Ricardo Luiz Silveira da Costa
unread,May 24, 2010, 6:36:42 PM5/24/10Sign in to reply to author
Sign in to forward
You do not have permission to delete messages in this group
Either email addresses are anonymous for this group or you need the view member email addresses permission to view the original message
to Kátia Brasilino Michelan, Atendimento Microsoft, Yehokhanan Mikhael, De Re Militari, Ana Minecan, minteresante, Hotel Minuano, Mirall, Carlos Miranda, Bruno Miranda, Míriam, miriamlils, mitral, Projekt Mittelalter, mjcasaus, mjplato, mjsanz, mjsoto, mmkeller, moaman
BLASCO VALLÈS, Almudena, e COSTA, Ricardo da (coords.).
Mirabilia 10.
A Idade Média e as Cruzadas
La Edad Media y las Cruzadas - The Middle Ages and the Crusades
Janeiro-Junho 2010
ISSN 1676-5818
Peço a mais ampla divulgação.
I ask for a broader propagation.
Muito obrigado
Many thanks
--
Ricardo da Costa (Ufes)
Site:
www.ricardocosta.com
Revista Mirabilia (dir.):
www.revistamirabilia.com
***
"Como até agora me senti frustrado em minha expectativa, não posso encobrir
mais a minha dor, nem reprimir a minha ansiedade, nem dissimular a minha
tristeza. Por isso, minha ferida me induz a chamar àquele que me feriu e,
desprezadamente, requerer àquele que me desprezou, humilhando-me para
satisfazer a injúria de meu injuriante, e rogando a quem devia me rogar (...)
Não pretendo discutir, mas dirimir a discussão. Fugir da perseguição não é
culpa do fugitivo, mas do perseguidor. Não o contradigo. Omito os fatos, não
discuto as culpas, não retrato as causas, não recordo as injúrias. Isso só
serve para instigar as discórdias, não para mitigá-las. Somente quero falar o
que mais me afeta. Sofro muito porque não te tenho ao meu lado, não te vejo,
pois vivo sem ti e, para mim, morrer por ti é viver, e viver sem ti é morrer.
Não me pergunto por que fostes; o que me dói é que não voltes. Não denuncio as
causas de tua partida, mas a dilação de teu regresso. Vem e façamos as pazes;
volta e satisfaça meus desejos. Vem, insisto, volta que eu cantarei com
gozo: “Fora morto e reviveu; fora perdido e encontrado”, BERNARDO DE CLARAVAL,
Epístola I, 1.