Revista Portuguesa De História

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Roman Bayramdurdiyev

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Aug 5, 2024, 12:35:38 PM8/5/24
to lyporsragon
AComisso Portuguesa de Histria Militar (CPHM), rgo criado em 1989 e diretamente dependente do Ministro da Defesa Nacional, tem por misso, consignada no Decreto-Lei n. 59/98, de 17 de maro, promover e coordenar a investigao e divulgao da Histrica Militar de Portugal, no mbito da Defesa Nacional, bem como a representao de Portugal e a divulgao do patrimnio Histrico-Militar Nacional junto de estruturas internacionais congneres. No plano nacional, a CPHM congrega a colaborao de instituies militares e civis, nomeadamente academias, universidades, centros de investigao, arquivos, bibliotecas e museus e, a ttulo individual, historiadores e investigadores especializados na Histria Militar ou com esta relacionados, dentro do conceito geral de cincia histrica.

Fundamento: A evoluo tecnolgica e a crescente utilizao de meios telemticos e de publicaes online, levaram constituio de instrumentos adicionais de ligao entre a CPHM, os especialistas em histria militar, nacionais e estrangeiros, e o cidado em geral. Assim sendo, foi criada uma revista dedicada Histria Militar de Portugal, semelhana do que se passa noutros pases que fazem parte da Comisso Internacional de Histria Militar, em que as referidas revistas constituem uma mais valia no contexto histrico-cultural, muito para alm da Histria Militar.






Editada semestralmente em formato on-line, e publicando artigos de carcter cientfico, heurstico ou historiogrfico sobre matrias relacionadas com a histria militar, a RPHM tem como objetivo o aprofundamento e dinamizao do conhecimento da histria militar, com prioridade para a histria militar de Portugal.


- assumimos que a RPHM constitui um servio pblico e que o caminho se faz caminhando, sem os condicionalismos e constrangimentos decorrentes dos ndices de fator de impacto e das "revises por pares" tpicas das revistas cientificas, mas cuidando da qualidade, da factibilidade e da credibilidade da investigao;


- organizamos a revista de modo a que cada nmero seja subordinado a um tema, independentemente dos artigos extra dossier terem sempre o seu espao, proporcionando uma maior participao de todos os historiadores, militares e civis;


- desejamos que a RPHM seja consultada e lida pelo maior nmero de leitores, desde o pblico em geral aos especialistas, professores, investigadores e alunos, e nesse sentido ser disponibilizada sem qualquer custo atravs de uma pgina on-line de fcil acesso.


Criada em 1983, a Ler Histria uma revista acadmica portuguesa na rea cientfica da Histria, dedicada principalmente histria de Portugal, do imprio portugus e dos pases lusfonos, nas pocas moderna e contempornea. A Ler Histria inclui tambm no seu campo de interesses outras cronologias e geografias, como a histria ibrica e ibero-americana, a histria de frica e a histria da sia, entre outras, sendo particularmente receptiva s abordagens de histria comparada, transnacional ou global. A revista dedica, desde sempre, uma especial ateno s questes de natureza historiogrfica, incluindo a reflexo terica e metodolgica. Ler Histria uma publicao do ISCTE-IUL e publica em portugus, ingls, espanhol e francs.


Foi no antigo Teatro do Ginsio, em Lisboa, que no dia 11 de Janeiro de 1851 se estreou a primeira revista portuguesa intitulada "Lisboa em 1850". A sua grande vedeta era o actor Francisco Taborda. Com textos irnicos e acutilantes, a revista comeou desde logo a meter o dedinho na poltica o que no agradou ao governo de Costa Cabral. O primeiro episdio da srie documental "Histria do Teatro de Revista em Portugal" conta a evoluo deste gnero desde a sua gnese, em 1850, at ao fim da 1 Repblica, em 1926.


A histria da banca, em Portugal, tem merecido uma certa ateno da parte dos investigadores. Na maior parte dos casos, os seus responsveis optaram por aproveitar o ensejo da comemorao de uma data significativa na histria das empresas para a publicao dos respectivos estudos de caso. No presente trabalho de sntese, alm de se fazer aluso aos resultados de parte dessa pesquisa, passar-se- -o ainda em revista alguns tpicos considerados pertinentes, como sejam: a estrutura e o desenvolvimento da rede bancria; a cobertura do pas pelos respectivos servios; fuses e concentraes: estratgias e culturas empresariais. Simultaneamente, sero mencionadas algumas temticas ainda insuficientemente esclarecidas e que seria de interesse investigar.


Empresrios do sculo XX, separatas da revista Fortunas & Negcios, (Alfredo da Silva, Artur Cupertino de Miranda, Henry Burnay, Antnio de Sommer Champalimaud, Manuel Ricardo Esprito Santo Silva e Jorge de Mello).


TEJERO GARCIA, Jose M. (1978), As caracteristicas operativas de las instituciones bancarias y de ahorro como factores relevantes en la determinacin de las tasas de interes , Madrid, Cofederacin Espaola de Cajas de Ahorros.


A lngua constitui um sistema vivo de comunicao que privilegia a mtua compreenso e entendimento de um determinado povo. Ao adentrar o estudo de uma lngua, estudam-se os fatos do contexto histrico e os acontecimentos que promoveram, direta ou indiretamente, sua origem. No que diz respeito histria da lngua portuguesa, faz-se necessria uma busca histrico-geogrfica desde sua origem at sua implantao no Brasil.


Existiam duas modalidades de latim: o vulgar e o clssico. O latim vulgar, de vocabulrio reduzido, falado por aqueles que encaravam a vida fazendo uso de uma linguagem sem preocupaes estilsticas na fala e na escrita, era dotado de variao lingstica notvel, por ser uma modalidade somente falada; era, pois, suscetvel a freqentes alteraes. O latim clssico caracterizava-se pela erudio da oralidade e das produes textuais de pessoas ilustres da sociedade e de escritores; era uma linguagem complexa e elitizada. Das duas modalidades existentes, era imposta aos povos vencidos a modalidade vulgar, pois essa fora a lngua predominante dos povos navegantes que exploravam novas terras para novas conquistas.


Decorridos alguns sculos, o latim predominou sobre as lnguas e dialetos falados em vrias regies. Dessa maneira, formaram-se diversas lnguas dentro da regio de domnio de Roma, ou seja, do Imprio Romano; a se originaram as lnguas romnicas, tambm chamadas de neolatinas (dizem-se romnicas todas as lnguas que tm sua origem no latim e que ocupam parte do territrio conquistado pelos romanos), das quais nossa lngua portuguesa oriunda.


O portugus que se fala hoje no Brasil resultado de muitas transformaes, de acrscimos e/ou supresses de ordem morfolgica, sinttica e/ou fonolgica. Tais transformaes passaram por trs fases distintas: desde o galego-portugus (lngua que predominou dos sculos VIII ao XIII), dissociando-se posteriormente do galego e dando, assim, surgimento ao portugus arcaico (sculos XIV ao XVI), que, por conseguinte, tornou-se portugus clssico (a lngua de Cames), perpassando ainda por outros dialetos at chegar ao portugus contemporneo.


Portugal ficou conhecido pelas grandes navegaes que realizara. No sculo XV e XVI, pelos movimentos colonialistas e de propagao do catolicismo, Portugal espalhou pelo mundo a lngua portuguesa. Como, ento, chegou a este solo essa lngua navegante?


Quando os portugueses desembarcaram na costa brasileira, estima-se que havia aqui 1.200 povos indgenas; falavam-se aproximadamente mil lnguas. Alm dessa diversidade tnica e lingustica, foram trazidos cerca de 4 milhes de africanos de diversas culturas para trabalhar como escravos. Essa pluralidade lingustico-cultural fortaleceu as bases da construo da identidade do portugus brasileiro. Isso se deu em detrimento dos interesses polticos e comerciais de Portugal, que tomara algumas medidas radicais, entre elas a proibio do uso das lnguas gerais (diz-se lngua geral aquela falada no Brasil colonial como lngua de contato entre ndios, portugueses e seus descendentes) e a imposio do portugus como lngua oficial.


O contato entre indgenas, africanos e os imigrantes vrios que vieram de algumas regies da Europa favoreceu o chamado multilinguismo. Alm da fase bilngue pela qual passara o portugus, o multilinguismo contribuiu (e ainda contribui) para a formao identitria do portugus brasileiro.


Sabe-se, por exemplo, que o lxico de uma lngua no esttico, est aberto a novas incorporaes: aceita o apagamento de algumas palavras ou a substituio de outras. Esse fenmeno ocorreu (e ainda ocorre) com muita frequncia no nosso idioma. As lnguas indgenas, por exemplo, contriburam para o enriquecimento vocabular da botnica (nomes de plantas), da fauna (nomes de animais), da toponmia (nomes de lugares) e da onomstica (nomes de pessoas) do portugus do Brasil. Justifica-se ainda o multilinguismo com a forte influncia das lnguas e dialetos africanos que chegaram ao Brasil; tal influncia incrementou, por exemplo, a linguagem religiosa do candombl, uma manifestao da cultura africana.


A implantao do portugus no Brasil marcada por quatro momentos, perodos significativos para esse processo de implantao: o primeiro momento vai da colonizao at a sada dos holandeses do Brasil, em 1654; o segundo vai da at a chegada da Famlia Real portuguesa ao Brasil, em 1808; o terceiro finda com a independncia do Brasil, em 1822. Por fim, o quarto momento se inicia em 1826, com a transformao da lngua do colonizador em lngua da nao brasileira.


Orpheu - Revista Trimestral de Literatura foi um veculo de comunicao publicado em Lisboa em apenas dois nmeros, correspondentes aos primeiros dois trimestres de 1915, sendo o terceiro nmero cancelado devido a dificuldades de financiamento. Apesar disso, a revista exerceu uma notvel e duradoura influncia: o seu vanguardismo inspirou movimentos literrios subsequentes de renovao da literatura portuguesa.


Malgrado o impacto negativo que Orpheu causou na crtica do seu tempo, a relevncia desta revista literria advm de ter, efectivamente, introduzido em Portugal o movimento modernista, associando nesse projecto importantes nomes das letras e das artes, como Fernando Pessoa, Mrio de S-Carneiro, Almada-Negreiros ou Santa-Rita Pintor, que ficaram conhecidos como gerao d'Orpheu.

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