos que o conquistam” (Mt 11,12).
Em Florianópolis (18/10/91), na canonização de Santa Paulina, o Papa João Paulo II nos deixou uma mensagem muito especial e que até hoje deve falar alto em nossos corações: “O Brasil precisa de santos; o Brasil precisa de muitos santos!” Algo profético!
O Brasil precisa de santos! Esse grito do Papa não foi a toa. O Brasil é um dos países mais católicos do mundo, mas que infelizmente ofende muito a Deus. A família está sendo destruída por uma onda de imoralidade: divórcio, casamento de pessoas do mesmo sexo, pornografia, nudismo, prostituição, adultérios, uma destruidora ideologia de gênero, neopaganismo, sexismo acintoso, novelas imorais, uma desorientação sexual e perversa imposta às crianças nas escolas, etc…
Além disso, o nosso país está numa das piores situações financeiras da América do Sul, enorme desemprego desestabilizando as pessoas e as famílias, PIB negativo, corrupção deslavada e institucionalizada, falta de estradas, leitos em hospitais, casas, escolas, portos, aeroportos…relacaodesantosebeatos
Somos, graças a Deus um país católico, mas infelizmente Deus ainda está ausente em muitos corações, lares, escolas, governos e instituições. Há muita imoralidade em nosso país. E só é feliz “a Nação cujo Deus é o Senhor!”
Ora, os sinais dos tempos no Brasil estão a nos lembrar que de nada servem os planos econômicos se não há, em todos os nossos concidadãos, autêntica conversão, do egoísmo, da cobiça de interesses particulares, para o amor ao próximo e a capacidade de renunciar a si, a fim de ajudar e salvar os irmãos. Isto tudo só há num coração que ama a Deus.
O salmista canta: “Se não é Deus que edifica a casa, em vão trabalham os seus construtores; se não é Deus que guarda a cidade, em vão vigiam as sentinelas” (Sl 126,1). A Igreja nos ensina que “os santos intercedem por nós sem cessar”. Por isso o Brasil precisa de santos, muitos santos. E graças a Deus eles estão surgindo.
Se alguém te perguntasse agora, qual é o seu santo de devoção. O que responderia? Provavelmente, diria Santa Teresinha, Santo Padre Pio, São João Paulo II, Santo Antônio, São Benedito, Santa Rita…enfim, são tantos os santos de nossa devoção! Mas, acho bem difícil encontrar alguém que dissesse: sou devoto de São José de Anchieta, de São Frei Galvão, ou de algum outro santo ou beato brasileiro.
Não há mal algum em ser devoto de santos de qualquer outra nacionalidade. Todos têm seus méritos igualmente diante de Deus. No entanto, porque não pedir a intercessão dos santos que viveram em nosso país, que conheceram as raízes dos problemas de nossa nação, e que daqui desfrutaram seu tempo nesta Terra? Eles rogam por nós sem cessar, e nossa devoção a eles, torna mais eficaz sua intercessão por nós.
Sabemos que muitos de nós ainda não somos devotos, pois ainda não os conhecemos… É preciso conhecer aqueles que viveram em nosso país e que hoje estão junto de Deus intercedendo por nós.
Leia também: Frei Galvão, um santo brasileiro

Você conhece os Mártires do Brasil?

Você sabia que, atualmente, o Brasil possui 6 santos canonizados oficialmente pela Igreja?
São eles: São Roque Gonzales, Santo Afonso Rodrigues e São João de Castilho (mártires do Rio Grande do Sul); Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus (Madre Paulina, nascida na Itália); Santo Antônio de Sant’Ana Galvão (Frei Galvão, nascido no Brasil); São José de Anchieta, SJ (nascido em Portugal). Todos se tornaram brasileiros em sua nacionalidade.
Além disso, hoje já contamos com 81 beatos: Beato Inácio de Azevedo e 39 companheiros mártires (Quarenta Mártires do Brasil);Beatos André de Soreval, Ambrósio Francisco Ferro e 28 companheiros (Mártires de Cunhaú e Uruaçu);Beato Eustáquio van Lieshout ;Beato Mariano de la Mata Aparício;Beata Albertina Berkenbrock (mártir);Beato Manuel Gonzalez e Beato Adílio Daronch (mártires);Beata Lindalva Justo de Oliveira, FDC (mártir);Beata Bárbara Maix (Madre Maria Bárbara da Santíssima Trindade);Beata Dulce dos Pobres; Beata Assunta Marchetti; Beata Francisca de Paula de Jesus (Nhá Chica) e o Beato Francisco de Paula Victor (Padre Victor), recentemente nomeado pelo Vaticano.
Dez já receberam o título de Veneráveis, ou seja, já tiveram suas virtudes reconhecidas pela Igreja. E ainda, uma lista enorme, com os servos de Deus que já tiveram suas causas de canonização oficialmente abertas.
Em uma de Suas revelações à Santa Catarina de Sena, Deus disse: “Quero que sejais santos. Tudo o que vos acontece tem essa finalidade”. Esse é o grande desejo de Deus: que sejamos santos. São João Paulo II, ao pedir santidade ao Brasil, não pensava, só nos santos formalmente canonizados, mas também numa Igreja chamada à semelhança com Deus que é santo, numa “santidade fundamental da Igreja, também na vida dos leigos”, capaz de gerar frutos de justiça e paz.
Como podemos notar, muitos de nossos irmãos brasileiros, já alcançaram ou irão alcançar oficialmente a santidade. Uma prova de que se eles conseguiram, nós também o podemos. Por isso, também se faz importante que nós, católicos, nos interessemos mais pela vida, pela história, de cada um desses gigantes que passaram por este mundo e hoje estão bem pertinho de Deus, no Reino das Bem-aventuranças. Eles são para nós exemplos de vida e intercessores.aintercessoecultodossantos
“O Brasil precisa de santos; o Brasil precisa de muitos santos!” …essas de São João Paulo II ainda ecoam forte, a ensinar que a santidade não é algo distante, estranho a nossa realidade. O saudoso Papa polonês se empenhou nesse sentido, proclamando santos e beatos mais que todos os papas juntos que o antecederam desde 1538. “Se a Igreja de Cristo não é santa, não é a Igreja de Cristo”, dizia ele.
Que tal conhecermos melhor os santos brasileiros? Quem foram, onde e como viveram, o que fizeram? É um bom ponto de partida!
O Brasil já tem alguns Santos, mas precisa de mais. Precisa de um povo santo. Espelhemo-nos na vida daqueles que já alcançaram a eterna vitória! Que esse grito continue a ressoar em nossos ouvidos e corações: “O Brasil precisa de santos!” Eles conhecem nossas misérias e nos ajudam.
Prof. Felipe Aquino


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marcelo...@hotmail.com

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Jan 26, 2016, 5:15:03 AM1/26/16
to Missão Jovem

Marcelo Guedes

"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
"Onde o Espírito de Deus está milagres acontecem!"

Missão Jovem - Grupo Jesus - Paróquia Nossa Senhora da Santissima Trindade



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Date: Mon, Jan 25, 2016 at 5:09 PM -0800
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Prof. Felipe Aquino


O que é preciso para ser um bom pregador?

Posted: 25 Jan 2016 08:15 AM PST

pregadorAlgumas pessoas me procuram dizendo que se sentem chamadas a pregar e querem saber o que é preciso para se preparar bem para essa missão. Por exemplo, um rapaz me escreveu:

“Sou pregador da RCC (Renovação Carismática Católica), mas sinto desejo de me aprofundar na formação teológica. Gostaria de um direcionamento de o que começar estudar e a fazer? Por onde começar?”

Vou colocar aqui algumas sugestões que me ajudam na missão de pregar e escrever. Antes de tudo, esse é um belo chamado de Deus, especialmente para aqueles que receberam a graça de saber se expressar bem, o dom da pregação. Digo isso em relação à pregação para o público; todos são chamados a difundir o Evangelho, ainda que não seja para grupos de pessoas e auditórios. “Ai de mim se eu não evangelizar!” (1 Cor 9,16).

1 – Cuidar bem da vida espiritual

O pregador precisa ter uma vida de oração contínua, ter comunhão com Deus. Jesus disse: “Sem Mim nada podeis fazer” (João 15,5); muito menos em se tratando de levar as pessoas a Deus. Sem vida de oração não é possível ser bom pregador, ou seja, transmitir aos outros “O que Deus quer”. Santo Agostinho dizia: “falar com Deus, mais do que falar de Deus”. A pregação de quem não ora, é vazia, não toca as pessoas. Na pregação temos de passar aos outros “aquilo que recebemos de Deus na oração”; e isso só e possível com intimidade com Deus, na vida sacramental (Eucaristia e Confissão frequentes), na meditação da Palavra de Deus, na leitura de bons livros espirituais, etc..

cpa_como_fazer_a_vontade_de_deus2 – Cuidado com seu comportamento

O contra testemunho decepciona as pessoas. Papa Paulo VI disse que “o mundo quer mais testemunhas do que mestres”. A luta contra todo tipo de pecado deve ser uma preocupação permanente. O pregador está a serviço de Cristo e da Igreja, sua responsabilidade é grande. “Vigiai e orai, porque o espírito é forte, mas a carne é fraca”; também a do pregador. Mas, somos pecadores; nem por isso o pregador deve deixar de pregar por causa de seus pecados; a menos que seja algo muito grave e que se tornou um contra testemunho muito sério para as pessoas. Se cair, levante-se imediatamente e continue a caminhada para Deus. Deixar a pregação por causa dos pecados pode ser uma tentação.

3 – Buscar continuamente a santidade

O Papa João Paulo II disse que “a santidade é a força mais poderosa para levar Cristo às pessoas”. Os santos abalaram o mundo, e a maioria deles sem usar avião, computador e, microfone. Basta olhar para os exemplos de São Francisco, Santo Inácio de Loyola, São João Bosco, Santa Teresa, Santa Teresinha, São João Vianney… abalaram o mundo pela força da sua santidade. Estou convencido de que em primeiro lugar o pregador deve buscar a santidade. Se ele fizer isso, Deus vai chamá-lo para muitas missões, sem ele precisar se oferecer para isso. Deus disse a Abrão: “Anda na minha presença e sê integro” (Gen 17,1). De nada adianta um bom microfone sem que haja por trás alguém que busque a santidade. Deus usa os pregadores que buscam a santidade. Daí a importância do pregador se examinar continuamente e se confessar sempre.

Bem nos lembrava São Francisco de Assis que dizia: “Pregue o evangelho em todo tempo, se necessário use palavras”. Ou seja, mais do que pregar com palavras, o principal é pregar com a vida!

4 – Trabalhar com “reta intenção”

Pregar por amor a Jesus e pela salvação das almas; isto é, só por Jesus, nada mais. A motivação do pregador deve ser a mesma de Jesus: ir buscar as ovelhas perdidas, porque no Céu a mais alegria por um pecador que se converte do que por 99 convertidos. Essa é a mola propulsora da evangelização.

Como disse São Paulo: “Tudo o que fizerdes, fazei de bom coração, como para o Senhor e não para os homens, certos de que recebereis a recompensa das mãos do Senhor. Servi a Cristo Senhor” (Col 3, 17.23).

É um grande perigo, uma cilada do inimigo, deixar-se levar pelos aplausos e pelas recompensas. O trabalhador tem direito ao salário; o pregador consagrado, “que vive do Evangelho”, e que não tenha outro rendimento, deve receber o necessário para as suas necessidades e de sua família; mas os outros não devem exigir nada além das despesas da própria missão (transporte, alimentação, etc.). “Dai de graça o que recebestes de graça” (Mt 10,10).

Leia também: Pregar com a vida

A responsabilidade dos pregadores

5 – Priorizar as pregações

Quando as solicitações para pregações são muitas, então, será necessário estabelecer um critério para atender aos pedidos mais necessários, que mais necessitam de uma evangelização. Não é apenas o número de ouvintes que mais importa, mas a necessidade das pessoas. Jesus trabalhou mais tempo com doze discípulos, e mais os 72 que enviou dois a dois; mas não deixava de pregara para as multidões. Às vezes um grupo menor produz mais resultado que um grupo grande. É uma tentação deixar de pregar para pequenos grupos, principalmente quando são formadores de opinião (universitários, professores, profissionais liberais, etc.).

6 – Pregar em nome de Cristo e da Igreja

O pregador não é autônomo; é obrigado a pregar segundo o que ensina o Sagrado Magistério da Igreja. Para isso, deve observar criteriosamente o que a Igreja ensina, no Catecismo e nos documentos, sobre o tema que vai pregar. O Magistério explica a Bíblia, que nem sempre é fácil de ser entendida. O pregador não pode proibir o que a Igreja não proíbe; não pode aprovar o que a Igreja não aprova; não pode ensinar o que a Igreja não ensina, e não pode querer saber o que a Igreja não sabe. É um perigo espiritual. Ele não pode discordar nunca de um ensinamento da Igreja. Limite-se a ensinar o que a Igreja sabe e ensina. “A salvação está na verdade” (n. 851), diz o Catecismo. Para ser preparado, o pregador deve estudar sempre. Conhecer bem os dogmas da fé, as verdades sobre os sacramentos, a moral católica, etc…

O pregador não pode querer agradar as pessoas apenas afetivamente com a pregação, mas deve leva-las a meditar com profundidade na sua vida espiritual. Uma dose adequada de sensibilidade é conveniente, mas a conversão não pode ser buscada só por esse caminho. As pessoas imaturas na fé buscam a emotividade espiritual, então, o pregador não pode se perder nisso. Ajuda muito a pregação, os bons livros, sobretudo os escritos dos santos e o estudo de suas vidas.

7 – Preparar bem a pregação

Antes de tudo colocar-se em oração e pedir a luz do Espírito Santo para ser assistido e guiado na pregação; “ouvir a moção interior do Espírito Santo” sobre o assunto a pregar. Em seguida, preparar a pregação usando a Bíblia, o Catecismo, os livros, os documentos, etc.

A pregação deve ser clara, profunda e seguir uma sequência que vá aos poucos tornando mais fácil o entendimento da matéria que se deseja ensinar. Pode-se seguir um esquema escrito, mas sem se prender muito ao papel e à leitura para não cansar os ouvintes. A doutrina explanada sobre um assunto deve ser exemplificada sempre que possível com exemplos concretos e que sirvam de esclarecimento sobre o tema abordado. O uso de parábolas, como Jesus fazia, de histórias adequadas, ajuda o entendimento melhor do assunto, tirando-se delas lições importantes.

8 – Consagrar-se a Deus, aos anjos e aos santos

A pregação visa a mudança de comportamento dos ouvintes segundo o Evangelho. Claramente, o Inimigo de Deus e nosso, não fica satisfeito com isso, e de muitas formas tenta atrapalhar a vida do pregador e a pregação. Portanto, o pregador deve estar sempre em alerta, vigilante, se consagrar a Santíssima Trindade, e se recomendar à Virgem Maria, aos anjos e santos. E não deve temer pelo trabalho a executar, e nem temer o que o Mal possa querer fazer. Nada ele pode fazer sem o consentimento de Deus. Jesus disse: “Eis que Eu estou convosco todos os dias até o fim do mundo” (Mt 28,20). Ele é a segurança do pregador. Se você se preparou e rezou, tenha plena confiança de que a pregação será frutuosa. Nos meus 45 anos de pregador, desde a juventude, nunca vi um Encontro bem preparado dar errado, não ser bem concluído e não dar fruto. A mesma coisa posso dizer das pregações. A obra é de Jesus, Ele cuida dela. A Igreja tem o hábito de terminar as pregações sempre invocando a Virgem Maria e suas virtudes.

apostolado_menor9 – O tema da pregação

Este deve ser fornecido, em princípio, por quem a solicita, dentro de um programa a ser cumprido. Se for dado ao pregador a escolha do tema, ele deve ouvir as pessoas que o solicitaram para saber da necessidade espiritual do grupo para o qual vai pregar. Se isso não for possível, peça ao Espírito Santo que o ilumine para escolher o tema. Conheça para quem você vai pregar, o nível intelectual das pessoas, as maiores necessidades espirituais, e use os recursos adequados a cada auditório e local (microfone, data show, slides, música, encenação, etc.). é muito importante escolher bem esses recursos e prepara-los bem.

10 – Saiba ouvir as críticas construtivas

O pregador pode errar em alguma afirmação; eu já errei várias vezes. E o seu compromisso não pode ser consigo, mas com a verdade ensinada pela Igreja. “A Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm 3,15). Então, devemos dar graças a Deus quando alguém nos corrige; não podemos ficar magoados ou feridos. Não, confira se foi erro mesmo e faça a correção como for possível. A observação dos irmãos nos ajuda na vida de pregador; eles nos incentivam, comprovam o bom trabalho, etc..

Prof. Felipe Aquino

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Jan 26, 2016, 3:46:19 PM1/26/16
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Marcelo Guedes

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Prof. Felipe Aquino


As devoções da Igreja para cada mês do Ano

Posted: 26 Jan 2016 05:55 AM PST

orandoA Igreja procura santificar o ano todo celebrando a cada dia os Santos do dia, ou as festa e solenidades especiais. Mas também a cada mês do ano a Igreja dedica uma devoção particular. A escolha dessa devoção mensal é feita com base em algum acontecimento histórico ou alguma celebração litúrgica especial.

Essas devoções surgiram espontaneamente ao longo da vida da Igreja, e nem sempre é possível se determinar exatamente a data e o local de sua origem. E isto pode mudar de um país para o outro, dentro da unidade da Igreja respeitando a saudável diversidade; especialmente as diferenças culturais do Ocidente e do Oriente católicos. No livro “Orações de todos os tempos da Igreja” (Ed. Cléofas, 1998) você encontra orações para todas essas devoções.

Conheça algumas delas:

Em JANEIRO a devoção é dedicada o Santíssimo Nome de Jesus, porque oito dias após o Natal, São José o circuncidou dando-lhe o sagrado nome. A Igreja celebra oito dias após o Natal, em 2 janeiro, de acordo com o “Diretório da Liturgia” da CNBB, a festa do Santíssimo Nome de Jesus. O anjo disse a Maria: “Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus” (Lc 1, 30-31). Por causa das festas em Janeiro que pertencem a infância de Cristo, Janeiro também se tornou o mês dedicado a Santa Infância de Jesus.

FEVEREIRO é o mês da Sagrada Família porque após as celebrações do Natal, a Igreja a venera. Foi na Sagrada Família que Jesus viveu toda a a sua vida antes de começar a sua vida pública para a salvação a humanidade. Ali ele aprendeu as coisas santas, trabalhou com mãos humanas, obedeceu a Seus pais e se preparou para a grande missão. Olhando para a Sagrada Família a Igreja deseja que os casais e filhos aprendam a viver segundo a vontade de Deus. “O mundo seria bem melhor se o Natal não fosse um dia, se as mães fossem Maria e os pais fossem José”. Embora o começo da Quaresma mude de acordo com o calendário civil, uma boa parte de Fevereiro nos dá um espaço de tempo entre as celebrações do Natal e do foco maior na vida pública e no ministério de Jesus, que ocorre na Quaresma.

cpa_para_entender_e_celebrar_a_liturgia_1MARÇO é o mês da devoção a São José, porque a sua festa maior é no dia 19 de março: São José, o esposo da Virgem; o homem justo que teve a honra e a glória de se escolhido por Deus para ser o pai legal, nutrício, de Seu Filho feito homem. Coube a José dar-lhe o nome de Jesus. Neste mês a Igreja nos convida a olhar para este modelo de pai amoroso, esposo fiel e casto, trabalhador dedicado; pronto a fazer, sem demora a vontade de Deus. A Igreja lhe presta um culto de “protodulia” (primeira veneração).

Há muitas orações dedicadas a São José, a Ladainha em sua honra, o Terço de São José, etc.. Santa Teresa de Ávila disse que sempre que lhe fazia um pedido a São José, em uma de suas festas (19 de março ou 1 de maio), nunca deixou de ser atendida. Todos os seus Carmelos renovados tiveram o nome de São José.

O mês de ABRIL é dedicado a Eucaristia e ao Divino Espírito Santo. Quase sempre o Dia da Páscoa cai em abril; e, mesmo quando cai em Março, o período pascal de 40 dias continua em abril. A Eucaristia é o centro da vida da Igreja. Ela é o Sacrifício de Cristo que se atualiza (torna-se presente) no altar, na celebração da santa Missa; e Alimento (banquete) do Cordeiro que se dá como alimento espiritual. É a maior prova de amor de Jesus para conosco. Além da Missa, Ele permanece em estado de vítima oferecida permanentemente ao Pai em nossos Sacrários, para nos socorrer em todas as necessidades e estar sempre conosco. “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1).

MAIO é o mês da Virgem Maria porque é repleto de Suas Festas: 13 de maio (Na. Sa. de Fátima), Visitação (31 de maio); e por ser ela Mãe de Deus e nossa, o mundo cristão comemora o Dia das Mães no segundo domingo de maio, rogando-lhe que defenda, proteja e auxilie todas as mães em sua difícil missão. A devoção a Virgem Maria quer destacar o papel fundamental dela de Medianeira de todas as graças, intercessora permanente do povo de Deus, modelo para as mães cristãs, pura e santa, sempre pronta e disposta a fazer a vontade de Deus. É o mês por excelência para as noivas se casarem e consagrarem seus casamentos a Ela, é o mês de rezar o Rosário e a Sua bela Ladainha lauretana.

JUNHO é o mês do Sagrado Coração de Jesus. Uma devoção que começou por volta do ano 1620 quando Jesus a pediu a Santa Margarida Maria Alacoque. Foi divulgada no mundo por São Claudio de La Colombiere, que era diretor espiritual da Santa. Era um tempo em que havia uma perigosa heresia chamada jansenismo, que impedia os católicos de Comungarem com frequência e incutia medo de Deus nas pessoas. A devoção ao Sagrado Coração quer mostrar um Jesus humano, misericordioso, pronto a perdoar como o Pai do filho pródigo; e que encoraja a participação na Adoração a Eucaristia e a receber a Sagrada Comunhão na primeira sexta-feira de cada mês. Conhecemos a bela Ladainha do Sagrado Coração de Jesus e inúmeras orações compostas pelos santos.

JULHO é dedicado ao Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor; e a festa específica é no primeiro Domingo do mês. O Sangue de Jesus é o “preço da nossa salvação”. A piedade cristã sempre manifestou, através dos séculos, especial devoção ao Sangue de Cristo derramado para a remissão dos pecados de todo o gênero humano, e atravessando a história até hoje com Sua presença real no Sacramento da Eucaristia. O Papa São João Paulo II, em sua Carta Apostólica “Angelus Domini”, frisou o convite de João XXIII sobre o valor infinito daquele Sangue, do qual “uma só gota pode salvar o mundo inteiro de qualquer culpa”.

AGOSTO é o mês dedicado às vocações no Brasil. Em cada semana do mês a Igreja destaca uma modalidade delas: a vocação sacerdotal, matrimonial, religiosa e os leigos. A vocação define a vida religiosa da pessoa, e é dada por Deus a cada um. Em Sua bondade e sabedoria, Deus distribui Seus dons a cada um como lhe apraz; o importante é que cada um descubra a sua vocação, e nela se realize fazendo o bem a todos. Especialmente é tempo dos jovens rezarem pedindo a Deus o discernimento para o caminho a seguir. De modo especial os leigos devem assumir a sua missão no mundo, como “sal da terra e luz do mundo”; fiéis aos ensinamentos da Igreja, levando o Evangelho a todas as realidades temporais.

SETEMBRO no Brasil é o mês da Bíblia, com a finalidade de que o povo católico se aproxime mais dela, a leia e medite, a conheça e aprofunde os seus conhecimentos bíblicos, promovendo cursos bíblicos, etc.. Não é sem razão que São Pedro disse: “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus” (2 Pd 1,20-21). A Carta aos Hebreus nos lembra de que que “a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).

cpa_ora_es_de_todos_os_tempos_da_igrejaOUTUBRO é o mês do santo Rosário e das Missões. Santo Rosário porque a Europa cristã se viu livre da ameaça muçulmana que queria destruir o cristianismo, no ano 1571; mas foram vencidos pelas forças cristãs na Batalha de Lepanto, no mar da Grécia. O Papa São Pio V pediu aos exércitos cristãos que levassem a “arma do Rosário”. Como a grande e milagrosa vitória se deu no dia 7 de outubro, o Papa instituiu neste dia a Festa de Nossa Senhora do Santo Rosário. O mês das missões é um devoção para estimular ainda mais a missão evangelizadora que Cristo confiou à Igreja. Mandou que seus discípulos fossem pelo mundo todo, pregando o Evangelho e batizando a todos.

NOVEMBRO é mês dedicado às almas do Purgatório. O Dia de Finados, no dia 2 de Novembro, é dedicado às orações por todos os fiéis falecidos. O Papa Paulo VI, na “Constituição das Indulgências”, de 1967, estabeleceu indulgências parciais e plenárias pelas almas do purgatório, e determinou a semana de 1 a 8 de novembro como a semana das almas, em que podemos lucrar indulgências plenárias a elas mediante uma visita ao cemitério para rezar por elas, tendo se confessado, comungado e rezado pelo Papa (Pai Nossa, Ave Maria, Glória ao Pai). As almas, por elas mesmas não podem conseguir sua purificação; dependem de nossas orações, missas, esmolas, penitências, etc., por elas.

DEZEMBRO é o mês do Advento e do Natal. São quatro semanas de preparação para a vinda de Cristo no Natal. Arma-se a “coroa do Advento”, com uma vela acessa a cada domingo, meditando esse tempo de graça. É um tempo propício para preparação espiritual e piedosa para celebrar o Natal e também a segunda e definitiva vinda do Senhor. É o tempo do Presépio, que nos ajuda a meditar este grande mistério da Encarnação do Verbo, que “se fez pobre para nos enriquecer”, como disse São Paulo.

Prof. Felipe Aquino

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Jan 29, 2016, 2:49:30 PM1/29/16
to Missão Jovem

Marcelo Guedes

"A nossa oração chega ao coração de Deus!"
"Onde o Espírito de Deus está milagres acontecem!"

Missão Jovem - Grupo Jesus - Paróquia Nossa Senhora da Santissima Trindade



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Prof. Felipe Aquino


As exigências do Pai-Nosso

Posted: 29 Jan 2016 08:05 AM PST

oracao-do-painossoCrer que Deus é nosso Pai tem consequências enormes para toda a nossa vida, e exige de nós algumas atitudes!

Sabemos que esta é a “Oração perfeita”, pois saiu do coração de Jesus quando um dos discípulos pediu-lhe que os ensinassem a rezar (Lc 11,1). São sete pedidos perfeitos ao Pai. Saudamos a Deus como Pai – uma ousadia de amor – e lhe fazemos três pedidos para a Sua Glória e realização de Sua santa vontade, e mais quatro pedidos para nossas necessidades.

O Pai-Nosso é o resumo de todo o Evangelho, como disse Santo Agostinho, “Percorrei todas as orações que se encontram nas Escrituras, e eu não creio que possais encontrar nelas algo que não esteja incluído na Oração do Senhor”.

No Sermão da Montanha e no Pai-Nosso a Igreja ensina que o Espírito Santo dá forma nova aos nossos desejos, o que anima a nossa vida. De um lado Jesus nos ensina uma “vida nova”, por palavras, e por outro lado nos ensina a pedi-la ao Pai na oração, para a podermos viver.

É a oração dos filhos de Deus, que deve ser rezada com o coração, na intimidade com o Pai, para que se torne em nós “espírito e vida”. Isto é possível porque o Pai enviou aos nossos corações o Espírito do Seu Filho que clama em nós Abba, Pai. (Gal 4,6), e nos fez seus filhos adotivos em Jesus Cristo.

De pecadores que somos, mas perdoados em Cristo, podemos levantar os olhos para o Pai e dizer “Pai-Nosso”.

pai_nosso_menorLeia também: Meditando o Pai Nosso

Por que na missa não se diz “amém” no final do Pai-Nosso?

A Oração do Senhor: Pai Nosso

“Pai-Nosso”: Deus é nosso Pai!

Crer que Deus é nosso Pai tem consequências enormes para toda a nossa vida, e exige de nós algumas atitudes:

1 – Conhecer a majestade e a grandeza de Deus. “Deus é grande demais para que o possamos conhecer”(Jó 36,26). Santa Joana D`Arc disse, “Deus deve ser o primeiro a ser servido”.

2 – Viver em ação de graças. Tudo o que somos e possuímos vem Dele. “Que é que possuis que não tenhas recebido?”(1Cor 4,7). “Como retribuirei ao Senhor todo o bem que Ele me fez?”(Sl 116,12).

3 – Confiar em Deus em qualquer circunstância, mesmo na adversidade. “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça e tudo o mais vos será dado por acréscimo”(Mt 6,33).

4 – Conversão continua e vida nova. Desejo e vontade de assemelhar-se a Ele, pois fomos criados a sua semelhança.

5 – Se comportar como filho e não como mercenário que age por interesse ou escravo que obedece por temor.

6 – Contemplar sem cessar a beleza do Pai e deixá-la impregnar a alma.

7 – Cultivar um coração de criança, humilde e confiante no Pai, pois é aos pequeninos que Ele se revela.

8 – Conversar com Deus como seu próprio Pai, familiarmente, com ternura e piedade.

9 – Ter a esperança de alcançar o que lhe pede na oração. Como Ele pode nos recusar alguma coisa se nos aceitou adotar como filhos.

Assista também: Como surgiu o Pai-Nosso?

10 – Conhecer a unidade e a verdadeira dignidade de todos os homens, todos criados a imagem e semelhança de Deus (Gen 1,27).

11 – Desapegar-se das coisas que nos desviam Dele. “Meu Senhor e meu Deus, tirai de mim tudo o que me afasta de vós. Meu Senhor e meu Deus, dai-me tudo que me aproxima de vós. Meu Senhor e meu Deus, desprendei-me de mim mesmo para doar-me inteiramente a vós.” (S. Nicolau de Flue).

O Pai nos ama tanto que não nos quer perder de forma alguma para os deuses falsos que querem lhe roubar a glória e o nosso coração. Por isso o Pai nos corrige com “correção paterna”(cf. Hb 12,4s). Nem sempre entendemos os seus mistérios, mas Ele sabe o que precisamos e conduz a nossa vida com amor.

Santa Catarina de Sena, doutora da Igreja disse, `Tudo procede do amor, tudo está ordenado a salvação do homem, Deus não faz nada que não seja para esta finalidade”.

Prof. Felipe Aquino

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