[mgf-clinica] Fwd: Codificação da histerectomia

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Nuno Sousa

unread,
Apr 21, 2010, 5:35:44 AM4/21/10
to medicineone, mgf-c...@googlegroups.com
caros
 
a proposito de uma discussão recente (com a ana pisco usf tornada e jose mendonça usf villa longa) sobre como codificar as cirurgias de remoção de órgão, envio a ferramenta que anexo (do colegio australiano) que codifica gastrectomia como D52.006
 
pesquisem "gastrec"
 
abraço
 
ns

No dia 22 de Março de 2010 21:17, Ana Maria Azenha Pisco <anamari...@gmail.com> escreveu:


Nuno:
Não é que eu considere o código ideal o x99.01 , mas no livro (versão 1 –pg 36) diz relativamente á  utilização do componente 3 que “Este componente destina-se a classificar os procedimentos realizados in loco pelo prestador de cuidados primários”. Os codigos do componente 2 destinam-se a procedimentos executados por outros ( analises e vacinação por ex. Logo vacinação tetano=44). Assim não poderá ser utilizado o codigo 54 .

Bj
 Ana Pisco

On 10/03/22 20:31, "Nuno Sousa" <nuno.m....@gmail.com> wrote:

caro josé Mendonça
 
fui ler um pouco mais `fr3ente no livro e encontrei
 
 
Alguns sistemas exigem que os problemas sejam codificados apenas a partir dos

Componentes 1 e 7; outros aceitam códigos de outros componentes, de forma que, por

exemplo, se o doente vem solicitar uma vacina contra o tétano não motivada por nenhum

ferimento recente, o problema deve ser codificado como N44.


 
vou corrgir a mão !
 
obrigado
 
ns

 
No dia 22 de Março de 2010 20:10, José Mendonça <josem...@clix.pt> escreveu:
Caro Nuno:

Não quero fazer disto um problema mas não estou de acordo como que dizes.
Penso tratar-se dum problema de interpretação, mas posso estar errado...
Em nenhuma parte do texto que citas, e que também conheço, diz que o uso da ICPC para registo de problemas se limita exclusivamente ao uso dos componentes 1 e 7...
Além disso, quando construimos uma lista de problemas, qualquer cirurgia que eventualmente possa ter alguma relevância em função do seguimento que o doente possa vir a ter, deve constar dessa lista de problemas e eu não conheço outro modo de as codificar que não seja através do componente 3 - evidentemente assinalando a situação como problema inactivo e qual a data em que isso ocorreu.
Como codificas por exemplo uma cirurgia a uma neoplasia gástrica ou do cólon ou uma mastectomia ou até mesmo uma colecistectomia?
Não me parece que devam simplesmente ser remetidas para os antecedentes pessoais, pois qualquer uma delas pode ter implicações futuras em termos do seguimento que o doente possa ter...
 
Abraço
 
José Mendonça
 
----- Original Message -----
From: Nuno Sousa <mailto:nuno.m....@gmail.com>  
To: josem...@clix.pt
Sent: Monday, March 22, 2010 7:18 PM
Subject: Re: Codificação da histerectomia

está no proprio livro, página 33 (transcrito abaixo)
 
abraço
 
ns
 
5. Uso da ICPC para registar problemas

de saúde e procedimentos

Problemas de saúde

A ICPC pode ser usada para registar a avaliação que o técnico faz dos problemas de

saúde do doente em termos de sinais e sintomas ou diagnósticos e, portanto, deriva do

componente 1 e do componente 7. Este último baseia-se na lista de doenças, ferimentos e

problemas relacionados com a saúde da Classificação Internacional de Doenças (CID),

mas inclui como rúbricas separadas apenas aquelas que são relevantes ou mais comuns

nos cuidados primários.

Muitos problemas de saúde tratados nos cuidados primários não podem ser denominados

como doenças ou ferimentos. Incluem sinais e sintomas, que se encontram enumerados

no Componente 1. Por vezes não há qualquer problema de saúde envolvido num

episódio de cuidados, como quando se trata de um pedido de vacina, uma citologia ou um

conselho. Estes episódios podem ser registados como A97 (Sem doença) ou A98

(Medicina preventiva/de manutenção da saúde).

Nos Componentes 1 e 7 os correspondentes na códigos CID-10 estão listados para cada

rúbrica. Por vezes verifica-se uma correspondência exacta de um para um, mas geralmente

há vários códigos CID para uma rúbrica ICPC-2, e outras vezes vários códigos ICPC-2

para uma só rúbrica CID-10. No Capítulo 10 há um quadro de conversão completo.


No dia 22 de Março de 2010 16:18, <josem...@clix.pt> escreveu:

E quem é que teve essa brilhante ideia? Que eu saiba há princípios teóricas da utilização da ICPC e da construção da lista de problemas que exigem que por exemplo, algumas cirurgias, como é a presente constem da lista de problemas, mesmo que como problemas passivos, pelo que é necessário usar esse componente....

José Mendonça



On Seg Mar 22 8:37 , Nuno Sousa sent:

caro  josé Mendonça
 
o componente 3 não pode ser usado para codificar nem o A do SOAP nem a lista de problemas !!!
 
ns

No dia 21 de Março de 2010 22:44, José Mendonça <josem...@clix.pt> escreveu:
Caro Nuno
 
Recebi uma mensagem do Performance onde é mencionada a criação duma subrubrica X99.01, para codificação da histerectomia.
Acho que é uma rubrica importante, pois permite conhecer quais as mulheres que devem ser excluidas da realização de citologias, mas parece-me que o código correcto a usar deve ser o código ICPC X54.01, pois trata-se dum procedimento e não de um  diagnóstico, pelo que deverá ser usado o componente 3 da ICPC (componente das medicações, tratamentos  e procedimentos terapêuticos) em vez do componente 7 (referente a diagnósticos e doenças).
Ao teu cuidado
 
Um abraço
 
José Mendonça





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Dr. Nuno Sousa
Unidade Saúde Familiar Dafundo
917426407

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Dr. Nuno Sousa
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Jose Nunes

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Apr 21, 2010, 11:08:00 AM4/21/10
to mgf-c...@googlegroups.com
Caros,
 
A ICPC é uma classificação dos cuidados de saúde primários. A histerectomia não é um procedimento dos cuidados de saúde primários, tal como acontece com a apendicectomia, pelo que não é codificável como procedimento em Cuidados Primários. Embora deva estar nos antecedentes pessoais. Mas a ICPC não foi feita para classificar antecedentes pessoais.
 
Zé Nunes

 
2010/4/21, Nuno Sousa <nuno.m....@gmail.com>:



--
José M Nunes

Daniel Pinto

unread,
Apr 21, 2010, 11:44:18 AM4/21/10
to mgf-c...@googlegroups.com
Olá Nuno,

Eu diria que a histerectomia é um procedimento e não um problema de
saúde, pelo que não deve ser codificada nos problemas da ICPC-2. O que
me parece útil classificar é o problema de saúde que lhe deu origem:
mioma - X78; neoplasia - X77; prolapso - X87; etc. Esse problema pode
ser colocado como inactivo se a histerectomia conduziu à sua resolução
completa. O que costumo fazer (no SAM) é colocar nas notas desse
problema que a utente fez histerectomia e a data da cirurgia.

Da mesma forma, a Classificação Internacional das Doenças (ICD-10)
também não tem um código específico para a histerectomia,
apendicectomia ou qualquer outro gesto cirúrgico. É por isso que a OMS
está a desenvolver uma classificação internacional de intervenções
(http://www.who.int/classifications/ichi/en/index.html).

Mesmo que fizéssemos histerectomias nos centros de saúde, só teria
lógica codificar esse procedimento na data em que é realizado.

Não digo que não se possa criar um código específico para a
histerectomia, mas tal deverá acontecer dentro do respectivo problema
de saúde. Seria, por exemplo, X87.1 - Prolapso útero-vaginal com
histerectomia.

Eventualmente poderia existir um código na ICPC para ausência de um
determinado órgão (de útero, de ovários, de um rim, de um pulmão,
etc.), mas isso não é uma doença (a não ser que seja congénito, nesse
caso é codificável na rubrica própria).

Abraço

--
Daniel Pinto

Email: danielj...@gmail.com
WWW: www.danielpinto.net
Informação de contacto: www.danielpinto.net/contacto/

Jose Nunes

unread,
Apr 21, 2010, 11:50:26 AM4/21/10
to mgf-c...@googlegroups.com
Daniel,
 
Esse é também o meu entendimento. Não peçam à ICPC aquilo para que ela não foi criada.
 
Zé Nunes

 
2010/4/21, Daniel Pinto <danielj...@gmail.com>:



--
José M Nunes

Nuno Sousa

unread,
Apr 21, 2010, 5:07:17 PM4/21/10
to mgf-c...@googlegroups.com
Daniel e José Nunes
 
se "ter uma prótese" é codificável nos problemas activos, porque é que "não ter um orgão" não o pode ser ?
 
para algumas pessoas "não ter útero" é algo que tem que estar na lista de problemas activos , assim como "não ter estomago" ou "não ter pulmão"
 
para além disso, lendo melhor a ICPC (capitulos iniciais), descobri o seguinte (transcrição):
 
"Alguns sistemas exigem que os problemas sejam codificados apenas a partir dos
Componentes 1 e 7; outros aceitam códigos de outros componentes, de forma que, por
exemplo, se o doente vem solicitar uma vacina contra o tétano não motivada por nenhum
ferimento recente, o problema deve ser codificado como N44. "
 
 logo, parece que os componentes 2 a 6 podem ser usados para, em xircunstancias especais, codificar problemas de saude !!
 
ns
 
por acaso a génese da necessidade da codificação de "histerectomia" foi a necessidade de identificação
--
Dr. Nuno Sousa
Unidade Saúde Familiar Dafundo
nuno.m....@gmail.com
917426407

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Daniel Pinto

unread,
Apr 21, 2010, 5:37:34 PM4/21/10
to mgf-c...@googlegroups.com
Nuno, mas antes disso diz:

«Por vezes não há qualquer problema de saúde envolvido num episódio de cuidados, como quando se trata de um pedido de vacina, uma citologia ou um conselho. Estes episódios podem ser registados como A97 (Sem doença) ou A98 (Medicina preventiva/de manutenção da saúde).»

Portanto, a mensagem que tiro é que depende do sistema exigir que os problemas sejam codificados pelos componentes 1 e 7 ou não.

A ICPC também permite identificar alguns grupos de utentes pela lista de problemas porque têm uma patologia comum (hipertensos, diabéticos, etc.), mas não permite identificar outros onde diversas doenças podem qualificá-los para fazer parte desse grupo (anticoagulados, acamados, etc.). Isto porque a ICPC não foi desenhada para identificar grupos de doentes.

Se não fosse a necessidade de verificar o cumprimento do indicador das citologias seria preciso identificar as mulheres histerectomizadas numa lista de utentes? Tenho algumas dúvidas... É certo que a ICPC, como qualquer classificação, só existe para ter utilidade e nos facilitar a vida, mas não sei se é a melhor via para atingir este objectivo...

Abraço,

José Mendonça

unread,
Apr 21, 2010, 5:48:34 PM4/21/10
to mgf-c...@googlegroups.com
Caros:
 
Esta situação foi por mim despoletada devido a sentir necessidade de incluir na lista de problemas cirurgias que, pela sua natureza, tenham consequências em termos do seguimento do doente em questão, embora obviamente não executadas nos cuidados primários.
Se uma amigdalectomia ou uma adenoidectomia devem figurar nos antecedentes pessoais, na minha perspectiva, e foi assim que me ensinaram, uma histerectomia, uma gastrectomia ou uma esplenectomia, por exemplo, por serem situações que podem ter implicações no seguimento do doente em questão, devem figurar na lista de problemas.
No velhinho livro do Rui Caeiro "Registos Clínicos em Medicina Familiar", fazendo referência  aos critérios de inclusão para o que deve constar duma lista de problemas, definidos pelo Royal College of Genereral Practicioners na publicação "Medical Records in  General Practice", é explicitamente citado o caso da gastrectomia.
A questão da codificação pela ICPC pode colocar-se, em virtude de não ser um procedimento efectuado pelo próprio.
Mas não assinalamos esse tipo de situações no A do SOAP quando essa questão vem à liça na consulta? Não a devemos ter em conta para depois elaborarmos o plano para esse doente?
Se a sua codificação utilizando a ICPC do  modo assinalado pelo Nuno (e pelos vistos usada pelos australianos) não é correcta, então como poderemos codificar esse tipo de situações - uma vez que usamos registos informatizados, só assim deles poderemos tirar o melhor proveito...
 
Abraço
 
José Mendonça
----- Original Message -----
From: Nuno Sousa

Jose Nunes

unread,
Apr 22, 2010, 10:13:50 AM4/22/10
to mgf-c...@googlegroups.com
A ICPC, nasceu para codificar episódios, na prática tem sido usada para codificar consultas. A Histerectomia não é um problema. Tal como a herniorrafia também não o é! A apendicectomia não o é. Tem toda a ligitimidade e liberdade para codificarem os antecedentes pessoais, mas isso será sempre uma codificação pessoal ou regional, não a CIPC. Os Australianos usam uma adaptação (ou evolução se quiserem) da ICP, conhecida por ICPC-Plus.
 
Zé Nunes

 
2010/4/21, José Mendonça <josem...@gmail.com>:



--
José M Nunes

Jose Costa

unread,
Apr 23, 2010, 5:13:12 AM4/23/10
to mgf-c...@googlegroups.com
Caro José Nunes e restantes colegas:
 
Não é minha intenção criar nenhum movimento de secessão local ou regional relativamente ao uso da ICPC...
O nome do José Nunes está ligado à história da ICPC e não haverá ninguém melhor para nos relembrar as raízes da criação da classificação que usamos.
Parece-me, todavia, que há aqui três questões que merecem alguma reflexão...
Uma diz respeito ao uso da ICPC para codificar problemas, que utiliza exclusivamente os componentes 1 e 7, sobre a qual não me parece haver qualquer dúvida.
Outra questão, que eu levantei, é a inclusão, ou não, de determinados "procedimentos", mesmo que não executados por nós, na "lista de problemas", como depreendo da descrição no livro do Rui Caeiro.
Estou errado quando considero importante incluir na "lista de problemas", como "problemas passivos", obviamente,  cirurgias como a histerectomia, gastrectomia, esplenectomia, e outras "tomias", com consequências no seguimento do doente em questão?
Se esse procedimento for incorrecto, terei que emendar a mão e deixar de o fazer.
Se for correcto, teremos então que considerar o modelo de classificação a usar para codificar esses procedimentos incluidos na "lista de problemas"
Se não for utilizada a ICPC, então qual a metodolgia de classificação?
Alguns colegas que usam o SAM já me explicaram que colocam, em texto livre, em campo existente à frente do problema que lhe deu origem, a descrição do procedimento. É uma hipótese... embora não seja usada uma codificação que depois permita mais facilmente trabalhar os dados do ponto de vista estatístico.
Pelo que depreendi, os australianos, através do uso da ICPC-Plus, fizeram essa adaptação.
Já agora, José Nunes, isso foi algum movimento regional de adaptação ou obedeceu a uma estratégia da WONCA em termos de evolução do sistema de classificação (pergunto mesmo só por desconhecimento)?
Prevê-se alguma actualização da ICPC? (a ICPC-2 data de 1993, não é verdade?)
Peço desculpa pelo tempo que vos ocupo, mas acho importante fazermos sobre isto uma reflexão que permita procedimentos o mais homogéneos possível.
Já agora, alguém que já tenha tido contacto com sistemas de registo electrónico usados noutros países pode dar alguma contribuição?
Abraço
 
José Mendonça
 
 


 
2010/4/22 Jose Nunes <josemen...@gmail.com>

Luís Filipe Gomes

unread,
Apr 22, 2010, 11:00:54 AM4/22/10
to mgf-c...@googlegroups.com

Problema

Tudo o que requer diagnóstico ou gestão, ou que interfere com a qualidade de vida tal como é entendida pelo paciente.

 

Activos

- Todos os que persistem de épocas anteriores ou que começam no momento da anotação, desde que necessitem de medidas terapêuticas e/ou de seguimento.

 

Passivos

- Aqueles que, não afectando presentemente o paciente, devem ser tidos em conta, quer por motivos de controlo, quer devido a uma possível reactivação, quer ainda por serem potencialmente incapacitantes.

 

 

 

Classificam-se (os problemas) usualmente pela ICPC (ICPC II Definida).

 

Podem ser: diagnósticos; sintomas físicos; problemas sociais ou económicos; qualquer ítem de ordem fisiológica, patológica, psicológica ou social que preocupe o paciente e/ou o Médico; qualquer ítem que o Médico acredite não se poder dar ao luxo de esquecer ou que requeira atenção e/ou cuidados continuados.

 

Podem ser anatómicos, fisiológicos, sinais, sintomas, económicos, sociais, psiquiátricos, incapacidades ou limitações, diagnósticos específicos, testes laboratoriais anormais ou factores de risco.

 

 

Zé Luis

unread,
Apr 27, 2010, 6:25:22 PM4/27/10
to mgf-c...@googlegroups.com

No seguimento das duvidas relativas à classificação ICPC2, como classificam no "A" sindrome paraneoplásico? Estou a pensar num doente que apresenta queixas que "muito provavelmente" são paraneoplásicas (a uma neoplasia conhecida ou não).
 
José Luís Fernandes
Interno DA USF Nova Via

 

 

 
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Isabel Lourenço Ribeiro

unread,
Apr 27, 2010, 6:30:00 PM4/27/10
to mgf-c...@googlegroups.com
Na minha opinião só à posteriori saberás se se trata ou nao de um sind paraneoplasico! Acho de queves ir classificando os sintomas (ainda que inespecificos) ate ao momento em que farás o diagnóstico... 
 
 
 
 
Isabel Lourenço Ribeiro
-------Mensagem original-------
 
Data: 27-04-2010 23:26:00
Assunto: [mgf-clinica] Dúvida ICPC2
 

No seguimento das duvidas relativas à classificação ICPC2, como classificam no "A" sindrome paraneoplásico? Estou a pensar num doente que apresenta queixas que "muito provavelmente" são paraneoplásicas (a uma neoplasia conhecida ou não).
 
José Luís Fernandes
Interno DA USF Nova Via

 

 

 
 
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Jose Nunes

unread,
Apr 27, 2010, 7:26:49 PM4/27/10
to mgf-c...@googlegroups.com
A Sindrome paraneoplásica não é uma entidade nosológica só por si pelo. pode-se registar pelos sintomas até que se tenha dignósticos mais precisos, como hipocratismo digital, produção inadequada de HAD, acroparestesias, tromboembolismo, etc. Por outro lado, o poder discriminatório da ICPC só vai até aos problemas que tenham uma prevalência, em ´Clinica Geral, superior a 1 caso por 1000 habitantes por ano.
 
José Mendes Nunes

--
José M Nunes
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