Portões do prédio de antiga Febem no Bairro Horto, na capital, reabrem hoje para oferecer a alunos da rede estadual conhecimentos e tecnologia do futuro em 16 galpões e oficinas

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Maria Alice Guardieiro

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Jun 17, 2009, 11:23:58 PM6/17/09
to midia-ed...@googlegroups.com, mediacao-pedagogica-e...@googlegroups.com

É uma iniciativa super interessante. Isto tiram muitas crianças e adolescentes da rua.

Passa ocupar o corpo e a mente a auto-estima aumenta. Tudo melhora. O humor do adolescente, adoecem menos e o aprendizado flui muito melhor.

E não estou falando que um deles podem tornar no dia de amanhã profissional nas artes.

Houve um tempo atrás um movimento assim, o grupo Corpo de Balé viu uma menina  dançando convidou para fazer um teste no grupo de balé. E ela foi aprovada.

E hoje ela dança na Europa. Competência e a habilidade eles possuem falta é incentivo governamental e oportunidade.

Em tempo: Por que no tempo da FEBEM não aconteceu esta iniciativa????

Fonte Estado de Minas - 17-07-09


PLUG MINAS
Centro digital para jovens
Portões do prédio de antiga Febem no Bairro Horto, na capital, reabrem hoje para oferecer a alunos da rede estadual conhecimentos e tecnologia do futuro em 16 galpões e oficinas
Junia Oliveira
Jackson Romanelli/EM/D.A PRESS
Estudantes de escolas da Região Leste de BH participaram ontem de ensaio para inauguração do espaço, que vai formar 8 mil até o ano que vem

Um grande centro de experimentação, onde o aprendizado e a construção de conhecimento estão na dianteira de uma nova história. Os portões do prédio no Bairro Horto, na Região Leste de Belo Horizonte, que antes abrigava os internos da extinta Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem), agora se abrem para desenhar um futuro diferente. No local, será inaugurado hoje o novo espaço do Plug Minas – Centro de Formação e Experimentação Digital, um projeto voltado para estudantes da rede estadual de ensino entre 15 e 24 anos, por meio do qual serão oferecidas aulas de música, teatro, dança, circo, produção de áudio, vídeo, design gráfico, empreendedorismo e as várias outras atividades relacionadas à tecnologia e à cultura digital.

Numa área de 67 mil metros quadrados, serão instalados 16 galpões para trabalhar o eixo da cultura digital. A meta é atender 8 mil jovens até o ano que vem, quando todo o centro estará em pleno funcionamento. As instalações estão sofrendo algumas adequações e já têm cara nova. Grades de alvenaria perdem espaço para amplas janelas de vidro, para valorizar o espaço, a convivência e o verde do exterior. A formação humana para o trabalho é uma das principais apostas do programa, pois quanto mais acesso ao mundo virtual, mais apto o aluno estará.

O gerente-executivo do projeto, Carlos Gradim, diz que há dois mundos, o dos “imigrantes” e o dos “nativos da cultura digital”. “Toda a nossa construção se deu pelo mundo analógico. Hoje, os jovens estão no mundo digital, mas a escola continua vendo-os como imigrantes. Estamos tentando mudar isso. É o jovem protagonista e dono da própria transformação”, diz. Nos núcleos do Centro de Formação e Experimentação Digital, os estudantes participarão de várias atividades. “Todos os grupos têm um produto final, como um espetáculo, peças publicitárias, websites e, em algum momento, os conteúdos formais serão ditos, mas depois do experimento: aqui entrou a física, a química etc.”, relata Gradim.

VALORES DE MINAS O Plug Minas começa a funcionar com a transferência do programa Valores de Minas para o novo prédio e o lançamento do primeiro projeto especial Micronações. Cerca de 140 estudantes das escolas estaduais Henrique Diniz, Sagrada Família II, Professora Amélia de Castro e Coração Eucarístico, na região Leste da capital, fizeram um curso de artes plásticas em março e criaram 30 bandeiras, representando cada bairro da Região Leste. Agora, elas estão sendo confeccionadas por costureiras e bordadeiras do Bairro Alto Vera Cruz, em parceria com o Grupo Cultural Meninas de Sinhá.

Haverá também atividades para os professores da rede pública estadual e cada núcleo será mantido por parceiros da iniciativa privada. A gestão operacional do projeto ficará a cargo da parceria com o Instituto Cultural Sérgio Magnani. Este ano, devem ser atendidos 1 mil jovens. O investimento total na construção dos galpões, infraestrutura e mão de obra será de R$ 15 milhões. No segundo semestre começarão as atividades do núcleo Oi Kabum! – Escola de Arte e Tecnologia.

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PLUG MINAS
Multiplicação de arte e cultura
Junia Oliveira
Jackson Romanelli/EM/D.A PRESS
O arame farpado, último resquício da internação de menores, foi retirado ontem

O primeiro núcleo do Plug Minas, o Valores de Minas, foi criado em 2005 e oferece a jovens mineiros oportunidades de crescimento por meio de oficinas artísticas e culturais de teatro, circo, dança, música e artes plásticas. Este ano, as aulas começaram com a participação de 570 jovens. O programa já formou 1.950 pessoas, entre alunos, multiplicadores, professores de arte da rede estadual e ex-alunos que fizeram o curso de extensão.

A estudante Marcela Oliveira Rodrigues, de 18 anos, integrante do projeto, sonha com o futuro. Ela conta que sempre se interessou por arte e não teve dúvida: entrou no Valores de Minas para estudar canto. Atualmente no segundo módulo do programa, ela se prepara para ser multiplicadora de arte e cultura e levar dança, teatro e música para outros jovens de escolas públicas e, assim, formar professores e oficineiros. Hoje, a garota tem um desafio empolgante: estará no palco, ao lado de outros quatro cantores, acompanhados pela percussão, durante o evento no novo espaço do Plug Minas. “É uma experiência muito bacana, estou achando maravilhoso”, afirma.

Outro aluno, Magno Felipe de Andrade, de 15, começou a frequentar o Valores de Minas no início de 2008 e mal pode esperar para enfrentar nas escolas o desafio de repassar o que aprendeu. No teatro, ele achou uma nova vida: “Começou como brincadeira. A coordenadora do colégio falou da abertura de inscrições e fui com amigos por empolgação. Não sabia o que era arte. Minhas perspectivas mudaram. Fiquei mais crítico, passei a ser mais observador e amadureci dentro da arte”.
Maria Alice
Só sabemos com exatidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida.Von Goethe(1749 1832)
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