Monteiro
unread,Nov 7, 2011, 7:10:30 AM11/7/11Sign in to reply to author
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to MDDvtm - MOVIMENTO DEMOCRACIA DIRECTA vtm
Amigo Vitor, como já sabe sou um modesto operário, o que acontece é
que sempre gostei de história.Das civilizacões, da evolução da
sociedade passando pelo desenvolvimento do pensamento humano, o
pensamento livre claro está.Ouço com a mesma atenção tanto o
professor Medina Carreira ,como o dirigente sindical Carvalho da
Silva, ambos tem razão.
Falta encontrar um meio termo, que é precisamente o busílis da
questão.
Felizmente para mim, e para todos, houve sempre e continua a existir
pessoas que estudam a fundo os mais variados temas, por isso li e
reli, copiei, apaguei, acrescentei, tudo o que me pareceu necessário
para tentar expremir por escrito as minhas ideias, o que é dificil, e
ainda estou longe de ser capaz para tal, de uma forma clara e
correcta.Uso sempre, para me auxiliar a pag. do diconário priberam,
não vá escrever algum erro de palmatóra.
Para filtrar o que me parece, parcial do imparcial, uso a minha
intuição.
Gostei particularmente de ler a tese sobre o assunto da autoria de
Tiago Vieira da Universidade de Coimbra, Faculdade de Economia curso
de sociologia, 2005.
Faltando a conclusão, de que apartir do fim da 2ª Guera Mundial, em
resultado dos direitos atingidos, emerge uma nova classe social,
chamada classe média, que fruto da suas possibilidades de adquirir
bens até então fora do alcance, é em parte responsavel pelo
crescimento exponencial da economia na segunda metade do século
passado.
Como não gravei o link, envio-lhe depois por email, em pdf.
O amigo Vitor tire sempre qualquer dúvida, critique á vontade, que eu
irei sempre responder com a maior honestidede e sinceridade possivel,
pois temos de dar o exemplo do que queremos para o MDD , de outra
forma não faz qualquer sentido.
Estou também, a levar tudo isto, como um desafio pessoal, apesar de
estar perfeitamente consciente das minhas limitações, irei até onde
for capaz, sem receios, pois como se diz.
Dos fracos não reza a história.
Hoje em dia , propositadamente, e mais que nunca, as pessoas são
bombardeadas com demasiada informação, desinformação,condicionadas,
atemorizadas. Existe demasiado ruido há nossa volta, que impede que o
ser humano pense por si, e forme ideias que poderão ser subversivas e
ou revolucionárias.
O que iria, evidentemente criar maiores dificuldades para o
Establishment actual.
Só para acabar a tema dos sindicatos, queria acrescentar o seguinte.
A actuação do sindicatos na função publica, é totalmente impossivel no
sector privado, visto que procedem do mesmo modo que os politicos no
poder.
Ao invés de actuarem conforme o desejo e interesses do trabalhador,
cumprem as directrizes superiores, do partido, ao qual o respectivo
sindicato está agregado.
Um sindicato deveria ser independente de qualquer formação polítca.
Apesar disso, no sector privado as coisas funcionam de forma
diferente, o delegado representa os trabalhadores associados desse
sindicato, e faz o que tiver sido combinado por todos em plenário.
Funciona assim uma espécie de democracia directa, quando o dirigente
sindical da empresa obedece antes ás cupulas do sindicato, ou é
subornado pela administração, perde o apoio, e qualquer acção não terá
sucesso, principalmente uma greve.
Os trabalhadores por conta de outrem, tem perfeita consciência do que
devem exigir há empresa.
Ninguem com bom senso, vai querer que o emprego, que o sustenta fique
em perigo, ou tornar a empresa menos competitiva, pois isso iria
obviamente por o emprego em causa.
Na função publica pelo contrário, nem o mais incompetente ou
preguiçoso funcionário pode ser despedido, quanto mais por uma greve,
que ainda por cima, é um dia a mais para descansar.
É uma situação perversa, que todos prejudica.
Apesar disso, é a absoluta falta de ética, competência, e corrupção
política que levou ao estado a que estamos em questão de divida
publica, e não os vencimentos, dos funcionários em geral.
Como falaram, aqui no caso da CP, não sei se sabem que, o roubo
disfarçado, a que chamam derrapagens, só para as obras da linha do
norte, (que duram há vinte anos) davam para fazer duas linhas para o
TGV, e ainda não estão concluídas na totalidade.
Num artigo de fundo, que saiu no Diário de Notícias em, 7 de Janeiro
de 2011, em que fazia, "o verdadeiro retrato do estado" apurou que dos
13740 organismos públicos só 1724 apresentarm contas, e apenas 418
foram fiscalizados.
Era ùtil a leitura desse artigo na integra para não tirarem conclusões
precipitadas.
Um abraço
António Monteiro