Revista Mirabilia 11 online - O Tempo e a Eternidade no mundo Antigo e Medieval (2010/2)

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Ricardo Luiz Silveira da Costa

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Dec 2, 2010, 3:51:18 PM12/2/10
to Meyre, mga, mibral, Ricardo Arcanjo Micael, Paola Miceli (Universidad Nacional de General Sarmiento), Kátia Brasilino Michelan, Atendimento Microsoft, Yehokhanan Mikhael, Editor Revista Brasiliera de História Militar, Polícia Militar, De Re Militari, Ana Minecan, minteresante, Hotel Minuano, Mirall, Bruno Miranda, Carlos Miranda, Míriam, miriamlils, mitral
COSTA, Ricardo da (org.).
Mirabilia 11 - O Tempo e a Eternidade no mundo antigo e medieval
www.revistamirabilia.com

***

Apresentação
VI Semana do Instituto Sapientia de Filosofia (ISF).
Tempo e Eternidade na Idade Média
Pe. Dilonei Pedro MÜLLER (ISF)

***

Artigos
1.
Uranos, Cronos e Zeus: a mitologia grega e suas distintas percepções do tempo
(Uranus, Cronus and Zeus: Greek mythology and its differents
conceptions about time)
Ana Teresa M. GONÇALVES (UFG) e Ivan VIEIRA Neto
p. 1-17.

2.
Concepção e imortalidade da alma em Platão
(Conception and immortality of the soul in Plato)
Evandro PEGORARO (ISF) e Juliano de SOUZA
p. 18-58.

3.
A Ética Aristotélica
(The Aristotelian Ethics)
Gustavo Ellwanger CALOVI (ISF) e Gustavo Luis MARMENTINI
p. 59-79.

4.
O livre-arbítrio e o mal em Santo Agostinho
(The free will and the evil in Saint Augustine)
Ricardo J. BELLEI (ISF) e Délcio Marques BUZINARO
p. 80-98.

5.
Santo Agostinho: Fé, Esperança e Caridade
(Saint Augustine: Faith, Hope and Charity)
Emerson DETONI (ISF)
p. 99-116.

6.
En futuro perfecto. El fin del tiempo en Agustín, los apocalípticos y
los gnósticos
(In perfect future. The End of Time in Augustine, the apocalyptic and Gnostic)
Luis Felipe JIMÉNEZ JIMÉNEZ (Universidad Autónoma de Zacatecas/UAZ/México)
p. 117-135.

7.
Tempo e Eternidade em Santo Agostinho
(Time and Eternity in Saint Augustine)
Marcos Roberto Nunes COSTA (Universidade Federal de Pernambuco)
p. 136-155.

8.
O fim do(s) tempo(s) como o fim da História. Uma discussão sobre as
mutações da concepção e percepção do Tempo entre o último período
antigo e o advento do Cristianismo
(The end of time [or times] as end of the History. A discussion about
the mutations of the conception and perception of the Time between the
last old period and the coming of the Christianity)
Ronaldo AMARAL (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul)
p. 156-168.

9.
Se Deus é eterno
(If God is eternal)
Dilonei Pedro MÜLLER (ISF)
p. 169-182.

10.
Tempo e Eternidade em Santo Tomás de Aquino
Time and Eternity in Saint Thomas Aquinas
Carlos NOUGUÉ (Società Internazionale Tommaso d'Aquino)
p. 183-199.

11.
Medir y clasificar el tiempo de la costumbre: la obstinada tarea de
los juristas medievales
(Measure and classify the usual time: the dogged work of medieval jurists)
Paola MICELI (Universidad Nacional de General Sarmiento/UNGS/Argentina)
p. 200-211.

12.
Narrativas do tempo: Agostinho e Joaquim de Fiore
(Narratives of time: Augustine and Joachim of Fiore)
Noeli Dutra ROSSATO (Universidade Federal de Santa Maria)
p. 212-226.

13.
"Xeque-mate ao tempo, às formas e ao lugar". Mestre Eckhart
(1260-1328) entre o fluir do tempo e o remanso da Eternidade
("Checkmate to the time, the forms and the place". Meister Eckhart
between flowing of time and stillness of Eternity)
Matteo RASCHIETTI
p. 227-239.

14.
Tempo e eternidade em João Duns Scotus (c. 1265-1308) e Francisco de
Mayronis (c. 1280-1327)
(Time and eternity in John Duns Scotus and Francis of Mayrone)
Roberto Hofmeister PICH (PUCRS)
p. 240-279.

15.
O Tempo na Cosmovisão Judaica
(Time in Jewish Worldview)
Jane Bichmacher de GLASMAN (UERJ)
p. 280-295.

***

Resenha
1.
Algumas reflexões sobre a análise semântica do vocabulário econômico e
financeiro medieval realizada por Dominique Ancelet-Netter
(Some thoughts on the semantic analysis of economic and financial
medieval vocabulary held by Ancelet-Dominique Netter)
Josemar Machado de OLIVEIRA (UFES)
p. 296-302.

--
Dr. Ricardo da Costa (Ufes)
Site: www.ricardocosta.com
Revista Mirabilia (dir.): www.revistamirabilia.com
Site Filosofia-UFES: www.fil.ufes.br

***
"É muito prudente que pelo menos um tempo tu te subtraias das ocupações. Faça
qualquer coisa, menos permitir que te arrastem e te levem para onde não
queiras. Queres saber para onde? Para a dureza do coração e não me perguntes
o que é essa dureza de coração: se já não estremecestes, é porque já chegastes
nela (...) E quando é duro um coração? Quando não se rompe pela compunção, nem
se abranda com a compaixão, nem se comove na oração; não cede ante as ameaças,
nem se encrespa com os flagelos; é ingrato com os bens que recebe, desconfiado
com os conselhos, cruel nos julgamentos, cínico diante do indecoroso, impávido
ante os perigos, desumano com os homens, e temerário com o divino; dá
as costas
a tudo, o presente não lhe importa, não teme o futuro. É de coração duro o
homem que, do passado, só recorda as injúrias que lhe fizeram; não se
aproveita
do presente e, do futuro, só imagina a maquinação da vingança. Em outras
palavras: é de coração duro aquele que nem teme a Deus, nem respeita o homem".
BERNARDO DE CLARAVAL, Da Consideração, II.3.

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