Bom dia.
A proposta do Sr.P.Alves até pode ser genuína mas padece de alguma ingenuidade. Não vou tão longe no discurso, nem na forma como o Sr. Emilio abordou esta questão (sem ofensa) mas posso garantir, não como chefe que alguma vez tivesse sido, mas como simples funcionária, que a “coisa” funciona direitinho como ele descreve.
Quando comecei a trabalhar, há alguns anos, rapidamente dei conta de como assim era. Não falo porque disso (h.extras) nunca beneficiei mas porque eu própria, nova e ingénua, também constatei este facto. E nem pensar romper com o vício instalado! Nas tentativas que fizesse, rapidamente percebi que acabaria ostracizada.
A questão é muito simples: caridade não tem nada a ver com solidariedade. A primeira é na vertical, a segunda na horizontal e é esta que encontra entraves na prática. A nossa condição de seres egoístas mais todos os defeitos que carregamos desde sempre é a raiz de todos os muitos problemas que causamos mas de que nos lamentamos também. Portanto, estamos como o cão em volta do rabo! Para mudarmos o que quer que seja, temos que dar, cada um de nós, o exemplo nas nossas vidas e a maioria das vezes, quando chega o valor da factura para pagar por essa tomada de posição, acaba-se rendido aos sistema instalado. Lamento não ter 18 anos e pensar como pensava naquela altura, acreditando que as flores no cabelo e o amor livre seriam a solução. Muita dessa gente dessa geração são aqueles que agora estão a dar cartas, rendidos ao dinheiro e às cotações na bolsa.
Saudações.
Boa noite Pedro
Quando falei ingenuidade não foi com sentido depreciativo não, mas apenas porque a ideia até seria boa, muito boa e ajudaria sim a combater o desemprego. Mas Pedro, a questão é que, tal como a estratégia que, muitas vezes, leva duas pessoas (duas apenas) a criarem uma sociedade (empresa) com a consequente repartição dos lucros, e tudo isto com a maior das boas vontades de ambas as partes, que funciona no início, pergunte-se por que será que na maioria das vezes, mais tarde, a sociedade acaba desfeita e também, muitas vezes, até com acusações mútuas?
Transpondo esta simples relação para uma relação de um maior numero de pessoas, a estratégia é (seria) boa sim, mas o problema reside na nossa natureza. Porque em boa verdade, há muita gente que, num qualquer momento (das dificuldades), adere mas logo, logo, para mostrar “serviço”, esquece o momento dos apuros e revela a sua verdadeira natureza.
Por alguma razão somos apelidados de chico espertos! E isso até na estrada, por causa de uns meros metros ganhos, se encontram! Isto para não falar de outros expedientes de que muitos se socorrem para resolverem questões pessoais, coisa muito própria, pelos vistos, da nossa cultura. Não creio estar a surpreende-lo, a ter que enumerar muitos desses expedientes.
Por isso o problema não está na estratégia repito, mas na natureza de alguns. E basta que um abra um precedente, imediatamente todos os outros lhe seguem o “exemplo”.
Sei, sei bem que o mercado de trabalho está difícil. Permita que não exponha a minha vida pessoal mas tenho muitas e boas razões para o compreender.
Saudações
M.Fátima
Boa noite Pedro
Quando falei ingenuidade n�o foi� com sentido depreciativo n�o,� mas apenas porque a ideia at� seria boa, �muito boa e �ajudaria sim a combater o desemprego.� Mas Pedro, a quest�o � que, tal como a estrat�gia que, muitas vezes, leva duas pessoas (duas apenas) a criarem uma sociedade (empresa) com a consequente reparti��o �dos lucros,� e� tudo isto com a maior das boas vontades de ambas as partes, que funciona no in�cio, pergunte-se por que ser� que na maioria das vezes, mais tarde, a sociedade acaba desfeita e tamb�m, muitas vezes, at� com acusa��es m�tuas?��
Transpondo� esta simples rela��o para uma rela��o� de um maior numero de pessoas,� a estrat�gia � (seria) boa sim, mas o problema reside na nossa natureza.� Porque� em boa verdade,� h� muita gente que, num qualquer momento (das dificuldades), adere mas logo, logo,� para mostrar �servi�o�, �esquece o momento dos apuros� e revela �a sua verdadeira natureza.
Por alguma raz�o� somos apelidados de chico espertos! E isso at� na estrada, por causa de uns meros metros ganhos, se encontram!� Isto para n�o falar de outros expedientes de que muitos se socorrem para resolverem quest�es pessoais, coisa muito pr�pria, pelos vistos, da nossa cultura.� N�o creio estar a surpreende-lo, �a ter que �enumerar muitos desses expedientes.
Por isso o problema n�o est� na estrat�gia �repito, �mas na �natureza de alguns. ��E basta que um abra um precedente, imediatamente todos os outros lhe seguem o �exemplo�.
Sei, sei� bem que o mercado de trabalho est� dif�cil.� Permita que n�o exponha a minha vida pessoal mas� tenho �muitas e boas raz�es para o compreender.�
Sauda��es
M.F�tima
�
�
From: pedrow...@gmail.com
Date: Tue, 23 Oct 2012 19:27:33 +0100
Subject: Re: [MDD:2572] PROPOSTA PARA COMBATER A TAXA DE DESEMPREGO EM PORTUGAL
To: mdd...@googlegroups.com
Boa Tarde
Prazer em conhecer, Rosa. Desculpe a minha�ignor�ncia mas n�o percebi onde est� a�ingenuidade!!!�Garanto-lhe que n�o tenho o dom de florear a minha escrita, mas pelo que me percebi , acho que n�o tem�consci�ncia�do grave problema que�actualmente�vivemos nas empresas... as pessoas s�o escravas e temem pelo seu emprego pois s�o for�adas a isso e muito menos fazem queixa a qualquer tipo de institui��o legal pois a�repres�lia�seria muito maior! eu�n�o�digo isto por que me apetece mas sim por que vejo isso diariamente.Alem disso esta ideia segundo j� tive a oportunidade de ver n�o � novidade..�existe�muitas pessoas que j� defendem algo semelhante: (ing�nuos ? )
dou a conhecer:http://www.youtube.com/watch?v=yVDF5KzlaUA
--
--�
�
�
�
Bom dia.�
A proposta do Sr.P.Alves at� pode ser genu�na mas padece de alguma ingenuidade.� N�o vou t�o longe no discurso, nem na forma como o Sr. Emilio abordou� esta quest�o (sem ofensa) mas posso garantir,� n�o como chefe que alguma vez tivesse sido, mas como simples funcion�ria, que a �coisa� funciona direitinho como ele descreve.�
Quando comecei a trabalhar, h� alguns anos, rapidamente dei conta de como assim era. N�o falo porque disso �(h.extras) nunca beneficiei mas porque eu pr�pria, nova e ing�nua, tamb�m� constatei este facto.� E nem pensar romper com o v�cio �instalado! �Nas tentativas que fizesse, rapidamente percebi que acabaria� ostracizada.�
A quest�o � muito simples: caridade n�o tem nada a ver com solidariedade.� A primeira � na vertical, �a segunda na horizontal e � esta que encontra entraves na pr�tica.� A nossa condi��o de seres ego�stas mais todos os defeitos� que� carregamos desde sempre � a raiz �de todos os muitos problemas� que� causamos� mas de que nos lamentamos tamb�m.� Portanto, ��estamos �como �o c�o em volta do rabo! ��Para mudarmos o que quer que seja, �temos �que� dar, cada um de n�s, �o exemplo nas nossas vidas e� a maioria das vezes, quando chega o valor da factura para pagar por essa tomada de posi��o,� acaba-se rendido aos sistema instalado.� Lamento n�o ter 18 anos e pensar como pensava naquela altura, acreditando que as flores no cabelo e o amor livre seriam a solu��o.� Muita dessa gente dessa gera��o s�o aqueles que agora est�o a dar cartas, rendidos ao dinheiro e �s cota��es na bolsa.��
Sauda��es.�
�
�
From: pedrow...@gmail.com
Date: Mon, 22 Oct 2012 01:18:22 +0100
Subject: [MDD:2570] PROPOSTA PARA COMBATER A TAXA DE DESEMPREGO EM PORTUGAL
To: mdd...@googlegroups.com
PROPOSTA PARA COMBATER A TAXA DE DESEMPREGO EM PORTUGAL�para combater o desemprego propunha a diminui��o das horas di�rias de trabalho e a penaliza��o grave de horas extras at� que o desemprego baixa-se.... por que o que est� acontecer nas empresas .. � que como estamos em crise, e o pessoal que ganha 500� � obrigado a trabalhar quase 12 horas por dia (sem horas extras) para manter o seu posto de trabalho... porque se n�o quer... h� quem queira... pois existe muita pessoa desesperada, Na pratica as empresas fecham neg�cios a pre�o a pouco mais do pre�o de custo a contar da escravid�o do pessoal... para alem de destruir o mercado das boas empresas.. estamos a criar postos de escravid�o
Os meus melhores cumprimentos
Pedro Alves
Telem: +351 96 007 00 55
Email: pedrow...@gmail.com
Messenger: centra...@centralvendas.com
Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000845161650#!/
Skype: pedrowhatever
--
--�
�
�
�
--
Olá António!
Não leves a mal o que vou dizer mas esse é um dos maiores disparates que muitas pessoas pensam. Mas como és Economista tá explicado... :-)
Vou dar-te um exemplo. O ser humano precisa de vários recursos para viver. Mas imagina que precisava só de laranjas.
Tu dizes que todo o cultivo, apanha, transformação, etc deve ser feito manualmente para assim todas as pessoas terem um emprego e receberem o seu salário.
Eu no entanto escolho inventar uns robos que fazem esse trabalho por nós e as pessoas apenas escrevem num computador o que precisam e tudo é levado á sua porta. Ou seja, ninguém tem emprego, todos tem apenas tempo livre.
Ou seja o único limite que existe nestes quadros é a quantidade de laranjas que cada um pode consumir.
Não vou gastar mais tempo e partilho esta nota que explica o resto:
https://www.facebook.com/notes/victor-mendes/5-simples-passos-para-salvar-portugal-e-transform%C3%A1-lo-no-pa%C3%ADs-com-o-maior-fib-do/503375843023424
Esse é o funcionamento do Modelo Cooperativo Familiar www.NOVACOMUNIDADE.org
Abraço
Vitor
Em 25-10-2012 09:50, António Manuel Pereira da Cruz escreveu:
Bom dia a todos,
Por mais boas ideias e boa vontade que se tenha, para resolver o
problema do desemprego, não só em Portugal como a nível mundial, a
solução é só uma: ACABAR COM A AUTOMAÇÃO!!!!! Enquanto o Homem
inventou máquinas para o ajudar em tarefas, a situação foi aceitável e
a convivência máquina/homem era pacifica. Assim que o Homem inventou
máquinas para substituir o Homem, foi o principio do fim. Enquanto não
renegarmos todos os serviços e produtos que sejam realizados sem uma
forte componente humana, esqueçam os empregos, porque neles não vão
aparecer. A tecnologia será o fim da humanidade. E por nossa culpa!
Muitos de vocês que irão ler este mail terão certamente via verde.
Pois não deveriam ter, porque foram umas centenas de postos de
trabalho que se perderam e eventualmente umas dezenas criadas. O
balanço é sempre negativo para o lado da empregabilidade. E isto é
apenas um exemplo. E tenham em atenção o seguinte: um posto de
trabalho perdido, pode demorar, mais mais tarde ou mais cedo vai-vos
atingir, porque a economia é uma corrente. E uma corrente só é
corrente, quando tem todos os elos. Se se corta um, passa a ser apenas
um pedaço de metal.
PENSEM NISTO!!! Quando fazem compras online, quando pagam em caixas
automáticas no supermercado, quando passam na via verde, quando
utilizam o netbanco, quando pagam tudo com cartões de plástico.
Reparem que até o google já tem carros completamente autonomos a fazer
milhares de kilometros, para fotografar e cartografar ruas, etc...
Daqui, saltaremos rápidamente para transportes publicos automatizados,
camiões a circular com mercadorias sem condutor, etc, etc
PENSEM NISTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
No dia 24 de Outubro de 2012 23:28, M.F. Rocha
<rocha...@hotmail.com> escreveu:
Boa noite Pedro
Quando falei ingenuidade não foi com sentido depreciativo não, mas apenas
porque a ideia até seria boa, muito boa e ajudaria sim a combater o
desemprego. Mas Pedro, a questão é que, tal como a estratégia que, muitas
vezes, leva duas pessoas (duas apenas) a criarem uma sociedade (empresa) com
a consequente repartição dos lucros, e tudo isto com a maior das boas
vontades de ambas as partes, que funciona no início, pergunte-se por que
será que na maioria das vezes, mais tarde, a sociedade acaba desfeita e
também, muitas vezes, até com acusações mútuas?
Transpondo esta simples relação para uma relação de um maior numero de
pessoas, a estratégia é (seria) boa sim, mas o problema reside na nossa
natureza. Porque em boa verdade, há muita gente que, num qualquer momento
(das dificuldades), adere mas logo, logo, para mostrar “serviço”, esquece
o momento dos apuros e revela a sua verdadeira natureza.
Por alguma razão somos apelidados de chico espertos! E isso até na estrada,
por causa de uns meros metros ganhos, se encontram! Isto para não falar de
outros expedientes de que muitos se socorrem para resolverem questões
pessoais, coisa muito própria, pelos vistos, da nossa cultura. Não creio
estar a surpreende-lo, a ter que enumerar muitos desses expedientes.
Por isso o problema não está na estratégia repito, mas na natureza de
alguns. E basta que um abra um precedente, imediatamente todos os outros
lhe seguem o “exemplo”.
Sei, sei bem que o mercado de trabalho está difícil. Permita que não
exponha a minha vida pessoal mas tenho muitas e boas razões para o
compreender.
Saudações
M.Fátima
________________________________
From: pedrow...@gmail.com
Date: Tue, 23 Oct 2012 19:27:33 +0100
Subject: Re: [MDD:2572] PROPOSTA PARA COMBATER A TAXA DE DESEMPREGO EM
PORTUGAL
To: mdd...@googlegroups.com
Boa Tarde
Prazer em conhecer, Rosa. Desculpe a minha ignorância mas não percebi onde
está a ingenuidade!!!
Garanto-lhe que não tenho o dom de florear a minha escrita, mas pelo que me
percebi , acho que não tem consciência do grave problema que actualmente
vivemos nas empresas... as pessoas são escravas e temem pelo seu emprego
pois são forçadas a isso e muito menos fazem queixa a qualquer tipo de
instituição legal pois a represália seria muito maior! eu não digo isto por
que me apetece mas sim por que vejo isso diariamente.
Alem disso esta ideia segundo já tive a oportunidade de ver não é novidade..
existe muitas pessoas que já defendem algo semelhante: (ingénuos ? )
dou a conhecer:
http://www.youtube.com/watch?v=yVDF5KzlaUA
Os meus melhores cumprimentos
Pedro Alves
Telem: +351 96 007 00 55
No dia 23 de Outubro de 2012 10:57, M.F. Rocha<rocha...@hotmail.com>
escreveu:
googlegroups.com
--
--
--
Em relação ao que diz, não restam quaisquer duvidas. Mais do que qualquer um de nós, um visionário como Alvin Toffler, diz no seu livro “A revolução da riqueza” entre muitas outras coisas:
“…
A actual revolução da riqueza … Vai abrir novas possibilidades no combate a pobreza, tanto internamente como a nível mundial. No entanto, este convite para um futuro brilhante faz-se acompanhar por um aviso: dizer que os riscos estão a multiplicar-se é pouco. Eles entraram numa escalada. O futuro não é aconselhado a quem sofre do coração.
…
Mas quem quer que subestime o carácter revolucionário das actuais mudanças estará a viver uma ilusão.
O mundo está a ser transformado, de forma dramática e irrevogável..
…
Em 2002, os japoneses fabricaram um computador chamado Earth Simulator, concebido para ajudar a prever as alterações climatéricas globais. Fazia quatro biliões de cálculos por segundo – mais rápido do que os seus sete concorrentes mais próximos reunidos. Em 2005, um computador no Lawrence livermore National Laboratory tinha capacidade para desempenhar 136 biliões de operações por segundo. E os cientistas prevêem que os computadores possam atingir a velocidade petaflop – um trilião de operações matemáticas por segundo – no final da presente década.
…”
Portanto, indubitavelmente, estamos perante o corte definitivo em relação à era industrial. Pensar-se que “no meu tempo…” reclamando para os dias de hoje essa forma de funcionamento de outrora é uma absoluta perda de tempo. Estamos num período em que não tem volta. O que o autor descreve acima dá uma ideia do que já está aí.
A pergunta que se coloca e que, pelos vistos, ninguém consegue responder: O que vão fazer os Governos a esta massa humana duma forma cada vez mais crescente, excluída todos dias do que resta do “trabalho” que ainda existe sob a forma como sempre o conhecemos?
Segundo:
Acreditando seriamente que os movimentos que têm surgido nos últimos tempos, Zeitgeist incluído, e uma vez que aparentemente neles está (estaria) a solução para muitos dos problemas com que nos confrontamos actualmente, a pergunta: que impulso falha então para colocar as coisas em prática? Desesperados que estamos, que será que falta mesmo? Será mesmo e apenas falta de vontade por parte das pessoas? O que falha, de facto, na mobilização massiva das pessoas? Desculpem mas alguma coisa me escapa. Ocorre-me até uma frase que ouvi há tempos (em mais uma Palestra de um outro Movimento): O português, individualmente, é fantástico mas colectivamente é um desastre. Não serão os movimentos surgidos nos últimos tempos, a prova disso?
Como observadora, olhando até para o nosso percurso político, por exemplo e por associação de pensamento, o que falha em nós, povo, desde que nos foi dada a oportunidade de votar, para não sairmos deste registo PSD / PS? Afinal tanto descontentamento, tanta reclamação, como é possível que não se saia deste ciclo? Se os movimentos são a alternativa, então como é? Não será isto a confirmação da tese: individualmente somos fantásticos (a emigração demonstra-o), colectivamente, um desastre?
Em rela��o ao que diz, �n�o restam quaisquer duvidas.� Mais do que qualquer um de n�s, um vision�rio como Alvin Toffler, diz no seu livro �A revolu��o da riqueza�� entre muitas outras coisas:
��
A actual revolu��o da riqueza � Vai abrir �novas possibilidades no combate a pobreza, tanto internamente� como a n�vel mundial.� No entanto, este convite para um futuro brilhante faz-se acompanhar por um aviso: dizer que os riscos est�o a multiplicar-se � pouco.� Eles entraram numa escalada. O futuro n�o � aconselhado a quem sofre do cora��o.
�
Mas quem quer que subestime o car�cter revolucion�rio das actuais mudan�as� estar� a viver uma ilus�o.
O mundo est� a ser transformado, de forma dram�tica e irrevog�vel..
�
Em 2002, os japoneses fabricaram um computador� chamado Earth Simulator, concebido para ajudar a prever as altera��es climat�ricas globais. Fazia quatro bili�es de c�lculos por segundo � mais r�pido do que os seus sete concorrentes mais pr�ximos reunidos. Em 2005, um computador no Lawrence livermore National Laboratory� tinha capacidade para desempenhar 136 bili�es de opera��es por segundo. E os cientistas prev�em �que os computadores possam atingir a velocidade petaflop � um trili�o de opera��es matem�ticas por segundo � no final da presente d�cada.
��
Portanto, indubitavelmente, estamos perante o corte definitivo em rela��o � era industrial. �Pensar-se que� �no meu tempo�� reclamando para os dias de hoje essa forma de funcionamento de outrora � uma absoluta perda� de tempo.� Estamos num per�odo em que n�o tem volta.� O que� o autor descreve acima d� uma ideia do que j� est� a�.
A pergunta que se coloca e que, pelos vistos, ningu�m consegue responder:� O que v�o fazer os Governos a esta massa humana� duma forma cada vez mais crescente,� exclu�da todos dias �do que resta do �trabalho� que ainda existe sob a forma como sempre o conhecemos?�
Segundo:�
Acreditando seriamente que os movimentos que t�m surgido nos �ltimos tempos, Zeitgeist inclu�do,� e uma vez que� aparentemente neles est� (estaria) a solu��o para muitos dos problemas com que nos confrontamos actualmente, a pergunta: que impulso falha ent�o �para colocar as coisas em pr�tica?� �Desesperados que estamos, que ser� que falta mesmo?�� Ser� mesmo �e apenas� falta de �vontade por parte das pessoas? ��O que falha, de facto, �na mobiliza��o massiva das pessoas? �Desculpem mas alguma coisa me escapa.� Ocorre-me� at� uma �frase que ouvi h� tempos (em mais uma Palestra de um outro Movimento):� O portugu�s, individualmente, � fant�stico mas colectivamente � um desastre.� N�o ser�o os movimentos surgidos nos �ltimos tempos, a prova disso?�
Como observadora,� olhando� at�� para o �nosso percurso pol�tico, por exemplo e por associa��o de pensamento, �o que falha� em n�s, povo, ��desde� que nos foi dada a �oportunidade de votar, �para n�o sairmos deste registo PSD / PS?�� Afinal tanto descontentamento, tanta reclama��o, como � poss�vel �que n�o se saia deste ciclo?� Se os movimentos s�o a alternativa,� ent�o como �? �N�o ser� isto a confirma��o �da tese: individualmente somos fant�sticos�� (a emigra��o demonstra-o), �colectivamente, �um desastre? ��
Sauda��es
�
�
�
> Date: Thu, 25 Oct 2012 09:50:54 +0100
> Subject: Re: [MDD:2576] PROPOSTA PARA COMBATER A TAXA DE DESEMPREGO EM PORTUGAL
> From: alco...@gmail.com
> To: mdd...@googlegroups.com
>
> Bom dia a todos,
> Por mais boas ideias e boa vontade que se tenha, para resolver o
> problema do desemprego, n�o s� em Portugal como a n�vel mundial, a
> solu��o � s� uma: ACABAR COM A AUTOMA��O!!!!! Enquanto o Homem
> inventou m�quinas para o ajudar em tarefas, a situa��o foi aceit�vel e
> a conviv�ncia m�quina/homem era pacifica. Assim que o Homem inventou
> m�quinas para substituir o Homem, foi o principio do fim. Enquanto n�o
> renegarmos todos os servi�os e produtos que sejam realizados sem uma
> forte componente humana, esque�am os empregos, porque neles n�o v�o
> aparecer. A tecnologia ser� o fim da humanidade. E por nossa culpa!
> Muitos de voc�s que ir�o ler este mail ter�o certamente via verde.
> Pois n�o deveriam ter, porque foram umas centenas de postos de
> trabalho que se perderam e eventualmente umas dezenas criadas. O
> balan�o � sempre negativo para o lado da empregabilidade. E isto �
> apenas um exemplo. E tenham em aten��o o seguinte: um posto de
> trabalho perdido, pode demorar, mais mais tarde ou mais cedo vai-vos
> atingir, porque a economia � uma corrente. E uma corrente s� �
> corrente, quando tem todos os elos. Se se corta um, passa a ser apenas
> um peda�o de metal.
> PENSEM NISTO!!! Quando fazem compras online, quando pagam em caixas
> autom�ticas no supermercado, quando passam na via verde, quando
> utilizam o netbanco, quando pagam tudo com cart�es de pl�stico.
> Reparem que at� o google j� tem carros completamente autonomos a fazer
> milhares de kilometros, para fotografar e cartografar ruas, etc...
> Daqui, saltaremos r�pidamente para transportes publicos automatizados,
> cami�es a circular com mercadorias sem condutor, etc, etc
>
> PENSEM NISTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
>
> No dia 24 de Outubro de 2012 23:28, M.F. Rocha
> <rocha...@hotmail.com> escreveu:
> > Boa noite Pedro
> >
> > Quando falei ingenuidade n�o foi com sentido depreciativo n�o, mas apenas
> > porque a ideia at� seria boa, muito boa e ajudaria sim a combater o
> > desemprego. Mas Pedro, a quest�o � que, tal como a estrat�gia que, muitas
> > vezes, leva duas pessoas (duas apenas) a criarem uma sociedade (empresa) com
> > a consequente reparti��o dos lucros, e tudo isto com a maior das boas
> > vontades de ambas as partes, que funciona no in�cio, pergunte-se por que
> > ser� que na maioria das vezes, mais tarde, a sociedade acaba desfeita e
> > tamb�m, muitas vezes, at� com acusa��es m�tuas?
> >
> > Transpondo esta simples rela��o para uma rela��o de um maior numero de
> > pessoas, a estrat�gia � (seria) boa sim, mas o problema reside na nossa
> > natureza. Porque em boa verdade, h� muita gente que, num qualquer momento
> > (das dificuldades), adere mas logo, logo, para mostrar �servi�o�, esquece
> > o momento dos apuros e revela a sua verdadeira natureza.
> >
> > Por alguma raz�o somos apelidados de chico espertos! E isso at� na estrada,
> > por causa de uns meros metros ganhos, se encontram! Isto para n�o falar de
> > outros expedientes de que muitos se socorrem para resolverem quest�es
> > pessoais, coisa muito pr�pria, pelos vistos, da nossa cultura. N�o creio
> > estar a surpreende-lo, a ter que enumerar muitos desses expedientes.
> >
> > Por isso o problema n�o est� na estrat�gia repito, mas na natureza de
> > alguns. E basta que um abra um precedente, imediatamente todos os outros
> > lhe seguem o �exemplo�.
> >
> > Sei, sei bem que o mercado de trabalho est� dif�cil. Permita que n�o
> > exponha a minha vida pessoal mas tenho muitas e boas raz�es para o
> > compreender.
> >
> >
> > Sauda��es
> >
> >
> > M.F�tima
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > ________________________________
> > From: pedrow...@gmail.com
> > Date: Tue, 23 Oct 2012 19:27:33 +0100
> > Subject: Re: [MDD:2572] PROPOSTA PARA COMBATER A TAXA DE DESEMPREGO EM
> > PORTUGAL
> > To: mdd...@googlegroups.com
> >
> > Boa Tarde
> >
> > Prazer em conhecer, Rosa. Desculpe a minha ignor�ncia mas n�o percebi onde
> > est� a ingenuidade!!!
> > Garanto-lhe que n�o tenho o dom de florear a minha escrita, mas pelo que me
> > percebi , acho que n�o tem consci�ncia do grave problema que actualmente
> > vivemos nas empresas... as pessoas s�o escravas e temem pelo seu emprego
> > pois s�o for�adas a isso e muito menos fazem queixa a qualquer tipo de
> > institui��o legal pois a repres�lia seria muito maior! eu n�o digo isto por
> > que me apetece mas sim por que vejo isso diariamente.
> > Alem disso esta ideia segundo j� tive a oportunidade de ver n�o � novidade..
> > existe muitas pessoas que j� defendem algo semelhante: (ing�nuos ? )
> >
> > dou a conhecer:
> > http://www.youtube.com/watch?v=yVDF5KzlaUA
> >
> > Os meus melhores cumprimentos
> >
> > Pedro Alves
> >
> > Telem: +351 96 007 00 55
> >
> >
> >
> >
> > No dia 23 de Outubro de 2012 10:57, M.F. Rocha <rocha...@hotmail.com>
> > escreveu:
> >
> > googlegroups.com
> >
> >
> >
> > --
> >
> >
> >
> > --
> >
> >
>
> --
>
>
--
�
�