MSG MODERADA

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Vitor Mendes (VTM)

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Sep 13, 2010, 6:37:13 PM9/13/10
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lol, clap clap clap clap clap clap clap

No dia 9 de Setembro de 2010 14:53, mushotoku <pedro.mv...@gmail.com> escreveu:
Boa tarde a todos,

Hoje, quando votei a favor da medida (MJ03) Prova de Rendimentos, vi
que há dois votos contra e duas abstenções. Não querendo de forma
alguma saber quem votou desta forma, não posso deixar de ficar
perplexo com o facto de não aprovarem uma medida semelhante.
Quem não deve não teme, e quem não pode ou não quer comprovar a
proveniência dos seus rendimentos é porque não consegue dizer de onde
provêm os seus rendimentos. Pessoalmente, acho que a democracia
portuguesa perdeu muito quando o parlamento não aprovou o pacote
Cravinho. Mas lá está, a maior parte dos portugueses tem rabos de
palha. Não fosse o país pegar fogo por esses rabos de palha, e depois
não haver capacidade mundial de apagar esse fogo, o pacote ficou na
gaveta e o Cravinho foi para uma ilha com uma mordaça na boca. Acho
que nunca deve de ter ido a uma reunião do Bilderberg, então, foi
reciclar os seus valores políticos para o núcleo duro dos Bilderberg.

Cuprimentos a todos,

mushotoku

--
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Vitor Mendes (VTM)

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Sep 13, 2010, 6:41:39 PM9/13/10
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Boicotar, Já!!!

La Belle Verte! :)



No dia 11 de Setembro de 2010 20:47, Vitor Mendes (VTM) <vamosten...@hotmail.com> escreveu:
Olá Pedro,


"Parar o sistema capitalista consegue-se com simples gestos das massas."

Isso só é verdade se as massas estiverem organizadas e em sintonia. E não é isso que acontece.
Por isso a necessidade de um rápido crescimento qualitativo do VTM... :-)

Abraço
Vitor Mendes
Coimbra



--------------------------------------------------
From: "mushotoku" <pedro.mv...@gmail.com>
Sent: Thursday, September 09, 2010 7:32 PM
To: "GrupoVamosTentarMudarPORTUGAL" <vamosten...@googlegroups.com>
Subject: [VTM:2471] Re: Fwd: Fw: Afinal não somos pobres... somos uns bois mansos !



Concordo com a Laura. E nos grupos em que me envolvo e opino, levanto
esta questão inúmeras vezes: revolução, sim, mas sem o mínimo de
violência. Parar o sistema capitalista consegue-se com simples gestos
das massas. Mas as massas não querem prescindir do pouco que têm.
Estão na caverna e são felizes assim.
Por exemplo, nas manifestações do G20, foram polícias misturados na
multidão quem começou os atos violentos. Num grupo de 300 pessoas
basta uma para desestabilizar os restantes. Nas multidões até os que
nunca mataram uma mosca se transformam e vão por arrasto.

É tempo de uma revolução com inteligência. Tirar os que estão lá com
violência obrigará os nossos filhos e netos a terem cuidado com os
filhos e netos daqueles que tirámos. :)

cumps,


mushotoku

--
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Vitor Mendes (VTM)

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Sep 15, 2010, 10:01:42 AM9/15/10
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Como já dizia um filósofo há muitos anos... antes ensinar as pessoas a cultivar do que lhes dar comida
 
Cruz
Vermoeira

No dia 14 de Setembro de 2010 19:16, mushotoku <pedro.mv...@gmail.com> escreveu:

Armando, ainda vou mais longe.
Muitas vezes, ouço e leio críticas aos rendimentos mínimos e à forma
como são dados. Qual é o fundamento dessas ajudas? De que carecem
essas pessoas? Se é de comida, então é comida que deve de ser dada e
não dinheiro. Dessa forma, garante-se que o destino da ajuda é
efetivamente o previsto. Logisticamente não é difícil fazê-lo, apesar
de o Estado não ter supermercados. Façam-se acordos com quem pode
levar medida semelhante para a frente.
Tenho 30 anos, logo, não posso confirmar na primeira pessoa a
veracidade do que ela me contou. No outro dia disseram-me que as
habitações sociais na altura do Estado novo eram inspecionadas sem
aviso prévio. Se as pessoas estimavam o que lhes era praticamente
dado, tudo bem, caso contrário, eram despejadas. Para mim, tem lógica.
Quem recebe apoios do Estado tem de dar algo à sociedade. Mesmo
aqueles que são considerados incapazes para as tarefas mais básicas
podem dar algo à sociedade. Sabendo que nas alturas de Verão os
incêndios não param, nem que se desse um pouco mais aos que já recebem
subsídios, ocupavam-se bastantes pessoas só na vigilância de matas e
florestas. Multiplicando isto por outras tantas áreas em que há
carência de recursos humanos e os meios financeiros não abundam,
resolvia-se alguma coisa sem termos de aumentar a tão discutida dívida
pública, colocando o país nas mãos dos que concedem os empréstimos.
Urge olharmos para alternativas que não exijam o endividamento ao
exterior. Essas sim, deviam ser prioridade nos programas dos partidos
políticos. Mas se olharmos para os seus programas vemos que o aumento
da dívida externa é inevitável. Assim não há forma de arrumar a casa.
É uma bola de neve a descer os Himalaias.

Cumps,

Vitor Mendes (VTM)

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Sep 15, 2010, 10:03:54 AM9/15/10
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 para não ESQUECER
 










 
 

ISTO AINDA VAI ACABAR POR PROVOCAR UMA REVOLUÇÃO E O MELHOR É QUE EM VEZ DE SER UM 25 DE ABRIL ATÉ PODE SER UM 28 DE MAIO.

 

cid:8BA97C1591104DDC9B98AC21A5446BBB@o1406da9feebe4
 

>
> Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE
>
> É uma golpada com muita classe, e os golpeados somos nós....

> Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente
> de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços
> Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem,
> poucos devem saber para o que serve.
>
> Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo
> porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem
> maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e
> risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregadora, quaisquer reparos,
> subsídios ou outros quaisquer benefícios.
>
> Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa
> com 12 mil euros por mês - ou seja, 2.400 contos - durante o máximo de dois
> anos, até encontrar um novo emprego.
>
> Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas
> você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?».
>
> E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade
> própria!».
>
> E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais
> 2.400contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador
> que se despede e fica a receber seja o que for?
».
>
> Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já
> respondeu, que «
o regime aplicado aos membros do conselho de administração
> da ERSE foi aprovado pela própria ERSE
». E que, «de acordo com artigo 28 dos
> Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao
> estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos».
>
> Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE forem mais vantajosos para os seus
> gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.
>
> Dizendo ainda melhor:
o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde
> a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de
> terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais
> vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado
> milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a bênção
> avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes.

>
> Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de
> uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados
> baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um
> desenfreado, e abusivo desavergonhado abocanhar do erário público. Mas,
> voltemos à nossa história.
>
> O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias,
> subsídio de Natal e ajudas de custo. 18 mil euros seriam mais de 3.600
> contos, ou seja, mais de 120 contos por dia, sem incluir os subsídios de
> férias e Natal e ajudas de custo.
>
> Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE? A
> missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o
> sector energético.
>
> E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam
> os governos, os tribunais, a polícia, etc.?»
. Parece que não.
>
> A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através
> da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o
> consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço.
>
> Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas
> astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos
> aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada
> ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento
> bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte
> estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a
> nossa total indignação.


 


>
 

 


 



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image001.jpg

Sérgio Martins

unread,
Jun 15, 2014, 4:29:55 AM6/15/14
to mdd...@googlegroups.com, vamosten...@googlegroups.com
Bom dia,

Simplesmente quero dizer isto em relação à ERSE, 

Se a ERSE existe não deveria existir, porque acho que esta entidade não regula nada, ou seja, é regulada. 

Como se apresenta neste texto e bem, a ERSE não faz nada. Se repararem que este ex-presidente da ERSE disse, segundo o que li do texto que deveria aumentar ainda mais os preços da electricidade, ora isso é a mesma opinião do presidente da EDP o Exmo Sr António Mexia. E ainda o que é pior é se demitir, segundo o que o texto fala, por causa de não se fazer a vontade da ERSE. Da ERSE?!! ou da EDP?!!

Enfim....

cumprimentos
SCM
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