RESUMO DA HISTORIA, AO FINAL DA
POSTAGEM.
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A vida de atleta não é fácil! O Limoeiro
Futebol Clube está nas finais da Liga Juvenil e todos contam com Cascão para
golear o time adversário. Mas a forma estranha como ele vem agindo é um sinal de
que está guardando um segredo que pode prejudicar o time.
Formaro: PDF
Tamanho: 35 Mb
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Turma da Mônica Jovem
O Príncipe Perfeito
Na edição 9 de Turma da Mônica Jovem a turminha volta para o bairro do
Limoeiro, mais precisamente para a escola, onde vai acontecer uma peça de
teatro. A Mônica vai contracenar com um menino bonitão que é novo na área,
despertando os ciúmes do cebola, provocando brigas e agitando todo mundo! Baixe
agora a aventura completa, que a non
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Turma da Mônica Jovem 08
traz a última parte da aventura O Brilho de um Pulsar। Neste volume finalmente
teremos o confronto entre Mônica e a princesa Mimi, tem também o robozão Pulsar
mandando bala, o climinha de romance dos números anteriores, e tem a aparição do
terrível Lorde Kam.
O que será que ele vai aprontar?
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Este arco chamou a atenção pela mudança drástica no roteiro e no layout de
páginas - enfim, algo mais “nipônico” pôde ser visto. A primeira parte mostra a
ilustre Princesa Mimi, uma coelha com a personalidade (e os dentões) da Mônica.
Forçuda e esquentadinha, ela é a herdeira do grande império que inclui dez
bilhões de sistemas planetários. Exibida, sempre tem suas batalhas transmitidas
para todos os cantos do universo como prova da superioridade do povo coelho. Na
segunda parte, a nossa querida Mônica acabou de passar por maus bocados nas mãos
de um bando de robozinhos, chatos, mas um robozão com cara de Kamen Rider (e de
coelho!) a salvou das criaturinhas. Este robô é um Pulsar, criado apenas para
proteger a Princesa Mimi de qualquer perigo (e ele acaba confundindo a Mônica
com a tal princesa - pudera! Tirando as orelhas elas são idênticas!)
Apesar
do robô parecer amigável, o Astronauta não está nem um pouco feliz em vê-lo,
pois sabe do perigo que ele representa… de fato, um típico roteiro simples de
mangá, mas sem sair dos padrões da turminha.
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COMENTARIOS:
Título: TURMA DA MÔNICA JOVEM # 1
(Panini Comics) - Revista
mensal
Autores: Mauricio de Sousa e Flávio T. de Jesus (texto),
Emy T. Y. Acosta, José Aparecido Cavalcante, Mauro de Souza e Zazo Aguiar
(desenhos) e Kazuo Yamasse, Reginaldo S. Almeida e Viviane Yamabuchi
(arte-final).
Preço: R$ 5,90
Número de páginas:
128
Data de lançamento: Agosto de 2008
Sinopse: A
Turma da Mônica deixou de ser turminha e se tornou um grupo de
adolescentes. Mônica abandonou o vestido vermelho, a glutona Magali passou a
apostar na alimentação balanceada, Cebolinha fala os erres (mas se perde quando
está perto da Mônica, por quem tem uma queda), Cascão toma banho demorados e por
aí vai.
Mas, em meio a esse mundo, surge uma ameaça: uma velha feiticeira
japonesa que está vinculada com um segredo ancestral dos pais dos
meninos.
Positivo/Negativo: Depois de um número zero distribuído gratuitamente como
divulgação, chegou às bancas a primeira edição de Turma da Mônica Jovem,
em que os Estúdios Mauricio de Sousa se apropriam do estilo mangá para
criar uma aventura na qual seus personagens mais famosos são retratados como
adolescentes.
Desde seu anúncio, houve expectativa pelo seu lançamento:
um misto de curiosidade e fetiche não só por conferir os velhos personagens
submetidos à cultuada linguagem dos quadrinhos japoneses, mas também para vê-los
ir além dos eternos sete anos de idade.
O que não se sabia é que a
revista traria outra revolução no universo da Mauricio de Sousa
Produções: o crédito de autoria aos artistas que participaram da história. A
mudança é radical. E, por sinal, é aguardada há muito mais tempo do que a
própria versão mangá.
Por décadas, por conta dos direitos autorais,
Mauricio de Sousa não divulgou o nome dos artistas que participavam da
elaboração de suas histórias. Em vez disso, publicava o nome dos colaboradores
do estúdio no expediente da revista.
Nesta edição, o crédito continua no
expediente. Mas é diferente das outras publicações. Ele abre com a frase "Esta
edição de Turma da Mônica Jovem contou com o talento dos artistas" e,
depois dos dois pontos, não há uma miscelânea de nomes, e sim o nome dos
responsáveis pelas diferentes etapas da revista.
Foi isso que permitiu
que, ao elencar os autores da edição, este resenhista não necessitasse usar o
recurso de atribuir toda a criação a um genérico Estúdios Mauricio de
Sousa.
A mudança de atitude é mais que bem-vinda. Por mais que
Mauricio de Sousa já tenha declarado seus motivos em diversas ocasiões, por mais
que se restrinja apenas a uma revista, é uma mudança a ser celebrada - sempre
com a esperança de que seja expandido para as outras revistas do grupo.
A
publicação dos créditos está longe de ser o único mérito de Turma da Mônica
Jovem. Apesar do nome, medonho que é, a equipe dos Estúdios Mauricio de
Sousa conseguiu um resultado bastante satisfatório, levando-se em
consideração que é uma edição de estréia.
Há uma série de pequenos
problemas (já, já se volta a falar deles), mas todos são pontuais. O que
importa, aqui, é que o tom geral da trama e da adaptação dos personagens mostra
que o estilo mangá aplicado à Mônica tem potencial para render histórias
divertidas.
Turma da Mônica Jovem, afinal de contas, não é um
título para ser lido com seriedade. Trata-se de uma brincadeira que reúne vários
condicionais que evocam velhos fetiches dos leitores: e se a Mônica fosse
adolescente? E se o Cebolinha, no fundo, tivesse uma queda pela baixinha,
gorducha e dentuça? E se Mauricio de Sousa tivesse dado uma guinada pro mangá ao
conhecer Osamu Tezuka?
O mais bacana da revista é justamente misturar
tudo isso e apresentar uma história insana, veloz, cheia de referências e com
muito bom humor.
Puristas, claro, têm tudo para torcer o nariz - sejam
eles fiéis aos mangás ou à Mônica.
Fãs de mangás dizem, e com razão, que
não se trata de um mangá. O que a revista faz é pegar elementos dos quadrinhos
japoneses e espalhar pelas páginas. Daí as caretas, os olhos grandes e
brilhantes, o preto-e-branco, as texturas de fundo, os monstros e os
samurais.
Já os seguidores da Turma da Mônica argumentam,
igualmente com razão, que isso tudo é um pastiche e que o original é muito mais
bacana, que seu traço é mais autêntico, que Mauricio de Sousa é muito maior do
que um punhado de clichês de mangás.
Os dois grupos estão corretos. Mas
parecem esquecer que Turma da Mônica Jovem não substitui nem os mangás
nem os personagens originais. É apenas uma nova leitura em um formato diferente
- uma experiência como um dia foram o parque de diversões, as peças de teatro,
os discos de historinhas...
Dividida em três capítulos, a revista começa
com um longo segmento que apresenta os personagens reformulados aos leitores.
Com ares de comédia romântica adolescente, é a melhor parte da publicação. Chama
a atenção não só pela caracterização ágil e competente dos personagens, mas por
uma cena que insinua que Cascão tornou-se assíduo no banheiro depois de
descobrir a masturbação.
A aventura com monstros místicos é esboçada
nesse capítulo inicial com alguns elementos. Só começa pra valer na parte
seguinte, e é quando a história perde um pouco de seu charme.
A divisão
entre os capítulos 1 e 2 é brusca, e o tom de aventura começa logo a seguir. O
problema é que, ao menos neste início, a trama não consegue encantar. Ao se
levar a aventura a sério, a HQ fica aquém dos bons mangás e das próprias
histórias protagonizadas pela turma original.
O maior destaque fica,
portanto, para mais releituras de personagens: Professor Falconi (uma homenagem
a Osamu Tezuka, mestre dos mangás e velho amigo de Mauricio), CéuBoy (o velho
Anjinho, agora adolescente, faz referência ao Hellboy, de Mike Mignola), e
Poeira Negra (o novo Capitão Feio - a bem da verdade, mais insosso que o
original).
O problema é que, pelo que de depreende da história, os
próximos números prosseguirão enfocando justamente o lado mais fraco da HQ, o
que pode vir a comprometer a série.
É melhor acreditar, portanto, no
texto que Mauricio de Sousa assina entre os capítulos 1 e 2. Nele, diz a equipe
ainda está tateando na construção da Turma da Mônica Jovem. Resta torcer
para que tomem um bom caminho.